Capítulo 1 – Brasileiras em praias Londrinas!
Eram nove horas da manhã quando o despertador toca.
- Shit! Tô atrasada.
tinha acabado de acordar em um pulo, totalmente sonolenta e indo em direção ao banheiro se arrumar. Era sábado de manhã, esse seria um dos últimos sábados de verão em Londres - que significava que as aulas da faculdade já estariam próximas -, assim, ela e sua amiga tinham combinado de ir à praia, pois fazia um tempinho bom (coisa difícil de acontecer em Londres), já que sentiam falta do bom calor típico do Brasil.
era alguns meses mais velha do que . Só tinha carteira, pois já tinha 18 anos, estava esperando só completar maioridade.
Enquanto se arrumava, pensava um pouco em sua vida. Estava sozinha há algum tempo e seu aniversário estava próximo. Com certeza não seria a primeira e nem a última vez que passaria sem um namorado. Mas não por falta de opção, mas sim porque esperava o cara certo. E ela andava meio sem tempo pra procurar esse “príncipe encantado”, pois ela e queriam montar uma banda desde adolescentes e agora que eram maiores estavam aproveitando para se formarem em música.
Depois de se arrumar e tomar um café bem rápido, pegou a chave do carro e foi acordar a amiga que dormia no quarto ao lado, como uma pedra. que estava de muito bom humor pela sua fantástica ida ao concurso de bandas, passava metade do caminho contando como tinha sido a sua tarde com o namorado. , já cansada de ouvir essas histórias, ria e tentava prestar atenção na paisagem tipicamente Londrina.
- Ale, você tá me escutando? – disse olhando pra amiga e percebendo que ela sorria que nem uma boba.
- Ahh, é... é claro. Você dizia sobre a banda e... - disse olhando com cara de desespero para a amiga sem nem ao menos se lembrar do que falavam.
- Não, eu estava falando do Peter sua “distraída” – disse rindo e batendo na testa da amiga. - Mas posso saber no que você está pensando que não dá a mínima atenção pra sua amiga aqui? - disse com manha, e logo em seguida rindo.
- Ah, nada demais, . É só nessa música, a voz dele não é nada mal - disse batucando no volante e olhando pro rádio em quanto o apresentador falava o nome da música.
- Five Colours in Her Hair da banda McFly? Hm, belo nome - falou rindo pra amiga e aumentando o rádio que retribuiu o sorriso. Elas foram conversando até a praia falando de todas as coisas possíveis e impossíveis. Afinal, o caminho era meio longo.
Ao chegar à praia, depois de estacionar o carro, as duas pegaram suas coisas e foram até a areia, onde vários garotos pararam pra ver as duas passando, afinal tinha corpos belos de brasileiras, com cada curva no lugar, nada igual das garotas que estavam na praia. Depois de tudo arrumado, elas sentaram na cadeira para conversarem sobre sua futura banda. Ale e Tha estavam muito ansiosas, pois na semana seguinte iam começar suas aulas na faculdade de música e elas tinham esperança de achar outros integrantes para a banda nessas aulas. O assunto estava muito animado até que de repente quase que uma “onda” de areia cobre por inteiro.
- SERÁ POSSÍVEL QUE VOCÊ... - com muita raiva, se levantou já brigando, quando deu de cara com aqueles belos olhos azuis. ficou momentaneamente paralisada e corada, se sentindo ridícula por isso, quando finalmente recuperou o ar. - Hey! – num tom muito amigável digamos assim.
- Olá! – respondeu o dono daqueles olhos azuis. - Desculpa por ter jogado areia em você. Foi totalmente sem querer. Nós estávamos jogando futebol, aí você sabe como é, né?
- Sei, sei! Claro que sei - riu . - Não tem problema nenhum. Ah, por sinal, meu nome é , ou melhor, , prazer, viu?
- Prazer, meu nome é Daniel, mas pode me chamar só de Danny - disse ele com um sorriso maroto no rosto.
Enquanto isso, que estava sentada na cadeira olhando a cena desatou a rir. olhou para a amiga sem entender completamente nada e disse:
- Ah, Danny, essa é minha amiga . , Danny – falou , sentindo que sua amiga quase deu um ataque quando olhou pra Danny. Sem entender, olhou de novo onde o rapaz se encontrava, e viu que ele não estava mais sozinho, mas sim com um garoto lindo de olhos claros ao lado dele.
- Er... É... prazer, Danny, sou , . Ou... ou ... é... sim, – gaguejou pela presença daquele outro rapaz. estendeu a mão ao garoto ao lado, e não para Danny, fazendo e Danny trocarem olhares sem entender e risos.
- Ei, dude, prazer, mas sinto te deixar decepcionada, mas eu não sou o Danny – disse ele com uma risada. - Graças a Deus eu não sou ele – disse ainda rindo e apertando a mão de quando recebeu um pedala de Danny. - Doug.
totalmente sem graça apertou a mão de Doug e logo em seguida de Danny.
- E vc é...? – apressou-se Doug para se apresentar para a outra garota.
- , – disse apertando a mão do menino, e reparando que em todos esses meses em Londres, nunca tinha encontrado garotos tão hots como esses.
- DUDE, COMO QUE É? VAI FICAR DE PAQUERA AÍ OU VAI ATACAR ESSA BOLA LOGO PRA CÁ? – falou um garoto correndo em direção deles com um outro pulando em seus ombros, fazendo-o cair. Rapidamente tirou dos seus pensamentos, olhou rindo pra , que retribuiu com um enorme sorriso ao ver a cena. Danny e Doug logo correram em direção aos outros dois e fizeram uma espécie de montinho. se desatou a rir junto com a amiga.
- O que achou deles, hein? - falou num sussurro quase inaudível à , que logo em seguida mirou atentamente para Danny que vinha em sua direção com os outros três garotos.
- Bem... hots - foi a primeira coisa que veio em mente, e voltou a rir da cara da amiga que estava quase babando.
- Esses são Tom e Harry – disse Danny apresentando todos, fazendo as garotas cumprimentá-los com um largo sorriso.
- Prazer – disse as duas em coro, olhando uma pra outra e sorrindo. Sempre foram assim, desde crianças.
- Espera. Calma! Vocês não são de Londres, são? – disse Tom, tentando tirar a areia do corpo.
- Não, não... Viemos do Brasil, estamos em Londres para fazer escolhas novas - disse admirando a tatuagem que o garoto tinha, era algo tão diferente de qualquer tatuagem que já tinha visto. deu uma tossida forçada, percebendo o estado de sua amiga, fazendo assim, se entreolharem.
- Wow, wow! Calma lá! BRASIL? Mulheres hots? Com melhores jogadores... Do Brasil? É esse mesmo? Brasil? - disse Doug quase gritando.
- Bom, Brasil eu só conheço um, e é. É de lá que viemos – disse rindo.
- Agora entendi porque são tão hots e diferentes das outras garotas daqui - Doug disse corando logo em seguida. Ficaram em um silêncio meio constrangedor pra situação, enquanto Tom e Harry se matavam em ver quem tinha mais músculos.
- Brasileiras... Imagino que saibam bastante de futebol, estão a fim? – falou Doug com um sorriso quase de desafio para as garotas.
- Futebol? EU AMO FUTEBOL! - disse rindo muito pra Ale. Sabia perfeitamente que odiava futebol, mas diante das circunstâncias... Logo roubou a bola da mão de Doug, no qual deu uma piscada, correndo junto com Harry e Tom, como se fosse um furacão.
- To indo nessa! – disse Doug, dando um tapinha no braço de Danny e saindo correndo atrás dos outros, pra ser mais específica, atrás de .
- É... você não vem, não? – Danny falou sem tirar os olhos de Ale.
- Er... Pra ser sincera, a última coisa que eu gosto é futebol e conseqüentemente, não sei jogar – disse com uma cara de manha, logo em seguida soltando um riso. Danny ficou hipnotizado seguindo aquele sorriso, se sentia idiota.
“Calma, Danny, são apenas brasileiras hots em praias londrinas, oras!”, pensou Danny.
- Sem problemas, garota do Brasil – disse brincando. – Eu te ensino a jogar, quem sabe assim não gosta de futebol? – disse estendendo a mão para , que logo pegou na mão de Danny sem pensar duas vezes. Aquelas mãos, grandes e macias fizeram se arrepiar só com um toque.
- Ok, mas só uma partida – disse sorrindo.
Capítulo 2 – Enfim, em casa...
Depois de não só uma, mas como várias partidas (sim, elas não resistiram em dizer não aos garotos a cada final de partida), e resolveram guardar suas coisas, afinal estavam mortas.
- Eu nunca joguei uma partida de futebol com tantos tombos como essa – disse rindo ao lado de Doug, que fazia cócegas na garota.
- E cá entre nós, vocês são umas tremendas pernas-de–pau, hein? – disse Tom rindo delas e guardando o guarda-sol.
- Tá, eu admito que eu aprendi jogar agora pouco com o Danny, então, dudes, peguem leve – disse se defendendo e rindo. Estavam todos encharcados de areia e suados.
- É, o Danny manda bem com futebol, acho que se ele não fosse da banda, seria jogador da seleção – disse Harry sarcasticamente simulando um chute na bunda de Danny e rindo.
- Banda?! – disseram e mais admiradas que nunca.
- É, . Não sabiam que nós temos uma banda?- disse Danny mirando a garota com aqueles olhos azuis e sorrindo.
- É, esse detalhe nos omitimos pra elas, dudes – disse Harry rindo das caras de assustadas das meninas.
- Ei, falando em banda, nós também temos uma, que dizer... quase, né? - disse , envergonhada por lembrar que não tinham integrantes suficiente para a sua banda. - Doug, pára com isso – disse ela rindo ao sentir as cócegas que Doug fazia em sua barriga, que ficava envergonha com isso.
- Como se pode ter uma “quase banda?” – perguntou Danny, caminhando em direção aos carros deles sem entender.
- É que, bom, estamos em busca de mais uma guitarrista e uma baterista, e não é tão fácil achar pessoas boas com isso em Londres – disse desanimada e com o Tom ao seu lado, ajudando a colocar as coisas no porta-mala do carro.
- Pode ter certeza, que se vocês forem realmente boas no que fazem, vão conseguir arranjar o que procuram – disse Danny, dando um olhar de confiança para e colocando suas coisas no outro carro.
- Boas no que fazem, é? Caralho, dude, isso pegou super mal – disse Doug rindo sem parar e recebendo um pedala de .
- Ei, Douglaszinho, fica quietinho fica, amor? – disse Harry imitando um veado e indo em direção ao Doug para lhe dar um abraço, com os outros quatro rindo da perseguição de Harry em Doug. Depois de várias tentativas, Doug se deu por vencido e deixou que Harry fizesse a cena ridícula de abraçá-lo, com todos olhando em volta. e resolveram se despedir dos garotos.
- Vejo vocês algum dia? – disse Doug, dando um abraço forte em .
- No que depender de mim, claro – falou retribuindo o abraço do garoto e aspirando o cheiro do mar no corpo dele.
- É, e com a banda completa, se Deus quiser – completou que era esmagada pelo abraço de Tom e Harry, que estavam lhe dando.
- Nos esbarramos por aí? – disse Danny se aproximando da garota.
- Se a sorte estiver do nosso lado – olhou pela última vez aqueles olhos azuis, sabia que não veria os garotos de novo. Danny abraçou apertado, assim como Doug tinha feito em , mas estranhou pelo tempo da demora do abraço e pelos risinhos abafados de Doug e Tom atrás deles.
- Beijos, garotos! - disse acenando freneticamente atrás do vidro do carro. - ...pena que não vamos nos ver de novo. - Concluiu desanimada pra si mesma.
- To sentindo uma pontada de desânimo pela sua parte ou é impressão minha? - disse rindo pra amiga.
- É que, sabe, eles são hot. Não que eu esteja a fim de um deles, porque além do mais eu tenho o Peter, mas é que eles são legais e também tem uma banda, como nós.
- Verdade! – falou com os pensamentos longe. Pensava no dia de hoje; em Danny, Doug, Harry e Tom, eram ótimos meninos, mas talvez nunca os veriam de novo.
- Xuxu, que isso no teu bolso? – disse sem entender e olhando pro bolso do short dela.
- Que? - procurava freneticamente o bolso.
- Isso aqui1 – falou tirando um pedaço de papel do bolso da amiga.
- Me dá, deixa eu ver - tirou o papel da mão da amiga e leu. - “We're gonna have a party tonight, you know that everybody likes to party on a Saturday Night.” (Nós vamos dar uma festa hoje à noite, você sabe que todo mundo gosta de uma festa no sábado à noite.) 5529-4588, Danny, Tom, Harry e Doug. - terminou de ler e olhou perplexa para que continha um sorriso imenso no rosto.
- Isso significa que temos uma.... FESTA HOJE À NOITE! – disse rindo e se levantando no banco do conversível. continuava ainda perplexa. Lembrou-se então do abraço de Danny e as risadas dos meninos, então tinha sido isso, ele tinha posto o bilhete.
Capítulo 3 – Everybody likes to party on a Saturday Night.
- , NÃO! PELO AMOR DE DEUS, A GENTE NEM CONHECE ELES DIREITO! – disse cansada e se jogando no sofá da casa e vendo pegar o telefone.
- Pelo amor de... ALÔ?! DANNY? – disse Tha empolgada. - Nós vamos sim. Sério. A gente... Aham... As oito? – Enquanto falava revirava o olho e ia pro seu quarto, sabia que dia menos dia esse jeito empolgado da ia acabar ferrando as duas.
- Legal, nem roupa eu tenho pra ir – disse com um pouco de raiva por ter tanta roupa e não saber qual usar.
- AMOR... O TOM, O DANNY, O DOUG E O HARRY ESTÃO VINDO AQUI AS OITO PRA BUSCAR A GENTE – disse gritando até chegar na porta. – E se liga, gata, vai bem hot porque o seu dia É HOJE – disse rindo muito e vendo deitada na cama meio rindo.
- , chega, pelo amor de Deus, eu já disse que não quero um namorado as pressas, não me preocupo com isso – disse pensativa e meio rindo.
- D-Ú-V-I-D-O – disse a amiga debochando. – E cá entre nós... Aquele tal de Jones é um pecado - disse se jogando na amiga e rindo.
- E eu bem que vi aqueles seus olhares pro tal de Doug, né? – disse a amiga se levantando e procurando uma roupa, afinal, Danny não podia pensar que as brasileiras são feias.
- Tá, tá... concordo, ele era hot, mas nada comparado ao Peter que.... MEU DEUS, PETER... EU TINHA QUE SAIR PRA JANTAR COM ELE HOJE NO MESMO HORÁRIO DA FESTA E.... – disse desesperada procurando o celular.
- Ah... Na-na-ni-na-não! Eu não vou nessa festa sozinha – disse enfezada. - Você me meteu nessa, você que venha junto.
- Shiu! – disse pedindo pra amiga não fazer barulho no telefone. – Amor... Aham, não,não... Mas eu vou do mesmo jeito, tá? Tudo bem, te amo também, bebê. Beijos. – disse desligando com um sorriso no rosto e vendo a amiga olhando com uma cara enfezada. – Que foi? – disse rindo.
- Que foi? Que foi que agora eu vou sozinha, senhora , na casa de desconhecidos numa festa, SÁBADO A NOITE, CHEIA DE GAROTOS... SOZINHA. – disse alterando o tom de voz.
- Vai dizer que você nem queria? – falou passando pela amiga rindo, deixando com mais raiva ainda.
- , volta aqui.... – disse saindo do quarto. - Pelo menos me ajuda numa roupa, né? - disse pra amiga com cara de súplica.
- Beleza, mas tem que ser rápido porque eu vou sair com o Peter...
- É... Eu sei, me deixou na mão - disse pau da vida.
- Oxi, amorzim, não te deixei na mão – disse abraçando amiga e fazendo as duas rirem. - Tá, vamos às roupas? – disse rindo.
- Dudes, tá bom? – disse Danny andando pela sala onde Doug e Harry faziam uma partida de vídeo-game pela milésima vez.
- Tá, tá, ta, gatão, agora sai da frente – disse Harry. - MATEEI, MORREU, GAME OVER, VENCI! Doug, meus dez euros, cadê? – disse estendendo a mão e depois reparando em Danny. – CARALHO, DUDE, VC TÁ MUITO HOT, SE EU FOSSE MULHER, EU TE PEGAVA! – disse rindo muito.
- Tô pedindo pra você ver isso faz tempo – disse dando um risinho nervoso. – Tô bem mesmo? – disse dando uma volta.
- Eu juro que se isso tudo não for pra uma mulher, eu te chamo de gay - disse Doug rindo do amigo.
- Imbecil – disse dando um pedala no amigo. - É pra hoje na festa... Pra... Erm, , aquela brasileira lá da praia – disse coçando a cabeça meio rindo.
- Ah, ! Nhenhenhe – disse os outros dois imitando um casal apaixonado.
- Vão se ferrar, dudes... E outra, vão se arrumar, não? Cadê o Tom com as bebidas? – disse olhando pela sala.
- EPA! TÔ AQUI, CALMA, AMORES, NÃO PRECISAM CHORAR – chegou Tom com várias caixas de cervejas na mão. - Me ajudem, por favor, e... – deu uma olhada em Danny - gatão, hein? – Falou rindo muito e subindo as escadas. - Vou tomar banho, dudes, o pessoal já tá pra chegar. Vocês não vão tomar banho não, é?
- “Vocês não vão tomar banho não, é?” – disse Danny imitando o amigo e fazendo os outros dois rirem.
Capítulo 4 – Depois de Saturday Night.
- Ei, gatinha, se apressa porque eles já chegaram - do quarto escutou a amiga falando, fazendo-a ir até a sala.
- E aí? Tô bonita? – ajeitava seu vestido frente único vermelho, mais curtinho na frente e mais longo atrás.
- DEUS DO CÉU, VOCÊ TÁ É UMA GATA, MINHA AMIGA, VAI LÁ E MOSTRA COMO AS BRASILEIRAS “SHAKE THE BODY”’ – disse a amiga rindo muito.
- Ai, , menos, menos... Desce comigo pelo menos? - disse nervosa, sua mão suava. ‘Me sinto uma boba’, pensava ela.
- Beleza, aí eu explico pros meninos porque eu não posso ir - disse saindo do apartamento, onde depois de 5 minutos apareceu na portaria rindo com a sua amiga.
- , minha amiga, acho que vou cancelar com o Peter – disse ela brincando ao ver os meninos. Eles estavam lindos; todos com uma calça em comum a baixo da bunda. achou graça ao ver praticamente todas as boxers dos meninos. Danny estava apoiando no carro de braços cruzados olhando pro chão, usava uma blusa social branca com umas listras mais fortes com os primeiros botões abertos. Doug usava sua habitual blusa rosa da Hurley, que o deixava mais sexy ainda, enquanto conversava com o Harry, que por sua vez veio com uma social também, mas preta, coisa que deixava a cor dos seus olhos mais radiantes e Tom usava uma blusa apertada preta também, porém as beiradas tinham umas listras amarelas e uma grava que lhe caia perfeitamente bem.
- Tom, Danny, Doug e Harry, acertei? - disse caminhando em direção aos meninos que perderam o olhar no corpo da menina.
- esmo se não fosse, eu perdoaria. – disse Harry rindo muito e olhando a garota e depois pra . – Ei, você não vai, não?
- Ah... Er... Gente, sabe o que é? Eu tinha marcado um jantar a dois e... Sabe como é, né? Não poderia dizer não - disse olhando sem graça pro Doug, que logo percebeu a cara de desanimado do menino.
- Mas, então.... vamos? - disse Danny pela primeira vez se aproximando da menina.
- Claro...ér...vamos sim. – disse claramente nervosa, não sabia o que Danny tinha, mas mexia com ela de uma tal forma inexplicável. Se despediu da amiga e logo em seguida entrou no carro com os meninos que jogavam beijos freneticamente pra dentro do carro, onde ela ria sem parar.
- Mas, e aí, ? Conta pra gente, qual sua banda favorita daqui da Inglaterra? - perguntou cheio de si, sabia que ela diria a banda deles.
- Ah, não conheço muitas, mas escutei hoje na rádio uma tal de McFly, e gostei do som deles... Vocês conhecem? – disse olhando pra Danny que engoliu seco e olhou pros amigos. “Que diabos ela não conhece nossa banda?”
- Er, não, e vocês, dudes, conhecem? – disse Danny tentando disfarçar e olhando pros amigos que perceberam. Seria mais fácil conviver como pessoas normais do que se ela descobrisse que ELES são os McFly.
- Pena, eles parecem ter um som como nenhum outro, se vê que eles tem estilo e talento - disse a menina inconformada.
- Pois é, e ainda são gatões, simpáticos e hots – concluiu Doug levando pedala de todo mundo, que fez rir sem entender nada.
Os garotos assim que chegaram a casa viram o quanto de gente tinha lá. Parecia que toda Londres resolveu ir à festa na casa dos garotos; pessoas que nem conheciam estavam lá. Volta e meia, Danny acompanhado de recebia um parabéns sem nem ao menos saber o porquê.
- Heu, Dude! Parabéns, muitos anos de vida, felicidades – disse um rapaz bem estiloso pra Danny.
- Er, valeu, dude, aproveita a festa - respondeu Danny sem entender ao lado de que entendia tão pouco e ria com a situação.
- Ei, Danny, é seu aniversário hoje? – disse num sussurro.
- Não que eu saiba, vai vê mudaram e nem me avisaram – disse rindo e pegando uma bebida pros dois. – Cerveja londrina, experimenta, mas cuidado porque não é igual do Brasil não, fraquinha, sabe? – disse debochado.
- Tá, e eu sou a madre Teresa de Calcutá que nunca bebeu na vida, né? – disse dando uma leve levantada na sobrancelha.
- Ui, desculpa, garota do Brasil – zombou Danny, bebendo todo o copo onde a garota fez o mesmo. – Mais uma? – disse rindo.
- Por que não? – e assim pegaram mais um copo.
Já tinha se passado das três horas de festa e era incrível como o pessoal era fraco pras bebidas. Tom já tinha ido pro quarto com uma prima dele, que segundo ele mesmo, “é hot demais da conta”. Doug e Harry já tinham feito strip em cima da mesa, corrido o quarteirão da casa com uma mão na frente e outra atrás, e com certeza já deveriam ter pegado metade das garotas que babavam em cima deles.
Danny e pareciam ser os únicos seres mais sóbrios ou normais da festa em comparação aos outros. Resolveram ficar sentados em frente à porta do quarto de Danny, onde tinha mais silêncio. Podia ver perfeitamente que pegou uma fraqueza pela bebida mais que o Danny; ela ria pelos cotovelos e falava alto.
- Mas, aí ele tinha dito que não, e ela ficou com aquela cara de tacho, sabe? – disse a garota rindo, parecia que se conheciam há tempos e não apenas um dia.
- Aham... – Danny se quer sabia o que a garota falava, só podia concordar que seu sorriso era lindo, a sua expressão de alegria sem motivos o deixava em outro mundo. - , já disse que você está linda hoje? – olhou fixamente pra Danny, diminuindo seu sorriso e ficando ligeiramente vermelha.
- Ah... Er, a gente se conheceu hoje – disse meio sem saber o que falar.
- Que bom, significa que terei mais vezes pra poder falar o quanto você está linda - disse Danny rindo e bebendo um pouco mais da cerveja.
- Danny, tô indo, já passou da minha hora e... – disse a menina se levantando num impulso tão rápido que a fez ficar tonta junto com a bebida, por pouco não caiu, se não fosse Danny para segurá-la.
- Epa, a bebida tá fazendo efeito? – disse Danny maroto, segurando a menina próxima ao seu corpo e olhando em seus olhos. por um momento podia dizer que estava nas nuvens com aqueles olhos azuis olhando diretamente pros dela.
- Danny, eu... eu – ficou sem reação, não sabia se saia de lá, se ficava, se respirava e Danny percebeu o nervosismo da menina.
- Shiu... – sussurrou Danny tocando os lábios da menina com seu dedo. – Você fala demais, garota do Brasil – Danny aproximou seus lábios da menina, onde encostou, sem fazer nada, esperava alguma reação dela que continuava imóvel. Danny então passou sua língua quente entre os lábios da garota, dando espaço pra sua língua, que logo, logo recebeu o toque quente da dela. Quem via, poderia jurar que seriam duas crianças se beijando, se não fosse o fato de Danny subir suas mãos por debaixo da blusa de , que sentia um arrepio frio na nuca. O beijo começava a se tornar mais intenso quando pegaram o jeito. Danny andava devagar pra porta de seu quarto, onde a garota apenas sentia a pressão do corpo dele sobre o seu.
- Danny, eu tô bêbada, é melhor irmos devagar e...- falava ofegante e Danny balançava negativamente com a cabeça, que voltou a beijar a garota com mais vontade. foi empurrada pra porta do quarto, onde ela procurava a maçaneta, podia sentir que tinha a mesma vontade que Danny. A procura pela maçaneta foi desesperadora, até que conseguiu achar e empurrar. Danny tinha pressa e empurrou com mais força a menina pra dentro do quarto, encostando a porta com o pé. Foram fazendo o caminho até a cama, onde Danny arrancava leves gemidos de pelos seus chupões. Danny com prática a virou de costas abaixando rapidamente o zíper da menina e espalhando leves beijos sobre as costas nuas, onde fazia sentir de novo os calafrios. Ele admirava sem reação as costas nua da menina com seu vestido ao chão.
- O que houve? - virou pro menino, sem entender porque ele parou.
- Nunca vi um corpo tão bonito e definido como o seu - disse meio bobão e rindo. se aproximou do menino e tirou a blusa social branca com calma, olhando nos olhos de Danny. Parou pra olhar o peitoral dele e alisou devagar.
- Acho que tenho que concordar sobre o seu, também – falou a menina num sussurro beijando o peitoral de Danny, que apenas fechava os olhos. Como aquela garota o enlouquecia como qualquer outra. Colocou suas mãos sobre a cintura nua da menina e a puxou devagar pra si, dando beijos mais leves, e tratou de abrir o zíper da calça; sentia que ia explodir a qualquer segundo.
Logo deitou lentamente sobre a cama admirando o corpo da menina, que apenas ria sem graça. Danny ia se deitando sobre a , quando uma voz vinda do corredor o fez parar instantaneamente.
- DANNY, DANNY, DANNY, CORRE AQUI... VOCÊ NÃO SABE QUEM ACABOU DE CHEGAR! - ouviu a voz do Harry ecoando no corredor. rapidamente puxou a coberta pra si e Danny olhou desesperada pra mesma.
- Caralho! , desculpa, sério... esse imbecil do Harry!- disse o garoto afobado tentando colocar a blusa e pegando o vestido da do chão.
- Nada não... Er, obrigada – disse a menina sem graça pegando o vestido, e procurando os sapatos.
- DAAAANNY! – Escutavam os gritos lá de baixo.
- Espera aí, Harry! Já vou, já vou... Imbecil! - disse baixinho e impaciente. Oonde ele olhou pro rosto desesperado da tentando fechar o vestido, teve que rir. – Precisa de ajuda aí? - riu mais e fechou o vestido da menina, ajudando-a. – Tá linda, como sempre – disse dando um selinho.
- Ah, obrigado - disse rindo e indo seguir o Danny em direção à porta. Foi descendo acompanhado da menina que ainda corava ligeiramente.
- Que foi, Harry? - disse Danny ao topo da escada gritando e meio rindo.
- Dude, olha! Olha quem ta aqui! A Olívia. Ela voltou, dude! - disse Doug afobado, pulando de um lado pro outro como uma criança, e revelando uma linda mulher de olhos castanhos claros que ria docemente pra Danny.
- Olá, Danny, sentiu minha falta? - disse rindo.
Danny não podia acreditar. Sentiu suas mãos suarem, seu coração parecia que tinha parado, como se tudo fosse uma foto e tivessem todos parados esperando uma reação fatal de Danny. Sim, Olívia, sua ex-namorada, ou atual... Entenda como quiser. Ela é uma pessoa que faz uma viagem de meses, dizendo ao namorado que era por apenas alguns dias, para aperfeiçoamento de seu trabalho como fotógrafa, e volta três meses depois. Sem notícias, sem recados, cartas, nada. E Danny sempre a esperou, mas encontrar ela ali, parada no hall da sua casa, não era exatamente o que planejava em sua festa.
Capítulo 5 – A volta da ex.
- Quem é ela? – Perguntou sussurrando no ouvido do menino.
Danny não podia dizer que era sua ex, ou atual. Afinal, eles nunca deram um término concreto ao namoro deles.
- Er... Uma velha amiga – disse sem graça e descendo as escadas. Se sentia nervoso; sua ex, justo agora, logo ali.
- Danny... Saudades de você – disse Olívia indo em direção de Danny e o abraçando.
- Saudades também – falou o mesmo abraçando a ex; não sabia se estava falando a verdade quanto a isso.
- Olívia, e aí? Tá a fim de terminar um jogo de strip pôquer? – Disse Harry batendo no baralho só de samba-canção e meio bêbado.
- Não, obrigada, acho que meu amorzinho não deixaria, certo? – respondeu Olívia dando um beijo demorado em Danny que ficou sem reação na hora. Pode ver de relance um vulto vermelho saindo porta a fora. Era .
- Olívia, me espera aí, só um minuto? Tenho que resolver um problema – disse Danny tentando ser gentil com a menina, e saindo correndo para fora de casa. Pode avistar do outro lado da rua, chamando um táxi sem sucesso.
- EI, , ESPERA, ESPERA! – Gritou Danny do outro lado da rua. Assim que o viu, virou o rosto. Como poderia ser tão cara de pau de deixar outra dar um beijo na frente dela, depois de quase terem transado? - Ei, você é surda? – Danny disse segurando o braço da garota.
- Não, mas em casos como esse, eu finjo ser – disse virilmente virando pro lado oposto de Danny.
- ... Aquilo que você viu, era a Olívia... e nós...
- Danny, Danny, Danny... – respondeu impaciente. – Não quero explicação nenhuma vinda de você, aliás, nem me deve... Afinal, nós quase transamos, mas foi SÓ isso, né? - Falou sarcasticamente. - Passar bem – um táxi tinha finalmente parou e ela entrou, deixando Danny plantado na calçada sem entender porque tudo aquilo.
pagou o taxista e entrou o mais suave possível ao seu apartamento. Estava se sentindo cansada, traída, e tinha que agradecer à por ter feito ir a uma festa que estragou sua noite. Resolver quebrar o silêncio do local e ir reclamar no quarto de sua amiga.
- , cheguei, e espero que escute tudo que eu tenho pra dizer: você me fez ir naquela mer... - encontrou o quarto vazio. – Ah, muito gracinha ela, me manda numa puta festa, e ainda ganha a noite, vaca... – disse de mau humor indo pro banho. Depois de passar horas debaixo do chuveiro, decidiu esperar pela amiga assistindo um filme. Deitou no sofá e colocou em qualquer canal, sem perceber, acabou adormecendo no sofá.
Iam dar seis da manhã quando voltou e encontrou a amiga no sofá.
- BOM DIA, AMOR! – Disse de um humor extraordinário pra amiga que acordou num pulo.
- Só se for pra você – resmungou sonolenta e virando do outro lado.
- Ei, xuxu, o quê que houve? - Perguntou preocupada.
- O QUÊ QUE HOUVE? O QUÊ QUE HOUVE? SIMPLESMENTE HOUVE O SEGUINTE: – disse impaciente e sentando no sofá - VOCÊ, VOCÊ MESMO, ME FEZ IR NUMA FESTA NO QUAIS DOIS DOS DONOS DA CASA ESTAVAM BRINCANDO DE STRIP PÔQUER, O OUTRO COMIA A PRIMA NO QUARTO, E O MAIS SAFADO TENTAVA FAZER O MESMO COMIGO, SE A EX DELE NÃO TIVESSE CHEGADO BEM NA HORA! – falou , desabafando tudo que tinha dentro de si. Ela sempre explodia quando acontecia algo de errado.
- Co-como... , realmente me desculpa, não foi essa minha intenção pra sua noite, mas... O quê que houve? Quem foi que fez isso? Foi o Doug não foi? Aquele safado... Eu quebro a cara dele – começou a se sentir mal por ter forçado a amiga a sair com os meninos.
- Não, não, desculpa, , é que... eu tô confusa, ok? Quem não estaria? Conheci esses meninos ontem, e ontem mesmo tive uma decepção com um deles e não sei porquê diabos eu to triste.
- Deixa-me adivinhar... Essa decepção é meio alto, de cabelos enrolados, com umas mãos enormes e se chama Danny Jones? – Disse levantando a sobrancelha, ela era certeira.
- Exato, e a namorada dele voltou de viagem. ELE TEM UMA NAMORADA! – se sentia mal, tinha vontade de chorar, mas se segurou. Preferiu contar todo o ocorrido pra sua amiga.
- Oh, minha bebê, tadinha de você. Me desculpa, tá? – puxou a amiga pra perto e deu um abraço. Sabia que em partes, isso não teria acontecido se ela não insistisse pra ela ir à festa.
- Não, tudo bem... Relaxa, eu só quero aproveitar o resto das minhas férias e... – antes de terminar escutou seu celular tocando, olhou pro visor e era ele: Danny Jones. – Não vou atender!
- Quem é? – pegou o celular da mão dela.
- Adivinha? Vou pro meu quarto e se ele perguntar da “Garota do Brasil”, diz que ela se mudou, resolveu virar a “Garota da China”, e passar bem pra ele – disse indo pro quarto batendo os pés.
- Ei, Danny, desculpa, ma... – atendeu ao telefone falando secamente, mas a voz que vinha do outro lado não era de Danny, e sim de Doug.
- Ei, ? É você? Alô?
- É... Sou eu, sim, mas o que você tá fazendo com o celular do Danny? - Disse a garota meio indecisa.
- Esse telefone também não é seu? – Disse o garoto dando uma risada gostosa, que fez corar.
- É, pensou que fosse o Danny e me pediu pra atender.
- Pois é, liguei pra ela pra pedir desculpas de ontem. Eu fiquei bêbado, e, segundo o Danny e o Harry, ficamos gritando e atrapalhamos algo que rolava no quarto deles – respondeu o garoto extremamente sem graça. – E como desculpas, eu ia chamar vocês pra um pub que abriu agora e... Sei lá, ta a fim de ir, ?
- Hm... Amo pub’s, mas acho muito difícil da querer ir. Ontem aconteceu algo entre... Bom, ela brigou com o Danny, acho que não seria legal eu ir e deixar ela ao lado do Danny.
- Então faz assim: vem você... comigo – disse o garoto meio rindo.
- Isso foi... foi um pedido de encontro, Doug Poynter? – disse a rindo.
- Não, não, não, eu sei que você tem um... – pigarreou um pouco – namorado. Mas se você não quiser ir, tudo bem, eu...
- Não, relaxa, eu vou, sim. Aproveito e vejo se a vem junto, que tal?
- Por mim tudo bem. A gente se vê as nove, então?
- As nove, marcado – podia sentir um sorriso no seu rosto. – Tchau, Doug - e desligou sem entender porque estava tão empolgada com essa noite; não era nem um encontro.
tinha se decidido. Queria aproveitar o resto de suas férias, mesmo que isso signifique ficar sem ir para os lugares com os garotos. Ela via sua amiga se arrumando calada, queria tanto ver Danny apesar de tudo.
- Vamos, , você vai lá, conversa com ele e resolve isso – disse tentando animar a amiga.
- Não adianta, eu não irei, não tem mais o que resolver também. – tentou disfarçar lendo os perfis dos seus novos amigos de classe - quem sabe não acharia as duas últimas pessoas que faltavam para completar a banda? - Sem contar que tô vendo o perfil dos novos alunos da London University. Não posso ir mesmo, e fico super triste com isso – completou com uma risada irônica.
- Nossa, , sua ironia me deprime – falou passando o brilho nos lábios, estava extremamente sexy pra apenas um pub.
- Pra que essa produção toda, hein? Ou melhor... Pra quem? – riu ao ver sua amiga vermelha pela pergunta feita.
- Pode deixar, não é pra nenhum Danny Jones, não – disse rindo.
- Ah, grandes, Danny Jones, o perfeito idiota.
- Idiota, né? Sei... Confessa, , você ta apaixonada pelo “perfeito idiota”. – falou olhando pra amiga de um jeito sério.
- Eu... – um som de buzina despertou ao fundo - Eles chegaram. Vai lá, depois a gente conversa – respirava fundo por ter sido salva pela buzina.
- Tá, mas nem pense que vai escapar dessa conversa tão fácil, gatinha... Beijos e boa pesquisa pros novo integrantes da banda; pretendo não chegar tarde – falava andando para porta de saída e gritando, abafou uma risada.
- Pretende... – riu da amiga e voltou a sua pesquisa.
Capítulo 6 – Pub cheio, amores no ar.
- Nossa, tá cheio... – disse maravilhada com um pub tão cheio de gente como aquele. Era diferente: as pessoas que esbarravam nelas não eram apenas ‘pessoas normais’ eram famosos. tinha percebido de relance que tinha esbarrado no James da banda Busted, mas não poderia ser verdade.
- Er... Meninos, é coisa minha ou aquele ali é o James e aqui tá cheio de gente que toca nas bandas que eu daria um órgão para poder ir ao show? - Doug deu uma gargalhada, Tom e Harry estavam sentados numa mesa mais ao canto, enquanto Danny acompanhava os dois.
- , nós sempre viemos aqui, normalmente são onde as pessoas do meio da banda se reúnem e como nós somos o Mc... – Danny deu uma cotovelada na costela de Doug antes que pudesse terminar de falar a besteira. – Ahh... Ahh... Esquece – disse rindo num sorriso nervoso que escondia a dor pra .
- Vocês são o quê? – desconfiou de Danny e Doug.
- Somos os... er... Somos... Os produtores da banda McFly! - Danny falou no seu maior estilo mentiroso encrencado.
- Mas... mas na praia vocês tinham me dito que tinha uma banda... – estava desconfiada, só poderia ser brincadeira deles.
- Er... Desculpa, mas é o jeito de dizer, nós realmente temos uma banda, que são os garotos do McFly, como somos produtores deles, força do hábito... E...
- COMO ASSIM? AQUELA BANDA QUE EU ESCUTEI NA RÁDIO E DE QUE TODA LONDRES FALA? AQUELA BANDA MCFLY? – estava com os olhos arregalados, já não bastasse ter que gritar por causa da música alta, agora ela berrava em alto e bom som.
- É... Mas shiu... , menos, ninguém precisa saber disso – Doug tentava acalmar a menina, e olhava para Danny sem entender muito a mentira toda.
- E por que vocês não me falaram antes? – estava ofegante já; era bom demais pra ser verdade. Os meninos da praia, produtores da banda McFly - a de maior sucesso de Londres e talvez do mundo inteiro, segundo as pessoas mesmo de Londres falavam.
- Porque... Er, não queríamos te colocar nesse meio, é muito paparazzi, fãs e isso tudo, sabe? - Doug sabia mentir muito bem. Assim que chegaram à mesa, já foi cumprimentando Harry e Tom por também serem produtores da banda. Eles entenderam tão pouco aquilo tudo, só sabia que pelo bico que Danny deu embaixo da mesa nas pernas deles, que era pra continuar com a mentira toda.
- Nossa, a vai ter um treco quando eu contar... – dizia animada pra todos na mesa, que riam amarelo pra ela.
- Er... Danny, posso dar uma palavrinha com você? – Tom pediu e foi se levantando da mesa.
- Ok – Danny foi atrás, sabia que era bronca. Eles foram em direção ao bar, onde não pudesse ouvir. Danny olhou pra trás e percebeu Doug fazendo gracinha na mesa onde e Harry riam dele.
- E então? – Tom mantinha os braços cruzados olhando furioso pra Danny.
- E então o quê? – Danny se fazia de desentendido, mas sabia perfeitamente o que era.
- Você é louco, é? Que história é essa de sermos produtores da banda McFly?
- Tom... Ela não pode saber que nós somos o McFly. A é super gente fina, a nem se fala, vieram do Brasil agora, não sabem nada sobre a gente, fotos nem nada, mas gostam da nossa banda pelas músicas e não porque somos bonitos ou coisa assim. Você sabe o quanto é difícil achar isso nesse meio todo? – Danny dizia meio revoltado.
- Danny... Mas se elas descobrirem? Como nós vamos fazer, uma hora ou outra ela vai ver quem é McFly, e adivinha? A bomba vai vim pra cima da gente, e adeus e a sua .
- A já se foi faz tempo – Danny ria ironicamente. – E enquanto elas não descobrem, curte pelo menos isso. É legal ter fãs, mas não toda hora pegando no nosso pescoço e nos tratando como se fossemos a rainha da Inglaterra, nós não somos tudo isso. Vai dizer que você também não concorda?
- É... você ta certo, além do que... você não tem nada a ver com a rainha Elizabeth – Tom ria e batia no ombro de Danny. Danny se sentiu mais confortável por saber que Tom o apoiava. – Vamos voltar pra lá, antes que ela desconfie de algo.
- Hey, Doug, imita.... imita aquel... – ria muito; a bebida inglesa realmente era forte.
- , você já bebeu demais, não acha? – Harry tirava a bebida da mão de enquanto Doug imitava algo parecido com o dinossauro e um lagarto.
- Gente, eu tô indo pra casa, alguém quer carona? – Danny levantava com as chaves do carro na mão.
- Ei, ei, ei, antes de ir, eu quero te dizer algo Danny – falava em meio das risadas altas.
- Comigo? – Danny apontava para si próprio.
- É, é, com você mesmo... Eu sei um jeito da perdoar você...
- Sabe? – se sentou curioso, vendo os olhares dos amigos indo dele para e vice-versa.
- Aham... Desde que ela escutou aquela banda, aquela que vocês são os produtores...
- A McFly? – Doug perguntou meio assustado.
- Essa aí mesmo... Ela se amarrou, dude. Eu nunca vi minha amiga daquele jeito. Vi que ela gostou do som deles, do rock, do pop... Enfim, acho que você poderia marcar um encontro dela com a banda – falava como se fosse a coisa mais simples do mundo, bebendo no copo em que Harry insistia tirar de .
- Er... com o McFly, né? – Danny olhava tenso pros outros meninos, Tom apenas deu os ombros.
- , eu acho que você bebeu demais já... É melhor irmos... – Doug levantou puxando a menina e cambaleava um pouco.
- Certo. Tchau, meninos, amo vocês – mandava beijos pra todos.
- Aham, ama todos nós, agora vamos. – Doug ria da menina enquanto saiam do pub. Danny esperou alguns minutos e olhou preocupado para os outros que permaneciam na mesa.
- Cara, eu não sei o por que da mentira, só sei que... vai dá merda – Harry ria de lado.
- Man, e agora? – Danny mexia nos cabelos, preocupado.
- Seja o que for, dude, pra ela perdoar você ela vai encontrar o McFly – Tom dava uma batidinha no ombro de Danny.
- Mas como...? Nós somos o McFly! - Harry olhava sem entender.
- Vamos dar um jeito... – Tom dava os ombros.
- Valeu, dudes, eu vou pra casa, preciso pensar nisso... E acho que tive uma idéia, fui – Danny levantou e saiu correndo. Aquela idéia tinha que dar certo.
- Ele teve uma... idéia?- Harry ria muito.
- Momento histórico! Vem, vamos brindar isso merece um brinde.
- Um? Não, não... dois – Tom e Harry riam e bebiam, afinal... Que diabos Danny estava pensando?
- Er, gatinha bêbada... O meu carro está daquele lado ali e não nesse – Doug ria enquanto via andando sozinha pro outro lado.
- Oh, eu já sabia, seu inglês tolo, estava apenas te testando.
- Sei, e esse seu jeito de bêbada é só um teste também, né? – falava enquanto com uma das mãos no bolso abria o carro pra entrar.
- Eu? BÊBADA? Jamais! – entrou no carro onde logo em seguida Doug fazia o mesmo.
- Se você sentir algo na sua barriga, algum embrulho não sei, me avisa, tá? Pra dar tempo de parar e você vomitar... fora do carro – ele ligava o carro e dizia isso rindo de , que se endireitava no carona com uma cara meio enjoada. Depois de passado alguns minutos no retorno de casa, caiu no sono, Doug por sua vez ia chamar a menina; eles já tinham chego ao apartamento onde ela e moravam há alguns meses.
- ? Ei, nós já chegamos. – Simplesmente não respondia ao menino; estava imóvel dormindo. - Por favor, não me faça te carregar até lá em cima – ria nervoso.
- Hmm... – era a única coisa que saía da boca dela.
- Não acredito! Nem com o Harry que eu tenho um caso secreto eu faço isso. – Ria da sua própria desgraça descendo do carro, abriu a outra porta do carro e tirou a menina adormecida, colocando-a em seus braços. Meio atrapalhado, fechou a porta do carro com o pé e apertou o botão do alarme. - Brasileira bêbada... O que mais me falta?Eu e minha boca – Doug tinha visto que a portaria estava sem segurança, estava sem saída. Ou ficava ali parado em frente ao apartamento com no colo até o maldito segurança aparecer pra abrir a porta, ou então ficava no carro. Claro que preferiu o carro.
Fez o mesmo trajeto de volta, com mais dificuldade do que a ida, pesava. Deve ser o alto volume de suas nádegas, pensava ele em silêncio e rindo sozinho.
- Ei, , você tem que acordar... Eu não sei qual é o seu apartamento, vamos, me ajude... – ele falava calmamente pra garota, onde ele a tinha posto no banco do carona e ficara agachado, próximo a porta aberta, falando com a mesma. - É mais fácil falar com o Danny de boca cheia do que com você nesse estado – disse o menino pegando o celular do bolso. – , , santo anjo... – discou o número do celular da garota calmamente na esperança de pedirem pra abrirem a porta.
- , até que enfim... Eu tô aqui com a , ela dormiu no carro, não tem porteiro nem ninguém pra abrir a porta... Será que... Ah, meu anjo da guarda, muito, muito obrigado, juro que quando eu te ver eu te dou um beijão – Doug pode ouvir rindo do outro lado da linha com a brincadeira. – Tá, eu espero, beijos. – Assim que desligou, fez um movimento brusco como quem ameaça a levantar. – Ei, ei, te acalma. já está descendo pra abrir o portão pra nós.
- E o quê eu tô fazendo aqui? – olhava pra si mesmo com uma cara de sono inconfundível.
- Você desmaiou no meu carro, me fez te carregar até a portaria e cá estamos nós – Doug ria da ressaca da menina e de sua cara.
- Ahh... – gemeu em protesto com a sua dor de cabeça.
- O quê que foi?
- Dor de cabeça, das fortes. Ai! - Pressionava sua cabeça pra ver se parava de doer, mas era em vão.
- Onde dói?
- A cabeça toda, tudo virando, meu estômago tá rodando também.
- Er... Não vai querer vomitar, né? – Doug dizia com nojo e com medo que a ela vomitasse nele, já bastasse Danny fazer isso todo o tempo.
- Não, relaxa – disse rindo fraco com a mão na cabeça. – É só ressaca mesmo – Doug deu um sorrisinho pra menina; a cara de bêbada dela dava muita graça à situação. tinha dado uma olhada em sua aparência no retrovisor do carro. – MINHA NOSSA SENHORA DO CÉU, EU TO HOR-RÍ-VEL! – Agora sim, Doug gargalhava com vontade.
- Tá linda... Aliás, nunca vi uma bêbada tão linda – Doug disse subitamente, antes mesmo de perceber, já tinha dito.
- Er... Obrigada – corava levemente, só Peter falava daquele jeito com ela.
- ... Você gostaria de... – antes que pudesse completar, Doug fora interrompido por , que chamava os dois pra entrarem. Lentamente, Doug se aproximou de , ajudando-a a levantar-se e caminhar até o portão, apoiando a mão em sua cintura, onde pode sentir o leve toque em sua pele.
- , por Deus! Você tinha me dito que ia voltar cedo... Aparece-me aqui, bêbada, e ainda – deu uma verificada no relógio – às 03h30m da manhã, quer me matar, é?
- Você que quer me matar com essa camisola do Bob Esponja com essas pantufas de vaquinha e dando uma de super mãe! – ria da amiga, que ajudou Doug a levá-la para o apartamento.
- Pode deixar, Poynter, daqui eu comando – segurava a amiga em frente à porta do banheiro, onde o que ela mais necessitava era de uma ducha gelada. – Obrigada, mesmo, essa desmiolada é assim mesmo.
- Nada, , relaxa, nós que oferecemos as bebidas – colocava as mãos no bolso e ria sem graça. – Tchau, , melhoras, gata. Não vai ficar babando enquanto dorme, hein? - Se divertia com a cara de assustada que a menina fazia e lhe deu um beijo na bochecha. – Tchau, . Boa sorte aí.
- Precisarei mesmo.
- Tchau, Dougzinho! – dava tchau pra parede do banheiro, enquanto o menino já se encontrava do lado de fora do apartamento, ria da amiga.
- Vamos, sua desmiolada... tirar essa ressaca!
Capítulo 7 – Alô? McFly?
“E estamos mais uma vez com a banda mais famosaaa de toda Londres, são eles... McFly!”
parou automaticamente de arrumar seu quarto e ficou escutando os meninos cantando um acústico de uma música conhecida como ‘Room On The 3rd Floor’, aquelas vozes, não lhe parecia estranhas, já tinha escutado na rádio na ida à praia, mas sempre parecia que já tivesse escutado aquilo várias vezes.
- Ei, gatona, melhorou? – voltou sua atenção para que entrava no seu quarto com camisola e uma cara nada boa.
- Mais ou menos, eu só sei que não coloco uma gota de álcool nunca mais na minha boca. – Ria fraco e fazia uma cara de dor, com a companhia do silêncio da amiga e o acústico da rádio, reconheceu as vozes. – McFly?
- Aham, não sei por que, mas essa banda, sei lá, as vozes, as músicas – ria consigo mesma, parecia tolice, mas conhecia aquelas vozes.
- AH, AMIGA, AMIGA, AMIGA, PRECISO TE CONTAR!- pulava que nem uma macaca na poltrona, relembrando da noite anterior, sobre o que os meninos tinham dito.
- Te aquieta e conta sua macaca – ria do descontrole da amiga.
- Eu cheguei ao pub e estava cheio de artistas, , mesmo! Tinha integrantes de bandas locais, nenhuma que a gente conhecesse, só consegui identificar o James do Busted, e perguntei ao Doug se era realmente ele. Dito e feito, ele confirmou. – olhava a amiga de boca entre aberta. – E TEM MAIS! Descobri que os meninos são nada mais e nada menos que os PRODUTORES do MCFLY! – Nessa altura já gritava e aproveitava pra pegar ar. permanecia sem ação, não sabia se ria ou gritava.
- , isso... isso que você ta falando... é muito, muito, muito sério... É verdade mesmo?
- É, amiga, os meninos confirmaram, e como não sou boba nem nada... Pedi pro Danny comentar com o McFly sobre você, que quem sabe assim você não o perdoaria e coisa tal.
- Amiga, você... cara, eu te amo! – ria e corria pra abraçar , que apenas batia os pés; estava sendo praticamente esmagada.
- Danny, tem certeza que isso vai dar certo? – Tom perguntava com a cara meio assustada, reunido dos outros garotos no intervalo do programa da rádio.
- Tenho, dude, apenas faça isso... Ela não sabe nossos sobrenomes, certo? Apresenta pelo sobrenome, vou ligar pra , pedir pra ela escutar a rádio, mandamos a mensagem, e ela me perdoa – Danny dizia confiante.
- Se eu soubesse que a ‘grande idéia’ dele fosse essa, eu não teria pago a rodada de brinde ontem – Harry cochichava para Doug, que riu junto, recebendo um olhar de desaprovação de Danny.
- Vai, vou ligar pra .
- Ei, Danny, não precisa, deixa que eu faço isso – Doug tirou rapidamente o celular da mão do garoto, que fez todos fazerem uma onda de “Doug está apaixonado”. - ? Ah... Er... Tá ocupada? Não? Ainda bem... Tá escutando a rádio? Essa mesmo, isso, com o McFly! TÁ?! - Doug deu um grito assustado, não esperava que estivesse escutando a rádio em que o McFly se apresentaria. Os outros meninos deram um olhar apreensivo para ele. – Continua, pede pra escutar, temos surpresa... conversamos com os meninos da banda, e eles vão fazer algo especial... Aham, beijos! – Doug entregou o celular na mão de Danny com uma cara de convencido.
- E aí, Doug?
- Elas já estavam escutando a rádio, agora é só dar o recado e seja o que Deus quiser!
- Meninos, vocês voltam ao ar daqui há 3 minutos – a assistente da rádio anunciava aos meninos.
”Oi.. Eu sou o To... Fletcher! Estou aqui pra um pedido especial de um dos nossos produtores. , essa vai pra você... one, two, three, four... it’s all about you, it’s all about you... yesterday you asked me something...”
escutava atentamente a rádio. Era incrível e ao mesmo tempo surreal, uma banda onde toda Londres conhecia, no qual virara fã, estava cantando para ela... Para . sorria a todo o momento da música para a amiga, sabia que de algum modo elas buscavam a inspiração da futura banda delas nesses caras, era algo parecido que queriam para a banda delas.
- É PRA MIM, ELE FALOU... É PRA MIM, É PRA MIM! – não se conteve e começou a pular pelo quarto, apenas aumentava o rádio e gritava.
- É PRA VOCÊ, AMIGA. O DANNY CONSEGUIU ISSO, PRA VOCÊ!
Depois de muito tempo pulando, as meninas se jogaram na cama, cansadas, porém felizes. Talvez com a ajuda dos meninos pudessem até conhecer a banda, e ajudá-las com dicas e etc. Nesse meio tempo se lembrou de Danny, ele fez exatamente o que tinha pedido para ele fazer. Precisava ligar pro menino, agradecer a ele a aos outros que conseguiram essa homenagem, ou melhor, “pedido de desculpas”. Saiu correndo do quarto cantando ainda “All about you”, foi direto procurando o telefone em meio de almofadas, digitou freneticamente os números que tinha anotado na agenda.
- Er... Danny está? – Falou a menina apreensiva ao ouvir uma voz masculina que não era de nenhum dos meninos.
- Só um momento, vou chamá-lo – ouvia-se muitas risadas ao fundo, gente gritando o nome dos meninos e alguns sobrenomes que ela identificara ser da banda McFly, como anunciado na rádio.
- Alô?
- Hey, Danny! – disse num susto com a voz... A voz de Danny, lembrava muito a voz da música que tocava na rádio. – Liguei numa má hora?
- Não, não... Era só o noss... O, er... Fletcher, uns dos empresários dos meninos da banda, junto conosco, é claro – Danny batia na sua testa no outro lado do telefone, por um fio deixou escapar.
- Sério?! Cara, isso tudo parece coisa do outro mundo... eu não sei, McFly, vocês, empresários! – gargalhava do outro lado da linha, não sabia o que falar.
- Verdade... Mas, er... então? Gostou da apresentação dos meninos na rádio?
- Danny, eu amei, sério mesmo, obrigada. Tô cansada de tanto pular, quando a tinha me dito para ouvir a rádio eu fiquei com o coração na mão, sabia que ia vir alguma coisa.
- Significa então que você me perdoou ou é coisa da minha cabeça? – ficou um tempo calada, realmente tinha esquecido que o motivo dele fazer aquilo tudo era a volta da ex de Danny, os acontecimentos daquela noite passaram por sua cabeça como um filme. – ?
- Ah, oi, eu tô aqui... foi só que... Danny?
- Sim...
- Não precisava ter feito tudo isso, falado com os meninos do McFly e tal, foi lindo. Acho que nem meus ex-namorados fizeram algo tão meigo. – murmurava a última parte baixinho, mas Danny escutou e não pode conter o sorriso. – Eu te desculpo, aliás, só tava de cabeça quente na hora, e... não tinha nada demais rolando naquela festa, eu só espero que esteja tudo bem com você e a ... er... – não sabia mais o que estava falando. Sentou-se e respirou fundo. Por que diabos estava desejando que ele e a ex fossem felizes? Queria que a Olívia se danasse e voltasse pro lugar de onde veio. Espera, aquilo era ciúmes? Ela já não pensava mais em suas palavras, só ia soltando.
- ...a Olívia. – Danny pigarreou um pouco e murmurou o nome da Olívia num som quase inaudível.
- ISSO! Olívia... Espero que vocês fiquem bem, que não sei, se ela voltou... Enfim... – Nesse momento Danny sorria. Sorria por entender tão pouco o que queria dizer ou chegar.
- Obrigado, ... – a menina escutou alguns gritos e pode reconhecer a voz, parecia ser dos meninos da banda, aquele que apresentou a música, se não fosse, era de alguém muito igual então. – Ei, vou ter que desligar agora, o Fletcher tá me chamando pra resolver algo das fotos da banda e tal...
- FLETCHER? AQUELE QUE APRESENTOU A MÚSICA? FLETCHER DO MCFLY? – Danny teve que afastar um pouco o telefone do ouvido. gritava.
- É, esse mesmo, ele, er... Tá aqui com o Tom, o Doug e o Harry. – Danny coçava a cabeça, odiava ter que mentir daquela forma, mas se tinha começado, tinha que seguir assim.
- Nossa, a voz dele, lembra tanto a do Tom.
- TOM? Não... ... deve ser coisa sua, os meninos têm as vozes parecidas realmente, mas não são iguais. Às vezes confundem a minha com a do... Jones. – Danny começou a gaguejar, não sabia em quantas mentiras ele podia se enrolar mais. – , , vou ter que desligar agora, beijos.
- Beijos... – pode escutar o telefone desligando na outra linha antes que pudesse terminar de falar. - ... pro McFly também. – Disse desligando o telefone sarcasticamente. Danny a assustava às vezes; ficava estranho do nada.
Capítulo 8 – Câmera em mãos, dudes!
Danny tentava ligar mais uma vez pro celular de . Não era possível! Ela disse que dentro de vinte minutos estaria ali e nada. Ela tinha que atender ao telefone. Mas uma tentativa fracassada, Danny jogou o celular no sofá.
- Ei, dude, será que dá pra se acalmar? – Harry falava assustado ao ver o celular de Danny jogado no sofá. – Elas devem estar chegando, e acredite, tem gente mais nervosa que você. – Harry apontava rindo para Doug que se encontrava de frente pro espelho ensaiando algumas falas. Não podendo segurar o mau humor por muito tempo, Danny deu uma risada.
- Ele tem treinando esse “Você está linda hoje, !” a mais de meia hora, to vendo a hora desse espelho acabar respondendo ele. – Tom cochichava pros dois rindo.
- Era pra já ter me ligado, não é possível que demore tanto assim de lá pra cá. – Danny não se agüentou e ficou rodando a sala por um lado e para o outro. Seria a primeira vez que sairiam juntos depois da pequena “briga” que tiveram.
- Tá querendo gastar sola, Jones? – Olívia vinha descendo as escadas, toda arrumada. Tinha vestido uma calça jeans apertada e uma blusa que deixava um dos seus ombros a mostra, usava um sapato preto no qual o Danny reconheceu ter dado a ela um dia antes dela viajar, e mantinha os cabelos levemente encaracolados num rabo de cavalo alto. No pescoço, viu o cordão que segurava sua inseparável máquina fotográfica. Mesmo com muito tempo afastado dele, Danny tinha que reconhecer, a Olívia era realmente linda.
- Ei, vai aonde desse jeito todo? Arrumada e... arrumada? – Danny olhava sem entender pra ex e gesticulava com as mãos freneticamente.
- Vou com vocês, né? Por Deus, não vou ficar aqui sem nada pra fazer, Jones. - Danny ficou boquiaberto, ela poderia falar tudo, menos que iria com eles pro show de bandas. Aliás, nunca tinha gostado muito de um som mais pesado e se ela fosse pra vigiar o Danny, estaria perdendo a viagem. Eles já não tinham nada. Olívia só permanecera na casa dos meninos porque não tinha encontrado um lugar por enquanto.
- Olívia, minha cara, o que Paris fez com você durante esse tempo? – Doug parava de ensaiar de frente pro espelho e ria. – Nunca soube que gostava do som do Busted ou do Blink.
- Ah, eu realmente não gosto, mas em preferir ir no concerto para tirar fotos dos meninos da banda do que ficar em casa sozinha sem fazer nada... – Tom, Harry e Doug olharam automaticamente para Danny; sabia que isso não tava nos planos de nenhum dos quatros. E se ela falasse algo do McFly na frente das meninas?
- Olívia, umas amigas nossas estão vindo... As brasileiras, cheguei a comentar isso, né? Uma delas estava até na festa e...
- Já sei, é aquela que assim que eu cheguei me revistou e saiu furiosa porta a fora e você foi atrás, e depois dela ter pego um táxi você ficou com cara de babaca na calçada? – Olívia falou rapidamente, como se não tivesse um mínimo interesse pela história. Danny simplesmente não sabia o que responder, ela sabia absolutamente da história toda sem ninguém ter contado.
- Olívia, a ex informada! – Tom disse rindo enquanto via a tevê.
- Eu sou ex, mas não sou idiota, Fletcher. – Enquanto dizia isso, lançava um olhar de repreensão para Danny, que mantinha seu olhar disfarçado em outro lugar. Sabia que com esse “ex” era oficial o término do namoro deles. Conhecia Olívia, e ela iria querer saber de tudo que estaria acontecendo e o que não aconteceu entre ele e .
- Tá bom, Olívia, vem junto... Lá você fica com os meninos do Busted, tira as fotos que precisar e tudo isso que você quer – Danny estava entediado com aquela conversa.
Enquanto Olívia ajeitava sua máquina e Danny andava de um lado pro outro, a campainha tocou. Automaticamente todos olharam para porta como se tivessem esperando algo de muita importância. Danny abaixou a cabeça. Não sabia se estava preparado para contar pra que a Olívia também iria. E Doug estava nervoso demais olhando pra porta, parecia que ela iria sair andando e vir correndo atrás dele a qualquer segundo.
- Se não existir nenhum homem gentil o suficiente para abrir a porta, eu mesmo abro. – Olívia ria para os meninos, as caras que eles estavam eram dignas de foto. – E digam... xis! – Só se pôde perceber o flash quando ela já tinha tirado a foto.
- EU ATENDO, EU ATENDO... EU, ATENDO! – Harry saía correndo pra porta fingindo ser uma bicha louca, que fez o clima ficar menos tenso com as risadas. – BEM VINDAS, MENINAS BRASILEIRAS, AO WONDERLAND, VULGAMENTE CHAMADO DE... CASA DE DANNY, TOM, HARRY E DOOOOOOOUG! – Harry falava como se estivesse falando com alguém da corte, imitando uma voz grossa e fazendo um movimento exagerado para que as meninas entrassem, e foi o que fizeram. Seguidas pelos risos da interpretação de Harry, as meninas entraram e deram de cara com os outros quatros que se encontravam na sala.
- AH NÃO, HARRY! Não me diga que já assustou as brasileiras com esse seu lado baitola? – Tom gargalhava gentilmente e se levantava, seguia em direção das meninas beijando educadamente a mão de cada uma. – Bem-vindas... Não é o Wonderland, mas aqui se fazem maravilhas. – Tom gargalhava com a cara de assustada das meninas. Doug apenas teve tempo de bater em sua testa e balançar a cabeça negativamente.
- Gente, cala a boca, tá assustando as meninas. – Olívia ria e ia para perto delas. - Olívia, vocês são...?
- Eu sou a , e essa é a – respondeu apressadamente . Sabia que aquela ali era a mesma da tal história da festa.
- , pensei que não viria mais. – Danny tentou interromper o mais rápido possível o assunto entre as três. O medo de Olívia dizer algo a respeito do McFly era maior.
- Pois é, tá um engarrafamento enorme lá fora, acho que a arena vai lotar hoje. – ria gentilmente, desprezando totalmente a presença de Olívia por ali. Não fora com a cara dela desde a festa, e não tinha necessidade de ir agora. Abraçou gentilmente Danny, que pôde reparar que ela estava linda. Usava uma calça jeans tão justa quando a de Olívia, e uma camiseta preta, que no decote a deixava com belos peitos. Danny só não pode ver mais pelo cachecol branco que estava no pescoço da menina dando um ar moderno a roupa, e que caia exatamente sobre o seu decote.
- O... OI... OIE. – Doug aparecia atrás de com a cara de quem queria fugir dali o mais rápido possível. simplesmente achou graça, parecia uma criança, aliás ele era o mais novo de todos pelo que pode reparar.
- Little Doug tá arrumado, cheiroso... Isso tudo é pra Busted e Blink? – ria do menino ao abraçá-lo. Realmente Douglas estava tudo isso. Com seu casaco verde da sua marca favorita, aonde no meio vinha transversado ao seu peito escrito ‘Hurley’ de branco, usava uma toca creme e uma bermuda creme, os tênis... Bom, maiores que os próprios pés, o que fez dar uma risada.
- É, não exatamente... Você está linda hoje, ! – Assim que Doug terminara de falar sua frase ensaiada, todos os outros meninos, incluindo Olívia, caíram na risada. Doug ficou levemente avermelhado, se sentia um infantil perto dela. e riram pra não ficarem atrás, mas na verdade não entenderam nada.
- Por que as risadas? – , que agora se encontrava sentada no sofá entre Tom, Harry e Danny, sussurrava para os meninos.
- Ele ficou ensaiando essa frase a tarde inteira. – Danny cochichou rindo.
- E você também não ficou atrás com esse telefone na mão, né? – Harry disse baixo entre os quatro e rindo, sem perceber que dedurara o próprio amigo. – AI, PORRA, QUE É? – Pôde sentir o cotovelo de Tom bater em suas costelas e o olhar furioso de Danny lançado.
- No telefone? Ligando pra mim, é? – se divertia com os três.
- É... Porque você disse que iria chegar às seis e já são sete, fiquei preocupado.
- Aproveita que nem é sempre que ele se preocupa com alguém. – Olívia dizia normalmente e ajustando o foco de sua câmera.
- É, mas que bom que comigo ele se preocupa. – deu um sorrisinho sarcástico para Olívia que fingiu não perceber. Tom fazia uma cara de assustado, Olívia levando um ‘fora’ desses, era digno de muita coragem.
vinha se aproximando deles com o Doug ao seu lado e pode-se escutar um toque de celular. procurou apreensiva por ele até que Doug apontou para suas costas, olhou para o bolso de sua calça e lá estava ele.
- AMOR! – falava satisfeita ao atender seu pequeno telefone rosa, era Peter. Por mais que estivesse conversando com os outros rapazes, pode perceber a cara de desagrado de Doug pela ligação. – Aham, eu vou sair com a e uns amigos, já tinha te dito isso. Vai ficar em casa Peter? DOENTE?! COMO ASSIM?! Ah, fica bem, tá? Depois do show eu te ligo, te amo. – fechou o celular rapidamente e corou quando percebeu que todos em volta tinham visto a ‘cena de amor’ entra e Peter.
- Peter de novo? É a segunda vez que ele te liga perguntando aonde você vai hoje.
- Ai, , tadinho. Ele tá doente. Vai ficar em casa hoje.
- Menos mal... – Doug sussurrou pra si.
- O que disse? – realmente não tinha escutado o que Doug tinha dito.
- Ah, nada não, tava falando que já deu a hora pra gente sair e ir pro show, né? Senão a gente chega lá... E vai estar tudo lotado... E tudo muito cheio. – Doug resmungava enquanto todos gargalhavam com isso.
- Vamos, meu amorzinho, vamos namorar ao som de Busted e Blink! – Danny se levantou depressa agarrando Doug por trás e imitando uma menina, fazendo todos, sem exceção, gargalharem.
e Danny ao chegarem à garagem se depararam com um problema: quem iria com quem? Afinal, tinham dois carros presentes, de Tom e da .
- ... Será que tem algum problema se eu for com você no carro? É que sabe... Uma garota de quinze anos com os olhos vendados consegue dirigir melhor que o Thomas. – Danny ria e fez um sinal de positivo com a mão. Entrou no carro e logo em seguida Danny entrou no banco do acompanhante.
- EI, DANNY, O QUE É ISSO? ROUBANDO MEU LUGAR? – gritava na porta da casa dos meninos, enquanto vinha caminhando pra perto dos carros com os outros quatro.
- Rá, ninguém mandou morgar lá pra trás com os meninos. – Danny dizia rindo e mandando um beijinho pra que apenas levantou a sobrancelha.
- Ta, mas aonde eu vou então?
- Vem no carro do Tom, te garanto que é melhor ir comigo falando besteiras do que com o Jones falando as babaquices dele. – Doug entrava no carro do Fletcher rindo.
- Beleza. Beijos, . Aproveita e mostra pro Danny aquelas árvores que nós encontramos no caminho. – ironizava, sabia que não iam aproveitar nada, eram apenas casas no caminho todo em que fizeram até ali.
- Árvores? – Olívia se aproximava do carro de . – Adoro árvores, seria uma bela oportunidade de tirar fotos, posso ir com vocês? Ou tem algum problema? – Olívia sem querer nem saber da resposta já foi entrando no carro, deixando com as mãos no volante sem acreditar na cara de pau da menina.
- Já entrou... – Sussurrou pra si dando uma espiada em Danny, que apenas olhava pra como quem pedia desculpas pelo falta de educação da ex.
- Danny, vou com o Tom e o Doug, ok? Explica pra o caminho. É na arena de sempre. O James já me ligou e disse que vai esperar a gente no backstage. – Harry se apoiava na janela ao lado de Danny.
- Como sempre... Matt também vai estar lá? – Olívia perguntava pra Harry, apoiando a cabeça no ombro de Danny para podê-lo ver melhor. deu uma bufada baixinho.
- Vai, Olívia, ele faz parte do Busted, a não ser que ele invente uma hemorróida igual da última vez! - Danny ria descontroladamente, tentando assim se mexer um pouco e tirando a Olívia de seu ombro.
- Vou lá, dude! , tenta seguir o carro do Tom – e Harry seguiu entrando no carro do Tom.
- Er.... James, Matt... São os mesmos James e Matt do Busted? – perguntava incrédula olhando pros dois.
- É oras... No backstage! – Olívia ria da cara da menina.
- TÁ BRINCANDO? NÓS VAMOS CONHECER ELES PESSOALMENTE? – ficou assustada com a revelação.
- Você, né? Porque eu, o Danny e os meninos sempre fizemos isso.
- Sempre?!
- Por que do espanto, ? Você está acompanhado do M... – antes que pudesse terminar, Olívia foi interrompida por Danny que começou a cantar do nada, fazendo as outras duas desviarem a atenção da conversa e rirem de Danny.
Capítulo 9 – Busted more Blink and ex-girlfriend!
- , agora vira essa rua aqui, e fecha os vidros do carro também... Er, sabe, estamos perto do beackstage, vão achar que nós somos os meninos do Busted. – Danny gesticulava o caminho e já podia ver o tumulto à frente e, via fechar as janelas. Danny tinha medo de serem reconhecidos. Olívia não prestava atenção na conversa, tentava capturar algumas fotos dos fãs com cartazes; esse era seu estilo de foto preferida: captura de fotos espontâneas.
- Nossa! Tá cheio... É... OH, SHIT! – freava rápido ao ver o carro de Tom frear rapidamente também, o que fez Danny e Olívia irem pra frente e voltar.
- O QUE HOUVE? O QUE HOUVE? – Olívia olhava desesperada pros lados.
- Calma, calma. Vou ligar pro Tom. – Danny gesticulava impaciente, se pudesse colocaria a cabeça pra fora e gritaria tudo que é palavrão que tinha em mente, se não tivesse medo de ser reconhecido. – TOM? CARA, O QUE HOUVE? VOCÊ É MALUCO OU O QUÊ? PARAR ASSIM DO NADA! – Danny gritava o que fazia olhar assustada pro lado. – Ah tá, então, entra pelos fundos direto, não vai pela porta da frente. Ok, tchau.
- O que aconteceu? – perguntava.
- Ah, um maluco bêbado que começou a bater no carro, mas ele já fechou as janelas e não aconteceu nada. – Danny tentava não olhar pra , não podia falar que uma fã tinha reconhecido o Tom e começado a bater no vidro do carro. Por essas e outras que o Danny não contou pra e quem eles realmente eram.
- Cruzes, credo! Entra aqui, Danny? – apontava pra um beco escuro onde tinha dois seguranças na porta de entrada dos fundos.
- É, eles devem estar esperando a gente já.
estacionou o seu carro logo ao lado do de Tom. Desceram todos do carro e logo percebia que e estavam mais eufóricas. Elas iriam conhecer o Busted; a banda que idolatravam de corpo e alma. E logo depois o próximo poderia ser McFly, a banda que começou a tomar espaço no coração das duas.
- Foi mal àquela hora, . – Tom se desculpava pela freada enquanto o pessoal se reunia próximo a porta.
- Nada, relaxa, Tom. Aliás, tenho que agradecer por vocês pela oportunidade de conhecer Busted e ver o show deles e do Blink.
- Isso pra gente é fácil de conseguir, relaxa.
- Ei, , vem... Nós vamos entrar em pares, o Tom entra primeiro pra falar com os meninos, depois entra eu e você, Harry e Olívia e Doug e . – Ele falava dividindo os grupos para os seguranças fazerem a revista e autorizar a passagem.
- Pera aí. Eu queria ir com você, Danny! – Olívia resmungava com a mão na cintura. bufou, algumas vezes ela conseguia ser irritante.
- Olívia, EU vou com a , VOCÊ vai com o Harry, com o Doug, apenas pra passar pela revista, não vamos nos separar. – Danny explicava claramente pra ela, enfatizando algumas palavras.
- Ok, ok, já entendi. Vem, Harry. – Olívia puxava o menino pra si, o que o fez rir.
- Gente, eu vou lá falar com o James. Já volto. – Tom saiu rapidamente onde foi barrado na porta dos fundos por um segurança.
- Nome e identificação. – o segurança foi ligeiramente grosso e seco.
- Ér... Só um momento. – Tom olhou pra trás disfarçadamente, todos conversavam entre si, graças a Deus. Pegou sua carteira e tirou sua identidade. Entregou para o segurança.
- Thomas Fletcher?
- Sim, Tom Fletcher, da banda McFly, backstage a convite de James Bourne, Charlie Simpson e Matt Willis.
- Desculpa, senhor Fletcher, eu não sabia que eram convidados VIP’s do Busted, pode entrar.
- Obrigado. – Tom dava um sorriso forçado. Será possível que só tinham respeito por ele quando viam que era do McFly?
Após alguns minutos lá dentro, Tom fez sinal da porta para que os outros entrassem em pares, mas como de costume, foram barrados na portaria pelo mesmo segurança.
- Onde pensam que vão? – O segurança fechava a passagem com uma corda que ia de cada extremidade da porta.
- Backstage? – Doug perguntou como se fosse o óbvio.
- Identificações. O rapaz ali entrou porque se identificou, agora eu preciso a de vocês. – Danny sentiu um calor súbito percorrer o seu corpo. Se mostrasse a identificação, as meninas iriam ver, alguém ia comentar. Disso ele tinha certeza.
- Ei, man, ele tá comigo... Lembra? VIP’s? Eu já lhe mostrei a identidade, agora os libera, por favor. – Tom pedia sem paciência para o segurança. Odiava seguranças de shows, travavam na maioria das vezes algum contato com fãs que mereciam receber, e isso ele não admitia.
- Ok, entrem de dois em dois para a revista. – O segurança tirou a corda do caminho, dando passagem para Doug e que logo ao entrarem se depararam com um outro segurança, onde revistou os bolsos dos dois. Os próximos da fila eram Olívia e Harry, o mesmo ocorreu, porém prenderam a câmera de Olívia.
- NÃO, NÃO... A MINHA CAMÊRA NÃO! Eu vim para cobrir o show do Busted e do Blink. – Olívia dizia enfezada. entrou com Danny ao seu lado e aproveitou para ver a alteração da voz da menina. E se deparou com o Charlie que liberou Olívia com sua câmera e falava freneticamente com o segurança, deveriam estar a poucos metros de distância. o viu e não pode se conter e apertou a mão de Danny que estava ao seu lado enquanto estavam sendo revistados pelos seguranças. Danny ficou admirado com a atitude da menina.
- O que houve?
- É ele Danny, é ele... Charlie Simpson! – ria de nervoso e apertava mais ainda a mão do menino.
- Ei, , acalme-se! A gente já vai falar com ele. – O menino ria. tinha só jeito de mulher, mas com fortes emoções podia perceber que tinha uma alma de criança. Ela se virou para Danny sorrindo, focando justamente os olhos azuis.
- Obrigado, Danny, muito obrigado... Você... Eu... Eu não sei como agradecer. – mantinha o mesmo sorriso.
- Não tem nada, ... Eu e os meninos somos apenas realizadores de sonhos. – Danny ria e com o contato das mãos de ambos puxou ela pra mais perto, o que fez ficar em silêncio. Estavam cada vez mais próximos, não podia conter, parecia que aqueles olhos azuis a sugavam. Danny estava perigosamente perto da boca da menina, e já mantinha uma das mãos apoiada na cintura dela. não podia negar, ele conseguia chegar de jeito, e não se conteve. Aproximou mais, quase selando seus lábios, quando viu um flash vindo no rosto deles. Assustados, se separaram rapidamente, como se despertassem de algum sonho.
- Merecia uma foto. – Olívia sorria para com a câmera na mão. apenas bufou.
- Olívia, você poderia parar de tirar fotos da gente? Você tá aqui pra cobrir o show e não a gente. – Danny dizia tentando ser simpático com a ex, mas tava difícil, Olívia conseguiu interromper uma oportunidade única.
- Sem contar que esse flash tá me deixando cega. – esfregava os olhos, só conseguia ver pontos de luzes.
- Qual é, gente? Foi só um flash. Flash não faz mal a ninguém. – Olívia deu as costas e saiu andando em direção ao Charlie tirando fotos.
- Vou enfiar esse flash em outro lugar nela pra vê se faz mal. – dizia de canto de boca, esperando não ser ouvida.
- Acredite, vontade também não me falta. – Danny olhou pra sorrindo, que olhou espantada pro menino, não sabia que ele tinha escutado o que dissera. – Vem, vamos... Tenho que te apresentar o pessoal do Busted!
Depois de alguns minutos dentro do backstage, e foram devidamente apresentadas a todos os integrantes do Busted sem nenhum problema, fora a gritaria das duas. Afinal, não tinha mencionado o McFly, o que aliviava os meninos.
- Cara, parece um sonho, sabe?- ria e conversava com James. – Agora meu próximo sonho é conhecer o McFly!
- Ué? Como assim conhecer o McFly, ? – James ria da situação. McFly estava com ela o tempo todo, que o fez entender tão pouco.
- Man, o sonho dela, é de conhecer aqueles idiotas do McFly. E já que somos os produtores do McFly estamos correndo atrás disso, né? – Danny chegava por trás e se apoiava na cadeira onde sentava num canto conversando com James.
- Ei, Danny, não xinga eles assim... Os meninos parecem ser bem simpáticos!
- Hã? – James não entendia nada e olhava com cara de confuso para Danny.
- É, man, nós... Eu, Tom, Harry e Doug... Não somos os produtores do McFly? – Danny olhou apreensivo para James, que entendeu com o sinal de positivo dado por trás de que era pra concordar. Entendia tão pouco, só sabia que teria que concordar.
- Ah... É verdade, eu esqueci. Às vezes vocês parecem ser tão unidos, sabe? – James disfarçava. Porém a metros de distância se encontrava Olívia, que escutava a conversa toda dali, e tirava fotos. Sacou de longe que as brasileiras não sabiam o mínimo de quem realmente eram os meninos. Deu um sorrisinho debochado para si. Se isso fosse para os meninos algo ruim, para ela seria algo realmente bom.
- James, vamos ali rapidinho? Preciso te mostrar algo que os meninos do McFly me ensinaram. – Danny fazia sinal para ele e James irem pro corredor do backstage, onde disfarçadamente Tom viu Olívia olhando sem parar para os dois.
- Olívia, vem cá! Tira uma foto minha e da com o Matt, vem. – Tom chamava com a mão, que com a ausência dos outros dois meninos foi para perto dele. Olívia olhou com cara de poucos amigos para Tom e foi com muita má vontade tirar a foto.
- Danny? Você tá maluco? Andou fumando alguma coisa nessa última viagem de turnê? Porque, man, não é possível. Que história é essa de produtores? DANNY, VOCÊS SÃO O MCFLY! – James já gritava no corredor o que fez Danny ficar assustado.
- Shi... Shii! Pelo amor de Deus, James, faz silêncio. Isso tudo não é um bicho de sete cabeças...
- Ah, claro que não é. É de noventa e nove cabeças com direito a brasileiras.
- Claro que não, James. Você mais do que eu vai me entender. Eu... Eu não sei o que a tem, mas desde o momento que eu pus os olhos dela na praia eu não sei dizer o que foi, mas foi algo diferente. Depois numa festa a gente ficou, a Olívia veio e estragou tudo! Você sabe, man, não brinco quando eu falo que to realmente gostando de alguém e...
- Você ta apaixonado, Jones? – James tentou não rir, mas era impossível. – Danny Jones, o que pegou em uma noite mais de dezoito meninas está apaixonado por uma brasileira que nem sabe que você é do McFly? – Ao soar da fala de James a porta se abriu e Olívia apareceu olhando espantada para Jones.
- CO-COMO É QUE É, DANNY?!
Continua...
N/A: e ae galerinhaa? como vão as férias? volta as aulas, ain que saco ¬. não sei se voces perceberam, mas não tenho muito tempo de atualizar como antes, nem bater um papinho básico com minha beta tenho tido mais tempo :~, é porque eu to escrevendo outras fics, como a Lovers parte III e uma outra que tá vindo por ae. mas sempre quando eu puder eu passo aqui pra ver o que vcs acharam. beijõõões para voces, que acho que ja estão empolgadas com a noticia da vinda do mcfly de novo pro Brasil \o/ ASPKOSKPOASKPO, beijos pra mim querida beta bia também :D :**