Férias de Verão
Aqui vamos nós... (Capítulo 1)
‘AAAAAH!’ gritou, depois de desligar o telefone.
‘Nossa, garota! Cala a boca! O que houve?’ correu para a sala assim que ouviu o grito da amiga.
‘Adivinhem?!’ perguntou, ainda muito empolgada.
‘Ah! Vai pra merda! Diz logo...’ falou, levantando-se do sofá.
‘Nossa que agressiva você, !’ disse, também se levantando.
‘Ah! Primeiro, todas digam: eu amo os pais da , porque eles vão pagar nossas férias na Nova Zelândia!’ disse, sorrindo marotamente.
‘AAAAAH! Eu... AAAAH... Eu amo os pais da porque eles vão pagar nossas férias na Nova Zelândia’ as outras três garotas gritaram.
E depois ficaram gritando e planejando as férias por um bom tempo...
‘Vamos arrumar as malas?’ perguntou.
‘, calma, só iremos segunda feira!’ respondeu.
‘É, mas já é quinta. Vamos às compras e amanhã arrumamos as malas!’ contestou.
‘Nossa, tá bem...’ disse.
Foi nesse momento que elas ouviram um grande barulho de bateria, guitarra e baixo! Eram os seus vizinhos barulhentos...
‘Eu realmente os odeio!’ gritou para que as outras três garotas pudessem ouvir.
‘Ah! Claro, será que eles nunca ouviram falar em isolamento sonoro?’ perguntou em grito debochador.
‘Eles devem ser aqueles nerds bem sebosos, cheio de espinhas, LOSER’s e que sonham que um dia serão famosos. Eu preciso, um dia, ir lá e dizer pra esses nerds idiotas que eles NUNCA serão famosos’ disse irritadíssima.
‘Calma, segunda: FÉRIAS!’ gritou mais que o necessário.
‘OK! Agora: COMPRAS!’ foi o que exclamou.
E essas palavras serviram como mágica para as meninas esquecerem os seus vizinhos, se arrumarem e pegar a chave do carro.
‘Pra que tanta mala?’ perguntou, entrando no quarto onde estava e , com quatro malas enormes no chão.
‘Ah, e quantas malas você vai levar, senhorita?’ retrucou.
‘Ah! Deixa pra lá!’ disse.
‘O que houve pro milagre acontecer?’ perguntou, como sempre, muito curiosa.
‘Que milagre?’ se intrometeu, meio abobada.
‘De a nossa amiga gorda ter levantado do sofá e vindo conversar conosco...’ explicou pacientemente, enquanto passava a mão pelo cabelo de .
‘Ei, primeiro eu não sou gorda, segundo eu não vivo no sofá e...’ Nesse momento, a cara raivosa de se transformou imediatamente numa cara de menina perigosa e um sorriso maroto foi o que surgiu em seu rosto ‘...Terceiro, eu tive uma idéia!’
‘Ai, meu Deus! Espero que eu não esteja incluída na sua idéia!’ disse.
‘Deixa de ser medrosa, ! Vai, , conta a sua idéia maravilhosa!’ disse, empolgando-se e aproximando-se da amiga.
‘Sabe o que eu disse ontem?’ perguntou.
‘O quê? Que queria comer bolo de chocolate?’ perguntou debochadamente, levando, em seguida, uma tapa de .
‘Diz logo, feiosa!’ se meteu no que agora tinha virado uma briguinha, já que cada menina devolvia a tapa que a outra dava.
‘Lembra quando eu disse que diria aos nerds sebosinhos que eles nunca iriam fazer sucesso? Pois é, eles viajaram. Vamos fazer algo?’ ela perguntou com cara maliciosa.
‘Ah! Você fala “algo” como se já não tivesse tudo planejado em sua mente maligna. Diz logo...’ mandou, afastando-se para não levar outra tapa de .
‘Tá, eu tive a brilhante idéia de deixar bilhetes anônimos debaixo da porta deles! Assim que eles voltarem, irão ver como são ruins e quantos nós os odiamos!’ continuou assim que viu a cara de estressada e pronta para gritar o mais alto que pudesse.
‘Ah, NÃO! Eu vou chamar a , vocês não podem fazer isso!’ disse e, assim que viu a cara maliciosa das meninas, gritou ‘!’
Em poucos minutos, estava no quarto e, assim que lhe explicou seu plano maligno, ela se pronunciou:
‘A-DO-REI!’ gritou, alegrando e e deixando com cara de tacho.
‘Ah, mais uma doida!’ ela disse irritada.
As meninas simplesmente ignoraram e foram fazer diversos bilhetes e, em seguida, se dirigiram sorrateiramente, fazendo palhaçadas e se fingindo de ninjas até chegarem a porta dos meninos, deixando lá os bilhetes e voltando na mesma palhaçada.
Meninos = Bagunça! (Capítulo 2)
‘Bem, eu voto na Nova Zelândia e vocês?’ Harry perguntou animado.
‘Bem, lá é bem maneiro, praia e neve, eu topo!’ Danny disse empolgado com o cubo mágico que estava em suas mãos.
‘OOOOOBA! Toma aí, mono-cova, GANHEI! Ninguém que ir pro Hawaii, não, DUDE!’ Dougie gritou.
‘Bando de idiotas, nem sabem apreciar o que é bom!’ Foi a vez de Tom gritar com os garotos.
E, em pouco tempo, aquilo se transformou em bagunça, só acabando quando ficaram com fome e tiveram de ficar quietos para a atendente do Delivery de Pizzas não achar que tinha alguém morrendo e ligar pra polícia. Da última vez, Fletch teve de ir retirá-los da cadeia e quase que eles perdem suas preciosas férias por isso.
Depois de comerem, eles foram ensaiar. Quer dizer, ninguém chamaria aquilo de ensaio, já que foi mais arriação do Dougie por ter ganhado a votação do destino da viagem de férias, com o Tom, que havia perdido.
‘PÁÁÁÁRA! OS DOIS!’ Harry gritou, vendo que em vez dos meninos ensaiarem, estavam fazendo competições com os instrumentos.
Só quem estava levando a sério era o Danny, que tentava cantar, mas não conseguia pela altura com que os outros tocavam.
‘Uau, a donzela se irritou... ’ Dougie disse.
‘Ah, claro, dude! Vocês tiram onda até no ensaio!’ Danny reclamou.
‘Bom, só paro quando o dude da covinha admitir que foi derrotado por MIM!’ Dougie falou, deixando o baixo no chão e pulando na mesinha de centro.
‘Porra anão, pode parar com isso! Nem se empolgue, mas... Falando nisso, quando iremos viajar?’ Tom se pronunciou.
‘Amanhã!’ Dougie falou animado.
‘Oh! E as minhas malas?!’ Danny gritou com voz histérica.
‘OMG! Realmente o meu amigo é gay!’ Tom gritou.
‘ GAY! GAY! GAY!’ todos gritavam quando Dougie começou:
‘Vocês notaram que até cantando o Danny fica desmunhecando?’
‘É, mas quem se importa? Ele é o Danny-dentinhos-de-castor e as meninas o amam assim mesmo... ’ Tom ia dizendo, quando foi interrompido por Harry, que fez cara de inteligente e disse:
‘Claro, elas são míopes!’
Todos caíram na gargalhada, inclusive Danny, de má vontade.
‘Caracas! Isso dá música! Já volto!’
Dizendo isso, Dougie correu para seu quarto, pegou papel e caneta e voltou correndo para onde os garotos estavam. Ele entrou batendo a caneta na perna e, com a outra mão, fez sinal de silêncio e disse:
‘Calem a boca, gênio pensando’
Sentou-se no canto, encostado à parede, e começou a escrever.
‘Porque o Danny... SAI, PORRA!’ ele disse, quando Danny tentou ver o que ele estava escrevendo.
Depois de uns cinco minutos, levantou com cara de mal e falou:
‘Nem precisa pensar em melodia, já tenho tudo na minha cabeça...’
Ele pegou o violão e começou a cantar:
Nobody knows and nobody cares
(Ninguém sabe e ninguém se importa)
'Cause this is Danny and Danny is gay
(Porque ele é o Danny e o Danny é gay)
Danny, Danny, Danny, Danny, Danny, Danny, Danny, Danny
Oh, Danny
Danny, yeah
I don't know
(Eu não sei)
Após terminar a música, Harry e Tom estavam rolando de rir na chão e Danny olhava ameaçadoramente para Dougie.
‘ Seu puto, por que não fazer Tom’s gay? Tão mais verídico...’ ele falou, rindo também.
Tom se defendeu, com os olhinhos brilhando:
‘Nem vem, Danny-dentinhos-de-castor, Danny’s gay ficou M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!’
‘Começo a achar que Tom’s gay faria sentido’ Dougie disse rindo.
‘Tá, tá, tá, muito engraçado, mas vamos arrumar as malas e, por favor, Danny Jones, sem dar piti!’ Tom terminou o assunto.
Depois de forçarem o Danny a arrumar sua mala em apenas um dia, todos foram dormir e essa última parte não foi feita com bom gosto.
‘Por que temos de dormir às dez horas?’ perguntou Harry a Tom.
‘Porque senão você não acorda amanhã cedo!’ o outro respondeu, empurrando o garoto para o quarto dele.
No outro dia, como foi previsto por Tom, Harry demorou a acordar e teve de se arrumar correndo.
‘Judd, nós vamos te deixar aí, viu?’ Tom disse já no táxi com Dougie e Danny, e Harry ainda saindo do elevador.
Ele correu e entrou no táxi, empurrando os meninos ao entrar.
‘Pronto, já estou aqui, senhor!’ Harry disse como se fosse um soldado falando com o capitão, o que gerou risos até o aeroporto.
No avião, os meninos ficaram esperando mais um piti de Danny, mas o garoto estava entretido com outra coisa.
‘Terra chamando Danny, Terra chamando Danny!’ disse Dougie, percebendo que o amigo não estava escutando nada sobre o papo que ele julgava chato.
‘Ãh? Oi...’ Danny falou como resposta.
‘Quem é a garota dessa vez?’ Tom perguntou.
‘ Por que tem de ser uma garota?’ Danny questionou indignado.
‘Ah, é que o Tom esqueceu da sua preferência pelos garotos!’ disse Harry, fazendo todos rirem.
‘ Tá, tudo bem... Na verdade, eu tava admirando uma aeromoça!’ disse Danny para fugir da piada.
Mas antes dele terminar de falar, Harry já tinha saído correndo.
‘Pra onde ele foi com tanta pressa?’ Danny perguntou.
‘Acho que foi ao banheiro, murmurou algo sobre se continuasse a rir tanto assim, não iria agüentar... ’ Dougie respondeu.
‘Danny, não fuja do assunto, de qual aeromoça você estava falando?’ perguntou Tom interessado.
‘Aquela gostosona, a ruiva. Achei-a uma graça, muito simpática e ela olhava pra cá direto!’ Danny falou bem animado.
‘Acho que não estou vendo nenhuma aeromoça como essa em lugar nenhum!’ Dougie comentou, levantando-se do lugar para procurar melhor a tal comissária de bordo.
‘Ela estava aqui faz cinco minutos!’ disse Danny desapontado.
‘Ela deve aparecer antes de descermos’ falou Tom.
‘E... Mas vocês não acham que o Harry já devia ter voltado?’ Dougie perguntou.
‘Ei, dudes, será que ele caiu do avião?’ supôs Danny, já se desesperando.
‘Lógico!’ Tom gritou ironicamente. ‘Por que não pensamos nisso antes?’
‘ Ele deve tá pegando alguém!’ Dougie disse com cara de óbvio.
‘Uma teoria bem melhor que a do dude aqui!’ disse Tom, dando uns tapinhas no ombro de Danny.
‘Vamos procurar... ’ Danny falou, ignorando Tom.
Os meninos levantaram e foram para parte traseira do avião, onde encontraram a cabine do banheiro trancada e barulho de alguma coisa se chocando entre as paredes do local.
‘Já o encontramos!’ disse Tom rindo.
Mas Dougie fazia cara de menino mal e disse:
‘Vamos abrir?’
Na mesma hora, a cara sonsa de Danny se transformou em uma cara maligna, a mesma que Dougie fazia.
‘Caras, a responsabilidade vai ser toda de vocês, façam o que quiserem!’ Tom avisou, afastando-se da porta e indo encostar-se à parede do avião para assistir tudo de camarote.
E assim, Danny começou a contar:
‘No três! Um... Dois... e... TRÊS!’
Tanto Danny quanto Dougie chutaram a porta, que rapidamente se abriu.
Lá dentro, encontrava-se um Harry ofegante e uma mulher ruiva que aparentava ter uns vinte anos, que também estava muito ofegante e com o rosto bastante corado. Ao perceber a mulher, Danny gritou:
‘É a aeromoça!’
Danny não precisou terminar a frase pra Tom e Dougie caírem na gargalhada. A aeromoça se recompôs rapidamente e saiu da cabine, lançando um olhar fulminante para Harry e os outros garotos e foi embora.
‘Qual é a graça?’ Harry perguntou zangado.
‘Você tá pegando a aeromoça que o Danny tava secando!’ disse Dougie.
‘Ei, dude, o menino estava apaixonado... ’ Tom brincou e, no mesmo momento, todos estavam gargalhando.
‘Harry, você é muito egoísta!’ Danny falou, tentando fazer cara de ofendido, mas sem conseguir parar de rir.
Os quatro voltaram aos seus lugares e ficaram comentando e rindo do acontecido, enquanto Danny e Harry fingiam uma briga. Quando os garotos estavam descendo do avião, encontraram a aeromoça ruiva na escada. Os quatro sorriram para ela, enquanto ela tentava ignorá-los. Eles saíram do aeroporto e foram pegar um táxi.
‘BEM VINDOS À NOVA ZELÂNDIA!’ disse simpaticamente o motorista e começou a dirigir, levando-s para casa de praia que pertencia ao pai do Danny.
Viagem, doce viagem. (Capítulo 3)
Nos outros dias, as meninas ficaram arrumando as malas, comprando novas roupas e se despedindo da galera, até que chegou o grande dia.
As meninas acordaram às cinco da manhã. Bom, pelo menos, estavam se mexendo, embora , e tivessem que gritar constantemente com , para que ela não fosse nem para perto do sofá. Depois do sacrifício para elas descerem da cobertura com todas aquelas malas e entrarem no táxi, seguiram para o aeroporto.
‘Gente, me espere! Eu tenho que pagar o táxi!’ disse.
‘Por que a gente veio tão cedo mesmo?’ perguntou.
‘Porque nós precisamos despachar nossas malas!’ respondeu.
‘ E são oito!’ enfatizou.
‘E não se esqueçam que, na volta, vão ser mais! Com todas aquelas coisas lindas que vamos comprar lá!’ disse com os olhinhos brilhando; era a mais consumista das quatro e adorava esbanjar o dinheiro de seus ricos pais.
‘DROGA! Já vi que terei que acordar mais cedo ainda quando a gente for voltar!’ gritou em português, o que fez as pessoas em volta se virarem; costumava trocar os idiomas quando estava com sono.
‘Ok, é isso mesmo, , mas vamos logo porque não vamos ter acordado cedo em vão!’ falou, empurrando as garotas.
A viagem foi longa e as meninas aproveitaram para pensar sobre o que fariam na Nova Zelândia, quantas coisas comprariam e descansaram. Essa última parte achou mais agradável.
‘Enfim chegamos!’ falou aliviada, quando estavam no aeroporto da Nova Zelândia.
‘Vamos pegar nossas malas para irmos logo pra casa de praia dos pais da !’ disse empolgada.
‘Vocês vão amar a casa!’ comentou.
As meninas pegaram suas malas e foram para o táxi mais próximo.
Chegando em casa, elas não paravam de comentar sobre o trajeto até a casa e como tudo era tão lindo. Foi no momento em que acharam seus quartos que ouviram uma grande gritaria vindo de seus vizinhos.
‘Oh, não... Saímos dos nerds sebosos pros surfistas barulhentos!’ disse aos berros.
‘É mesmo, !’ concordou aos gritos.
Enfim, o barulho acabou e as meninas aproveitaram para admirar a paisagem.
‘Eu não imaginava que era tão lindo assim aqui!’ disse, observando tudo.
‘ Verdade!’ falou, analisando cada detalhe da casa; era linda mesmo!
tinha ido para o primeiro andar com para arrumar logo as coisas no quarto. Não ficaram observando a casa; porque ela já havia ido lá muitas vezes e porque era uma insensível que não se prendia a detalhes.
‘CARACAAAAAAAAAAAS!’ Foi o grito que três das quatro meninas ouviram.
, que estava no último quarto, foi correndo para o ultimo quarto do corredor, em que ficaria. Mas ao chegar lá, não encontrou ninguém.
‘MEU DEUS! SEQUESTRARAM A MINHA AMIGA! E VÃO MATÁ-LA! AAAH, LOGO NA MINHA CASA! AAAH, E MEUS PAIS SERÃO PROCESSADOS!’
estava viajando em seus delírios desagradáveis. Havia ficado cega de repente, e suas pernas estavam agindo sem controle do seu cérebro, nem percebendo o que estava diante de seus lindos e verdes olhos...
‘Meu Deus, ela realmente precisa parar de fazer essas coisas!’ disse indo junto a para o lado de , que estava na janela, um pouco fora do campo de visão de .
‘! Calma, olha, foi mal... Eu só gritei porque vi aquilo!’ disse calmamente, enquanto ia encontrar e lhe levava junto às outras e, por fim, apontando para a janela.
‘Oh, desculpe, não faz isso de novo... Você gritou porque... ’ falou e olhou para a janela, dando, em seguida, um grito: ‘CAAARAAAACAAAS!’
‘Ah, os surfistas barulhentos! Ah... Ah... ’ gritou.
‘Ok, organizadamente, se arrumem’ ia falando calmamente e, por fim, gritou: ‘ VAMOS DESCER!’
O que as meninas tinham visto era “os surfistas barulhentos” e elas realmente os acharam paisagens naturais! E como as quatro eram muito bonitas e tinham um charme muito sedutor, resolveram ir ao encontro dos garotos. Não para falar com eles, teriam bastante tempo para isso, mas sim para passar por eles e os verem melhor de perto. Elas foram se “arrumar”, o que elas acharam rápido, mas demorou mais de meia hora.
‘E aí? Prontas?’ perguntou, depois que as meninas já estavam em frente à porta.
‘Nasci pronta!’ respondeu, abrindo a porta.
As quatro percorreram o quintal e seguiram para frente da casa ao lado. As meninas iam se aproximando e chegando cada vez mais perto. Os meninos vinham correndo da porta para o portão; eles estavam um tanto quanto ofegantes e olhavam aquelas garotas como se fossem pedras preciosas, sem imaginar o que ocorreria naquelas férias. Elas estavam certas, eles realmente eram lindos. Cada um com seu charme formavam o quarteto perfeito.
A aposta, as pancadas e o encontro. (Capítulo 4)
‘Uh, meu querido Judd, o garanhão pegador de Londres, o que pretende fazer pra alegrar a Nova Zelândia?’ Danny perguntou, após eles terem “arrumado” as roupas, se é que se pode chamar jogar tudo dentro da gaveta de arrumar.
‘Ah! Minha mente brilhante estava pensando... ’ interrompeu Dougie.
‘Cala a boca, Poynter! Estou falando com o garanhão, não com o pega-baranga da turma’ Jones disse, colocando a mão aberta na cara do nosso amigo anão.
‘Bom, eu estava pensando em uma competição!’ Judd respondeu.
‘Oh! Competição? Como assim?’ Foi a vez de Tom perguntar.
‘Vamos fazer assim: vamos apostar quem vai ser o primeiro a pegar uma menina da Nova Zelândia!’ Harry respondeu.
‘Tô dentro!’ Dougie gritou.
‘Alguém aí chamou o bracinhos-de-três-centímetros pra conversa?’ Tom perguntou.
‘Então tá tudo ok, combinado!’
Os meninos não eram nada organizados (n/a: NOVIDADE!), então nada de almoçar em casa, senão, no fim das férias, não haveria mais uma casa em pé! Saíram para almoçar em uma lanchonete, a qual era a única que o Dougie-anão-frescurento, como o nosso amigo gostoso Fletcher o nomeou (n/a: adivinha quem tá escrevendo? Se disse a Fletcher acertou! :D), aceitou.
‘Eu quero um X-burguer e uma Coca-Cola. ’Danny disse à balconista.
‘Eu quero um X-bacon e uma soda!’ Tom pediu.
‘Um X-tudo e uma Coca!’ Harry falou.
‘Bom, eu quero um X-bacon sem cebola, sem tomate, sem alface, sem queijo e sem bacon, e uma Coca gelada, mas sem gelo!’ Foi a vez de Dougie.
‘Ah, Pai! O cara quer um X-bacon sem bacon!’ Harry gritou, e todos na lanchonete os olharam.
‘Ah, é que o hambúrguer do X-bacon é mais gostoso!’ Dougie se defendeu.
‘Licença, será que a senhorita poderia me informar uma coisa?’ Tom perguntou educadamente a balconista e, logo após ela fazer um sinal simpático com a cabeça, ele continuou. ‘Os hambúrgueres tem diferença um pro outro, em diferentes sanduíches?’
‘Não, senhor Fletcher!’ a balconista respondeu com um sorriso bobo na cara.
‘Dougie, porra, como tu é tão inteligente?!’ Danny perguntou.
‘Pow, o cara quer um X-bacon sem bacon e um refrigerante gelado sem gelo. Além de burro, é fresco!’ Harry gritou de novo.
Depois de toda a algazarra que eles e suas fãs fizeram na lanchonete, eles foram para casa e lá se arrumaram para o que o Judd nomeou de “largada da pegação”, ou seja, a balada que eles iriam.
‘Uau, olha a beca do Poynter!’ Tom falou assim que eles entraram no carro.
‘É mesmo ele tá afim de ganhar a aposta, mas... COITADO!’ Harry disse debochadamente.
‘Ok, ok. Podem parar, vocês vão calar a boca quando eu realmente ganhar a aposta’ Dougie retrucou.
Depois disso, eles foram o caminho todo zoando a cara do Dougie, que ficou irritado; o nosso Poynter se irrita fácil, gente! Principalmente quando Jones, Judd e Fletcher se juntam para arriar com a cara dele.
Quando chegaram à casa de shows, várias fãs os importunaram (lê-se: agarraram), o que os deixou um pouco furiosos; eles não imaginavam serem tão famosos na Nova Zelândia.
‘Eu disse pra irmos ao Hawai!’ Tom disse depois deles fugirem das fãs e chegarem a uma parte menos movimentada da boate.
‘Realmente, Tom, nunca mais nos deixe ouvir o anão-de-jardim’ Danny respondeu.
‘Ah, calem a boca e olhem aquilo ali...’ Dougie disse, apontando para uma menina muito bonita.
Ela era loira, olhos azuis, vestida muito bem e com um lindo sorriso no rosto, mas nada disso chamava mais atenção do que o cinturão que ela carregava. Mas nem deu tempo dos meninos falarem algo. Na hora que viram, o nosso amigo Poynter já estava em frente à mulher!
‘Você é tão... tão... gostosa!’ Dougie disse, percorrendo o corpo da mulher com os olhos e dando ênfase na última palavra.
Em menos de três segundos, o punho da menina já tinha se encaixado perfeitamente no olho dele. Foi aí que os outros três saíram correndo em socorro ao seu amigo.
‘Hey, Poynter. Tudo bom com você?’ Danny perguntou.
‘Ah! Claro que ele está bem, acabou de ser nocauteado, só faltava um X-bacon sem bacon para tornar o dia dele melhor!’ Harry disse debochadamente.
‘Oh, cara! Quer que eu traga o X-bacon?’ Danny perguntou a Dougie.
‘Danny, meu querido Jones, o Judd aqui tava zoando com a sua cara, se liga!’ Tom falou, dando um pedala nele.
‘Ei, mas quem disse que eu não quero meu X-bacon?’ Dougie disse, levantando-se.
‘Cara, como você faz isso? Cantar logo a campeã de luta livre da Nova Zelândia!’ Harry perguntou a Dougie, ajudando-o a se levantar e se dirigindo a porta de saída da boate.
‘Como eu poderia saber se ela era a campeã? Eu nem sabia que ela lutava!’
‘Oh, idiota! Até o cego-tapado do Jones viu o cinturão que ela usava! E estava enormemente escrito: “campeã de luta livre da Nova Zelândia!”’ Tom disse, já chegando ao estacionamento.
Assim que acharam o carro, Danny e Harry ajudaram Dougie a subir e se acomodar, enquanto Tom iria dirigir. Quando chagaram em casa, foram obrigados a passar dois dias trancados, até que o olho roxo do Poynter sarasse, pois o Fletch os matariam caso visse que um dos jornalistas conseguiu tirar fotos de um dos seus “astros” com um hematoma no rosto.
Depois do “castigo” de dois dias os meninos, enfim saíram de casa e foram à praia. Era uma segunda de manhã, então não estava lotada. Os meninos curtiram um pouco, deram alguns autógrafos e voltaram para casa. Chegando lá, ouviram uma enorme gritaria na casa ao lado.
‘AH NÃO! Já não basta nossas vizinhas histéricas de Londres!’ Harry disse, entrando em casa.
‘Ah! Pelo menos, são mulheres. Vou dar um jeito de descobrir se elas são tão gostosas quanto escandalosas!’ Dougie falou, dirigindo-se ao seu quarto.
Foi até sua bolsa e lá pegou seu binóculo, foi para a janela e tentou observar a janela vizinha. Teve uma boa visão, o seu quarto era janela com janela com uma menina que ele achou muito ‘gostosa’ e de amigas super jeitosinhas. Ele ficou observando por um tempo, até que Danny, Harry e Tom perceberam o que ele estava fazendo e tomaram-lhe o binóculo. Foi uma grande confusão, até notarem o bater das portas e viram que elas se dirigiam à praia. Eles saíram correndo, indo em direção a porta, abrindo-a, fechando-a e indo em direção ao portão. A cada passo, eles sentiam o coração bater forte. Dougie estava errado, elas não eram tão gostosas quanto históricas, elas eram realmente muito mais gostosas do que se poderia imaginar. Elas viam suas direções sem nem poder imaginar o que seriam daquelas férias, o tanto que se envolveriam com os meninos.
Nenhuma imaginação. (Capítulo 5)
Os meninos conseguiram chegar ao portão entes delas. Esperaram elas se aproximarem e foi aí que seus olhares se cruzaram. Nenhum dos oito tinha, um dia, imaginado que aquilo poderia ser sentido...
n/a Jones: Hey gente, foi mal pela demora da atualização, acho que eu é que atrasei para digitar mais por causa do meu PC que tava com problema, mas aqui estão os novos capítulos, continuem comentando ok's? Como prometido sobre o querido Poynter, essa foi a vez dele neh, ainda acho que pegamos leve com ele. O próximo será o nosso querido Tom. Beijos gente e não se esqueçam de conferir os próximos capítulos.
n/a Poynter: olá pessoas *-* . sério, antes que queiram me bater, perdoem pela demora pra att ok? Desculpem, mas como toda legítima Jones a nossa querida amiga fez o favor de não sei como quebrar o próprio pc ¬¬ , enfim, estamos aqui agradecendo a vocês por comentarem, sério, comentários incentivam a nossa criatividade –q, enfim, valeu mesmo ta?
Continuem lendo os capítulos onde o querido mono-cova se dará mal (666' HIUSAHISAUHSA, até a próxima :D
n/a Fletcher: Heloo pessoas, primeiramente agradecer pra pessoinhas que comentaram, eu amo volsês, sério *--*, bom, desculpe ae pela demora, sei como é horrivel esperar :(, a culpa tbm foi minha, mas foi mais da jones mesmo :D, oks, vamos lá... espero que volsês estejam gostando, eu estou amando escrever, e bem, já temos o final pronto, mas o meio ainda tah em desenvolvimento, e por favor, nao nos matem se volsê demorar pra pegar seu favorito, sua hora vai shegar *--*. eu escrevi as partes que denigrem o dougie, e eu amei fazer isso com o anãozinho :D sei que a poynter vai se vingar na proxima vez, mas tudo bem, eu nao vou deishar elas fazerem nada com o nosso fletcher, oks? Não nos matem por parar em uma parte não tão legal de se parar, mas confiram os proximos capitulos que volsês vão amar <3, beijones geeeeeeente, e comentem *--*
n/a Judd: bom, volsês já sabem que nao tem judd escrevendo, mas a gente nao esquece do judd gostosão não, pode ficar tranquila :D