
Capítulo 1
- Quais são os planos para hoje? – perguntou a sua amiga , na cozinha do apartamento em que moravam. Entre as janelas do apartamento podia-se ver claramente o crepúsculo. Iniciando, com a luz do luar, o começo de mais uma longa noite.
- Bom, acho que essa vai ser a nossa primeira noite de folga! Pelo menos até o Henrique ligar – respondeu a amiga, tomando mais um gole de sua cerveja. - Quer? – ela disse passando uma lata cheia a .
- Yeah! – ela respondeu. – A nossa nada mole vida! – Ela continuou fazendo um brinde. Henrique Carmark era o chefe delas dono de, apenas, meia Vegas. Tudo que elas haviam conseguido até hoje - dinheiro, fama e mais dinheiro - deviam a ele. Após o brinde delas o telefone toca. – Bem, pelo menos dessa vez deu tempo de brindar, não é?
- É... – ela disse tomando mais um gole de cerveja. – Não vai atender?
- Eu não! To curtindo meus últimos segundo de liberdade!
- Você me mata, – ela disse indo até a única sala do apartamento e atendendo ao telefone.
Em menos de dois minutos, a garota retorna a cozinha inconformada com o que acabara de ouvir.
- Credo, , o que aconteceu? Era o boss no telefone, não era?
- Era...
- E qual é o trabalho dessa vez?
- ... Nós viramos babás!
Xx
- Merda, quem ia nos buscar mesmo? – Dougie reclamava impaciente no enorme aeroporto de Las Vegas
- Seja lá quem for, está atrasado! – Danny era outro, Tom batia freneticamente o pé e Harry, bom, Harry não parecia nem um pouco preocupado. Uma vez que, toda a sua atenção estava voltada à procura de um novo alvo.
- Opa! – Harry disse se referindo as duas garotas que se destacavam entre as demais pessoas do local.
- Ô lá em casa! – Danny disse analisando as garotas
- Se for no meu quarto, melhor ainda! – Dougie disse mordendo o seu lábio inferior.
- A da esquerda é minha! – Harry.
- Eu fico com a da direita de boa! – Danny disse.
- Eu me meto no meio! – Dougie avisou.
- E eu? – Tom disse vendo que ele iria sobrar.
- Você? Hm... Liga para o Fletch bate um papo cabeça com ele... Ou melhor liga para a sua namorada!
- Isso é totalmente injusto! – Tom disse reclamando do que acabara de ouvir.
- A vida é injusta, Tom! – Dougie disse dando tapinhas de consolo nas costas do amigo.
- Agora vamos aproveitar! – Danny disse sorrindo maliciosamente e indo em direção as garotas junto com os outros dois.
Xx
- Tá vendo alguém com cara de cantor por aqui, ?
- Nop, credo que movimento que ‘ta isso aqui hoje... OUTCH! – A garota disse após ser empurrada. – E cadê a educação das pessoas de hoje em dia? Bando de animais!
- , esquece os outros e se foque no nosso objetivo!
- Ok... – Ela disse suspirando – ?
- O que foi, ?
- Me diga como nós vamos achar alguém que nós nem, ao menos, sabemos o nome? E como procurar uma agulha no palheiro, sem saber que você está procurando a agulha!
- Fácil, perguntando! E que exemplo foi esse, ? – A garota disse gargalhando.
Xx
- Eu não vou sobrar, né? – Dougie disse percebendo que eles estavam em três e elas eram em apenas duas.
- Nop! – Harry
- É, nem que a gente tenha que fazer um surubão a cinco! –Danny disse se aproximando, junto com os outros, das garotas. - NOSSA! É, impressão minha ou o clima de repente ficou mais quente? – ele disse sorrindo maliciosamente para as garotas.
- Vocês são muito gatas para nós não conhecermos, não é, Dougie?
- Concordo plenamente! Eu sou Dougie Poyter.
- Danny Jones e Harry Judd.
- A disposição – Harry disse dando uma piscadinha para elas.
- Como é que é? – Uma delas, disse dando uma risada cínica. - Vocês realmente acham que uma de nós estaria disponível?
- E mesmo que estivéssemos, nunca estaríamos para um de vocês!
- É, porque gente do nosso nível não se mistura com projetos de seres humanos! – A garota disse fazendo uma cara de nojo ao analisar os garotos - Agora dá para vocês saírem da nossa frente? Estão atrapalhando a nossa visão!
- Como nós podemos estar atrapalhando? Você ‘ta tendo a visão do paraíso aqui, gata! – Harry disse se referindo a ele mesmo.
- Paraíso? Nem nascendo de novo um de vocês conseguiria essa proeza! – A garota disse puxando a sua amiga, saindo de perto deles. (n/a: cai fora, baitola!)
- WOW! Vocês ouviram o que eu ouvi? – Danny disse em estado de choque.
- Eu, Harry Judd, levei um fora?
- Ah, mas se elas acham que isso vai ficar assim elas estão muito enganadas! – Dougie.
- Eu acho que elas são lésbicas! – Danny disse levando pedalas. – OUTCH! É sério! Nenhuma garota até hoje disse não para Danny Jones! NE-NHU-MA!
- E aí, guys, como foram com as gatas? – Tom disse olhando para caras de incrédulos deles e gargalhando em seguida. – Os três levaram um fora! Cadê os garanhões agora? Hein? Hein?
Xx
- Patético! – disse.
- Perda de tempo, vamos voltar ao foco!
- Yeap! Como é o nome da banda mesmo?
- McFLY, ! McFLY!
- Tanto faz! – disse e o seu celular toca. – Hi, Boss! Não, ainda não achamos o McFLY... Sim, ‘ta muito movimentado isso aqui... Vegas, eu sei... Ok, só um pouco – ela disse afastando o seu celular do ouvido. - O Boss te passou o nome dos integrantes da banda?
- Nop!
- Ah, ok! – Ela, então voltou a falar no celular. – Não, não passou... Ta, pode dizer que eu vou anotar... – Ela disse pegando um papel e uma caneta de sua bolsa. – Tom Fletcher, ta... Harry o quê? Ok, aham, eu entendi... Poynter? Com “Y”? Faz diferença sim, Boss! Ok, entendi... Como é o nome do outro? Não, não precisa soletrar... ‘Ta, só esses quatro? Está certo, vamos achá-los o mais rápido possível! Bye bye, Boss! – Ela disse desligando o celular e passando o papel para . – Ai está, os quatro que estamos procurando!
- Opa! – Ela disse lendo os nomes.
- O que foi?
- Esses aqui, – disse apontado para três nomes “Harry Judd, Dougie Poynter e Danny Jones” – não foram os idiotas que deram aquela cantada de pedreiro em nós agora pouco?
- Oh my God! Foram?
- Yes, !
- E nós vamos ter que ir falar com eles agora?
- Yes, !
- E vamos ter que ser simpáticas, legais e educadas?
- Não exagera... Vamos, apenas, levar eles para o hotel!
- É, mas vamos ter que voltar lá! Isso vai ser humilhante!
- Ninguém humilha e , agora vamos acabar logo com isso.
- A gente não pode ficar aqui só mais um pouquinho?
- Não! Quanto mais rápido nos livrarmos deles, mais rápido nós retornamos ao nosso apartamento para, finalmente, termos uma noite de folga!
- E por que nós temos que levar eles, mesmo? – perguntou mais a ignorou a puxando na direção dos garotos – Trabalho, lembrei.
Capítulo 2
- Ué, se arrependeram? – Harry.
- Eu disse que nenhuma garota resiste a nós, dudes! – Danny disse as fazendo rolar os olhos.
- Eu estou esperando um pedido de desculpas! Afinal, o meu orgulho foi ferido! – Dougie.
- Então espere sentado, dear!
- Nós viramos babás de vocês, ok? – .
- Cuma? – Danny.
- Babás? Eu não preciso de babás, amiga. – Tom.
- Primeiro, eu não sou sua amiga, e segundo, não gostamos nada disso, ok?!
- E é temporário! – disse completando a frase de e indo em direção ao estacionamento.
- Não querem nem saber nossos nomes? – Dougie disse andando, junto com os outros, atrás delas.
- Nop, esqueceram que vocês já se apresentaram? – . – Idiotas.
Xx
- Wow, no que vocês trabalham para terem tanto dinheiro assim? – Harry perguntou espantado ao ver o carro delas.
- Isso não é da sua conta – responde de imediato sentando no banco do passageiro.
- Seja lá o que for, dá dinheiro – Harry disse analisando mais uma vez o conversível preto, fazendo uma cara pervertida.
- Vai entrar ou vai preferir ir a pé? Dá pra decidir logo? Eu não tenho a noite inteira! – disse ligando o carro e Harry entrou logo em seguida.
- O hotel é cinco estrelas, não é? – Dougie perguntou.
- Como você quer que a gente saiba? – disse enquanto dirigia o seu conversível preto.
- Se dependesse de mim, com certeza não seria, mas deve ser um dos melhores de Vegas – .
- Isso é bom! – Dougie.
- E... Hm, vocês têm que idade? – Danny.
- Isso também não é da sua conta! – disse o cortando.
- Vocês não vão dizer nem o nome de vocês? – Tom.
- Não! Nós não queremos ser amigas de vocês, não queremos conhecer vocês, se é que vocês não perceberam... Só estamos cumprindo ordens, só isso.
Xx
- Amém, chegamos! Adeus! – disse. – Ué, não vão descer?
- Não esperem que a gente vá abrir a porta para vocês!
- Vocês não vão descer também? – Danny.
- Por que desceríamos? Agora, dá pra sair logo? Eu tenho coisas muito mais importantes a fazer!
- Nossa, como vocês são simpáticas! – Dougie disse irônico saindo do carro e batendo a porta com força.
- Hey, Poynter, quem você acha que é para bater a porta do meu carro? Perdeu a noção do perigo? – .
- Perigo? – Harry se intrometeu na conversa. – Vocês não sabem nem somar ‘um mais um’ e querem botar medo?! Me poupa, vão lixar as unhas que vocês ganham mais!
- Deixa eu te explicar uma coisa: – começou – é só nós estralarmos os dedos que vocês voltam para Londres, e se você não quer que isto ocorra mantenha-se de boca fechada, honey! E ‘um mais um’ é dois!
- Hey, como vocês sabem que nós viemos de Londres? – Tom.
- Porque nós somos as duas sócias de Henrique Callmarck! – .
- Henrique? O dono das melhores boates de Vegas?
- Ele mesmo.
- Por isso vocês têm um carro assim... – Jones.
- Não é só por isso, é porque somos boas no que fazemos!
- E o que, exatamente, vocês fazem? - Harry.
- Coisas que nem os seus melhores sonhos poderiam descrever! Agora, dá pra sair logo do meu carro?
- Vocês são sempre lerdos assim ou é só hoje? - disse os vendo tirarem as suas bagagens do porta-malas.
- Se quiserem aparecer nos nossos quartos... – Harry disse dando uma piscadinha para elas.
- Não conte com isso, Judd – disse e assim ligou novamente o carro, mas agora em direção ao apartamento delas.
- Finalmente chegamos! – disse abrindo a garagem com o controle.
- Yeap! De volta ao cubículo. – disse se referindo ao lugar em que estavam morando atualmente. Dentre seis a sete meses, iriam morar em sua nova casa que estava sendo construída há algum tempo.
- O Jack não me ligou, ainda. – .
- Nem o Nate. – Jack e Nathan, eram os dois filhos de Henrique Callmarck e também eram os atuais namorados delas.
- Pelo menos, o Jack chega amanhã!
- O Nate só daqui a dois dias... Fazem, apenas, cinco dias, mas parecem meses! – disse destrancando o apartamento. – Bem, vou para o banho.
- Seção de cremes?
- Yeah! – Ela respondeu indo em direção ao banheiro ouvindo gritar algo como “não use os meus cremes”, mas ela sabia que ela iria usá-los, afinal, eram melhores.
Enquanto isso, deitou no sofá ligando a tevê em seguida. Estava quase dormindo até que o telefone toca, ela o xinga mentalmente e vai atendê-lo.
- Hello? Ah, oi, Boss... Sim... Que problema? Tá, mas o que eu tenho a ver com isso? Que inúteis! Ok, desculpa. Bom, deve ter algum hotel disponível. Como não tem? Mas, coloque em algum quatro estrelas... Como assim eles não ficam em hotéis quatro estrelas? Mande planta batata... Aham, aham, eu entendo... Eles querem o quê? BOSS! DE JEITO NENHUM! NÃO, NÃO E NÃO! Você já viu o tamanho disso aqui? Como assim eles estão exigindo? Não quero saber... Boss... Por favor?! Eu não aceito isso! Minha opinião conta sim! Não quero saber! Ah! Ok, ok! Mas, que fique bem claro: eu só estou fazendo isso por você... Ok... Ah, mais essa? Eu não sou taxista, Boss... Tá! Já entendi! Eu disse que já entendi... Sim, só vou avisar a e estou indo... ok, bye... – ela disse desligando o telefone e gritando em seguida. – Emprego idiota! , sua biscate saia desse banheiro a-go-ra!
- Não dá! – ela gritou. – Estou no meio da seção!
- Eu preciso falar com você!
- Ah, ! Seja lá o que for pode esperar mais trinta minutos...
- Não, , não dá! – disse, mas a ignorou – Tá bom! Só não vai dizer que eu não te avisei! – Ela disse batendo a porta com força do apartamento e saindo logo depois.
- Também te amo, sugar!
Enquanto fazia a sua seção de cremes, ligava o carro indo em direção ao hotel. Quando chegou, ela estacionou o carro vendo quatro seres sentados no meio fio, em frente ao hotel.
- Ok, eu não sei o qual foi o problema desse hotel ou como vocês convenceram o Henrique, mas não esperem uma recepção calorosa!
- Nossa, que stress, ! – Danny disse.
- E cadê a sua amiga? – Harry.
- É, a ! – Dougie.
- Ela tá no aparamento e hey! Como vocês sabem os nossos nomes? – pede indignada.
- Já que vocês não quiseram nos contar, pedimos para o Henrique – Dougie disse e rolou os olhos.
- Mas então, vai nos levar para o teu apartamento?
- Você fala isso como se eu tivesse opção, Jones! Não vão entrar? Vamos povo, tempo é dinheiro! – ela disse vendo a demora deles para colocarem suas coisas no bagageiro.
Quinze minutos depois, eles chegaram ao apartamento.
- É aqui, agora desçam rápido que eu tenho que comprar mantimentos!
- E nós vamos ficar sozinhos?
- Claro que não, Fletcher. A ta aí. – disse os vendo tirarem as malas do bagageiro – É no vigésimo terceiro andar.
Xx
- Como é bom ter cremes importados... – disse enquanto tirava o creme de seu cabelo, sentido a maciez que ele havia ficado. Até que escutou a porta bater. “Droga!”, ela pensou se enrolando em uma toalha e vai atendê-la. – Calma, já to indo! O que você esqueceu essa vez, ? – ela disse abrindo a porta, e ao contrário do que ela pensava não encontrou , mas sim quatro mcboys de mala e cuia. - WTF?
- É, acho que não é a ! – Danny disse entrando no apartamento.
- Gostei da sua recepção, , muito mais calorosa do que a da – Harry disse se referindo ao traje que ela estava usando.
- Onde é o meu quarto? – Tom.
- Espera aí! Como vocês sabem o meu nome, o meu endereço e que diabos vocês estão fazendo aqui com essas malas?
- A não te disse? – Dougie disse deitando no sofá. – Nós vamos morar aqui.
- CUMA? NÃO! De jeito nenhum!
- Foi o teu chefe que nos mandou aqui! – Harry.
- E é só por seis meses, querida! – Danny.
- OMG! Eu só posso estar tendo um pesadelo!
- E eu repito, onde é o meu quarto? – Tom.
- Eu não sei! Aqui só tem dois quartos, não tem espaço para todos vocês!
- Não tem problema, eu durmo contigo – Harry.
- E eu durmo com a – Dougie.
- Cadê as cervejas? – Jones.
- Não tem um canal decente aqui, não? – Tom perguntou enquanto passava pelo controle remoto os canais na tevê.
- Ah! , sua vadia cadê você? – gritou.
Xx
- Cheguei! – disse ao chegar ao cubículo com um carrinho e tirando as coisas que ela acabara de comprar.
- Tava na hora! – Tom.
- , sua vaca! – disse ao vê-la.
- OMG! Que zona é essa no meu cubículo? - perguntou tirando as coisas de dentro do carrinho e colocando na mesa.
- Oba! Pizza! – Dougie disse indo até a mesa e abrindo a caixa da pizza.
- Tira a mão daí, Poynter! – disse batendo na mão dele.
- E cerveja também! – Ele disse vendo tirar as três caixas de cerveja do carrinho.
- Pizza com cerveja?! Que comida de pobre, ! – reclamava. – Eu esperei todo esse tempo com esses animais que interromperam o meu banho para pizza com cerveja?
- ! Esses ‘animais’ são o McFly e não é minha culpa deles estarem aqui!
- Ah, não é? Eu vou para o banho e quando eu saio, eles estão morando aqui! Se não é tua, é de quem, então? Do Fernandinho Beira Mar?
- Não! Ele tá morto! E a culpa é do Boss, foi ele que ordenou para eles ficarem aqui!
- Fernandinho Beira Mar não está morto!- diz com cara de dãr.
- Isso não vem ao caso, , e você não fez nada para reverter a situação? – pediu com cara de desespero.
- O que você queria que eu fizesse?
- Qualquer coisa!
- Diferente de você eu não quero perder o meu emprego e ganhar um ‘back to Brazil’.
- E eu vou ter que aturar tudo isso agora?
- , coração, vai dar tudo certo eles vão embora e tudo volta ao normal!
- É! Seis meses passam rápido, eu esqueci desse detalhe! – disse irônica.
- Hello, ! Eles não vão passar três meses aqui! Um mês no máximo, só até acharem um hotel, ao gosto deles, para ficar!
- Mas, essa comida engorda!
- E daí? – Danny disse dando de ombros.
- E daí?! Não é você que depois se mata na academia!
- Então comam! Vocês se matam na academia de qualquer jeito. – Harry.
- Como você sabe? Você nem nos conhece! – .
- Não do jeito que eu gostaria. – Harry disse sorrindo maliciosamente.
- Desse jeito você nunca vai conhecer – .
- É o que nós veremos – Harry disse e rolou os olhos.
Depois de algumas horas, as pessoas presentes no cubículo já estavam bem alteradas pela quantia de álcool ingerido. Isso ficava claro, vendo o chão do local que era coberto por garrafas e mais garrafas de cerveja.
- Acabou a cerveja! – Harry disse virando a última garrafa para baixo. – Nenhuma gota.
- E agora o que nós vamos fazer? – .
- Nós precisamos fazer algo! – disse levantando de onde estava sentada.
- Eu quero mais álcool! – .
- Essas garotas são mais pinguças do que nós quatro juntos! – Dougie.
- , vai comprar mais! – .
- Eu não vou sozinha!
- Vai ir de carro? – pergunta.
- Ninguém aqui está em condições de dirigir, né, ?!
- Então eu não vou... Não quero andar!
- Alguém vem comigo? Vão me atacar se eu sair assim! – disse apontando para o seu corpo, que vestia uma saia curta e uma regata.
- Ué, troque de roupa! – Tom.
- Eu não! Levanta daí, Poynter, porque você e o Fletcher vão comigo! – ela disse se referindo ao chão do local em que todos se encontravam sentados.
- What? , não me deixe sozinha aqui! – gritou vendo-a abrir a porta do cubículo.
- Me dê um bom motivo.
- Eles vão me comer!
- Eles vão se comportar, não vão, rapazes?
- Vamos! – Eles responderam juntos fazendo uma cara pervertida. Assim, junto com Dougie e Tom saem do apartamento
- Eu vou morrer! – disse saindo de perto deles e sentando no sofá.
- Calminha, docinho nós não vamos fazer nada que você não queira – Danny disse sorrindo maliciosamente sentando do lado de no sofá, Judd fez o mesmo sentando no outro lado dela.
- Cala a boca, Jones! Fiquem longe de mim! – ela disse se levantando do sofá.
- Nós somos tão bons!
- Só se for em me deixar com medo, isso sim! – disse indo para a cozinha.
- Que saúde, hein?! – Danny disse indo atrás dela com Judd.
- Nós te deixamos com medo, então?!
- Opa! Vocês estão em dois, então é meio possível vocês fazerem um complô contra mim! E a propósito, não tente isso de novo! – ela disse o empurrando e Danny a cercou.
- Você tá cercada, docinho! – Danny.
- Fiquem longe de mim!
- Nos dê um bom motivo – Harry.
- Eu tenho namorado!
- Eu não sou ciumento... Você, por acaso, é, Judd?
- Nem um pouco – Harry disse ficando mais perto dela, se é que isso é possível.
- SAI FORA! – disse fazendo o sinal da cruz e os empurrando indo para a sala.
- Vamos ver se até o final da noite você não muda de idéia! – Harry disse mordendo o seu lábio inferior.
Capítulo 3
- Qual é o bar mais perto daqui? – .
- Ei! É você que conhece Las Vegas, não nós! – Tom disse.
- Hm, então eu que vou escolher aonde nós vamos? Gostei disso!
- Qualquer lugar com você vai estar ótimo! – Dougie disse dado um sorriso pervertido.
- Cala a boca, Poynter! – Tom disse dando um pedala nele.
- Obrigada, Fletcher! Mas, eu não preciso que me defendam!
- Porque você é assim? – Dougie pede a vendo entrar em uma loja.
- Assim como? – pergunta os vendo a acompanhar.
- Tão cruel! – Tom.
- É preciso ser cruel para ser gentil!
- Isso não faz sentido... – Dougie disse.
- Com o passar do tempo, vocês vão perceber que faz todo o sentido, meus caros – disse indo até o caixa levando consigo algumas caixas de bebida.
- Ela me dá calafrios. Bêbada! – Tom falou.
A volta do caminho foi quieta, se você não contar o tombo de Tom ou dos mendigos que atacaram .
Ao chegarem ao apartamento, viram , atrás do sofá, com um cabo de vassoura na mão correndo de Danny e Harry.
- O que é isso? – .
- Eles querem me matar! Eu te disse, !
- Boys! Eu tenho bebida! – Ela disse mostrando uma garrafa de tequila.
- Opa! – Harry disse indo em direção a garrafa. – Meu amor! – Ele disse dando um beijo na garrafa.
- Ei! Eu também quero! – disse e jogaram para ela uma lata de cerveja. - Cerveja? Me poupe! Passa a tequila!
- Eu trouxe os copos! – disse trazendo uma bandeja com seis copos.
No dia seguinte...
acorda com o barulho do telefone tocando, ela sente dois pesos em cima de si. Olha para os lados e vê Dougie agarrado em sua barriga e Danny em sua perna. No sofá, vê Tom abraçado em uma almofada babando. Olha para os outros lados, mas não vê . Ela dá de ombros e com seu braço livre se estica para atender ao telefone.
- Hello? Hi, Boss… Atrasadas? Oh, my God. Eu perdi a hora... Ok, nos dê 15 minutos... Bye. – Ela disse desligando o telefone. – Poynter e Jones, saiam de cima de mim A-GO-RA! – grita acordando os dois.
- Onde eu estou? – Jones fala sonolento.
- Na minha perna! Agora desencostem! – disse empurrando eles podendo levantar. – ! – Ela grita a procura dela, até que a encontra dormindo abraçada com Judd no chão da mini lavanderia. Ela dá um sorriso pervertido e sai deixando uma nota mental: a vai ter que me contar T-U-D-O que aconteceu essa noite.
- Amor... – disse sonolenta ainda de olhos fechados, envolvida nos braços do garoto com a cabeça em seu peito. – Você tá com um perfume diferente...
- Não sabia que você tinha gostado tanto da noite! - Harry disse e abriu os olhos.
- Judd? Meu Deus! O que eu estou fazendo aqui? – se desespera levantando imediatamente. “Bom, pelo menos acordei com roupa, menos um ou mais um chifre pro Nate? OH, SHIT!”
Enquanto isso, corre até o banheiro abrindo a porta se deparando com um Tom fazendo xixi.
- Oh, my God, Fletcher! – disse saindo e fechando a porta.
- É ótimo bater na porta! – Dougie disse após ver a cena do sofá.
- E é ótimo vocês trancarem a porta – disse enquanto procurava o seu celular.
- , o que eu estava fazendo abraçada com o Judd? – pergunta indignada.
- E eu é que sei? Rápido, ! Nós estamos atrasadas. O Boss já ligou... – diz, ainda tentando achar o celular. – Cadê a droga do celular?
- Posso te dizer uma coisa? – Danny perguntou.
- NÃO! – disse e bate a porta do quarto na cara dele. – Droga, droga e droga! – Ela sai do quarto apenas de blusa e calcinha. – , cadê o meu shorts?
- Como eu vou saber? Pega esse aqui! – Ela disse entregando um short qualquer a ela. – Estão olhando o quê? Circulando, boys!
Depois de alguns minutos, as duas terminaram e saíram do apartamento no conversível preto de .
- Sorry, Boss! – disse entrando na boate.
- Foram os McBoys que você nos mandou. Eles nos atrasaram! – disse passando por ele, visivelmente irritada.
- Se acertem com o Lee – Boss disse se referindo ao coreógrafo delas.
- Sorry, papi, pelo atraso! – disse dando um beijinho nele. O apelido carinhoso dele foi devido ao fato de além de considerá-lo um pai, ele tinha um leve sotaque espanhol que era meio ridículo, mas ele ficou conhecido assim pelas dançarinas.
- Sem problemas, divas. Agora vamos ensaiar! – Ele bate as mãos para elas se mexerem colocando a primeira música para o ensaio.
- É por isso que nós te amamos! – fala se posicionando para dançar.
- Ok, ok, agora chega de moleza. Quero ver muita bunda se mexendo!– Ele disse e “Buttons” da PCD começou a tocar.
Xx
- O apartamento só para nós! – Harry disse com uma cara pervertida.
- Sabem o que isso significa? – Danny disse.
- Festa? – Dougie.
- Não! – Danny.
- Ainda... – Harry.
- E o que vocês vão fazer, então?
- Dá para vocês falarem mais baixo? Será que só eu estou de ressaca? – Tom reclamou.
- Isso tá mais para TPM, Fletcher! – Danny disse rindo junto com os outros.
- Agora, meu caro Poynter, nós vamos para o quarto delas! – Harry.
- Wow! – Dougie disse começando a entender. - Calcinhas? – Ele pergunta vendo os outros concordarem.
- Vocês não prestam! – Tom disse vendo os três correrem em direção ao quarto delas.
- Armário trancado! – Harry.
- Como assim armário trancado, Judd? Quem tranca o próprio armário? – Dougie disse indignado.
- Garotas espertas... Mas não é arrombável?
- Arrombável? Essa palavra nem existe, Danny! – Tom disse, mas foi ignorado.
- Tá trancado, Jones! Cadeado, sacou? – Harry disse e eles sentaram novamente no sofá, se dando por vencidos.
- Querem olhar a roupa suja? – Tom disse gargalhando.
Xx
- Courtney, vamos mexer mais essa bunda! – Papi disse com cara de reprovação e a garota apenas bufou empinando mais a bunda.
Baby can't you see (see)
How these clothes are fittin' on me (me)
And the heat comin' from this beat (beat)
I'm about to blow, I don't think you know
- Isso! – Ele disse feliz, vendo as suas meninas requebrarem.
I'm telling you to loosen up my buttons babe (uh-huh)
But you keep frontin' (uh)
Sayin' what you gon' do to me (uh-huh)
But I ain't seen nothin' (uh)
Xx
- Olha o celular da – Harry disse pervertido começando a mexer no objeto.
- Olha isso! – Dougie disse mostrando a foto que encontrara no quarto de .
- Quem é esse? – Danny perguntou vendo a foto, onde estava beijando um garoto.
- O namorado dela?! – Tom disse como se fosse óbvio.
- Dudes, tá tocando! – Harry disse mostrando o celular vibrando e Dougie o pegou da mão dele.
- Jack? Quem é Jack? E por que tem um coração do lado? – Dougie disse vendo o nome dele no visor.
- O namorado dela?! – Tom repetiu a frase.
- O que vamos fazer? – Danny se referiu ao objeto que continuava vibrando.
- Atender! – Dougie - Alô?
- Oi, quem é? – A pessoa do outro lado da linha pede. – Esse é o celular da ?
- É, é sim! E eu sou... Dougie Poynter, o... Namorado dela.
- What? Namorado?
- Yes, na-mo-ra-do!
- Ok, então desculpa o incomodo! – Jack disse desligando o celular.
Continua...
N/A: Hello divas! Como estãão? E que chegue logo 2009 não é? Blé, cansei desse ano já u.u
Voltando, gostaríamos de agradecer aos comentários, só quem escreve sabe como é bom lê-los e como nos incentiva a melhor cada vez mais, então não esqueçam de deixar a opinião de vocês :D THANKS!
Kisses Pame e Karol.