Por um Momento
By Babi, Gabi, Manu, Naka e Paulinha

 

desceu as escadas, correndo, com a bolsa na mão.

‘Onde eu coloquei minha fita do George Michael?’ ela gritou. apareceu na sala rindo.

‘Foi aquela remendada que vôou no lixo semana passada?’

‘O QUÊ?’ olhou pra ela assustada ‘Você não está falando sério...’

‘E eu sei lá de fita de George Michael...’ deu de ombros ‘Onde você vai?’

‘Estou atrasada... vou perder a primeira aula do curso’ começou a procurar a fita pelas gavetas da cozinha.

‘Você acha mesmo que a fita pode estar aqui?’ riu abrindo a geladeira ‘Já procurou no fusca?’

‘Não... vou olhar no caminho...’ pegou a bolsa novamente ‘Não liga pro meu celular se precisar de mim, ele quebrou ontem a noite e eu vou levar pra consertar mais tarde... liga lá pro curso’

‘Eu não...’ riu pegando um pedaço de bolo ‘Não esquece de pôr gasolina... essa droga de carro me deixou na rua semana passada’

‘Não fale mal do meu carro, abriu a porta ‘Até mais tarde’

‘Até...’

 

tentou abrir a porta do carro, mas parecia estar emperrada. Porque diabos não levava aquilo pro conserto? Chutou a parte de baixo e a porta se abriu. Ela sorriu satisfeita, jogou a bolsa no banco de trás e entrou, abrindo primeiro o porta luvas atrás da fita.

‘Ufa...’ pegou a fita nas mãos sorrindo ‘Ahh droga’ reclamou quando viu que estava desenrolada. Abriu a bolsa correndo e pegou uma caneta bic. Nota mental, gravar uma segunda cópia daquela fita.

Depois de enrolada, enfiou no painel e ligou a música.

Hey this won't take much time, we won't touch, we'll just wait for signs and nothing was further from my mind... Than this moment with you’ (Hey, isso não vai tomar muito tempo, nós não vamos nos tocar, nós iremos apenas esperar por sinais e nada foi planejado pela minha mente... então, esse momento com você)

Ela estava cantando animada, tentando ligar o carro. Essa droga não pegava de jeito nenhum quando ela precisava. Depois de algumas tentativas, finalmente saiu da garagem. Nota mental, trocar de carro.

Mas gostava de seu fusca rosa. Não que ligasse pra marca ou qualquer coisa assim. Ela queria apenas se movimentar e, enquanto esse a levasse onde queria, não precisava de outro. E afinal, tinha seu George Michael pra se distrair.

 

Batucando no volante ela estranhou as ruas vazias, mas mesmo assim parou em um sinal. O carro desligou e ela voltou a tentar fazê-lo pegar.

‘Vamos... vamos...’ murmurava pra si mesma. Ouviu um barulho que estava aumentando aos poucos. Olhou pros lados e não viu nada na rua. Mas tinha a impressão de que estava ouvindo alguém gritando e sua fita nem era nenhum show ao vivo.

De repente, ela não sabe da onde, um garoto bateu em seu vidro. Estava apavorado. E ela então realizou de onde vinha o barulho. Milhares de garotas pareciam estar prestes a virar a rua pra alcançá-lo.

Ela mal acreditou quando viu que ele abriu a porta de seu carro e entrou no banco do carona. Quem pensava que era? Só porque era bonito e parecia jurado de morte pela expressão em seu rosto, ele tinha o direito de invadir sua propriedade?

‘Hey!’ ela disse grosseiramente, soltando o volante.

‘Liga essa droga de carro!’ ele disse respirando fundo. Olhava pros lados apavorado e ela sentiu uma certa simpatia por isso.

‘Se eu conseguisse...’ ela falou tentando ligar o carro novamente. Milagrosamente, ele pegou ‘Ah claro, obrigada’ disse sozinha rindo. O rapaz se encolheu no banco.

‘Corre!’ quase gritou. Ela, no susto, pisou no acelerador e o carro deu um solavanco antes de virar a esquina à toda velocidade.

 

‘Porque diabos você está virando aqui?’ ele perguntou ainda olhando pros lados. A garota olhou pra ele.

‘Quem é você?’ perguntou. Ele riu.

, prazer’

‘Sinceramente, não foi tanto prazer assim... olha, eu...’ ela começou a dizer e viu ele arregalar os olhos.

‘Não volta pra lá agora, por favor... continua por onde você quiser mesmo’ o garoto falou. riu.

‘Quem é você?’ perguntou novamente.

‘Eu já disse quem sou eu. Quem é você?’

...’ ela falou dando de ombros. Ele franziu a testa.

‘Quem é esse?’ perguntou ouvindo a música.

‘George’ falou sorrindo satisfeita ‘Como você não sabe quem é George?’ olhou pra ele. O garoto deu de ombros.

‘Vou perguntar pros meus pais quando chegar em casa’ ele riu e ela apertou os olhos.

‘Você entra no meu carro sem motivo e ainda fala mal do George?’ olhou pra ele. Ele riu.

‘Juro que não foi sem motivo! Você viu aquela multidão?’

‘O que você fez? Assaltou algum fan clube?’ ela riu. Ele negou.

‘Se eu tivesse assaltado, não estava no prejuízo...’ sorriu. Ela virou uma esquina sem perceber ‘Eu... hm...’ ele pensou antes de dizer ‘Eram amigas da minha irmã’

‘Ahn?’ olhou pra ele ‘O que você fez pra elas?’

‘Não sei...’ ele deu de ombros e ela balançou a cabeça.

‘Ok, não quero nem saber porque você vai descer do carro logo logo e eu não preciso te conhecer’

‘Você é uma pessoa bem educada’

‘E você é um mal agradecido’ aumentou o volume da música ‘But if you'd only told me baby I would have made some other plans’ (Mas se você tivesse me contado, baby, eu teria feito outros planos) começou a cantar.

‘Que música horrivel’ falou colocando os pés pra cima do painel. olhou de cara feia, mas não disse nada. Encarou a rua e diminuiu a velocidade ‘Que foi? Alguma garota na rua?’ ele olhou apavorado.

‘Você é gay?’ ela perguntou e ele arregalou os olhos.

‘Deus, não!’ disse rindo.

‘Hm’ ela olhou pra ele curiosa ‘Eu não sei onde estou’

‘Como assim?’ ele sentou direito e olhou pros lados ‘Onde estamos?’

‘Não sei!’ ela disse andando devagar e tentando identificar as ruas. Pareciam becos ‘Ai céus, eu tenho hora...’

‘Eu também’ ele disse nervoso ‘Tenta aquela rua’

‘Certo’ ela disse ‘, não é?’ ele concordou ‘Não bota a porcaria dos pés no painel’

‘Ok, desculpa’ ele riu. A garota entrou na rua que ele disse e sentiu o carro dar solavancos.

‘Ah não’ ela disse olhando pro painel à sua frente. arregalou os olhos.

‘Que foi? Alguma garota?’

‘Não... ficamos sem gasolina’ disse. Ele riu.

‘Está de brincadeira’

‘Eu tenho cara de quem estou brincando?’ ela olhou pra ele assim que o carro parou diante de um prédio em construção, no fim de uma rua ‘Eu tenho cara de que pararia aqui com alguém que não conheço, DE BRINCADEIRA?’

‘Não’ ele disse sinceramente. Ela olhou pra frente e bateu no volante.

‘Droga de carro’ ela falou e respirou fundo ‘Vamos, Elton’

‘Não falei com você...’ olhou pra ele. franziu a testa vendo ela passar a mão no painel ‘Vamos, meu bem...’

‘Cruzes’ ele sorriu. Não queria discutir com ela. Apesar de bonita, parecia meio fora do normal.

‘Invés de ficar reclamando, porque não arruma como sairmos daqui?’

‘Eu não faço questão de sair daqui’ ele deu de ombros encostando-se no banco. Ela olhou feio pra ele.

‘E a droga do celular está quebrado’ pegou sua bolsa no banco de trás, encostando em no trajeto. Ele ficou encarando a garota.

‘Alguma coisa funciona aqui?’ ele olhou ‘Fora o rádio’

ignorou e abriu a bolsa. Olhou pra ele.

‘Você tem celular?’ perguntou. Teria que ligar pra alguma ajuda.

‘Tenho’ ele pegou o aparelho no bolso ‘Mas parece que não temos sinal’ ele riu. pegou o celular da mão dele.

‘Deixa eu tentar lá de fora’ e se virou para abrir a porta. Sem sucesso porque parecia emperrada.

‘O que houve?’ ele perguntou vendo que ela forçava a porta.

‘A droga não quer abrir...’ disse parecendo desesperada. Olhou pra ele ‘Com licença’ e passou por cima dele, tentando forçar a porta do outro lado. respirou fundo quando sentiu o corpo da garota em cima do seu. Ela parecia não ligar pra isso.

‘Err’ ele murmurou. A garota se mexia sentada em seu colo e ele riu ‘Quer alguma ajuda?’

‘Bom, acho que não tem muito o que fazer’ falou respirando fundo e olhando pra ele. Os dois ficaram muito perto um do outro e ele sorriu. Ela riu também ‘Merda de dia’

‘O que vamos fazer agora?’ ele riu engraçadamente. Ela apoiou as mãos nas pernas dele pra voltar pro seu lugar.

‘Eu não sei...’ disse.

‘Ok, eu tenho uma idéia’ olhou pra ela. A menina parou o seu trajeto e o encarou. Os olhos dele estavam brilhando e ela riu. Estava com os dois braços apoiados nas pernas dele. Reparou que pareciam um pouco íntimos demais pra alguém que ela acabara de conhecer.

‘E qual é sua idéia, gênio?’

‘Obrigada pela ironia...’ ele sorriu segurando os braços dela. A garota se desequilibrou e sentiu os joelhos vacilarem. As pernas dela estavam entre as do rapaz e o resto do corpo, agora, todo sendo segurado pelas mãos dele.

...’ ela disse vacilante. Ele puxou os braços da garota pra trás de seu pescoço. Ela sentiu o estômago revirar.

‘If i'd only seen it sooner but what a way with your hands you had I wanted that moment with you’ (Se pelo menos tivesse visto isso mais cedo mas que jeito com suas mãos você tem, eu queria aquele momento com você)

A menina tentou recuar mas não conseguiu. Estava hipnotizada pelo olhar dele. Não queria saber quem ele era. O que isso importava agora?

‘Sabe de uma coisa?’ ele sussurrou sentindo um frio na espinha. Ela negou sem dizer nada. Os narizes estavam próximos e eles se entreolhavam sem ter nenhuma reação ‘A gente não precisa sair daqui’

‘Hm’ ela disse sem entender o que ele falara. Só prestava atenção pra boca dele que agora esboçava um sorriso maroto.

‘I know that its wrong but "if you need me, i'm here", turns me on... I can't help thinking its a miracle you're here, I can't help thinking its a miracle’ (Eu sei que isso é errado mas ‘se você precisar de mim, estou aqui’, me excita... eu não consigo parar de pensar que é um milagre você estar aqui, eu não consigo parar de pensar que é um milagre’)

tirou os olhos dela pra mirar o painel. Sorriu.

‘Esse ainda é o George?’ perguntou. Ela concordou. segurou a garota pela nuca e levantou uma das pernas, fazendo-a cair mais sobre seu corpo. Com o pé livre, chutou o painel tentando fazer a música parar.

‘Você sempre pode apertar o stop’ ela disse. Ele sorriu.

‘Nesse carro, nunca se sabe’ falou. Ela riu e, levantando a perna, chutou o painel também. A música parou e ela sentiu a perna dele cruzar a sua e, com um movimento rápido, o banco virou pra trás, deitando os dois e fazendo com que ela caísse por cima dele ‘Agora eu sei a utilidade da alavanca aqui do lado’ ele disse.

‘Podia ter perguntado’ ela sussurrou e ele negou.

‘Não teria sido tão bom...’ falou e ela sentiu as bochechas arderem. Respirou fundo e fez menção de levantar, mas foi trazida de volta por ele, que, num movimento rápido, encostou a boca na dela.

Com as mãos, apertou a garota contra seu corpo e ela se deixou levar pelo beijo. A intensidade foi aumentando de acordo com a temperatura dali de dentro. As janelas estavam fechadas e os dois respiravam fundo.

colocou suas mãos nos cabelos dele e deixou que ele viajasse no corpo dela. pôs as mãos nas costas dela, por baixo da blusa e sentiu que a garota estava suando. Sorriu e ela riu também.

Ela apoiou as mãos no banco pelos lados do corpo dele, e deixou espaço pra que o garoto tirasse a blusa. Estava realmente muito quente, mas isso parecia apenas mais parte do contexto do que um problema.

Ela encarou o peito nu do menino e riu. segurou ela pelo cabelo e trouxe sua boca na dele novamente, intensificando o beijo.

segurou o cós da calça dele e deixou que o rapaz tirasse sua blusa. Ele fez uma cara sexy ao encará-la de sutiã. Ela sorriu e, sutilmente começou a beijar o pescoço do garoto sentindo ele gemer com o toque dos corpos.

De repente, a puxou pelo cabelo e virou-a no banco, deitando-se sobre ela. Colocou as mãos nas pernas dela, fazendo com que os corpos se encaixassem e ele pudesse ter mais controle da situação. Sentiu ela tremer com o toque dele.

Olhando nos olhos de , ele sutilmente abriu o zíper de seu jeans e fez com que ficasse em seus joelhos. Ela mordeu seus lábios e sorriu quando sentiu as mãos dele no zíper do seu próprio jeans.

 

‘Posso colocar o pé no painel?’ ele perguntou respirando fundo. Ela riu.

‘Você já está com o pé no painel’ disse. Ele olhou pros pés e gargalhou.

‘Oh céus, olhe os vidros’ apontou. Os dois se entreolharam e riram.

, será que você pode... chegar pro lado...?’ ela disse se mexendo pra tentar sair debaixo dele. O garoto riu e tentou mover as pernas, chutando o painel.

‘You know that i'm strong and i've no reason to fear, am i wrong? I can't help thinking it's a miracle you're here I can't help thinking it's a miracle’ (Você sabe que eu sou forte e eu não tenho razão pra sentir medo, estou errado? Eu não consigo parar de pensar que é um milagre você estar aqui, eu não consigo parar de pensar que é um milagre)

Os dois riram ouvindo a música.

‘E temos o George novamente’ sentou, com dificuldade, no banco do motorista. puxou a alavanca e seu banco voltou ao normal.

Começou a recolocar a roupa, vendo ele fazer o mesmo.

‘O que você tinha pra fazer hoje?’ ela perguntou. Ele deu de ombros.

‘Nada de importante na verdade... alguns amigos estavam me esperando...’

‘Menos ferrado que eu’ ela falou balançando a cabeça ‘Ainda precisamos sair daqui’

‘Ou não’ ele sorriu malicioso e ela franziu a testa ‘Ok, brincadeira... o que você faz da vida?’

‘Porque quer saber?’ perguntou. Ele deu de ombros.

‘Curiosidade de saber quem é a garota que salvou meu dia’ ele riu.

‘Bom’ ela disse envergonhada ‘Eu estou estudando pra ser alguém na vida ainda’

‘Assim como eu’ ele mentiu. Ela sorriu.

‘Espero que daqui a cinco anos eu seja esse alguém ou estarei verdadeiramente ferrada’ colocou os pés no painel.

‘Tira os pés do Elton’ ele disse e ela riu.

‘Que intimidade’ os dois riram e ele arqueou a sobrancelha.

‘Acho que você só aceitou essa situação comigo porque achou que eu era gay correndo daquelas garotas... pelo jeito você é fissurada’

‘Ei! Eu não sou doente assim...’ riu ‘E porque eu seria fissurada por gays?’ franziu a testa. Ele balançou a cabeça.

‘Eu não sou gay’

‘Eu não disse que era’ e ela riu maliciosamente ‘É?’

‘Não!’ disse o garoto rindo.

‘Que bom...’ sorriu ‘Mas não pretende ser?’

‘Não!’ ele falou como se fosse óbvio ‘Eu não te provei o bastante?’ sorriu e ela gargalhou.

‘Talvez não o suficiente’ e se aproximou dele. Os lábios se encostaram quando ouviram uma batida no vidro. Se assustaram.

‘Ei! Está tudo bem?’ viram um guarda olhar pra dentro do carro. Os dois riram.

‘Não’ sorriu pra ela e depois pro guarda ‘Tem como o senhor abrir a porta pra gente?’

 

You can't keep holding it in when it's something good. Get up, get up’ (Você não pode continuar guardando isso quando é tão bom. Levante-se)

Os dois riram, já do lado de fora do carro, ouvindo o rádio ainda ligado. Ela pediu licença e se ajoelhou no banco procurando o botão pra desligar. Chega de George.

And who can you trust? Dealing out justice with a minimum of fuss. Who baby. Dealing out justice...’ (E em quem você pode confiar? Negociando justiça com o mínimo de barulho. Em quem babe? Negociando justiça...)

Apertou o botão de stop algumas vezes mas não parecia adiantar. Viu a porta do carona ser aberta e se ajoelhar ao lado dela.

‘Precisa de alguma ajuda?’

‘Não’ ela sentou e chutou o painel ouvindo a música desligar. Ele riu.

‘O guarda chamou um táxi que está vindo me buscar’

‘Certo’ sorriu ‘Vou com ele até um posto de qualquer forma’

‘Ok’ falou e sentiu a inquietação na voz dele ‘Prazer te conhecer’

‘Literalmente’ ela disse e os dois riram. Ficaram em silêncio.

‘Quando eu tiver dinheiro eu te compro um carro novo’ falou e ela sorriu.

‘Eu gosto do Eltinho!’ disse ‘Mas feito. Acho que eu vou estar precisando’ e riu. Pegou um papel no porta luvas e a caneta bic na bolsa, anotando o telefone dela. Entregou pro rapaz, que sorriu.

‘Ótimo’ ele murmurou.

‘Mas só me liga quando tiver meu carro’ ela falou e os dois riram. Foram ao encontro do policial.

Viram o táxi de se aproximando. Ele, gentilmente, encostou os lábios no dela.

‘Até mais então’

‘Até’ o viu se afastar olhando pro papel em suas mãos. Sorriu e sentiu o guarda cutucar seu ombro. Seguiu com ele até o posto, pensando em tudo que acontecera.

Sorriu sozinha e imaginou que um dia eles fossem voltar a se ver. Ela olhou pro relógio e o guarda a encarou.

‘Atrasada pra algo?’

‘Meu curso!’ disse passando as mãos pelos cabelos. O guarda franziu a testa.

‘Mas hoje é feriado’ ele disse. parou pra pensar e riu. Isso explicava muita coisa.

 

entrou no estúdio e encarou , que estava com as mãos na cintura.

‘Por onde esteve?’ perguntou. riu.

‘Algumas fans me perseguiram mas eu... fugi’ disse. deu de ombros se dando por convencido e voltaram pra perto de e .

Quando estava voltando pra casa, cantarolou alguma coisa e sorriu sozinho. Não acreditava que podia estar cantando George Michael naquela altura do campeonato. Passou por uma vitrine de uma loja de cd e sorriu. Pegou o telefone em seu bolso e pensou no que tinha acontecido.

Quem sabe não iria demorar pros dois se verem novamente?

 

 

 

 

 

 

 

FIM

 

 

 

 

 

 

 

 

Agradecimento das escritoras: Primeiramente ao George Michael porque sem ele a história não seria musicada e não teríamos como colocar gays no meio. Obrigada também ao Elton John por gentilmente emprestar seu nome ao fusca; à Manu que está babando ao nosso lado (não, ela está apenas dormindo); ao Mark Feehily que nos manteve acordada até agora (não, ele não teve nada a ver com os gays mencionados); aos vídeos e DVDs que vimos hoje – fontes eternas de inspiração e ao James Cameron por ter feito de Titanic um marco nas cenas de janelas de carro embaçadas.

Ps: Se você tiver menos de 18 anos feche a janela e esqueça tudo o que leu.

Espero que tenham 18 quando a continuação sair.

Se é que vai sair porque isso acontecerá somente quando as cinco escritoras se encontrarem novamente.

Ps2: nomes alternativos pra fic: ‘Eltinho frenético’, ‘Eltinho rosa choque’, ‘Se meu Fusca Falasse’, ‘Se Eltinho falasse’, ‘Meu querido George’, ‘Momentos à dois com George Michael’, ‘Momentos à dois com George e ’, ‘Momentos à dois com Eltinho e George’, ‘Momentos com , e George. E Eltinho’ e ‘Adote um fusca. Dê carona. Seja feliz’ 

Ps3: fic em tempo real. Volte daqui a cinco anos.

Ps4: Nunca ouvimos essa música. Esperamos que não seja ruim.

 

 

Cheers. o/

 

Manu, Gabi, Babi, Naka e Paulinha