
Escrita por Evelyn.
Capítulo 1 – A Chegada
estava chegando no aeroporto de Guarulhos, e resolveu ligar para a pessoa mais 'importante' da sua vida, avisando que estaria dentro de algumas horas em Londres.
- Alô? – disse .
- ? – disse , afinal podia ser outro .
- Quem fala? – disse e o reconheceu pela lerdeza.
- COMO ASSIM QUEM FALA? , VOCÊ SE ESQUECEU DE MIM? – gritou querendo rir muito.
Depois de alguns segundos de silêncio responde:
- É aquela loira peituda gostosa que eu peguei na festa do James? – disse receoso – Olha, eu falei pra você que eu não queria nada sério, agora larga do meu pé.
não agüentou e começou a rir.
- É eu sou loira, ! Vai nessa!! E se você lembra a gente foi pra cama ontem. – disse sarcasticamente não conseguindo parar de rir.
- É você, Louise? – perguntou cada vez mais assustado.
- Não, idiota! Sabe, uma menina linda, maravilhosa, que ficou longe de você por mais de dois meses no Brasil! – ela falara pausadamente para seu irmão entender tudo o que ela falou.
- Luísa??? – disse , até que ele se lembra – , é você???
- Não. É a loira dos peitos grandes.
- Eu não falei pra você largar do meu pé?
- PARA DE SER LERDO, ! SOU EU, SUA QUERIDA IRMÃ, LEMBROU?
- Ai, também não precisa gritar eu não demorei tanto tempo pra lembrar!
- Não, imagina – fazia caras e bocas enquanto falava no telefone, e quase todo mundo estava olhando pra ela – Ok, esqueça, aliás, , vou desligar, meu vôo é daqui a pouco e como ele atrasou, vou ao James deixar minhas coisas lá porque é mais perto da casa da . E eu tenho que chegar cedo na festa dela pra ajudar, e ele já sabe que eu vou pra lá primeiro, depois levo tudo pra casa, ok?
- Ok! Beijos! Te amo e saudades, viu?
- Também estou com saudades! – desligou e foi em direção ao seu destino: Londres.
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Em Londres...
entrou correndo na casa de Bourne e apenas foi falando:
- Oi, James! Não fala nada, tenho que ir pra festa da . Você vai, né? Lógico que sim, senão te mato! Vou deixar minhas coisas aqui, não tem como ir pra casa agora. Já estou pronta, faço a maquiagem lá mesmo e depois te dou seu presente e a gente tem que conversar sobre uma festa que o mocinho deu sem me falar. Muito bonito, hein, senhor James? Bom, estou indo. Até mais tarde, te vejo lá, ok? Amo você, gambá. TCHAU!!
arrumou tudo na casa do James e foi para a casa da . James a olhou com cara de paisagem e apenas disse:
- Tchau!
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Na festa da ...
Havia três meninos sentados em uma mesa, até que um começou a apontar e falar sobre cada menina:
- Feia demais, gorda demais, magra demais, alta demais, baixa demais, gostosa e loira. Licença, rapazes. Aquela me chama. – disse piscando para e .
- Ele nunca vai tomar jeito - estava indignado com a atitude de .
- Pode ter certeza que não – falou que começou a rir da cara que fazia olhando beijar a menina que ele chamou de gostosa.
- Como ele consegue? Ela é hot, mas é fútil, se duvidar só passa de ano pela beleza. –disse inconformado.
- Sei lá cara, mas que é hot é. Sorte do , dude. Sorte dele. E quer saber, eu vou beber até cair pra esquecer tudo o que o faz. –disse voltando a beber a primeira coisa que veio a sua frente.
- Dude, isso é água!
- Jura? – fez cara de bobo, até que pensou e falou - E daí? Tava com sede mesmo!
tentou disfarçar, mas não conseguiu e
começou a gargalhar.
- Só você, cara... – olhou sério pra , mas na mesma hora começou a rir.
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- !!!!!! – Disse uma totalmente atrapalhada indo abraçar sua amiga – Parabéns pra você! Nessa data querida, muitas felicidades, muitos beijos e namorados.
- Isso não rimou, dona . – falou sarcástica.
- E quem disse que era pra rimar, amor? – conseguia ser mais sarcástica que ela.
- Vem. Vamos nos trocar. Já chegou um povinho desocupado na festa. – disse isso e foi na direção de seu quarto.
- Beleza, dona . – piscou para a amiga e a seguiu.
Quando voltaram foram direto para a festa e viu que realmente já tinha um povinho desocupado ali.
- ! Que venham rapazes bonitos além daqueles seis ali, porque eu me vesti bem hoje pra lembrar o James que eu existo – Disse uma totalmente incorfomada.
- Calma, gatinha. Pelo menos podemos dizer que estamos lindas! – Disse sorridente.
E elas realmente estavam lindas. usava um vestido tomara-que-caia azul, uma sandália prata que combinava com seus brincos e o seu colar que realçava toda sua beleza, afinal a festa de aniversário era dela, ela tinha que brilhar mais que os outros. estava com uma mini-saia preta e uma blusa vermelha e um scarpin preto.
- Vem, vamos observar o povo! – começou a olhar todos os meninos - Feio demais, gordo demais, magro demais, alto demais, baixo demais, gostoso, licença gatinha aquele gostoso me chama.
- Aproveita, anjinho! – gritou, o que fez todo mundo olhar pra ela. Assim abaixou a cabeça e começou a bater os pés na cadeira no ritmo da música.
'Baby this a new age, you like my new craze
Let's get together maybe we can start a new phase
The smokes got the club all hazy, spotlights don't do you justice baby
Why don't you come over here, you got me saying
Aayooh
I'm tired of using technology, why don't you sit down on top of me
Aayooh
I'm tired of using technology, I need you right in front of me
Ooh, she wants it, uh uh, she wants it
Ooh, she wants it, uh uh (soo), I got to give it to her
Ooh, she wants it, uh uh, she wants it
Ooh, she wants it, uh uh (soo), I got to give it to her
[Timbaland]
Your hips, your thighs, you got me hypnotized, let me tell you
Your hips, your thighs, you got me hypnotized, let me tell you
Your hips, your thighs, you got me hypnotized, let me tell you
Your hips, your thighs, you got me hypnotized, let me tell you...'
Tudo bem sua amiga amava essas músicas, mas ela ainda não sabia dançar. Como sua amiga do Brasil falava: 'Você ainda tá em processo de aprendizado'. riu com essa lembrança.
Flashback
- Vai, , não rebola. Finge que é homem e dança! – ria com o que falava.
- Firmeza, cara. – não agüentou e começou a rir, todo mundo na praia pensava que ela era louca – Eu vou com o som do 50-cent: 'I take you to the candy shop, I'll let you lick the lollypop, Go 'head girl, don't you stop, Keep going 'til you hit the spot woah'.
- , você não tem 'lollypop'! – ria.
- Você falou pra eu fingir ser homem, então eu tenho um lollypop. – riu maliciosa.
- Caralho, , finge que é um homem de verdade.!
olha pro lado e assovia para um cara e sorri.
- , , não tem jeito você sempre será uma branquela... – deu um pedala em .
- Como se você fosse negra, ... – disse tocando na pele de .
- Mas minha alma é negra, ok?
- Ok. Mas você nunca vai aprender a rebolar melhor que eu agora, babe. Porque você é brasileira e não sabe rebolar. – mostrou a língua para .
- Às vezes eu acho que você nasceu aqui.
- Eu também! – foi na direção do mar enquanto ficou na areia rindo igual uma louca.
Fim do Flashback
- Quer saber, vou trocar de música e relaxar um pouco dançando – sorriu e foi em direção ao rádio.
e viram a morena de mini-saia que foi em direção a caixa de som.
- Cara, aquela ali é mais hot do que a que o está quase comendo – disse de boca aberta.
- Pois é, mais eu nunca a vi, dude. Nunca.
- E é difícil ser amigo da . Porque ela sabe dividir amizade de popularidade.
- Dude, a é foda. – piscou pra e ouviu que a menina tinha trocado de música. Os dois olharam para a pista.
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pensava: “Que música eu coloco, como é aquela que eu gosto, Don't stop... Don't Stop The Music!! Isso!!” (n/a: eu tenho momentos Rihanna na minha vida) pediu para o DJ trocar a música e foi para a pista de dança, sentindo olhares em cima de si.
'Please don't stop the music
Please don't stop the music
Please don't stop the music
Please don't stop the music'
(Por favor, não pare a música
Por favor, não pare a música
Por favor, não pare a música
Por favor, não pare a música)
- James, James... Chegue logo que eu quero que você me veja de outra forma... – terminou de falar e a música começou.
foi até o meio da pista e começo a dançar com o ritmo da música sem saber que alguém a olhava.
- , ela dança muito bem! – disse apontando para , apenas olhou sem falar nada – ! Acorda, vai lá falar com ela.
- Não, vou ficar aqui olhando por enquanto – falou olhando (leia-se secando) .
olhou para o lado e viu . Nunca tinha o visto com , ela não pensava em mais ninguém desde que virou amiga de James e meio que se apaixonou por ele. Mesmo gostando de James, não se importava nem um pouco de pensar em ficar com . Ela não agüentava mais, virou para o outro lado senão pularia no colo dele.
It's gettin late
(Está ficando tarde)
I'm making my way over to my favorite place
(Eu estou indo para o meu lugar preferido)
I gotta get my body moving shake the stress away
(Eu tenho que mexer meu corpo, afastar o estresse)
I wasn't looking for nobody when you looked my way
(Eu não estava procurando por ninguém quando você olhou pra mim)
Possible candidate (yeah)
(Possível candidato... Yeah)
Who knew
(Quem saberia...)
That you'd be up in here lookin' like you do
(...que você estaria aqui me olhando do jeito que olha?)
You're makin' stayin' over here impossible
(Você está tornando impossível ficar aqui)
Baby I must say your aura is incredible
(Baby, eu devo dizer que sua aura é incrível)
If you don't have to go don't
(Se você não tem que ir, não vá!)
viu o poder que tinha sobre ela e sabia que ela também exercia um grande poder sobre ele.
- Agora eu vou, ... – disse .
- Esse é meu garoto – disse indo para a mesa de comes e bebes.
chegou perto de e sussurrou no seu ouvido - Posso ficar?
sorriu e o olhou de cima a baixo.
- Não precisa perguntar, só se você não quiser ficar com uma louca como eu do seu lado. – riu.
- Tudo bem, eu agüento. – piscou e voltou a dançar.
Do you know what you started
(Você tem noção do que você começou?)
I just came here to party
(Eu só vim aqui para festejar)
But now we're rockin on the dancefloor
(Mas agora nós estamos agitando na pista de dança)
Acting naughty
(Agindo indecentemente)
Your hands around my waist
(Suas mãos em volta da minha cintura).
Just let the music play
(Apenas deixe a música tocar)
We're hand in hand
(Nós estamos de mãos dadas)
Chest to chest
(Frente a frente)
And now we're face to face
(E agora estamos cara-a-cara)
começou a dançar no ritmo da música e acompanhou. Ela não sabia o que fazia, nunca tinha dançado sensualmente, principalmente na frente de um... HOMEM. Sempre dançava assim zoando com as amigas, mas nada desse tipo.
- Você quer me deixar louco? – perguntou .
- Pode ser – sorriu.
segurou na cintura de e começou a dançar com ela, ele não percebeu, mas se arrepiou com o toque do garoto.
- Você é amiga da ? – perguntou .
- Vamos dizer que sou uma das melhores amigas dela – piscou e riu.
- Convencida! Mas, eu nunca te vi na escola, como você é amiga dela?
- A gente se conhece desde os quatro anos, mas minha mãe fez questão de me separar dela e então me colocou em outra escola. Eu não sei bem porquê, já que esse ano eu vou pra lá, porque meu irmão tá péssimo nas aulas e blá,blá,blá – riu e voltou a dançar.
olhava nos olhos de e tentava ao máximo não beijar a garota por impulso. Não paravam de se olhar e toda hora tentava acreditar que era efeito da música.
I wanna take you away
(Eu quero te levar embora)
Let's escape into the music, DJ let it play
(Vamos escapar na música, DJ, deixe tocar)
I just can't refuse it
(Eu não posso recusar)
Like the way you do this
(Do jeito que você faz isso)
Keep on rockin' to it
(Continue agitando)
Please don't stop the, please don't stop the, please don't stop the music
(Por favor, não pare a... Por favor, não pare a... Por favor, não pare a música)
não sabia mais o que fazia, não agia nem pelo coração e nem pela mente, apenas pelo corpo e o desejo. Queria muito deixar louco. Os dois dançavam em sintonia, era como se ninguém estivesse lá, somente os dois e a música.
não ia agüentar, estava perto demais, estava a seduzindo sabia disso, ela tentava se mostrar forte, mas não ia conseguir.
- É efeito da música. Apenas a música, ... – ela dizia pra si mesmo.
- Falou algo? – sussurrou .
- Não, nada. Continue dançando – sorriu.
Baby are you ready cause it's gettin close
(Baby, você está pronto? Porque está se aproximando)
Don't you feel the passion ready to explode?
(Você não sente a paixão prestes a explodir?)
What goes on between us no-one has to know
(O que acontece entre nós ninguém precisa saber)
This is a private show
(Esse é um show privado, oh!)
voltou a se aproximar de e olhou nos olhos dela, como se estivesse pedindo permissão. sabia o que ia acontecer, queria e também não queria, pois não o conhecia direito, nem sabia seu nome, mas quem precisava saber, afinal, eles não iam se ver mais. Ou iam? sorriu.
- Não vai se arrepender, desconhecido? – perguntou divertida.
- Nem um pouco, desconhecida. – entrou no jogo dela – Só se você...
- Shhh... Se deixe levar pela música – disse selando os lábios do garoto.
Ficaram lá por alguns segundos, que para eles pareciam horas, se abraçaram, não se importavam com nada e com ninguém, naquele momento era apenas os dois. Separaram-se e sorriram.
- Bom, prazer, . – sorriu .
- Eu sou... – ia revelar seu nome, mas lembrou que tinha que falar com – Ah!!! Eu esqueci de falar uma coisa pra ! Me desculpa, eu tenho que ir.
- Mas, e seu nome? – disse inconformado.
- LOGO, LOGO VOCÊ VAI DESCOBRIR! – gritou já bem longe de .
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saiu da pista de dança meio desligado e foi até .
- Oi, garanhão, eu vi que você ficou com ela. – sorriu malicioso.
- É, eu sei. – não parava de pensar no beijo.
- Então, qual é o nome dela? Vão se ver de novo? – perguntou enfiando toda comida que via pela frente na boca.
- , não fala de boca cheia! – reclamou .
- Ok ,mas não fuja do assunto. – sorriu.
- Maionese, . – apontava pra boca de .
- Ah sim – limpava a maionese com a camiseta.
- Agora tá na camiseta. – riu da cara de .
- Ô, porra – limpou a camiseta – mas vocês vão se ver de novo?
- A gente vai se ver de novo, mas eu não sei o nome dela. – disse inconformado.
- Relaxa, dude. Se for pra ser, será! – Disse pegando mais comida.
- Você é muito guloso! - foi até a mesa onde estavam e foi atrás.
- E VOCÊ SÓ SABE RECLAMAR! – gritou para um totalmente desligado.
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estava indo a direção de que estava se pegando com um loiro que provavelmente nem sabia o nome. Isso fez com que lembrasse de . Não queria que terminasse daquele jeito, queria conhecê-lo, afinal ele podia fazê-la esquecer o James. Antes de chegar perto da amiga viu seu irmão chegando e saiu em disparada atrás dele.
- ! – o abraçou muito forte.
- ! – a girou no ar – Que saudade, pequena!
- Muita! Dude, você tinha que ter ido comigo, o Brasil é muito bom! – sorria cada vez mais lembrando de tudo que passou no Brasil.
- É eu sei, mas pensa bem, da próxima vez, eu vou com os nossos pais pra Amsterdã, dude, Amsterdã! – os olhos de brilhavam.
- Dude! Lá não tem nada demais, pelo menos pra mim. – rira.
- Pra mim tem. – Disse malicioso.
- Safado! – deu um pedala nele.
- Vamos! Eu quero te apresentar meus amigos, eles já devem ter chegado! – sorriu ao ver a cara da irmã de 'ganhei na loteria' – Isso, fique feliz, eu finalmente vou realizar seu desejo, você irá conhecer meus amigos.
sorriu, mas lembrou que tinha que falar com a .
- Espera um minuto só, vou falar com a . – disse saindo.
- Ok, mas eu já vou lá na mesa deles, depois me procura.
- TUDO BEM! – gritou já longe.
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estava perto de , e ninguém ia a atrapalhar agora.
- , pára de engolir o cara e vem aqui! – disse cutucando o ombro de .
- Hã? – disse parando de beijar o garoto.
- Eu disse VEM AQUI! – aumentava o tom de voz.
- Ai! Já ouvi! – falou como se tivesse acabado de acordar – Já volto, Fred. – saiu e bateu na bunda do garoto.
- Ok, , chega de putaria e me escuta. – parou de falar, respirou e continuou – A disse que vai demorar pra vim pra sua casa porque ela tem que ir buscar o povo que não sabe vim pra cá, tudo bem?
- Tudo! Era só isso?
- Era! Vai volta pra lá anjinho, aproveita, tchau, tchau – mandou um beijinho e saiu.
- Pode ter certeza... – sussurrou , voltando para o lugar onde estava com Fred, sorriu e saiu correndo até a mesa onde estava.
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chegou na mesa dos seus amigos e gritou:
- Fala, dudes!!!
- E aí? Demorou, hein?? O que você estava fazendo? – disse malicioso.
- Você esqueceu a nossa conversa no telefone? Só de lembrar já me dá arrepios. – disse fingindo ter um acesso de arrepios.
Todos começaram a rir e chegou, sem a loira, na mesa.
- Fala, ! – disse sentando do lado do .
- Então, já que todos estão aqui eu tenho que apresentar uma pessoa a vocês... – levantou e sorriu – Faz tempo que ela quer conhecer vocês, mas eu nunca deixei.
Nessa hora chega e abraça .
- Bem essa é minha irmã.
Quando termina de falar, e levantaram a cabeça e cuspiram toda a cerveja que estavam bebendo.
- Puta que pariu, . Você viu?
- Vi sim. Olha aquele ursinho carinhoso! Eu quero ele, vou roubar da .
- OLHA PRA FRENTE, JUMENTO!
viu que era não sabia onde enfiar a cabeça. Tentou ao máximo parecer normal.
- Bom, , esses são, , e... – ia terminar de falar, mas ela o interrompeu sem perceber.
- . – sorriu.
- Vocês se conhecem? Da onde? – viu que falou de mais, olhou pra que olhou pra , que olhou pro ursinho carinhoso de pelúcia que ganhara de presente e sussurrou:
- Ele não quer ajudar vocês.
deu um pedala em e falou ao mesmo tempo em que falou:
- Na pista...
- Na mesa de comidas.
- Peraí, vocês se conhecem aonde? – perguntou confuso.
- Na pista de comidas – disse incerta do que acabara de falar.
- Pista de comidas? – perguntaram todos, até o .
- É, antes da festa começar a tinha feito uma pista de comida, pra todo mundo se jogar. – disse jurando que se ele não acreditasse ela ia se enterrar ali mesmo.
- E porque você não me chamou? – perguntou , abriu um sorriso e pensou: “marcar no diário: é fácil de ser enganado."
- Porque você ia comer tudo! – sorriu e sentou-se à mesa – E o James, não vai vir?
- Acho que não! – respondeu .
- Epa! Que história é essa, o James, o Gambá, conhece ela e a gente não? Pensei que você era nosso amigo – disse um totalmente inconformado.
- Não! É que meio que foi por acaso o encontro deles...
Flashback
e brincavam no quarto dela de desafio ou desafio, até que ouvem a campainha.
- Ok! Antes de você ir atender a porta, Srta., eu tenho um desafio.
- Fale, Sr. – sorriu.
- Você vai ter que atender a porta com a sua blusinha do pijama e calcinha das meninas super poderosas – riu.
- TÁ LOUCO? E SE FOR O CARA DA PIZZA QUE A GENTE PEDIU?
- Com medo, maninha? – odiava quando ele falava assim com ela.
- Nem um pouco – tirou a saia, já que nem tinha tirado a blusa do pijama e desceu em direção a porta, mas quando ela atendeu em vez de ver o cara da pizza viu um rapaz da sua idade a olhando de cima a baixo. Quando percebeu que não era o cara da pizza, ela fez a única coisa que poderia fazer naquela hora, gritou.
- , SEU VAGABUNDO, VOCÊ SABIA QUE ERA UM AMIGO SEU! DESCI AQUI AGORA, PORQUE EU VOU TE MATAR! AH SE VOU!! EU VOU FAZER VOCÊ VIRAR UMA BARBIE MALIBU! – olhou pra porta e viu o garoto assustado – Ah! Me desculpe, eu sou , irmã do peste que fez eu descer assim, e entre eu não vou te matar, nem te comer. – riu e foi em direção ao seu quarto, para matar o seu querido irmão.
Fim do Flashback
Todos gargalhavam, enquanto ficava igual um pimentão.
- Ótimo, ! Você contou isso pra eles vou contar algo sobre você também. – sorriu maldosa.
O que? – estava com medo.
- Bem... – sentou em cima da mesa para que todos a vissem – Sabe a vez que o ensaiou com vocês com um rosa?
Nessa hora sabia o que ela ia contar. Não era possível, ela ia fazer isso com ele.
- Lembro sim o que aconteceu?
- Tudo começou assim...
Flashback
- , eu vou conhecer seus amigos hoje. Eles vão vir aqui, e você não vai me trancar no meu quarto como se eu fosse uma garotinha!
- Eu vou sim e você fique quieta, senão sofrerá conseqüências.
ia na direção de para bater nele, mas ele foi mais rápido saiu do quarto e a trancou lá, começo a gritar igual uma louca.
- ERA UMA VEZ UM GATINHO PEQUENINO... , ABRA ESSA PORTA! EU TÔ FICANDO ESTRESSADA COM VOCÊ! EU ROUBAREI OS SEUS CD’S DO BLINK, EU JOGAREI SUAS COISAS FORA SE VOCÊ NÃO ABRIR A PORRA DA PORTA. EU VOU CONTAR PRA NOSSA MÃE, E VOCÊ VAI SE FERRAR MULEQUE.
Pausa no Flashback
- Então você não era uma garotinha de três anos que o tinha que cuidar?
- VOCÊ FALOU ISSO PARA ELES? – começou a gargalhar e quase caiu da mesa.
- Falei, claro! Você parecia uma retardada!
- Ok, mas continuando...
Continuação do Flashback
começou a falar sozinha:
- Ah! Mas ele vai ver, ele vai pagar caro.
pegou seu copo da Marie e colocou na porta ouvindo a conversa deles.
- 'Bora pra cozinha comer algo? – disse .
- Você só sabe comer, dude. Mas vamos porque eu também estou com fome. – falou jogando sua blusa no sofá.
- Beleza!! – gritou correndo pra cozinha.
Ela ouviu passos até a cozinha e resolveu pular a janela.
Pausa no Flashback
- Você pulou aquela janela? A do seu quarto? Você podia morrer! Quebrar o braço e a nossa mãe não ia gostar nada! – disse espantado.
- Claro! Eu precisava me vingar – sorriu e continuou a falar, enquanto todos bebiam e prestavam atenção.
Continuação do Flashback
Ela entrou na garagem, pegou o de e trocou pelo seu rosa. Pegou a chave entrou no quarto e se trancou. Ficou perto da porta até que ouviu um grito.
- CARALHO! Eu mato aquela pirralha, cadê o meu ? O que esse rosa tá fazendo aqui?
pára pra pensar e lembra que sua irmã tem um rosa.
- Dudes! Eu não vou tocar num pub com um rosa! – disse receoso.
- Ah, vai sim! Combina com seus olhos, mona. – disse sarcástico imitando uma bicha.
- E com o seu corpo, tigrão! – disse sorrindo, entrando na brincadeira do .
saiu batendo o pé, com o rosa, enquanto ria maleficamente no seu quarto.
Fim do Flashback
Todos na mesa riam sem parar, até que tentando parar de rir para respirar pergunta:
- E ele demorou pra achar?
- Aham – disse sorrindo.
- E onde estava? – perguntou curioso.
- Na casinha do cachorro. – respondeu .
- Nossa, ! Beleza, você é burro, mas nem tanto. Como você demorou tanto pra achar?
- É porque tava na casinha do cachorro do vizinho, e era um rottweiler. – disse tentando se salvar.
- Mas, ! Era o Baby! – disse com dificuldade para parar de rir.
- Baby? Aquele é o Demo! – disse .
Todos voltaram a rir, até que estava muito vermelho.
Todos conversavam animadamente, até que sente que alguém a segura pela cintura.
- Agora você pode falar, pequena? – virou o rosto e se deparou com James, seu coração parou.
- GAMBÁ! É CLARO QUE EU POSSO! – Ela sem pensar o abraçou.
- Ih! Olha lá a e o Bourne, sei não hein... – disse malicioso.
- Pára, ! – se afastou do James e tacou um canudo em .
olhou pra trás e vê um povo e duas pessoas conhecidas entrando e dá um berro.
- Caralho, quer me deixar surda? – diz .
- ! !!! MINHAS PEQUENAS – sai correndo sem se importar com o que seu irmão disse.
e ouvem uma voz de longe e quando lha pro lado vêem uma louca correndo em direção a elas.
- ! – grita .
- !
- ! – grita .
- ! – elas se abraçam e dá uma voltinha nas duas – Olha, tão lindas, hein! Coelhinha, você vai me empresta essa sua blusa roxa um dia, eu amo roxo!
- Pode deixar, gatinha. – sorri .
- Ainda bem que vocês chegaram. A gente tem que fazer a surpresa antes do parabéns. – disse .
- E que horas que é o parabéns? – pergunta .
olha no relógio e grita.
- Faltam três minutos.
- CORRE! – grita e as três saem em disparada pro palco.
agarra o microfone e fala:
- Boa noite, meus queridos telespectadores, estamos aqui para... – antes dela terminar a frase , lhe dá um pedala e pega o microfone.
- Não reparem, ela não pensa. Brincadeira ... – pisca pra e continua – Bom, estamos aqui para falar de uma pessoa muito tosca que faz aniversário hoje.
- MAIS ALGUÉM FAZ ANIVERSÁRIO HOJE? – gritou um cara bêbado.
- CALA A BOCA E ESCUTA! – grita .
-Bom, continuando, estamos falando da nossa anjinha ! – termina de falar e procura com os olhos, até que a acha com o mesmo garoto do começo da festa.
respira e grita:
- EU FALEI QUE VOCÊ É UM ANJO, NÃO QUEIRA QUE SEU APELIDO INVERTA E VENHA PRA CÁ AGORA. – terminando de dizer isso ela gritou no microfone - AH!!!!
- TÔ INDO!! – subiu nervosa – O que você quer?
- PARABÉNS AMIGA! – abraça , e e fazem o mesmo.
- AH! É SÓ ISSO? – disse rindo.
- Não, tem isso também! – terminou de falar e apareceu um telão atrás delas, todos começaram a ver o que passava.
apareceu sorrindo no vídeo:
- Oi, eu sou a !! – acenou e deu um enorme sorriso no vídeo e riu.
- EI, SAI DAÍ! – pulou em cima de , gargalhava.
- O vídeo já começou? – Passa uma menina de baby doll e com pipoca na mão, no palco ficava cada vez mais vermelha.
As duas começam a rir e apontam pra câmera, olha pra cama e vê a luz vermelha piscando, quando percebe que está filmando, sai correndo.
senta no sofá, e senta do seu lado e grita:
- COELHINHA, VEM LOGO, A ANJINHA JÁ DEVE ESTAR IMPACIENTE.
- ELA TAMBÉM VAI VIR FAZER O VIDEO PRA ELA?
- CLARO! PORQUE ELA TAMBÉM QUER FAZER UMA SURPESA PRA ELA...
- É pra outra ?
- CALA A BOCA E VEM LOGO!
- AI, CHEGUEI!!
sentou do lado de , uma olhou pra cara da outra e começaram a rir, até que resolve falar:
- Bom eu vim aqui...
e começam a tossir escandalosamente...
- Nós viemos aqui para falar sobre a nossa covinha preferida, a !! (n/a:
Desculpa, mas a Aninha tem covinha e eu tinha que colocar).
- Bom, eu conheço ela faz pouco tempo, mas já é muito importante pra mim, porque ela sempre me ajudou, tanto nas aulas como nos problemas amorosos. Ela sempre me abraçava e me consolava quando eu ficava triste, e eu sei que você fazia o mesmo com a e a .
- É, mas eu te conheço há mais tempo e não foram elas que viram você descolorindo o cabelo da Barbie pra ver se ela ficava mais loira, nem que passou chapinha na minha querida Barbie e derreteu o cabelo dela na chapinha, e elas também não tomaram a bronca que a gente tomou. E não foram elas que foram com você na casa do vizinho pra pedir açúcar de toalha enrolada no corpo com 5 anos de idade pra ver se acontecia a mesma reação que acontecia nos filmes, e.... – ia continuar, mas foi interrompida pela .
- Chega né, gatinha? Bom, não importa se a gente se conhece há anos, ou acabamos de se conhecer, mas saiba , que mesmo com os seus defeitinhos, amor, a gente não te trocaria por nada, nossa amizade é mais importante que tudo, mesmo se você tentasse pegar o meu namorado, por mais que a gente brigasse você sempre estaria no meu coração, pequena grande amiga...
contou até três e elas gritaram:
- AMAMOS VOCÊ, ANJINHO!
Todos aplaudiram, e estava quase chorando, a mesma não pensara duas vezes e abraçou suas amigas.
- Também amo vocês, suas loucas!
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A festa estava ótima, todos se divertiam com as músicas animadas, até que toca uma música lenta. , , e estavam em uma mesa, rindo, até que três caras aparecerem e chamarem , e para dançar.
- Não, eu não vou. Desculpe, não vou deixar minha amiga sozinha. – disse para o rapaz.
- Não, , pode ir, eu estou bem aqui. – sorriu, retribuiu o sorriso e foi dançar com o rapaz.
ficou brincando com a taça, enquanto via suas amigas se divertindo.
- Por que eu tenho que ficar sempre sozinha, porque o... – ia terminar de falar, mas sentiu uma mão em seu ombro.
- Falando sozinha? – Ela arrepiou, conhecia essa voz, olhou para trás e sorriu.
- Aham. Com a taça, por que? – riu e James a olhou, fazendo-a ficar vermelha.
- Porque eu queria saber se a senhorita queria dançar comigo, ou prefere ficar conversando com a taça?
- Bem, até que a taça é uma companhia agradável, sabe? – riu com a cara de confuso que James fez – Eu tô brincando, bobo, vamos.
Ela puxou o garoto pro meio da pista, e o mesmo colocou a mão na cintura de e começou a dançar no ritmo da música.
Eles estavam muito próximos, até que James olha pra ela e a beija. Para era um sonho que se realizava, mas para um certo alguém em uma mesa não tão longe dali era uma espécie de pesadelo, do tipo que que você não consegue sair.
- , aquela não é a , a irmã do ? – perguntou .
- É, . – disse sem tirar os olhos do casal.
- Não é ela que ficou com vo... – ia terminar a frase, mas o olhou e apenas afirmou com a cabeça.
- Então o que ela ta fazendo com o... – foi cortado de novo, mas dessa vez pelo .
- JAMES!! O QUE ELE PENSA QUE TA FAZENDO COM MINHA IRMÃ? ELA AINDA É UMA...
- Criança? Não , ela não é uma criança... – disse , saindo do local.
- O que deu nele? – perguntou , apenas fez cara de: "não sei", e saiu atrás de .
ficou olhando sua irmã se divertindo, então não pensou duas vezes e foi se divertir com uma garota que passou perto dele.
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cortou o beijo e sorriu para ele. James a olhou e passou a mão nos cabelos dela, o que a fez fechar os olhos.
- Um passarinho me contou que você gostava de mim – James riu quando viu a cara de assustada que fez.
- QUEM CONTOU? –gritou para James.
- Ei, calma! Foi a . Mas pense bem, eu também sentia algo por você, então, ela foi como um cupido certo?? – começou a rir, e ele a olhou.
- Mesmo assim eu vou matá-la. É injustiça ela falar dos meus sentimentos sem eu saber. – fingiu estar nervosa.
- Ela estava com aquele cara, o Fred, e estava meio bêbada. Então eu perguntei de você e ela falou "Ah! A ela deve tá esperando você, aquela menina é apaixonada por ti, bobinho" – James ria, enquanto ficava cada vez mais nervosa.
- Eu vou matá-la agora! – ia sair, mas James a segurou pela cintura.
- Não acha melhor a gente aproveitar? – sorriu e selou os lábios do garoto.
Ficaram lá se beijando até que chega por trás de e grita, a assustando.
- LOUCA! VOCÊ CONTOU PRA ELE.
- Pelo menos vocês estão juntos agora.
- VALEU ANJINHO.
- NADA SRTA.EUAMOGRITARNOOUVIDODOSOUTROS – As duas começaram a rir.
- Bom, vamos cantar parabéns pra – gritou o mesmo bêbado lá do palco.
- Por que você tem um palco aqui? – perguntou James que estava abraçando por trás.
- Porque eu já tive uma banda. Aliás, não tive , tentei, lembra, )? – sorriu.
- É, Match Point (n/a: Lembra Ana?). Mas nem deu certo, e eu desisti na hora, porque eu não tinha ânimo.
- Preguiçosa – James sussurrou no ouvido de , o que fez a garota estremecer.
- É, e muito. – riu – Agora vamos cantar parabéns para mim.
- Ei, , cadê o ? – perguntou notando a ausência do garoto.
- Foi embora. O disse que ele tava mal e preferiu voltar pra casa.
- Ah sim.... – sorriu, mas estava preocupada com o garoto.
- Agora vamos – puxou os dois em direção do bolo.
Todos cantaram parabéns e a maioria depois de comer o bolo foi embora, assim só ficaram as garotas e James para ajudar.
- Ei, bebê, vai embora eu me viro com as garotas aqui! – James sorriu.
- Não, eu vou ajudar. Vocês precisam de um homem aqui certo?
Uma olhou para outra e responderam:
- Não!!
- Nossa, mas não importa, eu vou esperar a minha para irmos embora juntos.
- Nossa, MINHA . Já está se sentindo o dono da minha amiga! – abraçou e mostrou a língua pro James.
- É, a tem razão. Enquanto vocês estiveram só ficando ela é NOSSA! – também abraçou .
- É, to vendo que eu tenho uma barreira muito grande pra ultrapassar ainda. – Todos riram e voltaram a arrumar o lugar.
Quando terminaram, cada um foi pra sua casa, menos que tinha que buscar suas coisas na casa de James. Ao chegarem lá ela pegou sua mala, mas ele a abraçou pela cintura.
- Ei, por que você não fica aqui? – Perguntou James.
- Porque minha mãe vai ficar preocupada. – sorriu amarelo.
- Bem, é só você dizer que dormiu aqui em casa, tá com James, tá com Deus. – James fez pose de herói e riu.
- Tudo bem, mas só dessa vez. – deu um selinho no garoto e pegou seu pijama e sua necessaire e foi para o banheiro.
Depois de assistirem TV e ficarem conversando e se beijando até altas horas, cada um foi dormir no seu quarto.
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acordou com o toque da campainha, esperou mais um tempo para ver se os pais do James ou o próprio fossem ver quem era, mas ela lembrou que os pais dele estavam viajando e ele dormia igual uma pedra. Ela juntou forças e se levantou, mas se surpreendeu com quem ela viu na porta, ele pensou o mesmo.
Capítulo 2 – A nova escola
- O que você está fazendo aqui?
- Minhas coisas estavam aqui, então fiquei por aqui mesmo.
deu um sorriso amarelo enquanto olhava a garota de cima a baixo, e aquele short totalmente curto estava o deixando louco.
- Bem, eu vim falar com o James, pra ver se amanhã eu venho pegar ele pra ir pra escola, mas acho que ele já vai ter companhia... – sorriu e James apareceu na ponta da escada.
- Ei dude, pode vir sem problemas. Ela eu vejo na escola, certo? – James abraçou a garota por trás e deu um selinho nela.
- Certo! Bem, eu tenho que ir pra casa agora e falar pra minha mãe que uma certa pessoa não me deixou ir ontem. – ) sorriu e ia subindo, mas antes se manifestou.
- Eu tô indo pra casa agora, se você quiser eu te dou uma carona.
- Já que você insiste, eu quero sim. – ) riu – Valeu, .
- Às ordens, dona! – fingiu se curvar para , que subiu as escadas rindo deixando os dois rapazes na sala conversando – É cara, você se deu bem.
- Pois é. E eu gosto dela. – James sorriu.
- Ama? – perguntou.
- Não, mas sei que sinto algo muito forte por ela, sabe? – James disse enquanto via se tinha algo passando na TV.
- Ah sim, entendo. E ela? – estava cada vez mais curioso.
- Ela me ama. A me contou, sabe? – afirmou com a cabeça – Mas eu vou fazer o máximo pra retribuir o amor pra ela, porque ela é especial e importante pra mim.
- Que bom, dude. – viu descendo a escada e foi na sua direção pra pegar sua mala – Bem, amanhã então eu venho te dar carona, ok?
- Beleza! – James foi até e deu um selinho na garota – Tchau, pequena!
- Tchau, Jaiminho! – retribuiu o selinho e saiu em direção do carro de .
Eles entraram no carro e acenou para James quando já tinha dado a partida. Aquele dia estava realmente frio, e os cabelos de estavam totalmente bagunçados por causa do vento.
- Ah, um monstro! – fingiu estar assustado e apontava pra ela.
- Sem graça. – fez bico e tentava lutar contra o vento pra arrumar seu cabelo. riu e voltou a olhar apenas para frente, um silêncio tomou conta do lugar até que resolveu falar.
- Sabe, , sobre o que aconteceu ontem... – ia terminar de falar, mas ele a interrompeu.
- Relaxa, foi só um beijo certo? – afirmou de cabeça baixa – E agora você está com quem você ama, fique feliz, ok?
- Ok! – sorriu e o mandou parar o carro, ele obedeceu e estacionou.
- Sim, dona? – sorriu.
- Cheguei em casa! – riu da cara dele.
- Verdade! Esqueci como a casa do é perto da casa do James... – riu junto dela.
- Percebi. – sorriu e estendeu a mão para – Amigos?
- Amigos. – estendeu a sua mão e apertou a dela contra a sua.
- Ótimo! Até amanhã, . – deu um beijo na bochecha de , saiu do carro e pegou suas malas.
- ATÉ, ! – gritou para que ela ouvisse e deu a partida no carro para ir para casa.
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entrou em casa e viu sua mãe sentada no sofá.
- Mãe, eu dormi no James. Já estava tarde e minhas coisas estavam lá.
- Podia ter ligado pelo menos...
- Desculpa, mas eu tô inteira, certo? – brincou com sua mãe, mas depois de ver a cara da mesma parou na hora de rir.
- MAS VOCÊ SABE QUE EU FICO PREOCUPADA SRTA. ! – se assustou e abaixou a cabeça.
- Desculpa, mãe. – ia subindo, mas sua mãe a abraçou.
- Tô brincando, filha. Seu irmão contou que você tá namorando o James, ele é um bom garoto, a gente gosta dele. – A mãe apertava ela cada vez mais até que se afastou e conseguiu falar.
- Mãe, a gente não tá namorando, a gente só está ficando, entende? – riu quando viu a cara de felicidade da sua mãe.
- Entendo. Aproveita bastante. Ai como eu tenho saudades desse tempo, mas as coisas eram tão diferentes... – Quando a mãe olhou para de volta viu que ela já estava subindo as escadas.
- Mãe, fica aí sonhando que eu vou arrumar minhas coisas. Te amo. – sorriu e entrou no seu quarto.
- TAMBÉM TE AMO! – ouviu a mãe subir as escadas e bater na porta da frente – , ACORDA!
Seu irmão gritou assustado e ela começou a rir, era sempre assim, sentia falta da loucura que era na sua casa. Começou a arrumar suas coisas quando o seu celular tocou.
- Alô? – Disse .
- Olá, , aqui é da Credicard e... – viu que era a , mas do nada ela parou de falar.
- ? Alô? – tentara ouvir algo de novo.
- Oi, aqui é a . Desculpa a , é que ela não está bem. – riu enquanto gritava, até que ela resolve colocar no viva-voz.
- Meu Deus, o que vocês querem tão cedo? – perguntou assustada.
- Bem, a gente vai te buscar pra ir ao shopping e você vai contar como foi no Brasil.
- Ah sim, vamos, claro. Eu vou arrumar as coisas aqui e.. – foi cortada por um grito da .
- NADA DISSO, VOCÊ VAI TOMAR UM BANHO E SE TROCAR, EU TÔ SAINDO AGORA DAQUI – se assustou e disse.
- Sim, senhora. Quer dizer, não, senhora. – riu.
- POR QUE NÃO? – perguntou.
- Porque não tem como eu levar tudo que eu comprei lá pro shopping. E os presentes de vocês? – sorriu, pois sabia que suas amigas gostavam de receber presentes.
- Ah sim, entendemos! – disse , até que ninguém mais falou nada e se manifestou.
- VOCÊ DISSE PRESENTE?
- Aham – afastou o ouvido do celular, pois já sabia o que ia acontecer.
- AH! PRESENTES! PRESENTES! – gritavam as três, até que desligou sem elas perceberem.
- Ela desligou, aquela vaca. – disse indo pro banheiro.
- EI, EU VOU TOMAR BANHO PRIMEIRO PORQUE A CASA É MINHA! – gritou .
- Ai, então vai.
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estava tomando café e irritando quando a campainha tocou.
- ATENDE VOCÊ! –gritou subindo a escada pro quarto dele.
- AH, ATENDE AÍ, VAI! – pediu da ponta da escada com carinha de cachorro abandonado.
- Você não me ganha assim... – riu da cara da irmã e ia continuar seu caminho até que o segura pelo pulso.
- A está aí. – sorriu, sabia que seu irmão tinha uma queda pela sua amiga, mas nada além disso.
- AHH!! EU VOU – fingiu estar irritado, mas ele sorriu sem a irmã perceber.
- Se forem as meninas pede para elas irem pro meu quarto. – subiu as escadas, mas ficou sentada no último degrau pra ouvir o que iam falar.
atendeu a porta e viu batendo em .
- Posso ajudar? – Quando falou, ficou vermelha e então parou de bater na amiga.
- A gente veio falar com a . – viu que não ia conseguir falar, então se manifestou.
- Ah! Ela disse pra vocês irem pro meu quarto que ela tá esperando. – percebeu que errou a frase – Quer dizer, no quarto dela.
- Valeu, ! – deu um beijo na bochecha do garoto e rumou para a escada, onde viu se contorcendo de rir – Você tá bem?
- A... ... ficou vermelha.. o ... quarto dele – parou de rir, quando e chegaram na escada – Bem, vamos?
- Vamos – respondeu que não estava entendendo nada.
Entraram no quarto da garota e perceberam que estava cheio de coisa em cima da cama, ia ver o que tinha lá, mas gritou.
- Esperem. O que vocês querem primeiro? Saber como foi ou os presentes? – perguntou.
- Bem, eu queria os presentes, mas eu agüento... – sorriu e e concordaram com ela.
- Jura? – perguntou feliz.
- Juramos. – disse .
- Então eu vou dar os presentes primeiro. – sorriu e as outras três gritaram e abraçaram a amiga – Bem cada uma ganhou uma camiseta do Brasil, com a bandeira.
- Ae! – entregou a camiseta que dava pra amarrar dos lados para as três.
- Espera! Eu vou vestir – gritou , e e foram atrás dela pra vestir também.
Depois de um tempo, ouviu elas gritando dentro do banheiro felizes pela blusa e um tempo depois todas saíram de lá.
- Ei, assim não sobra homem pra mim! – disse fazendo suas amigas darem uma voltinha.
- Claro que sobra, gatinha, a gente faz um esforço. – disse e todas começaram a rir.
- Bem, por falar em gatos, eu conheci uns garotos lá, nossa! – sentou na cama e começou a contar sobre tudo que aconteceu, sobre a amiga que ela fez lá.
- Ih! Já trocou a gente por essa tal de – fez bico.
- Troquei nada! Vocês são as minhas melhores amigas, ok? – sorriu e abraçou – Montinho!!!
Todas pularam em cima da , depois de muita bagunça e de quase matar , continuou a dar os presentes.
- Bem, eu também trouxe um short pra cada uma. Pra ficar mais o estilo brasileiro com a blusa, e tem os presentes individuais. – foi e pegou três pacotes – Cada um tem o short e o outro presente, espero que gostem.
sorriu e entregou o pacote par cada uma, que nem fizeram questão de abrir com cuidado. tinha ganhado o short e um biquíni com as cores do Brasil, o short e a havaiana com strass que ela tinha pedido antes da viagem, e o short e a melissa que ela sempre quis, a Night Sky. Quando elas olharam pra , a abraçaram e começaram a pular, entendeu isso como um obrigado.
- Agora ouçam isso. É engraçado o modo que dançam. – foi até o aparelho de som e colocou um cd de funk.
- Como que dança, ? Você aprendeu? – perguntou curiosa.
- Espera, vou colocar a blusa do Brasil e o short. – foi até o banheiro e se trocou, então deu play no aparelho de novo – Presta atenção!!
começou a rebolar e descer até o chão, atrapalhada, mas conseguia disfarçar.
- Nossa, não é meio... vulgar? – perguntou assustada.
- Não é. Dependendo é, mas é só dançar com moderação. – riu e as outras começaram a te imitar.
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estava vendo TV, até que a campainha toca.
- , VAI ATENDER! – ele gritou em vão, pois o som estava alto, então ele mesmo foi até a porta, e viu que eram os seus amigos.
- Fala, dude – entrou cumprimentando o amigo e já foi na direção do sofá.
- Oi, . – cumprimentou e que também foram pro sofá – Ei, vocês vêm aqui por causa do meu sofá?
- Não, a gente vem por causa da comida da sua mãe, e por causa da TV, e por causa do sofá. – sorriu e voltou a ver o que passava na TV
- Engraçado, hein? – fingiu rir.
- Sua mãe está em casa, ? – perguntou .
- Não. Ela saiu com uma amiga dela. – disse olhando o recado na geladeira.
- Tem alguma coisa pra comer? – perguntou da sala.
- Se você tá com tanta fome vem pegar aqui – gritou da cozinha.
- Não, eu agüento mais um pouco. – sorriu.
- Ei, dude, eu tô com sede, pega água pra mim! – disse pra que ia voltar pra sala.
- Ai tá, bando de preguiçoso, vocês nem deviam vir aqui em casa. – pegou a água e voltou pra sala – Pega a sua água.
- Obrigado! – sorriu e começou a beber.
- ? E sua irmã? – Perguntou .
- Está lá em cima com as amigas dela. – disse pegando o controle da mão de .
- Bem, eu vou lá falar com ela já volto. – disse – Alguém quer ir comigo?
Quando ele disse isso, e o seguiram e acabou indo também pra não ficar na sala sozinho, quando chegavam perto ouviram uma música estranha tocando e decidiram abrir a porta...
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As garotas estavam dançando, e o som estava tão alto que não ouviram abrir a porta. Nessa hora, estava em cima da cama dançando funk e , e imitavam a dança de . Elas não perceberam que os garotos estavam na porta assistindo-as até que viu e gritou.
- O que foi, ? – gritou que viu os garotos, saltou da cama e desligou o som.
- Ah, , porque você des... – não conseguiu terminar de falar, ela olhou pros garotos e simplesmente puxou a que também viu os garotos e ficou assustada.
- Bem, entrem e sentem na cama. – eles apenas obedeceram a sem falar nada – Bem, o que vocês viram exatamente?
- Vocês dançando. – disse , e os quatro começaram a rir.
- Qual é a graça? – perguntou .
- Bem, nenhuma. É que vocês tinham que ver a cara de vocês quando viram a gente. – disse conseguindo parar de rir.
- Ei, não tem graça alguma! – disse estressada.
- Calma, pequena! A gente só tava brincando – disse levantando e indo na direção de .
- Bem, já foi né? A gente não pode fazer nada. – sorriu – Pelo menos a gente sabe dançar, agora vocês...
- Então a gente não sabe dançar? – perguntou , indo agora na direção da .
- Não, só se vocês faziam aulas de dança escondido dos amigos, aí é outra história. – piscou e enrubesceu, mas ninguém percebeu.
- Boa, ! Mas não, a gente não precisa disso, ou vocês ficam enlouquecidas com homens de collant? – devolveu na mesma moeda.
- Não, querido. Eu amo homens que têm coragem de admitir o que fazem para os amigos. – sorriu.
- Bem, chega de soltar faíscas no meu quarto! – ficou no meio dos dois – Se quiserem se resolver vão pro quarto do .
- Relaxa, , a sua cama deve ser melhor. – disse malicioso.
- Claro, porque ele só pensa nisso! – riu.
- Bem, eu disse chega, certo? – Os dois afirmaram com a cabeça.
- , eu preciso falar com você. – sussurrou no ouvido dela, para que ninguém ouvisse.
- Pode falar, eu não escondo nada das minhas amigas. – gritou para que todos ouvissem.
- Ok, então. – sorriu, e percebeu que não esperava que ele concordasse – Bem, eu queria saber se você queria sair comigo?
ficou sem fala, pois não sabia que era isso que ele ia falar, até que respondeu.
- Desculpa, não fico com caras que pegam metade da escola apenas pra ter como troféu. Vai faltar uma pra sua estante ok? – piscou e desceu pra sala.
- Bem, eu vou atrás dela. – disse e desceu.
- Ei, supere, ! Vamos lá pra garagem, ensaiar um pouco, colocar as idéias no lugar... – disse e foi levando até a garagem, com e atrás deles.
- E eu? – perguntou .
- Você? Você vai entrar naquele banheiro e se arrumar pra ir ao shopping, hoje é o último dia de férias. – sorriu e sentou na cama – Eu te espero aqui. A tá bem, ela nunca gostou do .
- Ah! Ok então, escolhe uma roupa pra mim, e chama as garotas, elas têm que trocar de roupa de qualquer forma.
- Tudo bem. – sorriu e desceu pra chamar as garotas, enquanto entrava no banho.
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Os garotos chegaram na garagem e sentou no sofá com enquanto e saíram pra pegar comida na cozinha.
- Dude, de novo? Não cansa de tentar não? A não quer ficar com você. – disse tentando fazer o amigo entender.
- Eu sei, mas eu quero ficar com ela. Até o Fred já ficou com ela e eu não, isso tá pegando mal pro meu lado. – disse desanimado – E você sabe que a é uma das garotas mais bonitas da escola. Isso é, o grupo da e o da Mayara.
- E você só conseguiu a May que é fácil, e a Emillie. – riu.
- E a quase... – falou se gabando.
- Ei, ela não vale, a garota tava tão bêbada! – começou a gargalhar, até que e chegam com refrigerante e batatinha.
- Olha o rango! – gritou .
- Mas antes vamos ensaiar! – Disse , que foi bufando até o seu instrumento. Quando todos estavam no seu devido lugar, começaram o ensaio.
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saiu do banho e vestiu uma calça skinny, uma bata roxa, e colocou a sua sandália preta, seus cabelos estavam soltos. estava com uma saia jeans e com uma blusa rosa e sua inseparável sandália de salto. estava com uma blusa preta e também estava de saia, mas no lugar da sandália, estava com uma rasteirinha. E pra completar o grupo, estava com uma blusa pink, com uma calça capri e o seu all star.
- Bem, vamos? – perguntou .
- Sim, senhora. – disse indo até a porta.
- Ei, esperem aí, eu só vou avisar o . Senão ele vai inventar história pra minha mãe. – sorriu e foi até a garagem, chegando lá ela ouviu o finalzinho de uma música.
- Ah! Cheguei bem no final... – riu e foi até o – Bem, eu vou com as garotas no shopping, mas tarde eu tô em casa. E, você dirige né?
- Aham. – sorriu.
- Ótimo. – foi até ele e pegou na sua mão – Me leva amanhã pra escola? Eu não vou com o não. Eu até ia pedir pro , mas eu sei que eles vão juntos.
- Claro! – abriu um largo sorriso e abraçou o garoto.
- Obrigada. – ela sorriu e o encheu de beijos na bochecha – Bem, até mais tarde!
- ATÉ! – gritaram os garotos, quando ela desapareceu pela porta.
- Agora vamos. – sorriu e foi com as garotas para o shopping.
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Eles terminaram o ensaio e já era de noite.
- Bem, a gente já vai, ok, dude? – disse – Aí amanhã eu passo aqui pra te pegar. Acorda um pouco mais cedo pra gente tentar não chegar em cima da hora.
- Ok, senhor! – riu – , tenho pena de você, ela acorda muito cedo, tanto que eu nem via ela ir pra escola.
- Não tem importância. Pelo menos eu não do carona pra homem... – riu da cara dos outros.
- Não teve graça. – disse , que já estava saindo da garagem – Bem, fui, dudes, até amanhã.
- Até! – disse para o – E aquela conversa ainda tem fim, viu?
- Beleza. – saiu rindo e os outros dois não entenderam nada.
- Perdemos alguma coisa? – Perguntou .
- Não, nada importante. – Disse .
- Bem então a gente já vai indo, né, ? – disse rumando para a porta – Tenho que dormir cedo, porque amanhã eu tenho que dar carona pra uma menina.
enfatizou bem a palavra menina, e os garotos fingiram não se importar.
- Tchau, . – disse – Até amanhã.
- Tchau.
Os dois saíram da casa de enquanto ele foi pro quarto tomar um banho e ficar procurando algo de bom na TV.
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As meninas já estavam indo pra casa, a tarde rendera bons papos e muita fofoca.
- Então quer dizer que essa tal de Mayara adora dar em cima dos namorados de vocês? – perguntou.
- Bem, quando se trata da , ela só falta entregar a camisinha pro garoto e falar 'me come'. – disse e começou a rir.
- Que horror! – ria – Então a menina te odeia, né, ?
- Aham! – sorriu – E eu também não gosto dela.
Todas riam até que chegaram na casa da .
- Bem, eu fico por aqui. Até amanha! – deu um beijinho na bochecha de todas e abraçou bem forte – Primeiro ano que a gente não vai falar com a só quando não tem lição ou prova, ou quando é fim de semana.
- Verdade! Tô tão ansiosa, pelo menos eu não vou sozinha. – disse sorrindo.
- Claro! Você vai com o seu irmão. – disse rindo.
- Não, boba! Eu não vou chegar com ele. Não quero ficar com papel de irmãzinha do , eu vou com o . - sorriu.
- Bem, porque você não vai com o James? – perguntou .
- Porque ele vai com o . – riu – E é estranho, porque no mesmo dia que eu comecei a ficar com o James eu beijei o .
- Verdade. – disse .
- Agora eu tenho que ir. – mandou um beijo pra cada uma e entrou em sua casa.
- A minha é logo em frente, então eu vou sozinha sem problemas. – sorriu.
- Certeza? – perguntou .
- Absoluta. – se despediu delas e sumiu pela escuridão da sua rua
- Eu odeio a rua da nesse horário. – disse – É muito escura, vamos logo.
- Ok. – foi sendo puxada por – Porque você deu aquele fora no ?
- Porque ele é um babaca. Fica com as garotas por ficar, e eu já vi tanta garota sofrer, eu já fiquei com dó até da Mayara, entendeu a gravidade do caso? – riu.
- Entendi. – fingiu estar horrorizada – Mas você gosta dele?
- Ele faz as garotas sofrerem. – disse fugindo do assunto.
- Você mudou de assunto. – sorriu.
- Mudei não! – olhou para e sorriu.
- Vou tomar isso como um sim. – ia rebater, mas continuou a falar - Amanhã eu vejo o James!
- Que bonitinho! Você finalmente conseguiu. – sorriu vendo a cara de sua amiga – E eu vejo um povo que eu nem tava com saudades.
- Ai, que horror, ! – riu.
- Horror nada, garota. – olhou pro lado e viu sua casa – Bem, tchau, até amanhã.
- Espera! – olhou pra ela confusa – Eu sempre fui a primeira a ser entregue e eu tenho medo de andar sozinha na rua.
- Ai meu Deus! Quer que eu vá contigo? – perguntou .
- Não precisa! – sorriu, mesmo estando nervosa – Eu consigo.
- Ok então, beijos, gatinha. – subiu as escadas em direção a porta.
- Beijos, anjinho. – começo a andar em direção da sua casa.
O tempo estava esfriando e ela não tinha casaco, estava chegando perto da sua rua e sentiu alguém a seguir, ela com medo começou a ir mais rápido, até que uma mão encosta no seu ombro e sussurra no seu ouvido.
- Quer o meu casaco, pequena? – Ela olhou pra trás e viu que era o James.
- Caralho, Bourne! Eu pensei que estava sendo perseguida. – falou batendo no braço do garoto.
- Ai! E estava, por mim – James sorriu e beijou a garota. Ficaram lá por um tempo, curtindo um pouco o momento até que diz.
- Eu tenho que ir pra casa, amanhã a gente se vê. – James fez bico e ela riu.
- Eu te levo até lá, faz tempo que não vejo sua mãe e agora tem muitos estupradores que perseguem moças indefesas e lhe oferecem o seu casaco. – riu.
- Então agora é a hora de te processar?
- Não, eu sou do bem. – James fez pose de herói e começou a rir.
Os dois continuaram o caminho rindo, conversando e se beijando.
Quando chegaram na casa de , James e sua mãe falavam sobre ela, e não queria ficar ouvindo eles falando dela mesmo, então se despediu dos dois e foi assistir TV no seu quarto até adormecer.
ouviu o despertador tocar e ficou fazendo manha na cama, até que resolveu desligá-lo e levantou.
- É, agora está na hora de enfrentar a nova escola.
Ligou o rádio pra ouvir alguma música enquanto se arrumava. Resolveu pegar uma calça jeans, seu all star preto, uma regata branca básica, seu blusão roxo e prendeu o seu cabelo com um hashi.
Pegou a sua mochila, toda confeccionada por ela e ficou no seu quarto esperando o chegar.
Desligou o rádio, deitou na cama e ficou olhando pro teto, não sabia mais o que fazer, até que decide acordar o seu irmão, ela saiu de seu quarto e entrou no do garoto silenciosamente.
- Hey! ! – sentou na cama dele e cutucou o garoto.
- Sai daqui! – murmurou e virou pro outro lado.
- , vai, acorda. – o balançou mais forte.
- Sai daqui tia, eu não quero mais comer papinha... – não agüentou e começou a gargalhar, o que fez o garoto acordar assustado - O que você ta fazendo aqui?
- Eu vim te acordar, mas percebi que a papinha da tia tava boa, né? – ria, e fechou a cara.
- Não tem graça. – riu – Tá tem, mas é que ela tava empurrando papinha na minha boca pra eu comer, mas porra, eu não sou mais criança, eu como outra coisa agora.
- Claro. – sorriu, mas quando viu a cara maliciosa de Doug seu sorriso se apagou – Vou fingir que não entendi, agora vai se trocar, a gente tem que ir pra escola.
- Tá cedo. Aposto que você acordou as cinco pra se arrumar. – bufou e se deitou.
- Se enganou, querido. Eu sempre acordo às seis, então se você não acordar agora, você vai se atrasar, porque o já tá demorando.
- Que horas são? – olhou pro relógio e viu que era sete horas – Dude, não tinha me tocado, vou me trocar.
- Ok. – sorriu e ouviu uma buzina – Ah! Deve ser o .
desceu as escadas, pegou uma maçã e foi até a porta.
- Olá, ? – olhou e viu que não era o .
- Oi, ? – imitou a garota e sorriu – Você vai comigo, o não tá bem e disse que não ia dar pra te levar, e ligou lá em casa pedindo pra te buscar, ele me acordou, sabia?
- Oh! Que bonitinho ele se preocupou comigo! – sorriu – Bem o tá se trocando, eu to pronta.
- Vou apressar o viado do seu irmão. – sorriu e sentou no braço do sofá.
Ela via o noticiário sobre a vida dos ursos polares, até que e desceram.
- Vamos? – disse .
- Claro. Você sabia que os ursos polares... – ia terminar, mas a interrompeu.
- Bem, quero ver quem eu vou ter que aturar na sala dessa vez, e os professores.
- Eu também. – disse .
- Ah! Eu não tenho do que reclamar, afinal, eu não conheço nenhum professor. – sorriu e entrou no carro.
- Bem, cuidado com o sr. John. – disse enquanto , dava a partida no carro e seguia pra escola.
- Mas a srta. Marie é legal... – sorriu – Além de ser muito...
- Poupe-me dos detalhes. – disse - Ok, tem algum professor legal?
- Tem o Paul, ele é um bom professor. – disse – E também é engraçado.
- Ah! Que bom!! – riu.
- Chegamos. – sorriu e desceu do carro, e fizeram o mesmo.
- Essa escola é maior do que minha antiga. – olhou pra escola.
- Você vai ficar bem? – perguntou colocando a mão no ombro da garota.
- Sim, e ficarei melhor se quando você for falar pra alguém quem sou eu, falar apenas meu nome e depois tocar no assunto de nós sermos irmãos, ok?
- Ah! Ok. – saiu com , e perdida foi atrás das meninas.
- Vejamos bem, as pessoas devem conhecer as meninas, certo? Então vou perguntar pra alguém. – parou uma garota loira, e quando ia falar a menina a olhou com desprezo.
- Escuta aqui, garota, quem você pensa que é pra vim me puxando dessa forma? – Mayara revirou os olhos.
- Grossa! – murmurou.
- O que você disse? – May voltou a olhar pra .
- Nada. Você conhece a ? Eu tô procurando ela. – sorriu.
- Tinha que ser mais uma amigazinha da . – May bufou – Não sei onde ela está e nem quero saber.
- Oi, desculpa me intrometer, eu sei onde a está, pequena. – disse um rapaz bem alto para .
- Jura? Onde? – sorriu.
- Ah! Tá por aí, mas que tá na escola ela tá. – Gui riu e o olhou.
- Muito engraçado. A propósito eu me chamo .
- Guilherme e Mayara. – Gui apresentou os dois.
- Ah sim... – revirou os olhos, agora sabia quem era a tal Mayara – Gui, você me lembra uma amiga minha brasileira.
- Brasileira? – Gui se interessou pelo assunto e deixou May de lado.
- Aham, ela é bonita, e combinaria muito com você. – Gui sorriu e May cutucou o garoto.
- Fala, May. – Gui a olhou.
- Eu ainda to aqui, amor. – May sorriu.
- Jura? Nem tinha percebido. – tampou a boca com as mãos para não rir – E como ela é?
- Ah! Eu não sei falar das pessoas, mas eu tenho umas fotos nossas da praia, aí você pode ir lá em casa e eu te mostro. – sorriu.
- GUILHERME! EU TÔ AQUI E VOCÊ FICA FALANDO DE OUTRA! – May gritou com o garoto.
- MAYARA, VOCÊ Tá AQUI, NOVIDADE! EU SÓ TO SENDO EDUCADO COM A GAROTA. – Gui também gritou o que fez May ficar irritada.
- Ai, Gui! Você me odeia, e fica dando atenção pra essa aí... – ia se defender mas ela continuou – Eu vou sair daqui você vem?
- Não! Eu vou ajudar essa aí... – disse Gui imitando a May – ...a achar as amigas dela.
May saiu, e Gui foi com atrás das garotas, quando as acharam ficaram conversando até dar o horário das aulas.
- Minha primeira aula é Química. – disse para as garotas (Gui já tinha ido pra sala dele).
- A minha também. – disse abraçando a garota.
- Sorte de vocês, eu tenho Biologia, e é com um professor muito chato. – bufou enquanto e riam dela.
- Qual?? – perguntou .
- O Paul. – deu um sorriso amarelo.
- Então os garotos me enganaram... – bufou – Eles falaram que o Paul era legal, e o John era chato.
- O John é legal sim, ele que dá Química.
foi pra aula de Biologia, pra de Geografia e e para a de Química.
Quando chegou na sala, viu que e também tinham aula de Química, antes de se sentar o professor disse:
- Bem, essa é nossa nova aluna, .
sorriu, e começou a ver todos falando, ela tinha certeza que estavam falando que ela era irmã de .
- Bem-vinda, srta. , pode se sentar ao lado do sr. . Eu sou o Professor John – sorriu, estava na hora de por seu plano em prática.
- AH! O professor que o disse que era chato, insuportável... Mas você parece ser tão legal, professor. – sorriu e John olhou para .
- Professor, ela está brincando. – sorriu nervoso.
- O que você não gosta em mim, sr. ? Minha roupa? Eu posso começar a dar aula de outra forma, nu, ou quem sabe com as calças lá embaixo? – John riu e o resto da sala também.
se sentou e a fuzilou com os olhos.
O resto das aulas foram normais, afinal o primeiro dia de aula não tem matéria, o que deixa os alunos menos tristes. Na saída foi se encontrar com James.
- Oi, amor. – deu um selinho no garoto.
- Oi, pequena. – James sorriu – Já quer ir embora?
- Não, eu vou esperar as garotas, acho que me livrei de uma última aula hoje. – riu.
- Tudo bem, então. – James se sentou embaixo de uma árvore – Pois é, hoje você teve uma aula a menos, mas isso é só uma vez por semana.
- Que seja, na outra escola não tinha isso. – riu e sentou no colo de James - Nossa, não acredito que mal cheguei e já vou ter um grupinho contra mim.
- Que grupo? – perguntou James que brincava com os dedos da garota.
- O da Mayara, bem ela é chata, mas o namorado dela é legal.
- Ah, o Guilherme? – afirmou com a cabeça – Eu não gosto dele, se acha muito só porque é zagueiro do time de futebol.
- Ah! Tadinho, você nem deve conhecer ele, porque ele foi super simpático comigo. – apertou o nariz do garoto, que fez uma careta.
- Não importa, e as meninas nem são tão chatas assim, a Emy é legal. – James sorriu e bufou.
- Eu não gosto delas. – virou o rosto e ficou olhando para uma folha que caia da árvore.
- Ei, não fique assim. – James sorriu e beijou a garota.
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Mayara estava com Emy e sentadas do outro lado.
- Ai, , não fique assim. – Emy abraçou a garota – Um dia ele será seu.
- Mas, Emy, eu só quero que ele seja feliz, nem que seja com ela. – apontou para James.
- , você tem que entender que ele vai ser seu, só seu. – May sorriu, e abraçou Gui que tinha chegado agora.
- Mayara, você não vai fazer nada entendeu? – bufou e saiu do local.
- O que você fez agora? – perguntou Gui para a garota.
- Nada, nada. – May sorriu e beijou o garoto.
- Guilherme, o Zac tá te chamando. – Emy cutucou o garoto.
- Ok – Gui bufou, deu um selinho em May e foi atrás de Zac.
May ficou olhando para e James, e um sorriso brotou de seu rosto.
- May, o que você está aprontando? – Emy perguntou.
- Bem, eu já tenho um plano pra acabar com o namoro deles. – May olhou para Emy.
- E qual seria o plano?
May olhou mais uma vez pro casal e começou a contar o plano para Emillie.
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estava bagunçando o cabelo de James, quando ela vê seis pessoas vindo em direção a eles.
- É, , escapou de ter a última aula, hein? – sorriu.
- Pelo menos ela ficou aproveitando. – riu.
- Vocês fiquem quietas, só estão sozinhas porque querem. – mostrou a língua e as garotas fizeram o mesmo.
- Pois é, vocês garotas são lerdas. – disse que começou a rir.
- E aí, galera? – todos olham pro lado e vêem correndo em direção a eles.
- O que você está fazendo aqui, ? – perguntou olhando para o garoto.
- Bem, eu não tinha nada demais, era só um resfriado, mas pelo menos eu não vim hoje. – sorriu – Do que vocês estavam falando?
- Bem, eu tava falando como as minhas amigas são burras por estarem sozinhas... – sorriu – Mas os garotos não ficam atrás.
- COMO É? – gritou , o que fez as meninas rirem.
- Lógico, presta atenção, você pega todo ser humano que veste saia, tem peito e você tem certeza que não é um travesti. Mas nunca lembra quem era e quando foi, isso tudo é o medo de ser rejeitado por quem você gosta. – bufou e riu.
- , você não pode dizer nada, você sempre foi apaixonada pelo fulaninho – sorriu – e nunca admitiu, mas eu vejo estampado na tua cara. você é confusa e era uma das únicas que eu pensava ser fria e não gostar de ninguém, mas ontem na volta do shopping eu entendi muito bem qual o seu medo. E , bem a é um caso perdido, ela não gosta de ficar muito com um garoto, pelo medo de ser traída.
As garotas sorriram, perceberam que a menina as conhecia muito bem.
- Ok, você conhece o seu próprio irmão e suas amigas, mas e a gente? – perguntou.
- Eu conheço vocês há dois dias, mas vou tentar, ok? – sorriu – Bem, você é o pior, já vi que você só quer ter o papel de pegador, o que pra vocês homens é ótimo, sendo que vocês só machucam as garotas com o que fazem, isso que você faz pra mim, é um desejo reprimido por alguém, acho que você deve gostar de uma dessas garotas, mas não se deixa levar.
- ÓTIMO! – bufou – E o ?
- Não conheço muito bem, mas deve ser um ótimo garoto, pelo pouco que eu conheço, é só não seguir meu irmão e o . – sorriu e também.
- E o ? – perguntou de novo.
- O ? – ficou confusa – Bem, o é um bom amigo.
Todos começaram a rir e fechou a cara.
- Desculpa, mas eu não te conheço ainda, . Você nem falou direito comigo... – se desculpou para o garoto.
- Ah! Gente! Sábado vai ter festa na piscina da casa da ! – disse (lê-se gritou).
Todos riram e afirmaram que iam, começou a pegar telefone de todo mundo pra dar o endereço da .
- Por que você mesma não faz isso? – perguntou a
- Porque a é melhor nisso. – riu.
- Vamos pra casa? – perguntou James.
- Claro. – sorriu e se levantou, para James poder levantar – James, quer ir lá em casa hoje?
- Tudo bem. – James sorriu e se despediu do resto do povo.
Estavam fazendo o resto do caminho rindo, falando da roupa dos outros, ou simplesmente conversando.
- Chegamos. – sorriu e abriu a porta – MÃE! O JAMES VEIO JUNTO COMIGO, ENTÃO FAÇA UM BOM ALMOÇO, OK?
- TUDO BEM QUERIDA! OLÁ, JAMES, COMO FOI A ESCOLA?
- Pode gritar, não tem problema. – sorriu e James olhou confuso.
- BEM, SRA. ! – James sorriu e subiu com ele para o seu quarto.
- Acho que tem um presente pra você. – pegou um pacote e entregou pro James, espero que goste.
- Um livro de receitas? – James ficou confuso.
- Eu dei um igual pro . Bem como vocês amam comer, aí tem as melhores delícias brasileiras para vocês pedirem para suas mães fazerem. – riu e o garoto a abraçou.
- Você é a melhor, . – James deu um selinho na garota.
- É, eu sei. – sorriu – Você também. Te amo, Jaiminho.
- Também te amo, pequena. – o beijou.
Almoçaram, ficaram assistindo os seriados da Warner e se curtindo, até que anoiteceu.
- Vou chamar a pra vir aqui. – sorriu e ligou pra .
- Vamos ficar lá no jardim, aí eu chamo o e a gente fica fazendo nada. – sorriu e James concordou.
Estavam no jardim deitados na grama até que chega e deita do lado de .
- , eu achei a Ursa Grande. – sorriu.
- Você quis dizer Ursa Maior, certo? – Todos começaram a rir.
Ficaram lá, até ficar bem tarde.
- Até amanhã, ursa grande. – disse.
- Até, chata. – mostrou a língua e saiu.
- Tchau, Jaiminho. – deu um selinho no garoto que seguiu o caminho com .
- !! GUERRA! – catou um travesseiro e atacou no irmão.
- VOLTA AQUI!! – saiu correndo atrás de enquanto ela tentava fugir para o seu quarto, ficaram assim até a mãe gritar com eles.
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Mais um dia, escola, como sempre. Começam as chatices de sempre: matéria, mais professores, e assim vai a vida monótona de um aluno.
- Bom dia, alunos. – disse srta. Marie.
- Bom dia! – responderam todos em uníssono.
- Hoje eu vou passar um trabalho para vocês bem simples. – Marie sorriu.
- O QUE?? – gritou Mayara – Professora, esse é o nosso segundo dia de aula!
- Por isso mesmo, vou começar o ano de vocês com um trabalho bem simples. – Marie sorriu – Porque depois tudo vai piorar e vocês vão sentir falta desse trabalho. Não grite comigo, mocinha.
- Desculpe, professora. – Mayara abaixou a cabeça e deu um sorriso de lado.
- Então, escrevam em alguma folha, ou no caderno mesmo. – Marie começou a ditar – Trabalho de comunicação. Vocês vão ter que escolher um desenho animado qualquer, e falar porque as pessoas gostam tanto dele, e o que o desenho passa, tanto para as crianças como para os adultos. Entrega do trabalho: sexta feira. Deverão vir a caráter, com a roupa dos personagens. Não precisa comprar roupa, improvisem, quem não estiver com a roupa já começa com o trabalho valendo oito.
- Tudo bem, professora. – disse Zac.
- Bem, agora irei dividir os grupos. – Marie começou a correr a caneta de um nome para o outro na sua lista de chamada.
- James, Lola, Kimberly, precisam de mais alguém pro grupo? – Kimberly afirmou – Então Mandy vai pro grupo também.
- Próximo grupo, Zac, Mayara e Emillie, mais alguém?
- Mais três meninas – disse Mayara.
- Becky, Lauren e Jully – Marie sorriu, ia continuar mas foi interrompida.
- Por que não pode ser a ?
- Porque eu não quero seu grupo todo junto. – Marie sorriu – Próximo, , e .
- Vem aqui, . – chamou .
- Boa sorte, amiga. Cuidado com a cobra. – disse May o que fez revirar os olhos.
- Vão precisa de mais alguém? – Marie disse.
- O , PROFESSORA! – disse .
- Você e o no mesmo grupo nem pensar. – disse Marie.
- Não, professora. Por favor, eu sou nova aqui e ele é meu irmão. Me deixa fazer com ele, fica mais fácil. – sorriu pra professora, não queria deixar triste.
- Tudo bem, vai... – Marie sorriu e continuou a fazer os grupos.
- Bem, prazer, eu sou a . – sorriu e cumprimentou a garota.
- Olá, então do que a gente vai fazer? – queria ser simpática, mas tinha ciúmes de por ela estar com James.
- Eu e o já estávamos falando de fazer dos Padrinhos Mágicos. – sorriu.
- Por mim tudo bem. – concordou – E pra você ?
- Tanto faz. – deu de ombros e continuou a olhar para a janela.
- Então a gente faz assim...
Ficaram combinando a aula inteira como fazer.
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Quinta feira passou muito rápido. Todos só pensavam no trabalho e como iriam fazer.
- Ei, ! – gritou .
- Fale, gatinha. – sorriu.
- Bem, do que vocês vão fazer?? – perguntou.
- Eu, , Jason e uma tal de Camilly vamos fazer do Mirmo. – abriu um largo sorriso.
- Mirmo! – ficou com os olhinhos brilhando – Amo o Mirmo!
- Eu também. – deu um pulinho – E você?
- Bem, meu grupo é melhor. – mostra a língua – Sou eu, o , o e a , a gente vai fazer dos padrinhos mágicos.
- Nossa! Você, o e os padrinhos mágicos se merecem, aposto que você é a Wanda e o o Cosmo. – revirou os olhos.
- Aham!! – pegou o seu material e levantou da carteira, pois o sinal havia batido – Tenho que achar ele agora, porque eu preciso avisar uma coisa pra ele.
- Ah sim, entendo. – sorriu – A faz aquela malvada lá, eu a que gosta do Mirmo, a Camilly que é loira faz a dona do Mirmo e o Jason o Mirmo.
- Bem, no meu eu sou a Wanda, o o Cosmo, o o Timmy...
- NOSSA! Parecido, os dois são pequenos. – começou a gargalhar.
- Continuando... – segurou o riso – E a vai ser a Vicky.
- Ah! Deu certinho. – sorriu – Olha o ali. Vou indo pra casa, beijinhos.
- Beijos, ! – acenou para a garota e saiu correndo atrás do – !!!
- Fale, . – sorriu.
-Eu preciso que você use isto amanhã. – mostrou um spray verde.
- Pra... – estava com medo da resposta.
- Oras, pra usar no cabelo, eu tenho o rosa, amanhã eu passo no seu cabelo. – sorriu e voltou a fazer o seu caminho para casa.
- Tô perdido... – bateu com a mão na testa e ficou esperando o sair.
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tentava achar o máximo de coisas rosas no seu armário, pois o seu personagem era totalmente rosa, até que a campainha tocou, separou uma saia rosa, uma blusa rosa e a sandália que a tinha emprestado pra ela.
- NOSSA! Mais rosa que isso impossível. – disse da porta.
- ! Meu amor!! Pois é, né? Mas é o personagem. Quem você é? – perguntou .
- Nem vou falar, ninguém merece saber. – riu, até que a campainha toca de novo.
- Ainda bem que minha mãe tá em casa ainda, porque eu não ia ficar descendo a escada pra abrir a porta pra você e pro dito-cujo que chegou agora. – sorriu e James entrou no quarto da garota.
- Dito-cujo?? – James perguntou.
- É minha vó falava assim. – riu, e levantou.
- Vou pegar água, pode? – perguntou, olhou pela janela e viu que sua mãe saiu.
- Pode sim, agora a casa é minha. – ligou a TV, e foi pra cozinha.
- Jaiminho!!
- Fala, amor. – James olhou pra .
- Tipo, não sei se só eu percebi, mas tá na cara que a gosta do . – sorriu quando viu a cara de James.
- Ah! Todos falavam que eu estava louco, então eu não sou o único, e você acha que seu irmão também gosta dela certo? – afirmou com a cabeça – E como eu te conheço você vai querer juntar eles. Mas como?
- Então, não sei, porque olha. você tá aqui, meu irmão tá no quarto dele, e a também tá aqui, a gente podia sei lá, jogar ela no quarto dele. – gargalhou imaginando a cena.
- E o que eles iriam fazer lá dentro? – perguntou James com cara maliciosa.
- Ei, tarado, nada disso! Eu só quero que eles fiquem, beijo, entende? – bateu no braço de James e ouviu o chuveiro sendo ligado – Tive uma idéia.
- Qual? – perguntou James que seguiu quando ela se levantou.
- Bem, o nunca tranca a porta do banheiro, mania desde pequeno. – riu e James entendeu o plano.
- Beleza, mas no primeiro beijo ela já vai ver ele pelado? – James riu – Você não foi assim comigo.
- Vou fingir que não ouvi. – foi até a cozinha e puxou .
- O que tá acontecendo?? – perguntou assustada.
- Bem, eu e o James sabemos que você gosta do . – riu quando viu a cara da .
- Como vocês...
- Eu já tinha percebido, relaxa. A não me contou. – disse James, mas continuou espantada.
- E o que tem eu gostar dele?
- Bem, tá na hora de vocês se entenderem. – sorriu, abriu a porta do banheiro e jogou lá dentro.
só conseguia ouvir cantando no chuveiro, até que dá um grito e a vê.
- Mas que porra... – olha pra e não sabe o que fazer, muito menos.
Capítulo 3 – O exorcista
- o que você... – desligou o chuveiro e ia saindo de trás do Box, mas gritou.
- , SE TROCA, EU NÃO QUERO TE VER ASSIM! – grita e tampa os olhos, ela estava muito vermelha e para piorar a situação a garota conseguia ouvir e James rindo do lado de fora.
- Ah sim, desculpa. – sorriu sem graça e colocou sua calça – Pronto!
- Você não me engana, . – continuou com os olhos tapados.
- TÔ FALANDO SÉRIO! – gritou e riu, agora também ouviu e James rindo.
- Jura? – entreabriu seus dedos e viu que era verdade – Obrigada!
- Mas o que você tá fazendo aqui?? – perguntou curioso, e ligando o chuveiro de novo para sua irmã não ouvir nada.
- Foi sua irmã, ela chegou com um papo estranho pra mim e me empurrou aqui dentro. – explicou que ficava cada vez mais vermelha.
- E porque ela te empurrou aqui? O que ela te falou? – passou a mão no cabelo e encostou no box.
- É... – não conseguia tirar os olhos de , analisava cada detalhe do corpo dele, até que ela se recupera – Nada demais.
- ! Fala! – olhou para a garota.
- Ah, ok! Ela começou com um papo estranho de que eu gostava de você, e que a gente tinha que se resolver, e eu não entendi porque, afinal... Ah! Quer saber? Eu tô fazendo papel de boba aqui. – ia sair, mas segurou sua mão.
- Ela tá certa, eu também gosto de você. – sorriu – Mas, como eu conheço minha querida irmã, ela vai falar pra todo mundo que foi o nosso cúpido. não tem jeito.
- Ah sim, claro – ria – Então...
- Então, a escolha é sua. – ia retrucar, mas ele a segurou pela cintura, e colou o corpo da garota no seu – Quer falar mais alguma coisa?
- Sim. Você está molhado, . – riu, e deu um sorriso de canto.
- Agora, chega de falar . – olhou nos olhos da garota, e selou os lábios da mesma, colocou sua mão no rosto de , o beijo fora rápido, mas ao mesmo tempo doce e delicado.
- E agora? – riu e deu um selinho no garoto.
- Agora a gente encena. – riu, e desligou o chuveiro, afinal sua irmã tinha que ouvir e entendeu – O QUE VOCÊ PENSA QUE TÁ FAZENDO AQUI? PENSA QUE PODE FAZER TUDO, HEIN? MIMADA!
- AFF, , VOCÊ É UM GROSSO! TE ODEIO! – eu um último sorriso antes de abrir a porta, e fingir estar totalmente nervosa.
- E aí, ? – perguntou sorrindo.
- E aí nada, seu irmão é ridículo. Ficou nervoso porque você me empurrou pra lá, e descontou em mim, é tudo culpa sua ! - bufou e revirou os olhos.
- Eu não desistirei, amor. – segurou pelo braço e a levou para o quarto de – Você não sai daí até conseguir falar direito com ele, como duas pessoas civilizadas conversam, e se ajeitarem, ok?
- Fazer o que, né? – sentou na cama de e ficou balançando os pés.
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terminou de se trocar, afinal já tinham atrapalhado seu banho, e foi para o seu quarto, fazia o caminho assobiando uma música qualquer, entrou no quarto e não percebeu que tinha mais alguém ali. Quando ele se virou a única coisa que fez foi gritar.
- CARALHO! QUE SUSTO! – deu um passo pra trás, e que estava vendo um retrato, também se assustou e por impulso atacou o porta-retrato na direção de – FICOU LOUCA? VOCÊ QUASE ME ACERTOU!
- Desculpa. – sussurrou que estava encolhida na cama, abraçando o travesseiro – Não foi a intenção você também me assustou.
- Tudo bem. – sorriu amarelo e sentou do lado da garota – Porque você tá aqui?
ficou em silêncio e sorriu.
- Minha irmã de novo? – Ela afirmou com a cabeça – Bem vamos ter que encenar de novo, não vou deixar ela levar a melhor.
- Ok! – deu um selinho no garoto e se levantou.
- GAROTA! VOCÊ NÃO CANSA DE ME PERSEGUIR NÃO? – sorria, mas continuava gritando – PARECE QUE GOSTA, DUDE! FAZ UM FAVOR PRA VOCÊ MESMA E SAI DAQUI.
- EU VOU SAIR MESMO, SÓ VIM AQUI PORQUE SUA IRMÃ MANDOU, E EU ADORO A ! – queria rir, mas tampou sua boca.
- ENTÃO PORQUE NÃO SAI?? – gritou.
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ouvia tudo do outro lado da porta.
- Ah, Jaiminho, eu não vou deixar o estragar tudo. – chuta a porta e vê com a mão na boca de – Mas, o que...
- AH! Cansei da voz dessa garota, aí eu tampei a boca dela. – sorriu e mordeu sua mão – Cara! Isso dói!
- Eu o odeio, ! Odeio! Não sei o que você quer tanto que a gente faça! – bufou e abraçou sua amiga.
- Simplesmente, você gosta dele, ele gosta de você, parem de cu doce. – segurou a garota e a colocou do lado de – Se a sua insegurança, , for besteira, você vai ver. E relaxa, eu não vou sair por aí falando que eu sou cupido de vocês.
- Duvido, garota. – riu e olhou para sua irmã.
- Tô falando sério. – sorriu e olhou para .
- Então beleza. – abraçou .
- Não vai ter nenhum beijo? Nadinha? – fez bico.
- É cara, vai, um beijo. – disse James rindo.
- A gente já ficou. – sorriu e deu um selinho em .
- Aham, nós só queríamos enganar vocês. – riu.
- Então eu também enganei vocês, eu vou falar que fui o cupido de vocês! – sorriu e se aproximou da garota.
- Você falou que não ia falar que foi nosso cupido...
- Pra todo mundo, sim falei, mas eu não vou falar pra todo mundo, vou falar pros nossos amigos. – deu um pedala no irmão e saiu do quarto do mesmo com James.
- Você não tem jeito. – James riu e abraçou a garota.
- Claro que tenho – sorriu e beijou o garoto de surpresa, mas ele retribuiu o beijo, a garota enlaçou James pelo pescoço, enquanto ele subia suas mãos por baixo da blusa de , ela ia pará-lo, mas outra coisa os parou.
- GAROTOS! CHEGUEI! – Sua mãe gritara lá de baixo, o que fez o garoto se separar de e dar um sorriso sem graça.
- Mãe, a e o James podem dormir aqui? – perguntou descendo pra cozinha com James em seu encalço.
- Mas é claro, querida. Se os pais deles deixarem, não tem problema. – sorriu e foi avisar .
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e estavam vendo padrinhos mágicos no quarto dela, enquanto James e jogavam vídeo game no quarto do garoto.
- Espere. – foi até o telefone e ligou para o .
- Alô? – disse meio sonolento.
- MUDANÇA DE PLANOS, DANNY. – gritou o que fez o garoto se assustar.
- AHHHHH! QUE PLANOS? Eu tô assaltando algum lugar que eu não sei? Afinal, quem tá falando? – disse por fim.
- Ah desculpa! É a , é que eu to vendo padrinhos mágicos, e agora eu percebi, que as roupas deles não são nem rosas nem verdes, então ache uma roupa social, ok?
- Beleza, posso volta a dormir? – disse olhando pro relógio que marcava uma hora da manhã.
- Ah! Desculpa, pode sim, desculpe pela ligação tão tarde, ok? Beijos, – sorriu sem graça e colocou o telefone no gancho.
- Que horror . Ligar pro garoto esse horário... – riu e fez bico.
- Nada a ver. A gente tem que tirar uma boa nota, oras. – deitou na cama – HORA DE DORMIR!
desligou a luz e foi se deitar também.
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Na escola, o dia foi super normal. Pelo menos para e os outros, porque haviam pessoas fantasiadas de todas as formas possíveis. O intervalo parecia o point do Mickey, vários personagens juntos num mesmo lugar.
estava com uma baby-look amarela e uma skinny preta, e seu cabelo estava rosa, quase rosa, o spray não pegou muito bem no cabelo.
- FICA QUIETO! EU PRECISO PASSAR O SPRAY NO SEU CABELO, TÁ SAINDO TODO O VERDE! – Gritava lutando para passar o spray verde no cabelo de .
- Mas eu começo a espirrar, tá ótimo, ok? – pegou o spray da mão da menina e saiu andando.
- !! HIRUMO!! – gritou para que a garota ouvisse, estava com uma roupa rosa e uma peruca verde
- Oi!!– chegou perto de e apontou para – Os homens deviam usar mais roupa social, eles ficam tão sexy.
- !! – riu e olhou para – Tá você está certa, mas não precisa ser tão direta.
- Mas é a verdade, vou lá falar pra ele. – saiu atrás de que estava numa mesa com os garotos.
- ! – olhou para trás e viu as garotas em uma mesa.
- Oi! Estava procurando vocês – sorriu e foi até elas.
- Se esqueceu da gente, é? – perguntou .
- Claro que não, coelhinha. – sorriu e abraçou .
- Que bom, pensei que não gostava mais da gente. – sorriu e girou no ar (n/a: Ainda me pergunto como minha amiga consegue fazer isso).
ria, enquanto via a cena.
- Chega, né? – riu e soltou .
- Quer saber, vocês me odeiam! – fingiu estar sentida e saiu andando.
- NÃO, A GENTE TE AMA! – olhou para e as duas deram um super abraço de urso (n/a: no estilo da Dani, né Ana?)
- Ok, já entendi. – sorria, e e beijaram a bochecha da garota e a apertaram mais – AMOR DEMAIS!
- Parei! – soltou e fez o mesmo.
- Que aula você tem agora? – perguntou a .
- Eu? Física, é acho que é física. – sorriu.
- Sorte a sua, ele faltou! – disse.
- Ae, eu também tenho física, duas aulas e depois o trabalho de português. – deu pulinhos pelo pátio.
- NOSSA! Só eu vou ter o trabalho agora? – bufou.
- Ah, não é assim, . Venha, vamos comprar chocolate na cantina, pra deixar sua vida mais doce. – abraça e as segue até a cantina.
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chegou na mesa dos garotos, e pediu silêncio pra ninguém falar que ela estava atrás de , a garota abraçou o rapaz por trás e sussurrou no seu ouvido.
- Acabei de falar pra que você fica sexy de roupa social. – Ele se assustou, mas depois começou a rir – Vocês deviam usar mais!
- E vocês mulheres deviam usar mais decotes. – sorri e fica de frente pra mesma – Também fica sexy.
ri junto com o garoto e os outros não entendem nada.
- O que ela falou, ? – perguntou chegando perto dos dois.
- Nada demais. – sorriu e piscou pra .
- Aposto que ela pediu pra ficar com ele. – disse que estava sentado na mesa.
- Claro – riu sarcástica – Vem, !
- Opa, agora! – sorriu e encostou na parede – Aprenda meu amigo.
- ! Eu tava brincando. – disse assustada, mas continuou olhando pra ela.
- Ele tem ciúmes de você. Não admite, mas eu sei que tem. Quer provocar mais? – piscou e entendeu afirmando com a cabeça, o que fez a beijar.
- Eu não falei? Eu não vou ficar aqui pagando de vela pro casalzinho da semana. – bufou e saiu da mesa.
parou o beijo e sorriu, os garotos olharam pra ela, sem entender.
- Pegadinha? Enganamos vocês! – riu e os outros também – Depois a gente repete!
- Claro! Dependendo de mim a gente não parava. – riu e os outros três olharam pra ele assustados – Tô brincando! Era só pra provocar o !
- A gente sabe que você adora provocar ciúmes no seu namoradinho, . – disse , dando um leve tapinha no ombro do mesmo.
- Claro! Ele tem que se lembrar quem sou eu. – piscou.
O sinal tocou, sorriu e foi pra sua sala.
- ! – olhou pro lado e viu a olhando assustada.
- Fale, amor. – sorriu e se sentou.
- O que você estava fazendo com o ? – a olhou assustada e começou a tossir.
- Oras, nada, a gente só se beijou. – piscou e se virou pra frente.
- Mas...
- Srta. , a aula começou – Marie entrou na sala, e todos se sentaram – Vejo que todos estão vestidos, mas vocês só apresentarão na última aula, porque agora como norma da escola, vocês terão sempre um trabalho ou uma apresentação ou um documentário que será feito ou visto por todas as salas de uma vez, e o meu trabalho será assim, como são muitos, pegará duas aulas seguidas.
- E enquanto isso, professora? – Jason perguntou.
- Enquanto isso vocês vão fazer as lições do texto da página 25. – Marie sorriu e sentou na cadeira.
- Você não escapa da nossa conversa, mocinha. – disse pra que sorriu.
- Depois te explico o motivo. Eu não gosto do , ele é meu amigo, só isso. – sussurrou para só ouvir.
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Depois de duas aulas cansativas, todos foram para a sala de vídeo, onde fariam a apresentação dos trabalhos (n/a: Eu não tinha idéia do que falar nos trabalhos, então, não reparem no que eu invento).
- Bem, agora que todos os alunos chegaram vamos começar a apresentação. – Marie sorriu e chamou de grupo em grupo, alguns não sabiam nem sobre o que falar, apenas se animaram com o desenho, outros faziam explicações sem sentido, mas outros explicavam perfeitamente.
- Acho que é o nosso grupo agora. – disse para .
- Vamos ver, , e – Marie sorriu e eles foram pra frente da sala – Qual é o desenho?
- Bem, minha prima que escolheu e é a Mansão Foster para amigos imaginários. – sorriu, enquanto se escondia atrás de .
- E o que cada um é? – perguntou Marie.
- Eu sou a Frankie, o o Mac e o – puxa o garoto – ele é o Bloo.
- TUDO A VER COM ELE! NERVOSO DO JEITO QUE É! – Grita , o que faz algumas pessoas rirem.
- , você tá ferrado. – disse, olhando diretamente para o .
- Ok, garotos, acalmem-se. Então por que vocês escolheram esse desenho? – perguntou Marie.
- Bem, porque tem crianças que já tiveram um amigo imaginário por vários motivos, e no desenho, eles mostram que os amigos imaginários realmente podem 'existir'. – disse sorrindo.
- E as crianças podem sonhar um pouco com isso. – completa.
- Claro, entendo! – Marie sorri – Podem voltar pros seus lugares. , pode vir com o seu grupo.
se levanta, e vai com os outros pra frente da sala.
- Qual é o desenho? – Marie sorriu e olhou para os garotos.
- Bem, o nosso é os padrinhos mágicos – disse e deu um largo sorriso.
- Ótimo, e o que vocês são e porque escolheram esse desenho? – perguntou Marie
- Eu sou o Cosmo, a a Wanda, a a Vicky e o o Timmy. – disse .
- NOSSA, IGUAL ELE! BAIXINHO IGUAL UMA CRIANÇA! – disse , olhando para com cara de 'paguei na mesma moeda, otário' (n/a: Aqui fica melhor se for com o Poynter, se n for, desculpe._.).
- ... – ia continuar a falar, mas foi interrompido pela .
- E a gente escolheu os padrinhos mágicos, porque toda criança já quis que tudo que ela pensasse se realizasse. Que criança nunca teve um sonho extraordinário, que nada no mundo pudesse ajudar? A maioria já teve! Então os padrinhos mágicos fazem no desenho com que as crianças sonhem um pouco, com o que poderia acontecer, mas para elas não surtarem em ter padrinhos mágicos, sempre algo dá errado.
- Ótimo. – Marie sorriu, mas foi interrompida.
- E se você parar pra pensar, o Cosmo e a Wanda são como se fossem 'anjos da guarda' para o Timmy, para ajudá-lo sempre que possível. E fazem o máximo para fazer o garoto feliz. – sorri.
- Perfeito, voltem para os seus lugares – Marie sorriu – Bem, por hoje é só, ainda tem alguns grupos pra se apresentar, mas será na aula normal, me desculpem, e já vai bater o sinal pra irem pra casa, acho que eu posso deixar vocês saírem alguns minutos antes, né?
- CLARO!! – Gritou May.
- Tudo bem, mas sem fazer barulho. – Marie abriu a porta, e os alunos saíram em disparada da sala.
- Ai Jaiminho, eu to ficando com fome. – disse abraçando o garoto.
- Nossa! Eu também. – James deu um selinho na garota.
- Bem, eu já volto, me espera. Só tenho que achar os garotos e as meninas, ok? – James afirmou com a cabeça e saiu atrás dos outros.
James estava tão entretido com o código de seu armário que não percebeu que duas garotas o olhavam.
- Pronta? – perguntou Emy.
- Prontíssima. Tem certeza que a não está lá? – Emy sorriu e olhou para os lados.
- Sim, ela saiu agora do lado dele. – May sorriu e foi até James.
- Olá, Bourne. – James se assustou, e olhou para o lado.
- Ah! Oi Mayara! Um minuto. – James pegou um caderno pra colocar na mochila e fechou o armário – Pronto! Então o que te traz aqui pra falar comigo?
- Bem, eu queria saber como está o seu relacionamento com a . – May sorriu.
- Uau! Direta, hein? Bem, está ótimo. – James piscou e ia saindo, mas May o segurou.
- Não sente falta de mim?
- Porque sentiria? Afinal faz muito tempo que a gente terminou. – James sorriu amarelo.
- Tem certeza? – May chegou mais perto do garoto, que apenas a seguiu com os olhos.
- Absoluta. – James engoliu seco e se afastou – E eu amo muito a .
- Duvido! – May deu uma gargalhada.
- Não é pra você que eu tenho que provar, certo? Então por que vou ficar perdendo meu tempo com você? Posso ir embora, ou você vai me encher ainda mais? – James ia saindo, mas May o abraçou e sussurrou em seu ouvido.
- Se você quiser matar as saudades, me encontre hoje à tarde, vou ficar te esperando na frente da escola. Mas antes eu te ligo ou mando uma mensagem. – James saiu sem responder nada, e May foi até Emy, mas o que eles não sabiam é que alguém tinha ouvido toda a conversa.
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estava abraçada com James e em uma conversa interminável com o , enquanto os outros se divertiam no caminho com piadas.
- ESPERA! EU TENHO UMA PRA CONTAR. – Gritou James e todos pararam e olharam pra ele - Joãozinho olhava pelo buraco da fechadura do quarto dos pais quando eles estavam transando. Seu irmãozinho de cinco anos queria saber o que estava acontecendo lá dentro. Então Joãozinho falou: É muita sacanagem, e me mandaram para o Psicólogo só porque eu chupava o meu dedinho!
- Ai Deus! – deu um tapa de leve na própria testa, e deu um pedala em James.
- Uma salva de palmas para o James. – disse e todos bateram palmas para James que agradeceu.
- Gente! Eu tô com fome. Vamos comer naquela churrascaria perto da praça? – perguntou .
- Opa! Só se for agora. Mas eu tô sem dinheiro, então dude, você vai ter que pagar pra mim. – sorriu.
- Mas aqui? Pagar pra você na frente de todo mundo? – começou a rir e entendeu.
- Não idiota! Pagar o almoço. – bufou.
- A gente também tá sem dinheiro, – disse – Eu, e as garotas só trouxemos o dinheiro pro intervalo.
- Então...
- Então, , a gente vai ter que arranjar dinheiro. Ou cada um ir pra sua casa e comer a comida da sua querida mamãe. – sorriu.
- NÃO! Minha mãe não tá em casa, vamos tentar arranjar dinheiro. A gente já tá perto da praça, lá passa bastante gente, vamos tocar algo. – sorriu e deu um pedala nele.
- Sem nenhum instrumento não tem como, imbecil. – James riu da cena.
- E se a gente fazer a cena de algum desenho, afinal a gente ainda tá com as roupas, beleza não parece nada, afinal são roupas normais, mas a gente pode tentar. – , sorriu como se fosse o gênio do grupo.
- Mas, criança não tem dinheiro, só se estiverem com os pais, e no máximo eles vão dar centavos. A gente tem que incentivar mais os adultos, fazer com que eles dêem mais do que centavos pra gente. – sorrindo, acabando com o sorriso de gênio do .
- É, mas como? – olhou para as garotas.
- BRING IT ON! – entendeu e depois e também.
- BRING IT ON! – Gritaram as quatro.
- O que vocês vão fazer? – perguntou .
- Bem, a gente faz assim, vocês fingem que não conhecem a gente. Um de vocês deve ter algum dinheiro por aí, então quando a gente começar você finge estar interessado, coloca o dinheiro no boné do James e começa a elogiar a gente pros outros, pra eles darem dinheiro, beleza? – disse para os garotos.
- Por mim, beleza, mas o que vocês vão fazer? – perguntou de novo.
- É surpresa! Vamos dizer que filmes são bons às vezes, para aprender passos. – riu – E James, você pode falar que conhece a gente, porque você vai pegar o dinheiro, ok?
- AH! Vem aqui! – puxou James pro canto – Você ainda tá com a tiara das orelhas do Mickey que você usou no trabalho?
- Aham! É da minha irmã, mas por que? – James estava confuso.
- Bem, a coloque, vai nos ajudar, beleza? – deu um selinho no garoto, e foi com as garotas até o banheiro.
James tirou o boné e colocou as orelhas do Mickey na cabeça.
- Porque você tá usando isso? Tá lesado agora? – perguntou , se segurando pra não rir do garoto.
- A que pediu. – James bufou e os garotos começaram a rir, estavam conversando sobre o que as garotas iriam fazer, até que elas chegam de saia.
- Eu sei tá frio, mas é que a dança fica mais legal assim. E sim, a gente trouxe a saia, porque depois que acabasse as aulas a gente ia se trocar e não ia ficar por aí com roupas estranhas. – disse rindo da cara dos garotos.
- Ah sim! Entendo. – disse analisando as pernas de .
- Bem, vamos! – puxou as meninas até o centro da praça, e pegou o som que ela tinha pegado emprestado do seu primo que morava perto da praça (n/a: finge que você foi até lá ok?).
- A ordem é a mesma de antigamente, quando a gente ficava vendo o filme na casa da . – sorriu – Primeiro todas, depois, , , e eu, e no refrão todas, ok?
- Tudo bem, nossa sorte é que minha prima tava com o meu CD. – correu até o rádio e o ligou.
James ficou do lado das garotas com o boné nas mãos para pegar o dinheiro, várias pessoas já estavam em volta deles para ver o que ocorreria lá, e até os outros garotos, ficaram curiosos.
(n/a: aqui fica mais divertido ouvindo a música // Hey Mickey – Bring it on (As apimentadas))
Oh Mickey
You're so fine
You're so fine
You blow my mind
Hey Mickey!
Hey, hey, Hey Mickey hey, hey
Oh Mickey
You're so fine
You're so fine
You blow my mind
Hey Mickey!
Hey, hey, Hey Mickey
As garotas começaram a dançar e a cantar e algumas pessoas riam até, mas elas não se importavam.
Elas cantavam e dançavam ao mesmo tempo e alguns já tinham dado alguns centavos, até que vai para frente e começa a cantar.
: Hey Mickey
You've been around all night
And that's a little long
You think you've got it right
But I think you got it wrong
But can't you say goodnight
So you can take me home Mickey!
subia a mão e descia ela passando pelas laterais do seu corpo, e seguia todos os movimentos com os olhos, enquanto tentava expressar tudo o que a letra da música dizia. Quando a garota voltou pra trás e veio para frente, algumas pessoas que gostaram da dança de colocaram algumas notas no boné, e roubou duas notas de e colocou no boné.
: 'Cos when you say you will
It always means you won't
You're giving me the chills
Baby, please baby, don't
Every night you still leave me all alone, Mickey
imitava perfeitamente a dança da Elisa no filme (n/a: Elisa Dushku), mas ela acrescentava em cada passo o seu estilo, fazendo com que a dança fosse mais feminina, mais doce e ao mesmo tempo sexy, enquanto isso seguia cada movimento da garota e sorria.
Oh Mickey, what a pity
You don't understand
You take me by the heart
When you take me by the hand
Oh Mickey, you're so pretty
Can't you understand
It's guys like you Mickey
Oh what you do Mickey, do Mickey
Don't break my heart Mickey!
No refrão todas se juntavam e faziam a mesma dança, as vezes elas iam até James e dançavam, abraçando como se fosse o Mickey da música, os garotos sentiam uma ponta de ciúmes de James, quando voltaram pro lugar foi pra frente.
: Hey Mickey
Now when you take me by the
Who's ever gonna know
Every time you move I let
A little more show
It's something we can use
So don't say no Mickey
rebolava, e mexia os braços, às vezes ela improvisava, pois não tinha muita dança nessa parte, mas pra nada disso importava, apenas ela dançando já era o máximo. Quando terminou foi a vez de .
James sorria para elas, pois tinha bastante dinheiro no boné.
: So c'mon and give it to me anyway you can
Anyway you wanna do it
I'll treat you like a man
But please baby, don't leave me in the damned
Mickey
dançava e sorria, afinal não é sempre que você é o centro das atenções em uma praça. Ela chamava com a mão, passava a mão na sua cintura e fingia mostrar o muque, para ela tudo não passava de uma diversão para ganhar dinheiro.
Oh Mickey, what a pity
You don't understand
You take me by the heart
When you take me by the hand
Oh Mickey, you're so pretty
Can't you understand
It's guys like you Mickey
Oh what you do Mickey, do Mickey
Don't break my heart Mickey!
Quando elas terminaram o refrão desligou o rádio, todos aplaudiram as garotas, que agradeceram e esperaram todos saírem de lá para irem até os garotos.
- Conseguimos. – abraçou , que abraçou que abraçou , que acabou virando um montinho desajeitado, porque se desequilibrou, causando o efeito dominó.
- Bem, vocês foram bem, mas se eu contar uma coisa vocês juram que não me matam? – disse com medo da resposta delas.
- Acho que não. – disse rindo.
- Bem, eu não quero mais ir à churrascaria. – se encolheu quando as garotas gritaram.
- VOCÊ FICOU LOUCO OU O QUE? A GENTE PAGOU ESSE MICO PRA VOCÊ DESISTIR? – Gritou , para o garoto.
- Mas calma, eu tive a idéia da gente ir lá em casa alugar uns filmes e pedir pizza, afinal meus pais não estão em casa. – sorriu e viu que as meninas se acalmaram.
- Por mim tudo bem. – disse abraçando por trás e beijando o pescoço da garota.
- Espera, vocês estão...
- Juntos! Sim, ! Estamos. – sorriu e chamou o resto – Vocês não sabem, o nosso está com a .
- Sério? – perguntou rindo.
- Aham – sorriu – Fui eu que juntei, não é, Jaiminho?
- Claro! Vocês nem sabem como foi. – James ria, até que seu celular tocou, e ele viu que tinha uma mensagem.
- Ótimo, a gente vai comer pizza lá em casa. O caminho até lá é curto, mas dá pra contar a história. – riu e James sorriu amarelo.
- É, n-não vai dar, e-eu tenho que ajudar minha mãe. – James ficou meio nervoso, deu um selinho em .
- Ah, ok! Vai perder a pizza, mas tudo bem. – disse meio triste, James sorriu e saiu.
- Ei, pequena, não fique assim, titio vai te alegrar. – abraçou a garota e bagunçou o cabelo dela – O monstro contra ataca.
- Idiota! Já basta aquele dia. – ria do comentário da garota.
- AHHH!! – imitou o gritinho de uma garota – Um monstro!!
- Sem graça, você que é muito indefesa, menina. – apertou a bochecha do garoto, e arrumou o seu cabelo.
- Vamos? – perguntou que ouviu um sim em coro.
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mostrava tudo que era possível na rua dele e todos apenas afirmavam com a cabeça.
- Bem, aqui do lado temos a igreja. Depois que saírem de casa, muitas vão entrar aqui pra se confessar. – sorriu malicioso.
- Idiota! – revirou os olhos, e volta a falar com .
- Bem, chegamos! – disse abrindo a porta e ignorando totalmente o comentário de – Como a gente vai ver filme e comer pizza pra ninguém ficar de pernas pro ar, um grupo vai alugar os filmes e o outro busca as pizzas, afinal a pizzaria é aqui perto.
- Ok então, eu e as meninas vamos buscar as pizzas e os garotos vão alugar os filmes, feito? – disse .
- Perfeito! – disse pegando o dinheiro.
- Não! Isso fica comigo. – sorriu e pegou o dinheiro da mão de . Tantos os garotos como as garotas saíram.
- ! EU POSSO FAZER BATATA FRITA? – pediu com seus olhinhos de cachorro sem dono, sem comida, sem lugar, sem nada.
- Ótimo, eu só vou pegar uma revista que tá com o meu vizinho, não deixe nenhum ladrão entrar. – disse brincando, mas ele não percebeu que levou a sério.
pegou a primeira faca que viu na sua frente, sabia que era afiada demais, mas não tava a fim de procurar outra faca. Ela cortava as batatas, prestando muita atenção nos barulhos diferentes que tinha na casa, estava cantando uma música qualquer bem baixinho até que ouviu passos. Parou de cantar e segurou a faca com força, ela continuava cortando as batatas, mas segurava a faca com força.
- , EU VOLTEI... – estava na porta da cozinha e gritou o que fez se assustar e tacar a faca na direção de .
- AHHH!!!!!!!! – gritava e olhava pra como se ele fosse um ladrão, quando percebeu quem realmente era, se arrependeu do que tinha feito.
- CARALHO, , VOCÊ TÁ POSSUÍDA! – olhava assustado pra faca que tinha acertado a parede, lentamente ele foi dando passos para trás sem tirar os olhos de , ele estava tão assustado que não viu os garotos chegando.
- ALUGUEI O EXORCISTA! – Disse com cara de mal, o que fez dar outro grito, ele tentou correr, mas acabou tropeçando no tapete e caindo no chão.
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vinha contando sobre o relacionamento dela com James para as garotas no caminho.
- Jura, ele fez isso? – disse para que afirmou com a cabeça.
- Você, a mais santa do grupo, deixou ele quase tirar a sua blusa. Vamos dizer, né? – ria.
- Pára, sua chata! Eu ia pará-lo, mas minha mãe foi mais rápida e o parou antes. – ria da cara das suas amigas.
- MEU DEUS! ELA PEGOU VOCÊS NO CORREDOR! – disse colocando a mão na boca.
- Não, idiota! Ela tinha chegado, aí quando ela gritou, ele se assustou e se afastou. – riu.
- Ah! Assim, sim! – disse, estavam chegando na casa de quando ouviram as palavras 'POSSUÍDA', 'EXORCISTA' e um grito.
- Oh Deus! Será que tem alguém possuído ai na casa do ? – disse dando um passo pra trás.
- Bem, não sei, mas pra prevenir a gente faz assim, vocês vão até a igreja que é aqui perto e chamam o padre pra vir benzer a casa, enquanto eu vejo quem foi o possuído. – disse .
- Tudo bem, boa sorte, amiga. – disse que saiu em direção à igreja junto com , que começou a correr, pois tinha começado a chover forte.
respirou fundo e pegou um crucifixo que estava preso na parede da vizinha, quando ela chegou perto da casa viu que estava silencioso. Ela com medo deu um chute na porta.
- SAI QUALQUER COISA MALIGNA DAQUI! – gritou entrando na casa com o crucifixo levantado e segurando as pizzas com a outra mão, quando viu e os garotos sentados na sala vendo alguma coisa na TV.
- Olha, a já tá entrando no espírito do filme que eu aluguei. – disse sorrindo.
- Qual filme? – perguntou abaixando o crucifixo.
- O exorcista. – sorriu e bateu a mão de leve na testa.
- Como a gente é imbecil. Bem. vou levar o crucifixo de volta pra vizinha, e outra coisa a odeia esse filme. Ela nunca viu e vai te matar, . – sorriu e saiu da casa, indo até a vizinha recolocar a cruz na parede e ligar para as meninas.
- Essas garotas de hoje em dia só pensam em nos matar. Nós, humildes homens! – disse se lembrando de . , e concordaram com ele.
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e estavam chegando na igreja, ouvira o padre dizer: 'Se há alguém contra este casamento que fale agora ou cale-se para sempre', mas não ouviu, e então ela desesperada abriu as portas da igreja e gritou sem perceber que ali ocorria um casamento.
- AH! EUUU!! – Gritou e ficara em silêncio do lado de sua amiga.
- ALBERTO, COMO PÔDE? ELA É UMA CRIANÇA! – gritou a noiva batendo no noivo.
- EU QUERO FALAR COM O PADRE, NÃO TENHO NADA A VER COM O CASAMENTO DE VOCÊS. - foi até o padre – TEM ALGUÉM POSSUÍDO NA CASA DO MEU AMIGO.
revirou os olhos, enquanto alguns já começavam a rezar, outros desmaiavam, ou então sussurravam coisas sobre . ia argumentar, mas seu celular tocou.
- Alô? Ah! Sim, ok. Mas tem certeza? Nossa! Como eu sou idiota, ah o padre, bem a gente dá um jeito, . – puxou e contou o que havia realmente acontecido.
- Ah sim, alarme falso – riu nervosamente – Continue o seu trabalho padre, o está fazendo muito bem, fique com Deus.
- Que Deus ilumine essa garota. – disse o padre antes de continuar a casar Alberto e sua noiva.
Elas saíram da igreja em um instante chegaram na casa de , totalmente encharcadas e viram todos na sala vendo polishop, afinal não queriam se interessar por nenhum programa senão ninguém veria o filme. (n/a: a pizza tá sã e salva ok? Relaxa).
- Gente, cadê a ? – perguntou .
- Nem me fale, aquela garota quase me acertou com a faca. – sorriu e contou a história pra elas.
- Tadinh,a gente, ela é hipertensiva. A gente acha pelo menos. E ela faz tudo sem pensar também, acho que ela só queria se proteger, você falou algo pra ela? Ou simplesmente saiu sem avisar que ia sair? – perguntou olhando pro .
- Ah! Eu falei cuidado com os ladrões, mas de brincadeira. – riu e fechou a cara.
- Lesado! Ela acredita em tudo que a gente fala! – deu um pedala em e foi atrás de na cozinha, e foram junto.
- , pequena! – ia abraçá-la, mas viu a garota com aquelas facas de cortar carne e deu um passo pra trás.
- Ô, , pra quê essa faca, meu amor? – perguntou da porta assustada.
- Pra cortar a batata. – sorriu enquanto observava as batatas que estavam fritando, e cortava mais um.
- Mas amor, não precisa dessa faca pra cortar batata. As menores de serrinha servem. – disse olhando pra garota.
- Eu sei, , não sou burra. É que eu não sabia onde ficava, aí eu acabei pegando essa mesmo porque eu tinha achado. – sorriu e enquanto explicava mexia a faca pra lá e pra cá.
- , é melhor você largar essa faca, a gente pergunta pro onde está a outra faca. – disse .
- O que foi, ? – Perguntou pra garota que ficava cutucando ela.
- R-a-to! – disse , mas não entendeu.
- Não tem mal algum ficar com essa faca, eu a manuseei otimamente bem aqui, e eu não quero machucar vocês, então quem eu machucaria? – perguntou , olhando pra elas.
- RATO! – grita o que faz se assustar, e soltar a faca que cai com a ponta pra baixo e acerta o meio do rato.
- AH! QUE NOJO! O RATO TÁ MORTO! – gritou e saiu correndo da cozinha, junto das outras.
- EU FALEI, , QUE ESSA FACA IA MACHUCAR ALGUÉM! – Disse da sala, com ao seu encalço.
- Ok, não precisa gritar. , tira aquele bicho da cozinha? – disse para o garoto.
- Que bicho? – perguntou que estava entretido na TV.
- UM RATO! – gritou , balançando pela camiseta.
- Nossa! Tô indo – se levantou e foi até a cozinha. Alguns minutos depois ele volta falando que já jogou na lata de lixo.
- MEU DEUS, AS BATATAS! – sai correndo até a cozinha e depois volta com um prato cheio de batatas fritas.
- Batata frita e pizza, tem coisa melhor? – disse sentando do lado de .
- Bem... – ia opinar, mas quando viu que o olhava preferiu ficar quieto – Não!
- Ótimo. Coloca o filme. – disse sentando entre e – E cadê o ?
- Cheguei! – disse com uma garrafa de Smirnoff Ice pra cada um – Agora estou pronto pra assistir o filme.
- Nossa! Com essa chuva, e esse frio tá bom é pra dormir. – disse encostando no ombro de . (n/a: vamos entender a ordem dos fatores: , , , , , , , , pronto!)
- Ei, problema seu. O é meu. – disse rindo – Ah! Rimou!
- Ok, amiga! Sem problemas. – riu e encostou no ombro de .
- Eu mereço! – disse – Mas afinal que filme é esse?
- O exorcista. – disse sorrindo.
- MAS QUE PORRA É ESSA DE ALUGAR FILME DE TERROR SEM FALAR COMIGO? – começou a rir – CLARO, SÓ PODIA SER COISA DOS JUMENTOS DOS AMIGOS DO MEU IRMÃO QUE NÃO SABEM ESCOLHER FILME.
- Mas foi o e o que escolheram, eu estava lá fora. – disse .
- VOCÊ TÁ FERRADO NA MINHA MÃO. – disse apontando para ele – TO POUCO ME FUDENDO PRO QUE NOSSOS PAIS VÃO FALAR DO QUE EU FIZER CONTIGO, MAS QUE EU VOU ME VINGAR DE VOCÊ, AH VOU.
- Se ferrou – disse rindo e apontando para , mas parou de rir quando viu o olhar de para ele.
- AH! MEU QUERIDO, VOCÊ NÃO ESCAPA! SE EU FICAR COM MEDO, VOCÊ VAI PRA MINHA CASA, E VAI FICAR ACORDADO ENQUANTO EU DURMO! – ria maleficamente, e teve que concordar.
- Vamos ao filme? – perguntou olhando pra .
- Fazer o que, né? – bufou e voltou a se sentar.
foi até o DVD e colocou o filme.
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Estava no meio do filme e já tinha escurecido, todos estavam agarrados, os garotos em si adoravam, claro. Menos que não podia, afinal era ficante do seu amigo, e que se pegasse de novo estava morto, pelo James.
- , eu tô com medo, me abraça? – disse olhando pro garoto.
- Claro, minha linda! – sorriu e abraçou .
- Ainda bem que você não escolheu esse filme. – disse .
- Mas até que eu tÔ gostando. – riu com a expressão espantada de .
- Como? – perguntou.
- Claro, como não ia gostar de assistir um filme abraçado com uma garota linda como você? – sorriu e também.
- Então eu também estou gostando. – sussurrou , pra ninguém ouvir.
- Que tal a gente passar a amar esse filme? – disse se aproximando da garota.
- Por mim sem problemas, desde que seja sem compromisso. – sorriu e também.
- Eu te conheço, ! – sorriu e aproximou-se da garota, selando os lábios dela, ela correspondeu e acariciava as costas de , enquanto ele estava com a mão em sua cintura, por eles o momento não terminaria, mas sempre tem o chato da história, ou a chata.
- , eu to com medo, me abraça? – disse imitando .
- Claro, minha linda! – imitou e abraçou a garota, até que começaram a rir.
- Claro! Como eu não ia gostar de um filme abraçado com uma garota linda como você? – disse agora para .
- Então eu estou odiando. – disse , revirando os olhos, sem participar da brincadeira fazendo o com que todos olhassem pra ela – Ok, ok, então eu também estou gostando.
Nisso todos começaram a rir, e e davam pequenos sorrisos, afinal não queriam dar o braço a torcer, até que é a vez de imitar.
- Que tal a gente passar a amar esse filme? – disse com voz de ator mexicano galanteador.
- Por mim sem problemas, não esquece a camisinha, mas amanhã me esquece. – disse brincando e com a voz mais inocente possível – Oh! Brincadeira. minha linda. É que vocês não conseguem falar baixo, e a conversa de vocês foi tão novela mexicana.
- Não! Vocês me magoaram. – disse fechando a cara.
- A GENTE TE AMA. – Todas as garotas pularam encima de que começou a rir.
- Ok, ok, mas vai ter volta tá? – riu e todas voltaram pro seu lugar.
-Sem problemas coelhinha – disse rindo.
- Onde estávamos? – perguntou que chegava perto da garota.
- Bem, a-A-A ATCHIM! – colocou a mão na frente do rosto a tempo de não espirrar em – É sempre assim, pego uma chuva, fico resfriada, tomara que eu não fique com febre.
- Tomara – sorriu e deu um selinho na garota.
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30 minutos depois...
estava morrendo de frio, e não parava de espirrar.
- ! Eu to bal, onde tem rebédio? – sussurrou para sem que ninguém percebesse.
- Lá em cima deve ter, no quarto dos meus pais. – disse que prestava atenção em uma cena.
- Obrigada. – se levantou, mas antes de ir pegar o remédio foi pegar um cobertor no quarto de , chegando lá bateu a porta do armário sem querer no seu rosto, fazendo um cortezinho – Merda!
Quando foi puxar o cobertor, caiu um monte de coisa em cima dela, fazendo com que seu cabelo ficasse totalmente bagunçado.
- Agora onde estará o remédio? – foi até uma caixa branca que tinha no quarto dos pais dele, e viu os remédios, ela pegou o remédio pra gripe e tomou, guardou tudo e ia voltando pra sala, mas sem querer ela tropeça e cai, afinal com a febre seu corpo estava mole.
- Ai meu Deus, o que foi isso? – disse que estava vidrada no filme.
- Não sei! – disse que não largava o braço de .
- O filme está acontecendo aqui. – disse com ar aterrorizante.
- AHHHHH!!!! PARA!!! – disse batendo na menina com uma das suas mãos.
- E gente cadê a ? – perguntou .
- Não sei, ela não estava aí? – perguntou e afirmou com a cabeça, até que ouve outro barulho lá em cima – Acho que alguém seqüestrou a .
- CALA A BOCA, ! – Disse jogando uma almofada na garota.
- , vai lá ver. A casa é sua. – disse .
- Espera, ela tá descendo as escadas. – disse , olhando pro filme. ia bater no garoto, mas começou a ouvir um gemido de dor, e um barulho na escada.
- Será que é a ? – perguntou .
- E se for a menina do filme? Afinal quando o falou que ela estava descendo a escada, a pessoa que tava lá em cima também desceu. – disse o que fez dar um gritinho e abraçar ainda mais o braço do garoto.
– Eu te odeio, ! – disse com o cabelo totalmente bagunçado.
- Também te amo. – disse até que viu o cabelo de e lembrou de novo – AH, UM MONSTRO!
- AHHHHHHHHH!!! ONDE? ONDE? ONDE? – Gritou e ao mesmo tempo.
- Você! Lembra, a brincadeira do cabelo? – disse rindo, o que fez começar a bater nele.
- IDIOTA! Olha a hora que tu resolve brincar comigo! – fechou a cara e abraçou a .
- Ah não! – puxou e abraçou – Tava quentinho!
- Tá, tá, mas eu não vou falar com você. – disse abraçando , até que começam a ouvir passos na sala, e os gemidos de dor cada vez mais alto.
- Quem quer que seja tá chegando mais rápido aqui. – disse chegando mais perto de e .
- Ai Meu Deus! Eu não quero olhar pra trás. – disse que segurava o prato.
- Não, a gente tem que olhar pra ver quem é. Senão vamos ficar na dúvida pra sempre. – disse para que concordou – Ok, pessoal vamos virar pra ver no três, você conta.
- Beleza, um, dois, três. – quando todos iam virar a luz acabou, e as meninas começaram a gritar.
- NÃO ME LARGUE POR NADA, GAROTO. – Disse para – SOCORRO!!!
- EU QUERO MINHA MÃE! MÃE! VÓ! – Gritava .
- CARALHO, ALGUÉM ACALMA ESSAS GAROTAS, ELAS VÃO TER UM TRECO! – Disse para segurava pelo braço e a puxou para um abraço e começou a passar a mão no cabelo de .
Todos ficaram em silêncio até que os passos começam a chegar mais perto. não se movia, e e apenas viam a garota pelos reflexos da luz da Lua do lado de fora. Quando percebeu que a tal garota estava atrás dela, a única coisa que veio em sua mente foi tacar o prato pra trás.
- VOCÊ NÃO VAI FAZER ISSO DE NOVO! – Disse e segurando o prato e ao mesmo tempo lembrando do que ocorrera com ambos.
- Tudo bem, mas ela tá atrás de mim. – Quando olhou pra trás, apenas viu que era uma garota e que seu cabelo estava totalmente bagunçado – Eu acho que é a menina do filme.
- ! SOU EU! CARA, EU NÃO TO BEM. – Gritou a tal menina, quer dizer, para a garota perceber que não era a menina do exorcista, e isso fez com que se assustasse.
- ! – foi tateando até chegar perto de – O que você tem?
- Bem, eu tô um pouco febril, e tô espirrando muito. – Quando terminou de falar a luz voltou o que fez todos se acalmarem.
- Ok, a gente tem que te levar pra casa. – olhou pra que estava estática, sem soltar de – ?
- Que? Vão vocês com ela. Desculpa, xuxu, mas é que... – apontava da TV, pra ela, e pra luz.
- Eu entendo, foi um choque! – foi até a garota e deu um beijo na testa dela – Se eu fosse a garota nunca te atacaria primeiro, pode deixar seria a .
- Percebi! – riu – Bem, você me leva em casa e fica lá.
- Pois é né, então vamos. – se levantou para que o garoto pudesse fazer o mesmo.
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Quando chegou em casa, pediu para avisar sua mãe que ia dormir lá e foi correndo ligar pra pra ver como a garota estava, afinal conhecia os ataques de depois de um banho de chuva.
- Alô? – disse .
- Coelhinha!É a , tá melhor? – disse .
- Ah sim, estou. A febre passou só estou com um pouco de resfriado, mas minha mãe me proibiu de ir na piscina. – bufou do outro lado do telefone.
- MEU DEUS! , e agora? Amanha é a festa da piscina da ! – disse.
- Eu já falei com ela, pedi pra ela mudar. Aí ela não tinha idéia, então vai ser a festa colorida, e será a noite. – riu – E eu tenho que ligar pra todo mundo avisando.
- Nossa! – ria, até que ouve e subindo – , eu tenho que desligar, eles estão subindo, e se pensa que vai escapar do seu castigo está enganado.
- Eu tenho dó dele. – disse brincando – Mas, como eu sei que você nem é vingativa, vou zelar por ele esta noite, coitado.
- , ele terá uma LONGA noite pela frente. – disse rindo maleficamente.
- Tchau! Beijos, gatinha!! – desligou e também.
- É, ! Você realmente terá uma longa noite – sorriu.
Capítulo 4 – Não posso pedir que o inverno perdoe a um rosal...
saiu do seu quarto e chamou , afinal, ele teria que cumprir a vigia.
- Então, você deita e quando eu ver que você realmente dormiu eu posso ir dormir também? – disse e afirmou com a cabeça – Mas então, eu serei seu escravo!
- Vamos dizer que não é bem assim. Mas a culpa foi sua, quem mandou alugar o exorcista? – mostrou a língua e foi para o banheiro se trocar.
- MAS O TAMBÉM ESCOLHEU O FILME – Gritou para que escutasse do banheiro.
- Como se aquele jumento não fosse meu irmão. – saiu do banheiro com o seu pijama e riu da cara que fazia.
- Beleza! Você venceu! – sentou na poltrona que havia no quarto da garota.
- Ótimo. – desligou a luz, e ligou um abajur que ficava do lado da sua cama – Não durmo no escuro!
- Entendo. – riu – Mas essa luz deixa seu quarto assustador.
- NÃO FALA ISSO! – gritou e tapou a boca.
- Você vai acordar os seus pais – sorriu e deu de ombros.
- Vou tentar dormir, ok? – sorriu e deu um beijo na bochecha de – Boa vigia.
- Boa noite! Tomara que você durma rápido! – /> encostou-se à poltrona e ficou olhando para um ponto fixo na parede.
- Você é quem pensa. – sussurrou para que ele não ouvisse e sorriu.
Já eram três da manhã, e estava quase dormindo na poltrona, enquanto dormia, ou às vezes fingia estar dormindo. Enquanto o garoto queria se certificar de que ela estava dormindo, queria que ele dormisse para colocar seu plano em prática.
ficou olhando para o seu abajur até que ouviu roncando, era hora de colocar o plano em prática.
- Sua vez de ser assustado, . – levantou silenciosamente da cama e foi até a poltrona de , quando chegou lá jogou sua escova no chão para fazer barulho de propósito.
- O que foi isso? – acordou assustado e quando olhou pra cama de não a viu lá, quando ele olhou pro lado viu a garota sorrindo maleficamente pra ele, o que fez ele se assustar – , QUE SUSTO!
- Você tinha que ter visto sua cara! – ria de .
- Claro! Seu abajur deixa o seu quarto assustador, e você com a sua carinha de anjo... – passou a mão no cabelo e deu um sorriso amarelo.
- Cala a boca, ! – deu um pedala no garoto, e quando o silêncio se instalou no local ela ouviu passos no corredor – Acho que acordei os meus pais, vem deita e finge que tá dormindo.
- Beleza. – deitou na cama e abraçou o Jack, seu papagaio de pelúcia, e deitou do outro lado.
- Eu juro, amor. Eu ouvi um barulho vindo do quarto da nossa pequena. – disse sra. .
- A gente vai saber o que foi agora. – o pai de abriu a porta e viu sua filha dormindo e também – Aquele rapaz não foi convidado pelo para dormir aqui em casa?
- Foi. Eu não entendo esses adolescentes, até ontem estava com o James, e agora está com esse garoto... – queria rir, mas segurou – Nunca irei entendê-los.
- Vamos dormir. – disse o pai abraçando a sra. .
Quando eles saíram, virou para /> e começou a rir.
- Minha mãe pensou que eu troquei o James por você. – deu um sorriso amarelo e percebeu – Não! Não é isso, é que minha mãe sempre leva a sério, obviamente não tenho nada contra ficar com você e...
- Acho melhor você dormir. – olhou para a garota e virou para o lado oposto.
- Eu sou muito idiota! – bufou e voltou a tentar dormir.
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acordou com uma perna em cima de e com o Jack na cara do menino.
- Desculpa. – se levantou sem graça e foi para o banheiro.
- Não tem problema. – ligou a TV e começou a assistir algo que nem ele mesmo sabia o que era.
- Olha! – apareceu na porta do banheiro arrumada e olhava para – Desculpa por ontem, não foi a intenção, ok?
- Beleza. – forçou um sorriso e não percebeu – Vou me trocar, já vai descendo?
- Aham! Minha mãe já deve ter feito o café, tô com uma fome... – riu e deu um beijo na bochecha do garoto – Te amo, .
- Também te amo. – retribui o beijo e foi para o banheiro.
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Era de tarde e ninguém sabia o que fazer. lia pela décima vez alguma revista, enquanto e jogavam videogame.
- AHHHHHHHHH! Eu cansei, ! – disse /> pausando o jogo.
- Eu também cansei. Vamos fazer algo. – disse jogando a revista no seu irmão – Que tal eu chamar o James pra vir aqui? Aí a gente vai ao shopping.
- Grande idéia, mocinha. – atirou a revista de volta e sentou na sua cama.
- Por favor! – fez carinha de pidona.
- Ok, mimada! – apertou sua bochecha e saiu do quarto.
- Chato! – riu e pegou o telefone para ligar pro James.
- Alô? – diz James do outro lado da linha.
- Oi, amor! – fala toda manhosa.
- O que você quer pequena? – James ri, e bufa.
- Ai que horror! Eu não quero nada, eu só queria saber se você não queria vir aqui em casa. – disse.
- Ai a-amor, nem vai d-dar, eu tenho que a-aju-judar... – James fica em silêncio, e acha estranho – Ah! Eu tenho que ajudar a m-minha mãe!
- Ah, tudo bem. Mas tem certeza que você tá bem? Você parece estar nervoso. – fica preocupada.
- Magina, amor, i-impressão sua.
- Ok. – sorri.
- Amor eu tenho que desligar, minha mãe tá me chamando. – ia dar tchau, mas ele desliga antes.
- Ai, , o Jaiminho tá estranho. – faz biquinho e abraça o Jack.
- Relaxa, ele deve estar de TPM. – sorri para deixar sua irmã mais calma.
- Deve ser. – sorri e vai para o seu quarto se arrumar.
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havia ligado para suas amigas e foram todas para o shopping. e ficaram em casa. Já tinham comprado o necessário para a festa da que ia ser naquela noite. Elas tinham acabado de sair da praça de alimentação e estavam passando perto de uma joalheria quando vê James ali perto.
- , aquele não é o James? – aponta pra o garoto.
- Acho que é, mas é impossível. Ele disse que ia ajudar a mãe dele. – fica confusa.
- Não! Acho que é ele mesmo, gatinha. – disse se intrometendo na conversa.
- Bem, eu pergunto isso pra ele hoje à noite. – sorri de lado e continua a andar.
- Tudo bem! , eu posso ir com você pra festa da ? – pergunta .
- Claro. O James vai me buscar depois, aí a gente vai junto. – sorri.
- Mas o James não tem carro, só se ele pegar o do pai dele – sorri.
- Sei lá, . Só sei que ele ia me buscar, e pra mim desde que ele esteja em algo de quatro rodas, sem problema. – pisca e ri.
- Tudo bem então. – puxa – A gente vai indo, até de noite.
- ATÉ! – grita e continua o caminho com .
- Você já sabe como vai? – pergunta .
- Aham, você verá. – sorri.
- Nossa! Quanto mistério – finge estar sentida – Ah! Eu quero saber.
- Nã-ão. – mostra a língua pra garota.
- Tudo bem, não te conto o que aconteceu em casa ontem. – olha pra e sai andando.
- AH NÃO, SACANAGEM! VOCÊ SABE COMO EU SOU CURIOSA! VOCÊ É MALVADA! – vai atrás da garota e começa a gritar.
- Vai ficar querendo saber!
No caminho, tentava e tentava descobrir o que ia falar, mas a garota não abria a boca pra nada. Quando chegaram em casa já estava escurecendo.
- EU TOMO BANHO PRIMEIRO. – disse para .
- Nem vem, garota. – segurou sua irmã pelo braço e a jogou dentro do quarto – Você demora demais, primeiro vou eu, depois o e você se vira em saber quem vai primeiro. A também é outra que parece que morre no chuveiro.
- Ai tá. – bufou e deito na sua cama – E VOCÊ ME MACHUCOU IGNORANTE! VAI PASTAR!
- IGNORANTE É VOCÊ, VACA! – ia entrando no banheiro, mas viu na porta.
- QUEM VOCÊ CHAMOU DE VACA? – cerrou os olhos.
- Tá ficando surda? – riu sarcasticamente – Você me mandou pastar, mas acho que a vaca é você!
- Vai começar... – riu e se apoiou na parede.
- Pois é, vamos ver algum filme da ? – /> perguntou.
- Beleza. – segue pro quarto de enquanto ela batia no irmão.
- EU TE ODEIO, ! VOCÊ É ESCROTO, MULEQUE, NEM TEM RESPEITO! – bateu na cara dele.
- CALA A BOCA! – empurrou a garota e entrou no banheiro.
gritou e entrou no seu quarto.
- Eu o odeio. – sentou na cama e olhou pro – O que você tá fazendo aqui?
- Ele tava vendo filme comigo, – disse e sorriu.
- Não importa. – revirou os olhos.
- Mas afinal, porque vocês brigaram? – perguntou mexendo no cabelo da amiga.
- E eu vou saber? Deve tá estressado, só mandei ele ir pastar e ele vem e me chama de vaca. – levantou da cama e foi pro seu closet.
- Eu vou tirar o filme, tudo bem, ? – perguntou tirando o filme do DVD.
- Você já tirou, né, esperta? – riu e foi até – Não fica assim, ele tá estressado porque hoje sua mãe tava nervosa e vocês tinham saído sem avisar, e ela descontou nele.
- Ótimo. Agora ele vem e desconta em mim, me poupe. – continuou procurando sua roupa, e ouviu o chuveiro sendo desligado – Sua vez de tomar banho, .
- Beleza. – sorriu e beijou a testa da garota – Vê se fica mais alegre.
- Eu não tô triste, eu só achei sacanagem dele. – sorriu amarelo, pegou sua saia e jogou na cama.
saiu do quarto, enquanto retirava sua roupa da bolsa.
- Eu vou passar, ok? Ela ficou toda amassada – riu.
- Sem problemas, dona de casa. – riu.
- NOSSA! Sou muito dona de casa! – ouviu falando com alguém no telefone – Nossa nem ouvi o seu telefone tocar.
- VERDADE! Acho que tá quebrado, telefone idiota, só tenho ainda porque é roxo. – piscou e vê seu irmão aparecer na porta – O que você quer?
- O Bourne ligou falando que não vai dar pra ele vir te buscar, então a gente tem que ir mais rápido pra ir a pé, beleza? – disse e afirmou com a cabeça voltando a sua atenção pra sua roupa – Desculpa por àquela hora, eu tava estressado.
- Tanto faz – fez cara de sentida – Mas, dude, vaca é um pouco forte sabe? Principalmente porque eu sou sua irmã.
- NÃO FOI POR QUERER. – abraçou e deu um beijo na sua bochecha – Você me desculpa?
- Fazer o que né? – ri e retribui o beijo na bochecha do garoto.
- , você tá bem nessa roupa colorida, hein? – disse rindo – Mais colorido que você impossível.
- Pois é, estou fazendo jus ao tema da festa – piscou e revirou os olhos.
- Troca essa bermuda azul royal por uma preta, vai ficar bem menos chamativo. – empurrou garoto até a porta.
- Obrigado pela ajuda, maninha – foi pro seu quarto e saiu do banho.
- Pode ir, . Eu ainda vou pegar minha blusa que eu não tô achando. – disse.
- Beleza! – saiu e foi para o banho.
Quando voltou do banho, olhou para a garota e a fez dar uma voltinha. vestia uma legging azul, e uma blusa branca com detalhes em azul escuro, azul claro e rosa, sua sandália anabela branca tinha alguns detalhes rosa e seu cabelo estava todo cacheadinho.
- Tá linda, ! – assoviou para a garota, o que fez rir.
- Só falta você. Vai lá se arrumar, vou esperar você lá embaixo junto com os garotos. – disse descendo as escadas.
- Ok. – entrou no banheiro.
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estava conversando com os garotos, quando vê descendo. Ela vestia uma saia jeans, sua bota de cano alto e plataforma bege, e a sua blusa tinha as mangas em três cores: branca, rosa e roxo, enquanto o resto da blusa era creme e tinha um gatinho roxo no meio.
- Ae! , arrasou! – disse assoviando.
- Menos, . – chegou perto dos três, e olhou para os garotos, ria e não falava nada.
- , o gato comeu a sua língua? – disse batendo nas costas do cara.
- Não! – riu nervosamente.
- Bem, vamos? – disse indo pra porta.
- Claro. – seguiu a garota e os garotos foram logo depois.
- Não esquece, , amanhã é o dia do karaokê. – sorriu.
- Ah! Verdade. Então amanhã umas seis horas a gente vai pra tua casa, né? – disse.
- É! Porque amanhã meus pais não vão estar em casa, aí a gente se diverte mais. – riu.
- O que é esse tal de dia do karaokê? – perguntou .
- Oras! Se você quer tanto saber vai lá em casa amanhã. – disse e gritou.
- FICOU LOUCA? AÍ ELES VÃO VER! – bufou e riu.
- E daí? E pode levar os outros garotos também, quanto mais de vocês melhor. – riu e piscou pra amiga.
- Chata! – deu as costas e continuou a andar.
O caminho foi meio silencioso, afinal ninguém tinha assunto, até que começou a cantar.
- OHHHH! Vive num abacaxi e mora no mar!– piscou pra e ela continuou.
- esponjuda, dá uma rebolada! – pulou.
- Tem uma amiga estrela que vive afobada...
- esponjuda, dá uma rebolada!
- Se a e a é o que você quer!
- Ah meu amigo vai dar um rolé! – parou de cantar, olhou pra e começou a rir.(n/a: Especialmente para a Juh estrela)
- Vocês têm problemas? – olhou pra elas.
- Não! – disse e sorriu.
- BOB ESPONJA É CULTURA! IRRA! – pulou nas costas de e gritou.
- Ô JUMENTA! EU NÃO TE AGUENTO! SOU PEQUENA DEMAIS! – As duas caíram no chão e começaram a rir.
- CHEGAMOS! – Gritou , passando por cima das garotas e entrando na casa.
- AEEEEEE! – levantou e saiu correndo, puxando .
- Porque eu sou amigo deles? – riu, e saiu andando na direção das garotas. Quando entraram, viram brigando com um ser desconhecido, já bêbado, que queria porque queria, ver se sabia cozinhar.
- Oi, ! – empurrou o garoto bêbado, e abraçou sua amiga – Desculpa! Quem manda beber?
- Falou a certinha! – chegou e ajudou o garoto a se levantar, quando ele se levantou ela o empurrou de novo, o que fez suas amigas a olharem – Que foi? Eu queria empurrá-lo. Se a pode, eu também posso.
- Louca. – revirou os olhos e levou as amigas até o fundo da casa – Ah! , o Bourne já tá ai! Ele chegou muito cedo.
- Estranho! Ele falou que não ia poder me buscar. – olhou pra amiga, que fez cara de 'não sei de nada'.
Quando elas chegaram no fundo da casa, viram algumas pessoas em volta da piscina, outras dançando porque o som estava alto, e de vez em quando, alguém parava o som e ia cantar no karaokê, procurava James com os olhos, até que o viu com várias meninas em volta, dando muita risada. Quando ela chegou perto dele, ele não percebeu a sua presença.
- Boa noite, Bourne. – disse sarcástica.
- Oi, amor. – James deu um selinho na garota e virou pra rodinha de novo – Depois você me conta a história, beleza?
- Por mim tudo bem, James. – A menina sorriu e piscou pra ele.
- Vaca atirada ela, não? – Sussurrou , mas James a ouviu falando.
- Disse algo, ? – perguntou o garoto.
- Ah! É que o cara caiu da escada e bateu a cara no chão. – deu um sorriso amarelo e sentou na beira da piscina.
- , você tá bem? – James agachou do lado da garota e mexeu no seu cabelo. A garota sorriu de lado e afirmou com a cabeça – Eu vou dançar ali com a Ashley e já volto, ok?
- Tudo bem, o patinho me faz companhia. – disse sarcástica abraçando a bóia em forma de pato.
- Não fica assim, é que ela me pediu, entende? – James sorriu e foii até a vadia, digo, a garota.
bufou e chutou o patinho pra longe, a garota resolveu deitar na borda da piscina e fica mexendo na água. que não estava muito longe dali viu toda a cena e resolveu falar com a garota.
- Tá tudo bem? – sentou do lado da garota, e ela surpresa, olha pra ele.
- Acho que sim. – forçou um sorriso, e sorriu.
- Você não me engana. Vamos lá, conte. – olhou para , que encostou a cabeça no colo do garoto.
- Ai, ! O Jaiminho tá estranho, ele quase não tá falando comigo. Dá mais atenção a aqueles projetos de limão, do que a mim. Eu sei lá o que se passa com ele, e eu cansei de ficar de escanteio.
- Nossa! Mas fala com ele, às vezes ele te explica algo, não sei. É que o James é estranho mesmo. – riu e apertou a bochecha da garota – Mas porque projetos de limão?
- Porque elas são azedas. – fechou a cara, e começou a rir da garota.
- Ai, , só você. – sorriu e começou a mexer no cabelo da garota – Faz assim, se ele continuar estranho faça ciúmes pra ele. Pega um garoto bem bêbado na festa e faz ciúmes. Mas por favor, não vai beijar o moleque, senão você piora a situação.
- Vou pensar na sua idéia, . – A garota levantou e beijou a testa de – Obrigada por tudo!
- Ah, sempre às ordens, dona! – piscou, e foi falar com .
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estava dançando com suas amigas, até que começou a tocar 'Let Me Think About It', então ela foi até o James para chamá-lo pra dançar.
- Jaiminho! – sorriu e segurou na mão do garoto que estava sentado.
- Fala, amor! – James sorriu, enquanto terminava de beber a latinha de cerveja.
- Vamos dançar? Eu amo essa música! – fez carinha de cachorro pidão.
- Eu tô cansado. Prefiro ficar aqui sentado vendo você dançar. – James sorriu e fechou a cara.
- Beleza, James Bourne! – sorriu e saiu andando a procura de um bêbado, que nesse caso tinha um nome: sr. – !
- Fala, ! – chegou perto da garota e sorriu.
- Vamos dançar? – sorriu.
- Opa! Com você então, bem melhor! – segurou na cintura da garota, e começou a dançar.
sorri e chegou mais perto do garoto, que tentou beijá-la.
- ! Não faça isso, você tá bêbado. E se você se lembra eu namoro o seu amigo. – A garota virou o rosto, e beijou sua bochecha.
- É? Mas, ah é! – sorriu e tentou acertar a boca da menina de novo.
- ! – grita, e vira a cara de novo, ela olha para o James sem ele perceber, e vê que ele estava olhando fixamente pros dois.
- Poxa, ! Eu não tô fazendo nada. – sorriu, e encostou a garota na parede.
- ! Você está bêbado, você tem que parar – empurrou o garoto, que a puxou pra perto dele.
- Eu não vou fazer nada, eu só estou dançando com você. – sorriu e segurou na cintura da garota.
- Claro! Tô vendo. – começou a rir e mordeu a bochecha do garoto.
- Viu? Você que tá me assediando. – fez cara de inocente.
- Nossa! Sempre! – revirou os olhos e sorri – E você não faz nada, né?
- Faço sim! – deu uma risada maldosa e tentou descer a mão. subiu a mão dele.
- , não! – ficou séria e viu que James vinha na direção dos dois – É melhor você parar!
- Por que? – terminou de falar e sentiu um soco na cara.
- RESPEITO COM A NAMORADA DOS SEUS AMIGOS, BELEZA? – James gritou e puxou para longe de /> – O que você pensa que estava fazendo?
- Estava dançando. Já que o MEU NÃO-namorado, não quis, afinal, a gente não namora. – disse enfatizando bem a palavra 'meu'.
- Beleza! Agora a gente vai dançar. – disse James sério, e outra música toca.
- Desculpa, querido! Eu não gosto dessa música. – piscou para Bourne, e saiu andando.
James a seguiu com os olhos e jogou uma garrafa na parede, o que fez uma garota dar um gritinho. que viu toda a cena foi atrás de .
- Garota, o que foi aquilo tudo? – perguntou abismada.
- Sei lá! Mas foi legal! Você viu a cara do James? – riu – Deus! Como eu consegui fazer aquilo?
- Minha menina tá crescendo! – abraçou , que ria – Mas cresça pro lado bom, se virar puta perde a mamãe, viu?
- Que horror, ! – ficou assustada – Relaxa ae! Puta é emprego para projetos de limão.
- Entendo, por isso mamãe não gosta de projetos de limão! – riu e também.
- Já volto, . Vou contar pro /> o que aconteceu, afinal a idéia foi dele. – sorriu.
- Não! Agora ele está... - saiu correndo a procura dele e nem ouviu o que /> queria dizer.
estava perto do jardim, quando ouviu a voz dele. A garota sorriu e chegou no jardim.
- ... – viu beijando outra garota, e não conseguiu terminar de falar. Antes dele parar o beijo pra ver quem tinha o chamado, ela saiu correndo.
A garota passou por todos com os olhos cheios de lágrimas, subiu as escadas correndo e se trancou no quarto de .
Afinal por que ela estava assim? Essa pergunta se passava em sua cabeça toda hora, ela amava James e não . Então por que esse aperto no coração, por que ela estava chorando, por que se importou tanto com o que viu, o que ela realmente sentia? deitou na cama de sua amiga, e abraçou Teddy. As lágrimas não paravam de cair, mas era um choro silencioso, ao mesmo tempo em que as lágrimas desciam, ela se despedaçava por dentro, sua felicidade tinha acabado naquele instante, ela também chorava por dentro. Confusa, a garota não sabia o que fazer, então preferia fingir que não viu nada, que nada aconteceu, que ela nem achou .
- ! EU SEI QUE VOCÊ TÁ AÍ, ABRE A PORTA! – gritava do outro lado da porta, o que fez se assustar – POR QUE VOCÊ SUBIU AS ESCADAS CORRENDO, O QUE ACONTECEU?
- NADA! – gritou, mas sua voz saiu embargada.
- VOCÊ ESTÁ CHORANDO. OU ESTAVA. EU TE CONHEÇO! ABRE ESSA PORTA! – começou a bater na porta.
- CALMA! – foi até o banheiro, e lavou o rosto.
- CALMA NADA! ABRE ESSA PORCARIA DESSA PORTA! – Quando terminou de falar, abriu a porta com o rosto um pouco vermelho – Seu rosto nem te condena!
- Engraçadinha! – sorriu, e quando entrou no quarto ela voltou a fechar a porta.
- Mas por que você estava chorando, hein? – sentou na cama e olha para a amiga, que sentou ao seu lado.
- Bem, é que... – ficou sem o que falar, tinha que pensar rápido senão ia perceber.
- É que? – ficou olhando para a garota, que olhava para um ponto fixo.
- O James. Ele tá diferente comigo. – disse, e abraçou a amiga.
- Não fica assim. Vamos lá, às vezes não é nada, você vai ver. O James não é bobo. – sorriu e passou a mão no rosto da amiga.
- Você tem razão. – sorriu e foi para o banheiro retocar a maquiagem.
- Fique bonita. – disse.
- Ficarei. – riu e quando saiu do banheiro /> bateu palmas.
- Nem parece que chorou. – levantou da cama, e abraçou sua amiga.
- Que bom! Agora vamos! – saiu do quarto abraçada com .
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Todos estavam se divertindo, por mais confusa que podia estar, ela sempre sorria e escondia ao máximo como estava se sentindo. Agora ela ficava perto das suas amigas, queria evitar ao máximo os garotos. estava meio abobado, além de bêbado tinha levado um soco na cara, mas continuava pulando e se divertindo.
estava vendo competir com pra ver quem bebia mais, até que ouviu a música parar e James pegar o microfone do karaokê.
- Não acredito que ele vai cantar. – disse se escondendo atrás de .
- Acho que não vai cantar! – disse.
- Por favor, eu quero a atenção de todos! – James disse no microfone – Eu queria falar algo muito importante pra uma garota muito especial para mim, que acho que todo mundo sabe que é a mini-!
- Vai lá, . – disse que empurrou a garota. ficou estática. Afinal o que ele ia fazer?
- Oi, amor! Bem, como acho que a maioria sabe, a gente tá ficando. Por mais que gente às vezes fale que estamos 'namorando'. – James riu e olhou pra – Eu peço desculpa, por ter sido chato, idiota, estúpido, seco, ou o que for nesses últimos dias. É que se eu falasse mais que o necessário com você eu ia acabar estragando a surpresa.
- Que surpresa? – perguntou confusa.
- Bem, , vou dar uma de cavalheiro e isso não acontece sempre. – James sorriu e se ajoelhou na frente de – Você quer namorar, mas realmente, namorar comigo?
[corte da protagonista]
Agora me fodi! Acredita? Há alguns minutos atrás, eu estava chorando por causa do meu amigo, pensava que meu namorado era o pior do mundo. Não sei o que aconteceu, tô ficando louca. Deve ter sido a comida da minha mãe, ou então o sorvete que tomei no shopping, algo assim. Cara, eu sempre sonhei com isso, e quando isso acontece, eu estou confusa. Que merda! Vamos analisar: Eu estou com um cara super fofo, acho eu óbvio, você não acha nada, eu acho! E o cara que eu beijei na festa da minha amiga, mexeu comigo, mas se analisarmos pelo amor, eu acho que to me enganando em relação ao que sinto pelo , deve ser coisa do momento ou da bebida. Eu sempre amei o James, então eu já sei o que vou fazer, e se eu tiver errada, eu me viro depois.
[voltando à história]
- Não! – sorriu e James ficou estático.
- Mas... – James não sabia nem o que dizer.
- Como você é idiota, James Bourne, – revira os olhos.
- O que a tá fazendo? – perguntou pra que ficou de boca aberta com as palavras da amiga.
- Mas, , como assim? – James não sabia onde enfiar a cara.
- Você é muito idiota em acreditar que eu ia falar não! – bateu no garoto, e o abraçou – É óbvio que sim.
- Que susto, garota imbecil! – James riu, e beijou a garota.
- Mas e todos esses dias que você nem me deu atenção? O dia da praça que você foi embora do nada? O dia em que você disse que ia ajudar sua mãe e estava no shopping, hein? E porque você não foi me buscar hoje? – disse olhando nos olhos do rapaz.
- Bem, no dia da praça que eu fui embora do nada foi porque minha irmã tinha me mandado uma mensagem pra eu encontrar com ela, porque eu queria ver se ela achava legal eu te pedir em namoro. No outro dia, que disse que ia ajudar minha mãe, tava mais para o contrário, porque ela foi me ajudar pra ver qual aliança eu te dava. E eu não fui te buscar porque eu ia acabar te contando a surpresa. – James sorriu.
Pela primeira vez depois de todo o ocorrido, sorriu e deu um selinho no garoto. Pelo menos essa noite ela ia dormir feliz.
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Já tinha passado das seis e estava esperando as garotas para começar o dia do karaokê. Ela estava assistindo Padrinhos Mágicos, até que a campainha tocou.
- PODE ENTRAR, A PORTA TÁ ABERTA! – gritou do sofá.
- Você tá louca? E se fosse um ladrão? – disse entrando na casa.
- Eu tenho certeza que ele não tocaria a campainha – riu, e voltou a ver TV.
- Vai se ferrar! Ei, , tô com vontade de aprontar hoje! – disse com cara de sapeca.
- Quem é a vítima? Desde que não seja eu, nem a ! – piscou, e começou a contar qual eram as meninas que sobraram – Idiota, só sobrou a !
- Ah é! – riu e também – Então tá, vamos aprontar com a .
- Beleza, mas o que a gente vai fazer com... – ia terminar de falar mais a campainha tocou de novo – PODE ENTRAR, A PORTA TÁ ABERTA!
- Oi!! – entrou e pulou no colo de – O que vocês tão aprontando aí?
- A gente quer fazer algo com a . – disse /> que pegou uma bala na mesinha.
- Oras, é só fazer algo em relação a ela e o . Simples. – disse comendo um chocolate.
- ÓTIMO! A GENTE TE AMA, XUXU! – disse , abraçando .
- Gente, eu tô aqui em baixo sabia? – disse fingindo estar sufocada.
- Desculpa, gatinha. Então faz assim: fala para o vir aqui. – disse /> toda feliz.
- Ele já vai vir. – disse rindo da cara azeda que fez.
- Tá, mas fala pra ele trazer uma camisa e uma calça social. – disse .
- , como você é má! – disse /> rindo.
- É pro plano dar certo, ok? – disse ligando pro e o avisando pra trazer a roupa.
- Beleza, a gente vai conseguir. – disse até que alguém tocou a campainha.
- PODE ENTRAR, A PORTA TÁ ABERTA! – disseram as três juntas.
- Nossa, que recepção! – disse entrando na casa da garota.
- Então, vamos só esperar os garotos pra começarmos, ok? – disse se levantando.
- Por mim tudo bem. – disse e concordou com a cabeça.
As garotas empurraram o sofá pra trás para ter mais espaço, e tiraram a mesinha do meio da sala.
- É difícil ver minha sala assim. Ela fica maior. – disse />.
- Verdade! – sorriu e a campainha tocou – Agora eu também quero falar! 1,2,3!
- PODE ENTRAR, A PORTA TÁ ABERTA! – disseram as garotas em uníssono. Quando os garotos entraram, elas começaram a rir.
- Beleza, né?!? – disse olhando para as meninas.
- Não repara, sempre foram retardadas. – disse sentando no sofá – Começa logo o show de palhaçadas.
- Cala a boca! – disse dando um pedala em .
- , eu queria saber o porquê do... – ia terminar de falar, mas tampou a boca dele e pediu para ficar em silêncio.
- Bem, se sentem todos. – quando disse isso, todos os garotos sentaram no sofá, e ficou no braço do sofá.
- O dia do karaokê é o dia que a gente se junta pra cantar. Mas a diferença é que não tem aquele som imbecil de karaokê, a gente grava apenas a melodia sem a voz da pessoa. E quando a gente termina de cantar, a gente dá a nota e soma a média. Quem tiver a melhor média, ou pede algo pra outras três, ou dá um castigo pras outras três.
- Ah! Então hoje vocês terão mais notas, certo? – disse feliz.
- Claro! – sorriu e pega uma caixinha – Coloquem seus nomes aqui, meninas!
- E a gente não pode participar? – perguntou .
- Pode, mas vocês sabem dançar e cantar? – disse .
- Beleza, a gente deixa só vocês participarem. – disse .
- Ok – sorriu e colocou seu nome na caixinha, que na verdade nem tinha seu nome, só tinha o da .
- E a primeira é... – abriu um papelzinho e viu escrito , ela sorriu e jogou os outros papéis no lixo – ! Você é a primeira.
- Ô sorte, viu! – bufou e foi pro banheiro se trocar.
- NOSSA! Ainda tem figurino? – perguntou pra .
- Aham! – sorriu e senta no colo de – Como o meu Cosminho se comportou esses dias?
- Bem, Wandinha. Ontem eu te vi na festa, mas você tava meio abalada então decidi te deixar sozinha. Principalmente quando você viu...
- É melhor você ficar quieto. – disse dando um beijinho na bochecha do garoto, que entendeu o recado.
Quando voltou do banheiro, e puxaram para um canto.
- Ela vai começar a cantar agora. Corre pro banheiro e se troca. Não sei se você conhece a música 'La Tortura', mas vai passar a conhecer. E mesmo se não souber cantar pode dublar, porque eu acho que a parte dele a deixou, e só tirou a voz da Shakira, ok? – disse empurrando pra dentro do banheiro.
- PODE COMEÇAR! – puxou uma cadeira pra e sentou no braço do sofá.
- Engraçadinha. – sentou na cadeira.
- Ok, lá vai! – ligou o rádio e se posicionou.
:
No puedo pedir que el invierno perdone a un rosal
No puedo pedir a los olmos que entreguen peras
No puedo pedirle lo eterno a un simple mortal
Y andar arrojando a los cerdos miles de perlas
dançava e todos aplaudiam, quando ela começou a ir pra trás sentiu um corpo contra o seu, e quando se virou, se deparou com ninguém mais ninguém menos que o Orlado Bloom, mentira, era o mesmo.
:
Ay amor me duele tanto, me duele tanto
que no creas más en mis promesas
dançava em direção à garota, que recuava sempre dando um passo pra trás. As suas amigas riam da cena, e os garotos apenas assistiam, pensando que fazia parte da dança.
não queria dar o braço a torcer por , e não queria deixar ele por cima na dança, então resolveu fingir que ele era apenas um parceiro de dança.
: Ay amor
: Es una tortura
: Perderte!
Sem saber, se aproximou dele, chegou perto do rosto dele, enquanto colocava sua mão no peitoral dele, o garoto assustado com a reação da garota, não teve ação alguma quanto a isso e ficou estático. Quando ele decidiu segurar em sua cintura, ela se afastou dele.
: Yo sé que no he sido un santo
Pero lo puedo arreglar amor
: No sólo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo.
: Sólo de errores se aprende
Y hoy sé que es tuyo mi corazón
: Mejor te guardas todo eso
A otro perro con ese hueso y nos decimos adiós.
a puxou de volta ficando atrás dela , a enlaçou pela cintura, apoio sua cabeça no ombro da garota, e cantava sensualmente no ouvido dela.
por mais embalada que estivesse, por mais que ele estava conseguindo deixá-la louca, era forte e não ia deixá-lo vencer. Então, ela fingiu ir beijá-lo, mas apenas piscou e mandou um beijo no ar, o que fez o garoto a puxar de volta, quando ele estava bem perto dela, ela sorriu.
- Você nunca irá conseguir, ! – disse incerta, mas disse. Quando terminou de cantar, ela ia virar pra continuar a música, mas foi surpreendida por />, que a puxou e lhe deu um beijo.
As garotas, surpresas, davam gritos na sala, enquanto os garotos mais surpresos ainda não sabiam o que dizer. Quando se separou da garota, ela ainda estava de olhos fechados com o rosto encostado no peito dele. Quando ela percebeu o que tinha ocorrido, seus olhos começaram a lacrimejar, ela o olhou e então começou a chorar.
- Feliz? Conseguiu mais um troféu! Agora o seu troféuzinho vai pra casa tentar dormir! – deu uma risada sarcástica e saiu correndo chorando.
- Pode ter certeza que eu não te considero um troféu. – olhou a garota sair pela porta, e fez o mesmo caminho que ela.
- ELE NÃO PODE IR ATRÁS DELA! SENÃO VAI PIORAR AS COISAS. – disse .
- Eles já foram. – disse olhando pela janela.
- Que triste! Eu sempre quis os dois juntos – disse com a carinha triste.
- Olha o que a gente fez! – abraçou e ficou com a cabeça baixa.
- Eu acho melhor a gente ir embora, nem vai da pra continuar o karaokê sem a e sem o . E com esse clima de 'nosso plano deu errado'. – disse se despedindo de e de />.
- Vai lá, amor. Depois a gente se fala. – deu um selinho em e se despediu dos outros também.
- Ai maninho! Eu acho que não devia fazer nada, nunca mais me meto no meio de ninguém. – deitou no sofá e olhava para o teto.
- Cala a boca que você me juntou com a . – sorriu e pulou em cima da irmã.
- Jura que eu não sou má em ajudar os outros a se juntarem? – perguntou empurrando seu irmão de cima dela.
- Juro. Mas vê se é o que eles querem, pra você não fazer coisa errada. – sorriu e beijou a testa da garota.
- Obrigada, maninho, às vezes você fala umas coisas legais. – disse – Vou tomar banho e ficar vendo algum seriado na TV lá no meu quarto, topa?
- Beleza, mas eu vou tomar banho primeiro. – disse subindo correndo.
- Tudo bem, todo dia é assim mesmo – sorriu e subiu.
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corria o máximo possível, até que começou a chover e ela ficou embaixo de um toldo e viu um garoto sentando ao seu lado.
- Você está bem? – pergunta limpando os seus olhos e se abaixando pra ver quem era.
- Não sei. – o garoto se levantou e percebeu que era .
- Sai de perto de mim! – diz.
- Relaxa, , eu só quero falar com você! Eu te amo e você sabe disso! – disse chegando perto da garota.
- Mas eu não quero sofrer. – disse com a voz embargada.
- Você não irá. – disse olhando nos olhos da garota – Vem, vamos pra minha casa. Sem segundas intenções, é porque ela é mais perto que a sua, e tá chovendo muito.
- Tudo bem, não precisava dessa explicação toda. – sorriu.
Quando chegaram na casa de , não havia ninguém.
- Bem se você precisar de algo, é só... – não terminou de falar porque o beijou.
O garoto surpreso no começo não reagiu, mas depois ele a pressionava contra seu corpo segurando na sua cintura e a beijando entamente.
mordia o pescoço do garoto enquanto ele a levava até seu quarto, quando chegaram lá o lugar estava muito abafado, por causa das janelas que estavam fechadas.
Os dois molhados com a chuva, e de suor por causa do calor que estava no local, não se importavam com isso e continuavam a se beijar.
- Eu nuca pensei que você fosse... – foi calado pela garota de novo, mas agora com palavras.
- Cala a boca, ! – sorriu e voltou a beijar a garota. Ele a deitou na cama e tirou a sua camisa, enquanto a garota retirava a sua própria blusa. Quando ele voltou a beijá-la, ele esbarrou em um vaso que caiu no chão.
Esse barulho fez com que se assustasse e...
- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! – gritou acordando totalmente suada e assustada.
- Filha, você está bem? – disse sua mãe entrando assustada no quarto da garota – Deus! , você está tremendo! Vou buscar uma água pra você.
- Mãe! Não precisa, aqui tem. – disse pegando seu copo de água e bebendo, ela percebeu que realmente estava tremendo.
– Pode voltar a dormir, mãe. Desculpe, é que eu tive um pesadelo.
- Tudo bem, filha. – Sua mãe beijou sua testa e saiu do quarto da garota.
- Eu não sonhei com isso. – deitou, e ficou estática sem se mexer – Eu definitivamente não sonhei com isso.
Capítulo 5 – O que acontece em Brighton... Permanece na mente!
deitou e fechou os olhos na tentativa de conseguir voltar a dormir, mas na sua mente só havia a imagem de uma pessoa: .
Ela então ficou de olhos abertos até o sono vencer, mas quando ia voltar a dormir sua mãe apareceu na porta dizendo que já era hora de ir para a escola.
passou por sua mãe já vestida, apenas pegou sua mochila e saiu. Quando chegou na escola tentou ao máximo sorrir e não demonstrar que estava perturbada por causa do seu último sonho.
- NOSSA, QUE SONO! QUE VONTADE DE DEITAR NA MINHA CAMA E O MELHOR SERIA COM VOCÊ, PEQUENA! – disse abraçando em seguida. soltou um gritinho com o comentário e saiu de perto do casal.
Quando chegou ao pátio viu suas amigas junto com os outros garotos, mas ali estava a a última pessoa que ela queria ver naquele dia, sim, Vanessa Hudgens! Mentira! Era só pra descontrair, na verdade era o .
- E aí, gente, quem quer ir à minha casa hoje? – disse chegando perto da mesa.
- PERSEGUIÇÃO, CARA! CARMA! SÓ PODE SER! O QUE EU TE FIZ? – gritou e saiu de perto da mesa, mas foi puxada de volta por .
- ! Eu preciso falar com você! – disse segurando a garota pelo braço, o que a fez o olhar assustada.
- Eu não quero falar com você. Eu não quero te ver hoje. Por favor, não apareça na minha frente. – sem saber o que dizer, apenas soltou a garota e se sentou em silêncio na mesa.
- Relaxa, , ela tem esses ataques. – disse se desvencilhando dos braços de para abraçar o amigo.
- Relaxa, , eu tô bem, acredite. – sorriu, incerto de suas próprias palavras.
- Eu vou lá falar com ela. – disse indo até que estava sentada debaixo da escada, quando chegou perto da garota sentou do lado dela – Tá tudo bem, anjinha?
- Claro que tá, por que não haveria de estar? – diz sem retirar o rosto do meio das pernas.
- , olhe nos meus olhos e diga que está tudo bem. – disse séria.
- , não precisa de nada disso, eu estou muito bem. – disse com a voz chorosa.
- Me fala agora o que aconteceu pra você estar assim! Foi o que aconteceu ontem lá em casa com o ? – disse e em troca recebeu o silêncio de – Bem, não vai me contar?
ainda escondendo o rosto apenas balançou a cabeça, o que fez se levantar.
- BELEZA, SRTA. EUNÃOQUEROAAJUDADAMINHAAMIGA! EU CANSEI, OK? VOCÊ SEMPRE FAZ ISSO! PORRA, NÃO PERCEBE QUE EU QUERO TE AJUDAR, QUE A GENTE SEMPRE FOI AMIGA E TÁ MAIS DO QUE NA HORA DE VOCÊ ABRIR ESSA MERDA DE CORAÇÃOZINHO QUE VOCÊ TEM PRA EU CONSEGUIR FAZER VOCÊ RIR E TE AJUDAR COM O GAROTO QUE EU SEI MUITO BEM QUE VOCÊ AMA? – começou a gritar, o que fez se levantar em silêncio e abraçar a amiga.
- , eu não quero gostar dele, eu não quero sofrer por causa dele, eu sempre tentei esconder isso, fechar esse sentimento pra pensar que era apenas um fruto da minha imaginação, mas depois daquele beijo e do sonho que eu tive... – não conseguira terminar de falar e começou a chorar.
- Sonho? Bem! Essa parte eu não sabia. – abraçou a garota – Vem, vamos pro banheiro lavar esse rosto, se acalmar, porque não será o que fará isso com o meu anjinho, certo?
sorriu e abraçou mais forte a amiga que a puxou para o banheiro, quando passaram pela mesa, fez sinal para as outras não irem atrás delas e apenas fixou o olhar em .
Quando chegaram no banheiro, não havia ninguém lá, então contou o seu sonho para .
- AMIGA! Se você não tivesse acordado, hein! – fez um cara pervertida o que fez começar a rir.
- Só você mesmo viu, garota! – sorriu – Mas e agora o que eu faço?
- Isso depende de você! – disse – Porque eu acho que o dessa vez não ia ser tão idiota a ponto de fazer algo contra você, concorda?
- Não sei! Eu o conheço há mais tempo que você. – disse séria.
- Mas às vezes parece que eu tento conhecer o outro lado dele mais que você. – disse tocando a pontinha do nariz da amiga que sorriu de lado.
- Não sei mais no que acreditar. – disse saindo do banheiro.
- ACREDITE EM MIM, CRIANÇA! – disse com cara de: eu sou 'A sábia'.
- CALA A BOCA! – quando saiu se deparou com abraçada com , James e na porta do banheiro as esperando.
- Posso saber o que vocês estavam conversando lá dentro? – disse James puxando que ia dar um abraço em .
- Nada, Jaiminho! Coisa de garota, né, ? – disse que sorriu e piscou.
- Claro. – passou por e pegou sua mochila que tinha ficado na mesa do pátio – Que aula vocês terão agora?
- Laboratório! – disseram em uníssono.
- Nossa! Primeira aula de laboratório que vai juntar todas as salas. – disse apertando a bochecha de .
- Será? – disse puxando a garota para mais perto do seu corpo.
- Desculpa ae, que já é final de março e vocês já estão nesse fogo. – disse apertando a bunda da amiga que riu.
- Ai que horror! Eu só tô conversando com ele. – disse que logo após ter falado, foi beijada por – E o que tem a ver eu e o e o fato de já ser final de março?
- Sei lá. É que vamos pensar assim, mês que vem já faz dois meses que eu 'estou' com o James, e um que você 'está' com o . – riu – E vocês tão com fogo sim, nem vem!
- Nossa! Se for assim, vamos ali fora conversar um pouco, ? – disse James abraçando a garota por trás.
- Sem graça – beijou o garoto, mas não percebeu que estava sendo observada.
- VAMOS, ! VOCÊ VAI FICAR JUNTO COMIGO HOJE! – disse puxando a amiga pra sala de laboratório.
- Ok! Tchau, amor! Amanhã vai lá em casa, tá? Porque hoje eu vou cuidar desse bebê aqui! – jogou um beijinho pra James que fingiu pegar e guardar.
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No laboratório, que estava bem maior, haviam três salas. Estava bem apertado, mas era assim que ia ser.
- Bem, eu quero que vocês se dividam em duplas para o laboratório.
A conversa, o murmúrio, as gritarias tomaram conta do laboratório e a professora não conseguia brigar com os alunos.
- CHEGA! , QUAL É SUA DUPLA?
- . – Ele disse sorrindo e a garota sorriu, afinal ou seria ele ou uma de suas amigas.
- Ok! sua dupla.
- Ah! Professora eu tô em trívida – Ela sorriu e olhou para os lados, não sabia quem chamar, queria chamar James, mas como eles iam acabar namorando na sala, ela não ia prestar atenção, e com suas amigas ia acabar zuando, e assim não sabia o que fazer.
- Ok, , você é a dupla da . – disse ela mandando o garota sentar perto da .
- Emillie, sua dupla.
- Guilherme. – May diz e Emy não entende – É que seu fizer par com o meu namorado eu não vou prestar atenção na aula.
- Então qual vai ser sua dupla?
- James Bourne. – ela sorriu e fez questão de ir até onde o garoto estava, que era, bem perto de onde estavam e .
- Eu a odeio. – disse para , enquanto mexia em seu anel.
- Eu poderia falar que a odeio, mas estaria mentindo. Mas também não amo, eu sempre tenho um pé atrás com ela. – disse rabiscando o braço de .
- Eu vou sair suja daqui, viado! – disse rindo e batendo nele.
- Olha que eu faço igual fiz na festa! – sorriu malicioso.
- Você lembra? – perguntou assustada.
- Claro! Eu estava meio bêbado, mas não era pra tanto. – deu uma gargalhada muito alta, até que a professora pigarreou e ele pediu desculpa.
- Hoje a professora de Inglês faltou, e ela mandou eu passar um trabalho para vocês.
- OUTRO? IMPOSSÍVEL! ELA TÁ BRINCADO COM A GENTE! AGORA É O QUÊ? FALAR SOBRE ARTISTAS E A SUAS VIDINHAS COMPLICADAS? – disse Jason.
- Não, vocês vão gostar, anotem! Esse é só para as salas que tem aula com a Marie.
- Anota aí. – disse para , que olhava para o teto.
- Vocês vão falar sobre um estilo musical, que a professora já mandou eu escolher pra cada um, e eu tô com o nome aqui.
- Primeiro grupo. – gritou May levantando sua mão.
- Ok, diga quem está no seu grupo.
- Eu, a Emillie, o Guilherme, a , e o James. – disse May abraçando o garoto ao seu lado, que deu um sorriso amarelo.
- Tudo bem! Bem, já sei, vamos fazer assim! May pegue o nome de todo mundo para os grupos e me diga.
May passou em todas as bancadas pedindo o nome das pessoas para colocar nos grupos e depois entregou para a professora a folha com o nome das pessoas.
- O 1º grupo é o da May, o seu grupo fará trabalho sobre o gênero musical R&B, escolham um grupo ou uma cantora do universo pop e devera falar sobre o gênero e sobre ela.
- Ok, professora – May feliz marcou tudo numa folha de papel.
- Próximo grupo? - levantou a mão.
- Eu, o Danny, o Harry e o Dougie.
- Rock!
- Próximo grupo: Eu, a , a , a , o Jason e o Jared – disse e piscou pra .
- Pop!
- ISSO! - começou a rebolar e a fazer dancinhas ridículas e a professora apenas a olhou – Desculpa!
- Mais um grupo? - A professora disse e os alunos continuaram a marcar seus grupos – Muito bem! Na aula dela vocês podem discutir sobre o trabalho com seu grupo lá no pátio, quando é a aula?
- Depois da sua professora! E é dobradinha – disse Emi.
- Ah ok! E amanhã ela também não virá, então vocês podem fazer uma boa parte aqui na escola mesmo.
O sinal tocou e todos foram para o pátio, cada grupinho se juntou em uma mesa separada do outro e combinavam o que iam fazer.
Enquanto alguns faziam o trabalho, já imaginavam o que tocar, que música dançar, não retirava os olhos da mesa de Emi, e May pensava em algo.
- ! - Grita da sua mesa.
- May, já volto. – May sorriu e apenas puxou Emi se separando dos garotos.
- Eu tive uma idéia. – May conta sua idéia para Emi, que sorri e afirma gostar da idéia.
- Oi , o que você quer? - disse chegando perto de .
- Olha, eu sei que a gente não é amiga, e que você não gosta de mim, afinal você é do grupo da May...
- Não tenho nada contra você, mas o que é que tem? - sorriu e retribuiu o sorriso.
- Fica de olho no Bourne pra mim, por favor? – disse segurando na mão de , a mesma engoliu seco e afirmou com a cabeça – Eu confio nele, mas é nas suas amigas que eu não confio.
Nesse meio tempo May pediu para Gui ir comprar um doce pra ela e puxou Bourne para a quadra.
- James, eu acho que perdi algo aqui na quadra vai procurar pra mim. – May sorri e James afirma com a cabeça e sai à procura de algo – Vem aqui Emi, hora de colocar o plano em prática.
- May, você é um gênio. – disse Emi, enquanto May passava batom na boca de Emi e passava o dedo pra ficar borrado.
- Cala a boca, Emillie, agora você vai lá no pátio com a boca assim, e se perguntarem o que foi você fala que o James partiu pra cima de você e te beijou.
- Ok – Emi voltou para o pátio e May foi até James.
- O que foi, May? - James disse.
- Nada – May sorriu e passou a mão na boca dele, a mão que estava suja de batom – Tinha uma sujeirinha perto da sua boca, e ah eu achei o que eu tinha perdido.
- Mas afinal o que você tinha perdido? - perguntou James seguindo May.
- Um batom – quando James e May chegaram no pátio viram várias pessoas numa rodinha e Emi chorando – Emi, eu já te disse não foi tão ruim assim, foi?
- CLARO QUE FOI! ELE TRAIU A ! – Emi disse e isso fez com que Bourne ficasse confuso.
- Quem traiu quem? - perguntou James chegando perto de Emi, que se afastou dele.
- Você, seu canalha! Você me beijou, olha a marca de batom na minha boca e na sua. – Emillie disse e a mesma saiu correndo em direção ao banheiro.
- Calma Emi, me espera – May saiu correndo.
Quando James olhou para , a viu com cara de choro e bem séria.
- Você não vai acreditar nela, vai? - disse James colocando a mão nas coxas da garota.
- Eu não sei, James. Tá na cara. – olha para James e algumas lágrimas caem de seus olhos – Na verdade tá na cara dos dois.
ri sarcástica, quando ia retirar James de lá, pediu para os deixarem sozinhos.
- James, eu quero que você jure, mas jure mesmo, que você não beijou a Emillie. – disse olhando nos olhos do garoto que suspirou alto.
- EU JURO POR TUDO, POR MIM, PELOS MEUS PAIS, QUE NÃO BEIJEI A EMI! – James disse erguendo a mão – Eu juro, porque é você que eu amo. [n/a: Essa parte me lembra uma música sertaneja x.x]
- Entendo... - olhou para o teto e balançou as pernas.
- Você ainda não acredita, né? - James enlaçou a garota pela cintura e a olhou – Bem, , você é quem sabe e...
- CANALHA, VOCÊ PENSA QUE É QUEM?! – James olha pra trás e recebe um soco de .
- Caralho, dude, acertou em cheio. – disse olhando para James que acabara de cambalear em direção a parede.
- Mais um e ele cai no chão. - disse chegando no local.
Quando Bourne ia conseguir se arrumar, chegou e também bateu nele, o que faz James cair no chão.
- Não falei? – sorriu e revirou os olhos.
- e , por que vocês fizeram isso? - disse assustada.
- Ele te trai e você queria mais o que? - disse nervoso – Esse idiota não pode fazer nada disso com a minha irmã.
- Eu sei, eu agradeço pela sua preocupação, mas ele não me traiu. – disse séria.
- COMO NÃO? - Disse .
- Ele disse isso pra mim, e eu vou dar um voto de confiança a ele. – disse saindo do local com em seu encalço.
- Você é muito idiota. – disse – Dude! Se eu fosse você traia ele com o triplo hoje.
- Pensarei sobre isso. – riu e passou por duas garotinhas.
- Tracy, você viu? O James beijando aquela garota loira. – disse uma garota.
- Ei, fala baixo! A namorada dele tá aqui do lado. – as duas olharam pra e saíram do local rindo.
Pra aquilo era a gota d'água, quando ela voltou pro pátio viu Emillie conversando com Jason.
- Oi, Emillie. – disse chegando perto da garota, o que fez a mesma engolir seco e segurar com força na mão de Jason.
- Oi, . – Emi forçou um sorriso, mas não foi o bastante parar demonstrar confiança.
- Bote essas suas palavrinhas pra fora agora, ao invés de engoli-las, ou eu as faço sair com minhas próprias mãos. – deu um sorriso irônico e piscou para a garota.
- E-eu não tenho nada pra falar, oras. – Emi jogou o cabelo pra trás e ficou olhando para o outro lado.
- Então por que você virou o rosto? Medo de olhar nos meus olhos? – puxou a garota pelo braço com força.
- , você está me machucando. – Emi disse tentando se desvencilhar da mão de que segurava seu braço.
- Sua dor não é maior que a minha. – piscou e soltou a garota – Agora fala tudo que você tem pra falar para mim, solte tudo e eu não te julgarei.
- Eu te disse, não tenho nada a falar. – Emi olhava para os pés e começara a tremer.
- Quem não deve, não teme. – disse segurando a mão da garota – Tentei ser mais compreensível, e até tentar entender o porque de você ter feito aquilo comigo. Mas parece que seu medo de falar por si só, sem ter a May do seu lado, é maior do que o que eu posso fazer com você agora.
- Você não teria coragem de fazer algo contra mim aqui no pátio, com todo mundo olhando. – Emi sorriu nervosa.
- Público sempre é bom pra acabar com a reputação das pessoas. – soltara a mão da garota que estava suando frio – Eu sei muito bem o que você fez, se é verdade ou não pouco me importa, mas você será julgada mesmo que isso for mentira. Eu não deixo barato isso pra alguém tão baixo e um ser tão frio como você, que como sua amiga, ao invés de cuidar da suas próprias vidas, decidem se meter com a minha e a das minhas amigas. Me diz uma coisa qual o problema de vocês?
- NÃO FALA ASSIM DA MAY! – Emi gritou.
- Calma, meu bem, eu não aumentei a voz em nenhum momento, você não vai se rebaixar a esse ponto, certo? – sorriu.
- VOCÊ NÃO SABE O QUE FALA, ! – Emi não sabia o que falar, e para não ficar por baixo decidira gritar.
- Ai, ai! Você realmente vai se rebaixar, bem, quando você tiver argumentos para falar comigo, pode vir a gente acerta essa história numa boa.
- Eu não quero falar com chifrudas – Emi disse.
- Epa! Você chegou no assunto que eu queria chegar, o fato da segunda garota mais fácil da escola fazer ceninha após meu namorado a beijar 'a força'. – riu.
- VOCÊ ME CHAMOU DO QUE? – Emillie agora chamara a atenção de vários alunos que estavam perto delas.
- Olha só, temos companhia, e o melhor é que são todos das nossas salas, Emi. – sorriu – Você ouviu do que eu te chamei, e espero que sua audição esteja boa, pois não repito nada do que digo.
- Eu desisto de falar com você. – Emi saiu do local com os olhos lacrimejados.
- MEDO DE ME ENFRENTAR NA FRENTE DE TODOS? – gritou para Emillie ouvir – SE A MAY ESTIVESSE AQUI VOCÊ TERIA CORAGEM, NÉ? VOCÊ É A SOMBRA DA MAY SE VOCÊ NÃO PERCEBEU, E ELA SÓ TE USA.
- CALA A BOCA! – Emi disse por último antes de sair do pátio e ir direto pro banheiro.
- GATINHA! – grita chegando perto da garota.
- Oi. – saiu do meio de tanta gente pra ir falar com a amiga.
- Eu acho que vou lá na secretaria pedir pra me deixar ir embora, eu não tô bem. – disse de cabeça baixa enquanto a olhava.
- Eles não vão deixar você ir embora sem sua mãe vir te buscar, e ela vai perguntar porque você pediu dispensa tenho certeza. A gente faz assim, quando bater o sinal do intervalo a gente vai embora. – sorriu e confirmou com a cabeça.
Quando o sinal tocou as duas saíram, e como não havia câmeras elas conseguiram sair sem nenhum problema.
- ! A GENTE NÃO PODE IR PARA CASA AGORA! – disse batendo na testa.
- Eu sei, anjinho. Por isso a gente vai ficar fora o dia inteiro, pra tanto eu como você ficarmos melhor. – sorriu e a abraçou.
- Resolver o caso do James é fácil, é só beijar outro. – sorriu e começou a rir.
- Você não é a primeira a me falar isso, na verdade como mulher é sim.
- Louca! – deu um pedala em .
- Louca eu seria se começasse a dançar e a cantar Love is Gone na minha super rima! – riu e começou a pular na rua.
- NÃO CANTA! – segurou pelo braço e tapou a boca da garota com sua mão – Amiga! Isso, quietinha! Vamos pra sua casa.
- Por que? – disse, quando conseguiu tirar a mão de de sua boca.
- Porque sua mãe não está em casa.
- Claro que ela tá! Vamos esperar, faltam só duas horas pra acabarem as aulas de hoje. – disse sentando na calçada.
30 minutos depois...
- VAMOS! NÃO CONSIGO ESPERAR. – levantou e começou a pegar suas coisas que tinha deixado no chão.
- NÃO, ESPERA! A gente fica brincando de adoleta. – disse puxando a garota de volta pro chão.
- Ok, vai – sentou e elas começaram a cantar – Adoleta...
1 hora depois...
- DE NOVO! ADOLETA... – ia continuar a cantar, mas gritou.
- CHEGA, EU TÔ FICANDO LOUCA. – sorriu.
- Falta só meia hora. – disse olhando para o relógio.
- Então a gente vai pra minha casa no passo do elefantinho, até a gente chegar lá já passaram as duas horas de aula. – piscou e deu de ombros.
- Amanhã eu vou sair com a , você quer ir junto? – perguntou.
- Eu prometi a que ia ao cinema com ela, porque ela ia com o e eu com o... – parou de falar ao lembrar o que tinha acontecido.
-Vamos gatinha, esqueça isso! – abraçou a garota e continuaram o caminho.
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Na escola assim que bateu o sinal e todos já sabiam do ocorrido, muitos olhavam feio para James, poucos (a grande maioria mulheres que odeiam Emillie) olhavam feio para Emillie, em especial nem os garotos e nem as garotas que eram mais apegados a faziam questão de olhar para os dois.
- Sacanagem o que fizeram com a . – disse abraçando .
- Eu também acho, ele não tem vergonha na cara. Porra, ele pensa que é quem? – disse – O que você acha, ?
- Eu prefiro que ele nem apareça na minha frente. – disse de cabeça baixa com o punho fechado – Ele errou feio.
- Nossa, , calma! Ele conheceu agora e já tem um afeto enorme por ela, imagina se conhecesse a mais tempo, o James já estava na UTI com coma marcado pra até ano que vem – disse , o que fez dar um sorrisinho.
- Ou então até a esquecer que ele um dia sequer existiu – disse .
- Mas gente, ele também pode ser inocente nessa história. – disse .
- Inocente meu pau! – disse chegando perto do grupo.
- Seu pau? – fez cara de espanto – Seu bicha!
- Não entendi. – disse .
- Nem eu! – sorriu e voltou a conversar com .
- Eu ainda tenho um pé atrás nessa história. – disse para .
- Eu espero que você esteja certa, ou então que ele fique bem longe da , e de vocês e de mim. – sorriu e abraçou .
- Ontem fui a uma festa. – disse toda sorridente.
- Ficou com alguém? – perguntou .
- Com apenas um! – disse tentando se lembrar – É, só um!
- Espero que seja mais feio que eu! – disse e riu.
- Ele era mais bonito. – riu com a cara que fez e saiu andando.
- EI, ESPERA, MAIS BONITO COMO? IMPOSSÍVEL! – saiu correndo atrás da garota, enquanto todo mundo observava a cena.
- Esses dois se merecem – disse .
- Pois é, mas como muitas pessoas, eles não percebem. – disse lembrando de .
- A gente sabe que você adoraria ter um 'affair' com a . – disse batendo a mão no ombro de .
- Eu prefiro ficar quieto. – disse – Ei, hoje a gente vai naquele luau na praia, né?
- Claro. – disse – O e o vão?
- Acho que sim!
- Porque eu não fui convidada? – disse .
- E eu lá vou saber? – riu com a cara que fez – Relaxa, eu cuido do seu gatinho.
- Acho bom, senão eu não cuido da sua gatinha. – piscou e sorriu.
- Eu sei que você cuida bem da . – disse sem pensar.
- Eu sabia que você queria ter um 'affair' com a . – riu e fechou a cara.
- CALA A BOCA! – saiu andando deixando apenas o casalzinho e pra trás.
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e chegaram na casa de , e sua mãe estava assistindo TV. pediu silêncio enquanto passavam pela sala.
- Filha, como foi a aula? Vocês chegaram mais cedo! – sorriu amarelo para sua mãe.
- É que conforme a gente ia terminando a lição a gente podia ir saindo, aí eu e fomos as primeiras a acabar, aí a gente saiu.
- Sei... – sorriu nervosa e ia começar a subir até que sua mãe voltou a falar – Vão almoçar aqui?
- Não, mãe, a gente vai almoçar no vizinho. – disse sarcástica e sua mãe jogou um sapato nela – MÃE!
- Respeito, mocinha! E a comida já tá pronta, vai lá comer!
- OK, mãe. A gente vai sair depois que terminar de almoçar, me dá dinheiro? – sorriu.
- Não!
- NÃO? POR QUE NÃO? MÃE! EU SOU UMA BOA FILHA. – disse indo atrás da mãe até a cozinha.
- Porque eu vi num programa que os filhos tem que começar a ser mais independentes e conseguir o seu próprio dinheiro. Sabe como?
- Como? – perguntou com medo da resposta.
- Trabalhando!
- Ah, mãe. Tenha dó! – sentou-se à mesa e também.
- Chega de papo furado. Olha, vocês se sirvam porque já são mocinhas, eu vou esperar seu pai e seu irmão chegarem pra almoçar, tá?
- TÁ, TÁ, TANTO FAZ. – mostrou a língua pra sua mãe que fez o mesmo com ela.
- SE FERROU! – disse se servindo.
- E agora? Eu vou trabalhar do que, me diz?
- Babá. – se sentou e riu ao ver a cara de .
- Beleza que eu adoro crianças, mas cuidar delas já é demais.
- Dá uma de Vicky e pronto. – começou a comer e se sentou.
- Sei lá, vou pensar nesse caso. – disse e logo começou a comer.
e terminaram de comer e subiram pro quarto da garota.
- Bem, tá meio calor. Uma calça capri e uma batinha azul pra você. – disse isso e jogou as roupas para – E para mim uma saia, uma legging e uma regata roxa.
- Obrigada. – foi se vestir e logo depois também foi – É, , meu tênis não combina com a roupa.
- Escolhe um tênis aí. Eu vou usar meu puma preto, pega meu Nike ou o all star azul. – sorriu.
- O Nike, eu tenho um all star igual ao seu. – disse e terminou de se vestir.
- Vamos? – prendia o cabalo num rabo-de-cavalo enquanto descia as escadas.
- Vamos! – resolveu não prender e deixou seus cachos soltos.
- Tchau, mãe! – pegou sua chave em cima da mesa e ela e saíram.
e andavam pelas ruas de Londres, olhando as vitrines de lojas, e às vezes paravam em algumas para experimentar algo, até que decidem fazer uma caminhada sem rumo e sem parar em nenhuma loja.
- Ansiosa, ? – perguntou com um sorriso estampado no rosto.
- Ansiosa pra que? – disse não entendendo nada.
- Crônicas de Nárnia! – sorriu e começou a gritar.
- LÓGICO QUE SIM, NÉ! AIAI, O WILLIAM! – começou a suspirar.
- Sabe de quem eu lembrei? – disse com os olhinhos brilhando.
- De quem? – perguntou saindo do seu transe 'aiaieuamoowilliam'.
- DO ED! – disse pulando [n/a: Imagine Ed Speleers, imaginou? *-*].
- Ai, seu ex-namorado com nome idiota. – disse continuando.
- Pelo menos ele me ajudava quando eu tava sem dinheiro. – fez bico e continuou a andar.
- ISSO, GRANDE ! – gritou, o que chamou a atenção de uma senhora que passeava.
- Isso o que? – perguntou para .
- Faça as contas. Quando você o namorava, você tinha 15 e ele tinha 17, agora você já vai fazer 17, logo ele já tem 19. – parou um tempo para ver se prestava atenção.
- Sim, e daí? – disse sem saber o que queria dizer.
- Quando vocês namoravam, ele tinha uma irmã de três anos e a mãe dele tava grávida, logo ele tem um irmão de dois anos e uma irmã de cinco. – sorriu – Logo você pode ser babá deles e voltar a ter amizade com o gatinho com nome estranho.
- AHHHH, AMOR, VOCÊ PENSA! – abraçou a garota e começou a pular – TE AMO!?
- Você não viveria sem mim – disse.
- CALA A BOCA! – ia ao mercado até que a puxou.
- Não! Vamos logo na casa do Ed ver se eles precisam de uma babá! – começou a puxar a garota.
- Es-pe-ra, ! – se soltou de e a encarou – Pra quê essa pressa toda?
- Ora, nada... – sorriu, mas não foi o suficiente para acreditar.
- Você quer algo com ele... – fez uma cara maliciosa, e começou a bater na garota.
- Que calúnia contra mim! Não é nada disso, é pra gente aproveita nosso tempo livre. – disse voltando a andar.
- Tudo bem, , é melhor que seja assim. E o bom de poder trabalhar lá é o fato de ser perto da praia. – segurou no braço de e continuaram a fazer o caminho até a casa de Edward – Vamos pegar um táxi, senão nunca vamos chegar na casa dele...
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- QUE DEMORA! – disse para .
- Cala a boca! A gente já tá chegando, e quem devia reclamar sou eu, porque quem está dirigindo sou eu. – disse e deu de ombros.
- Eu acho melhor a gente só ir mais tarde. – disse.
- Mas a gente vai à casa do seu amigo se trocar, idiota! – deu um pedala em , que o olhou feio.
- Sei lá, dude, foi só uma opinião! – passou a mão no local onde havia batido.
- Tanto faz. Olha, a gente ainda tem que comprar as bebidas porque pediram pra gente. Sem bebidas, sem festa. – disse entrando no mercado.
- Ainda bem! A gente pode comprar a mais, e ir bebendo enquanto a festa não começa, beleza? – disse seguindo .
- Agora sim você falou a minha língua. – disse batendo de leve no ombro do garoto.
- Me inclua nessa. – disse .
Os garotos entraram no mercado, compraram o necessário para eles, o que para muitos era um exagero, e colocaram no porta-malas do carro e também nos bancos de trás junto com o .
Quando eles estavam chegando perto da praia passaram na casa de Ed avisando que eles iam ao luau que ia ter na praia, e deixaram as caixas de bebidas na casa do garoto.
- Mais tarde a gente vem aqui pra se trocar, pode ser? Que você sabe que eu moro longe, e esses dois aqui moram mais ainda. – disse .
- Sem problemas. Desde que vocês não demorem a pegar as bebidas, se minha mãe ver vai pensar que são minhas.
- E daí, dude? Você já vai fazer 20, ela não tem nada a ver com isso. – disse colocando a última caixa no chão – A gente vai ficar lá na praia um pouco, você quer ir com a gente?
- Querer eu queria. Mas minha mãe saiu agora e eu tenho que ficar cuidado desses pestes. – Ed sorriu e os garotos concordaram.
- Beleza, então, se quiser pode ir ao luau depois. – disse.
- Pode deixar! – Edward se despediu dos garotos e voltou pra sala, pra ver como Lisa estava.
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e já estavam cansadas quando viram a casa de Ed.
- Chegamos! Você toca a campainha. – disse parando na frente da casa do garoto.
- Nem vem, eu nem conheço o garoto direito e ele foi teu namorado por quase dois anos. – sorriu e mostrou a língua.
- Ok, a gente vai ficar aqui fora. – sorriu e também.
- Tudo bem – começou a assobiar, o que estressava .
- Ô SACO! – estressada foi bater na parede, mas sem querer ela acertou a campainha – Esqueci que a campainha é aqui!
deu dois passos pra trás e deu dois passos pro lado, quando Ed abriu a porta só enxergou Evelyn.
- Ah! Oi? ?! – Ed ficou surpreso com a visita da garota.
- Oi, Edward. – piscou e sorriu.
- Não me chame assim, você sabe que não gosto. – Ed riu e correu para abraçá-lo.
- Estava com saudades! – apertou a bochecha do garoto e depois voltou para a calçada para puxar – Lembra dela?
- Como a esqueceria? Foi uma das primeiras amigas suas que eu conheci, afinal na escola você só falava com os garotos, não gostava das garotas de lá.
- E ainda não gosto. – sorriu – Vem cá! Ed, sua mãe está aí?
- Está sim, ela acabou de chegar. – Ed sorriu e deu espaço para as garotas entrarem – Vi seu irmão hoje!
- Viu? Interessante – riu – Não preciso saber da vida pessoal dele.
- Ok então. – Ed foi até a cozinha e chamou a mãe.
Quando Gill apareceu na porta da cozinha abraçou a mulher.
- Quanto tempo que eu não vejo essa bonequinha! – Gill sorriu.
- Faz muito tempo. Soube que seu filho já nasceu, a última vez que te vi ainda estava com um enorme barrigão. – sorriu e Gill pegou seu filho no colo.
- Ah, Peter! É verdade, meu único filho que não conhece você. – Gill apertou a bochecha de Peter – Vamos, dê um beijo nela!
- Menina feia. – Peter disse, e sorriu.
- Relaxa, ele fala isso pra todo mundo. – Gill disse – Quer ver? E a meu bem, ela é bonita?
- feia. – Ele mais uma vez começou a rir.
- Viu! - Gill começa a rir – Mas o que te traz aqui, depois de tanto tempo?
- Bem, você conhece a minha mãe, né? – riu – Sabe como é o gênio dela.
- Quando sua mãe quer algo ela não tira da cabeça. – Gill riu.
- Pois é, agora ela colocou na cabeça que não vai mais me dar dinheiro, e que eu tenho que trabalhar. Então cá estou eu procurando trabalho de babá, e como eu conheço a sua família há mais tempo e você trabalha e às vezes o Ed deixa de sair pra cuidar dos dois, eu imagino, se a senhora quiser eu poderia trabalhar de babá pra cuidar da Elisa e do Peter.
- Você acredita que eu estava atrás de uma babá há tempos? – Gill disse entregando Peter para Ed – Eu adoraria. Conversa com a sua mãe e vê se ela deixa, se ela deixar amanhã mesmo você começa.
- Amanhã? – disse incerta, o que fez Gill levantar uma sobrancelha – Amanhã está ótimo, mas é, é que amanhã eu ia passar o dia com meu namorado, se não for muito incômodo, claro, ele poderia vir comigo?
- Mas, ... – ia dizer, mas Gill a cortou.
- Sem problemas. – Gill sorriu – Quer dizer que está namorando? Espero que o sortudo esteja te tratando muito bem.
- Ah, você não sabe o quanto. – disse fazendo com que só percebesse o sarcasmo na frase.
- Então está combinado. Só avise sua mãe, querida! – Gill disse.
- Sem problemas! Gill, eu posso pegar um copo d'água? – pediu.
- Pode sim, você é de casa. Vai lá que eu vou com esses dois garotos ali no quarto deles. – Gill disse saindo do local.
Quando Gill e os garotos saíram de lá, as duas entraram na cozinha e viram várias caixas de cerveja e de outras bebidas.
- Eu acho que eu não vou beber água. – disse procurando um saquinho de mercado, pois já conhecia aquela casa tanto quanto a sua.
- , e se for dos pais dele? – perguntou, enquanto enchia seu copo de água.
- Eles não bebem, e o pai de Ed só bebe whiskey ou vodka. Isso deve ser do próprio Edward, e ele não vai se importar, certo? – sorriu e deu de ombros.
pegou duas sacolinhas e encheu um com latinhas de cerveja e de energéticos, e na outra colocou uma garrafa de rum e outra de cachaça.
- Vai estourar, . – disse pegando mais sacolinhas para ficar mais resistente.
- Agora não vai! , vai indo na frente pra ninguém ver. – riu enquanto empurrava até a porta. – GILL, EU JÁ ESTOU INDO, AINDA TENHO QUE FAZER ALGUMAS COISAS!
- VAI LÁ, MEU AMOR! OBRIGADA PELA VISITA, E OBRIGRADA POR SE OFERECER PARA CUIDAR DAS CRIANÇAS.
- QUE ISSO, GILL, É UM PRAZER CUIDAR DOS SEUS FILHOS. JÁ VÔ INDO, ATÉ AMANHÃ! – fechou a porta e pegou uma das sacolas.
- Eu acho que você pegou muita coisa! – disse olhando para as sacolas – Se ainda fossem apenas sacolas de mercado, mas não, você pegou uma sacola enorme pras latinhas.
- Claro, senão teria poucas latinhas, e o Ed nem é de beber muito, ele não vai notar. – sorriu.
- Vamos lá no píer! – disse puxando .
- Tudo bem, vai indo na frente que eu vou no mercado comprar umas coisinhas! – sorriu e concordou.
Depois de comprar o que precisava, foi até o píer, onde havia um parque de diversões.
- Amo Brighton! – disse chegando perto da garota.
- Eu também. O que você foi buscar? – perguntou e se sentou no chão.
- Limão e açúcar! – disse pegando a cachaça.
- Caipirinha! – bateu na própria testa e sorriu – Falta o gelo!
- É, eu me lembrei. Aí eu voltei na casa da Gill, e pedi um saquinho com gelo porque você tinha 'caído no chão'. – sorriu.
- Sou sua fã. – riu – Mas como a gente vai espremer os limões?
- Aí eu já não sei. A gente tenta tirar o que a gente conseguir. – disse.
- E como a gente vai cortar? – perguntou o que fez ficar estressada.
- Eu só quero beber e você complica. Tô tentando alegrar nossas vidas hoje, vai atrás de alguém que corte os limões e os esprema. E ache copos também. – entregou os limões para e continuou sentada.
- Não se estressa não, bem, tô só falando! Já volto, vou ver se tem algum pub aqui perto. – disse saindo do local.
Já havia escurecido até chegar com os copos, umas horas depois, já com o suco do limão dentro.
- Caipirinha! – encheu os copos de cachaça, e por fim colocou uma metade do limão em cada copo – Já que você não é de beber, eu deixo você tomar os energéticos.
- ! Não é pra tanto. Deixa de ser egoísta, a caipirinha eu vou tomar. – pegou o seu copo e virou de uma vez só, fez uma cara azeda e começou a rir.
- Faz melhor então. – disse.
sorriu e fez o mesmo que , a diferença é que ela tentou ao máximo esconder a cara de azeda que ia fazer.
– É, até que você não ficou com aquela cara de 'chupei limão e não gostei'.
- Viu? – sorriu e guardou a garrafa de volta na sacola – Agora toma os seus energéticos, e se quiser pegar algumas latinhas de cerveja também pode. Eu vou dar uma de Jack Sparrow agora e beber rum.
ficou com os olhos brilhando ao lembrar de Jack, e começou a cantar 'YO-HO A PIRATE'S LIFE FOR ME'.
- Mas a pessoa começa a ficar alegre fácil, viu? – riu da cara que fez. Ela bateu em com uma sacola vazia.
- Olha! Acho que vai ter festa na praia! Tão montando coisas lá. – disse apontando para um ponto da praia bem distante.
- Não confio no seu olhar, mas pode ser que sim! – disse se levantando – Vem, vamos até lá, já é bem tarde.
- Minha mãe deve estar preocupada, mas deixa pra lá vai, eu vou chegar em casa depois mesmo. – disse bebendo mais um pouco de rum – Ai, eu amo o rum da Jamaica!
- Depois a gente liga pra tua mãe, ela sabe que a gente ia ficar fora mesmo. – disse – E eu sei que você ama o rum da Jamaica, !
- Lembrei a música: 'Soy loco por ti, América, soy loco por ti amores' – começou a dançar no píer, e escondeu sua cara.
- , pára! A América não tem nada a ver com a Jamaica. – disse puxando a garota.
- Ah! Eu sabia que tinha algo de errado aí. – sorriu, e começou a andar de braço dado com .
- Sabe o que eu percebi? – disse olhando para a garota que prestava atenção na roda gigante.
- O quê? – perguntou ainda olhando pra roda-gigante.
- Que você tá meio distante da . – disse o que fez olhar para a garota.
- Bobagem! Você tá ficando louca. É que eu quero resolver seus problemas primeiro, aí depois eu vou resolver os da , porque os da eu já resolvi, entendeu, anjinho? – sorriu e continuou a andar.
- Entendi. – sorriu e seguiu .
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, , e voltaram à casa de Ed, cumprimentaram a mãe do garoto e foram para o quarto de Ed para se trocarem.
- Vocês se arrumem, peguem suas coisas e não me atrapalhem. Eu estou vendo um filme não quero perder nada. – Ed disse e voltou para sala.
- A bicha tá estressada! – disse baixinho, o que fez rir.
- Cala a boca! Ele é assim mesmo. – disse entrando no quarto.
- Tá bom, mona! – sorriu e entrou logo em seguida, junto com e .
Depois que se trocaram, foram para cozinha pegar as caixas com as bebidas, o que eles não esperavam era que...
- ROUBARAM! Roubaram cerveja, roubaram energéticos. – disse mexendo nas caixas.
- Aposto que foi o Ed! – disse pegando as caixas e levando pro carro.
- ELE VAI CUSPIR TODAS AS QUE ELE BEBEU! – disse nervoso.
- Relaxa, foram poucas, tem bastante até! – disse ajudando a levar as caixas pra fora.
- E pelo menos foram só algumas cervejas e energéticos, né? – disse pegando uma caixa.
- É, também levaram o rum e a pinga. – disse se afastando de .
- Eu mato seu amigo. – sorriu sarcástico.
- Esquece isso, vamos curtir a festa. – disse da porta.
- Tá, mas ele vai pagar pelas que ele bebeu. – disse levando a última caixa pro carro.
- Tanto faz, entra logo aí no carro. – disse.
Todos entraram no carro e em poucos minutos chegaram na praia. Havia ainda poucas pessoas pelo fato de não ser tão tarde, mas pouco importava, o bom do luau ia começar depois da meia-noite.
Eles estacionaram o carro, e foram direto para praia levando poucas caixas com eles. Muitos já correram na direção deles para pegar as bebidas, e eles fizeram o mesmo.
- A festa está apenas começando. – disse tomando uma cerveja.
- Bêbados até o final da festa? – disse levantando a sua latinha, mas apenas brindou com ele – E vocês?
- Eu? Dessa vez não quero. – disse levantando a latinha e brindou com ele.
- Eu quero lembrar desse luau. – disse, e deu de ombros – Que horas são?
- São exatamente nove horas. – disse .
- É, tá cedo. Vamos lá com o povo. – disse chamando os outros.
- Tomara que isso anime bastante. – disse para .
- Não sei porquê, mas sinto que a gente vai ter uma surpresa. – disse seguindo os garotos.
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3 horas depois...
jogou a garrafa de rum no lixo, enquanto pegava uma das sacolas para colocar as latinhas vazias de cerveja e de energético para jogar no lixo. ria de tudo enquanto só estava um pouco 'alegre', afinal ela não gosta muito de beber.
- OLHA A FESTA DA PRAIA! – disse apontando para um monte de gente na praia.
- Não é que você tinha razão? Valeu a pena andar até esse lado da praia. – sorriu.
- YEAH! – sorriu e saiu correndo.
- Espera! A gente tem que guardar o que sobrou de bebida. – disse.
- OLHA O CARRO DO ! – puxou as sacolas da mão de e saiu correndo em direção ao carro – Carrinho bonitinho! Abre!
- , eu acho que ele trancou, sabe? – disse como se fosse óbvio.?
- CARRINHO BONITINHO! ABRE LOGO, PORRA! – começou a bater na porta do carro – E AÍ, DUDE? TÁ DE BRINCADEIRA? SÃO APENAS SACOLAS, NÃO VOU FAZER NADA CONTIGO, CARRO!
que estava não muito longe dali ouve gritos e quando olha para trás vê duas garotas perto do seu carro, uma parada e a outra batendo nele, pensando que eram duas bêbadas da festa resolveu ver o que estava acontecendo.
- Algum problema, ?! – disse surpreso.
- OLHA, É A MESMA CARA QUE O EDWARD FEZ! – começou a rir e ria baixinho.
- Ela tá bem? – perguntou para , que negou com a cabeça.
- Bebeu demais, e eu tenho que cuidar da criança. – disse pegando a chave no bolso da calça dele – Relaxa, não ia te seduzir.
- Eu sei que não. – piscou, pegando a chave da mão de e abrindo a porta do carro – Pronto!
- Carrinho bonzinho. – colocou as sacolas dentro do carro e olhou para – A gente pode ir à festa?
- Pode sim. Não podem reclamar, resolveram fazer na praia. – sorriu e levou as duas até onde eles estavam.
As duas cumprimentarem todos, exceto que apenas acenou para , que deu um sorriso sem graça para a garota, afinal não era esse tipo de atitude que ele queria que tomasse com ele.
- GENTE, ESPERA, SE LEVANTEM! – gritou e os garotos e levantaram – VOCÊ NÃO, .
- TÁ NÉ? – gritou para perceber o que estava fazendo.
- Aí, não precisa gritar. – colocou a mão no ouvido e deu de ombros – Preparados?
- Sei lá, a gente nem sabe o que é. – disse .
- Então vamos lá! Uni duni, AHHH VOCÊ NÃO, NÉ? – parou de cantar e empurrou seu irmão.
- Beleza. – sentou ao lado de .
- Salamê mingüê, NEM VOCÊ! – empurrou que sentou ao lado de para não arranjar encrenca com .
- Sorvete colorê, o escolhido foi você! – terminou de cantar e seu dedo apontava para – O ESCOLHIDO É VOCÊ!
- Mas para o quê, exatamente? – perguntou pegando uma latinha de cerveja.
- Oras, pra ficar comigo. – quando terminou de falar todo mundo a olhou – Ficar, estar ao meu lado, companhia masculina para conversar.
- Ah sim. – disse ouvindo o cara que tocava violão numa rodinha próxima a eles.
- Por que vocês não estão lá? – perguntou.
- Porque a gente não gosta do cara que tá tocando violão. – disse, e fingiu não ouvir.
- Hein, ? – perguntou de novo.
- Para de se fazer de mimada, ! Você ouviu o que ele disse. – disse se levantando – Cansei do 'chove não molha' que ocorre entre vocês!
- Mas não precisa falar assim com ela, né? – disse e se afastou – Eu vou junto com ele, não quero fazer você se aborrecer com a minha companhia.
engoliu seco após ouvir as palavras de . Será que tudo o que ele dizia era verdade? Ou seria mais um plano para apenas a conseguir como troféu? Ela o amava desde quando começaram a estudar juntos, mas sempre escondeu isso até dela mesma para nunca cair na dele. Afinal ele pegava tudo que andava de saia e era realmente mulher, e acima de tudo, era bonita.
Quando ele ia se levantar segurou em seu braço.
- Pode ficar, pode ser que sua companhia seja agradável. – sorriu e meio incerto também sorriu – Mas se você me aborrecer eu te jogo no mar.
- Vai ser superlegal morrer congelado. – disse, o que fez rir – Ah, te fiz rir! Ainda bem, não quero morrer!
- CHATO! – começou a rir, e bateu no ombro dele.
- Chata! – a imitou e ela riu mais ainda – Mas a menina ri demais! Eu acho que tenho cara de palhaço...
- Cala a boca! – disse mostrando a língua, o que fez rir.
- Olha, nunca tive mais de dois segundos de conversa com você sem brigas. – disse .
- Tá vendo? Eu sou boazinha. – disse fazendo uma auréola invisível sobre a cabeça.
- E eu não mordo. – sorriu e olhou nos olhos da garota.
- O que a quer com o ? - perguntou mudando totalmente de assunto.
- Não sei. Uma hora a gente descobre, eles estão bem na nossa frente. – disse percebendo que ela tinha ficado sem graça, quando ele a olhou.
- Verdade! Eu tenho medo da bêbada. – disse.
- Eu nunca vi a versão bêbada dela. – riu.
- Agora verá. – disse apontando pra .
- , eu quero rolar! – disse abraçando o garoto.
- , a gente não vai rolar. Se a gente perder o controle a gente pode cair na água, vê? A gente tá mais perto que os outros da água, e a água está fria, muito fria. – olhou para a garota e a viu fazendo manha – Ah não, !
- Ai, tá! , eu tô com frio! – disse com cara de sapeca.
- Toma minha blusa. – abriu o zíper da blusa e quando ia tirar segurou no seu braço.
- Não, você vai ficar com frio! – sorriu.
- Hoje não tá tão frio! – disse, mas continuou segurando seu braço.
- Ai burrinho, faz assim... – colou o corpo do garoto no seu – Agora fecha o zíper.
- Minha blusa vai ficar larga! – disse e riu.
- Deixa de ser bobo, fecha logo. – olhou para o garoto, que logo fechou o zíper.
- Feliz? – perguntou.
- Aham, agora dá um passo pra trás. – disse, e quando foi andar, ela o empurrou o fazendo cair no chão e conseqüentemente ela cair em cima dele – CONSEGUI!
- Não vai me dizer que...
- É eu não tô com frio. Eu só queria rolar. – fez bico – Vamos?
- Não, ! Eu não quero! – disse sério.
- Abre o blusão. – disse.
- Por que? – a olhou.
- Porque eu vou com a . – disse virando o rosto.
- Ah! Não vai me dizer que você ficou triste porque eu não quis fazer a sua brincadeira infantil? – sorriu.
- Cala a boca. Agora abre esse blusão. – disse sem olhar para o garoto.
- , olha para mim – disse e ela negou com a cabeça – , OLHA!
- QUE É, PORRA? – Evelyn olhou e ele abriu o blusão – Você vai me deixar sair?
- Se você for ficar assim comigo, eu vou né. – sorriu amarelo e o abraçou – Vai te entender...
- Desculpa tentar fazer você rolar comigo, eu sou uma idiota mesmo. – começou a chorar o que fez ficar assustado – EU FAÇO TUDO ERRADO!
- , você bebeu? – disse e o olhou.
- Ah, só um pouquinho assim, do tamanho de um grãozinho de areia. – disse e apertou o nariz da garota – Ai!
- É, você bebeu! – riu e mexeu no cabelo da garota – Não tá mais brava comigo?
- CLARO QUE NÃO – olhou nos olhos de e começou a chegar mais perto.
- ... – ficou assustado com a atitude da garota, e a mesma pediu silêncio.
- Eu vou conseguir! – disse bem pertinho do rosto dele, até que o cara parou de tocar violão e ligaram o som do carro de um cara que começou a tocar '4 minutes' da Madonna – AH! EU AMO ESSA MÚSICA!
- Anh? – não entendeu nada.
- Vamos, , vem dançar. – levantou e puxou o garoto – Tá paralisado por que? Pensou que eu ia te beijar? Eu ia tirar um mosquitinho que tinha pousado na sua bochecha.
- Claro que não, ficou louca? Vamos lá dançar. – foi até os garotos junto com .
e voltaram a ficar mais perto dos seus amigos, apenas batia o pé na areia, não arriscaria dançar. ficou ao lado dele, apenas observando as garotas dançando, enquanto os irmãos se esbaldavam de dançar.
- , dança! – disse puxando o garoto que negava com a cabeça.
- Eu tô bem aqui. E você não tem nem força pra conseguir me levar. – disse não saindo do lugar, enquanto fazia um enorme esforço pra tirar ele dali.
- Ah! OK, eu vou dançar aqui. – sorriu e começou a dançar.
- Começou. – disse.
- Parece que eu conheço esse filme. – disse, o que fez lembrar da festa da .
- Que filme? – disse tentando disfarçar.
- Não se faça de besta, dude! – disse batendo no braço de .
- Tanto faz, ainda não te entendi. – disse voltando a beber mais um pouco.
- A ficou lá com a idéia de rolar, e eu nem consegui ficar bebendo. – disse pegando uma latinha de cerveja.
- Sua chance. Aproveita o resto do luau pra se embebedar, eu ainda continuo com a idéia de não fazer isso. – sorriu, e deu de ombros.
- Olha lá a ! Ai, essa garota me faz rir. – disse apontando para , que começou a cantar.
- You gotta get in line, hop! – virou de costas e começou a descer até o chão. - Tick tock tick tock tick tock!
- , você vai... – tentou avisar mais foi tarde demais.
- OPA! – caiu no chão e começou a rir.
- É, você caiu... – disse segurando o riso.
- Pode rir, eu também sei rir. – começou a rir e foi até ela para ajudá-la a se levantar.
- VAMOS DANÇAR! – se levantou dançando.
- Ela não tem jeito! – disse.
- Ela realmente não tem jeito. – disse
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e estavam conversando perto do carro de , porque estava se sentindo um pouco mal e foi acompanhá-la.
- Tá melhor? - ele perguntou olhando pra ela.
- Estou sim. Obrigada por se preocupar.
- Então, quer voltar a dançar? Eu sei que você ama essa música - disse ao ouvir tocar '4 minutes' no carro ao lado do de .
- Não, eu quero ficar aqui. Lá já tem muita gente. - riu e a olhou - O que foi?
- Nada. Faz tempo que não a vejo assim. Faz realmente muito tempo.
- Ah, não faz tanto tempo assim... - disse batendo a mão no carro no ritmo da música.
- A última vez que vi você sorrindo pra mim assim foi na oitava série, na aua de física. - quando ele terminou de falar engoliu em seco - Posso saber o que aconteceu pra depois daquele dia você ficar estranha comigo?
- Melhor não. Eu não quero tocar nesse assunto agora que estamos nos dando tão bem. - respondeu, virando o rosto.
- Tudo bem, não vou insistir. É qu eisso me deixa curioso, porque eu nunca fiz nada ra você. - ia se aproximando da garota - E você sabe que...
- Que? - tentava encorajá-lo a terminar a frase.
- Que eu gosto de você. É difícil dizer. - ele passou a mão no cabelo.
- Ah sim, . Eu não sei o que dizer. - ela ia continuar a se explicar, mas ele pediu silêncio.
- Me deixa tentar. Você pode não sentir o mesmo que eu, mas eu queria tentar. Tentar não errar com você de novo, por mais que eu não saiba o que fiz pra você aquele dia. - disse passando a mão nos cabelos de .
- , pára! Eu não quero me machucar. Você sabe que eu gosto de você e faz isso só pra me machucar, pra em ter, assim como teve as outras garotas. Foi por isso que eu parei de falar com você. Ver a Emillie chorando porque te viu beijando a May foi a pior coisa da minha vida. Eu não gosto delas, mas não é por isso que vou gostar de vê-las sofrer por causa de algo errado que você fez. Aquilo partiu meu coração, causou uma imagem diferente e estraha de você, e eu não queria ficar perto de um cara que brincava com as garotas, sendo que eu mesma era e ainda sou muito apaixonada por ele. - lágrimas saíam dos olhos de , que assustaram .
- Para eu sentir que isso é realmente verdadeiro, você está bêbada, ? - perguntou com a sobrancelha arqueada.
Quando ela percebeu o que tinha falado tentou consertar:
- Bebi! É. Mas foi um pouquinho assim, tipo um elefante na estrada. - ela disse e começou a rir, mas não se convenceu.
- Você não bebe, . Eu te conheço bem o suficiente pra saber que você bebe no máximo quatro latinhas de cerveja e olhe lá... - ele disse e a menina sorriu.
- Eu bebi. Mas o que eu disse é verdade e você vai jogar na minha cara em todos os dias da minha vida. - disse tentando sair, mas a segurou.
- Posso falar? - ela assentiu - Eu achei estranho você se afastar de mim. Pensei que tivesse sido pelo fato de eu ter ficado com a garota que você mais odeia, nunca pensei que foi por ter visto a Emi sofrendo. Eu sinto muito. Eu sempre fui assim, por medo de começar a gostar de alguém, mas a sua persistência em nunca ficar comigo, me fez sentir algo que, porra, eu nunca senti na minha vida, dude. E isso me mata, sabe? Eu não podia ficar com você e não sabia o porquê, você nãome dava chances de ter uma conversa direita com você. Eu nunca conseguia, você sempre tinha resposta pra tudo. - riu do que disse e ele continuou - Cara, eu agradeço por conseguir desabafar isso com você agora. E você ter falado o porquê. Eu era capaz de matar o cachorro da vizinha.
- Suas palavras foram comoventes. - disse limpando suas lágrimas e fingindo cair mais algumas - Tudo bem, . Eu entendo o seu lado, mas tente entender o meu.
- E qual o seu lado? - ele chegou mais perto.
- Eu não quero sofrer. Eu já vi muitas garotas sofrendo por você, eu quero algo real. Só quero algo com você se for pra ser sincero. - Ela disse olhando nos olhos de .
- Eu nunca trairia a pessoa que eu mais amo nesse mundo. - ele sorriu e beijou a garota.
no começo não se deixou levar pelo beijo, mas logo acabou se rendendo. abraçou a garota enquanto a beijava e ela passou seus braços em volta de seu pescoço. Era um beijo profundo, mas o mesmo tempo insaciável, pelo fato dos dois se quererem a muito tempo, mas esse beijo só ter sido concedido a ambos agora.
começou a gritar quando viu os amigos juntos.
- UHULL! OLHA O QUE UMA FESTA NÃO FAZ! É NELAS QUE A GENTE DESCOBRE O VERDADEIRO AMOR. - ela começou a rir. Só depois e entenderam o que ela estava dizendo.
- PEGADOR! CACHORRO! - gritou.
- FOI LÁ, SE ESCONDEU NO CANTINHO, BEM LONGE DA GENTE PRA NÃO ME MAGOAR, MAS CONSEGUIU. - fingia estar magoado.
- Ê MONA! OLHA O UE VOCÊ FEZ COM MEU AMIGO! - ria.
se aproximou pra ver o que estava acontecendo e viu e se beijando.
- VOCÊ ME TRAIU! - entrou na brincadeira.
Quando o casal se soltou, os quatro começaram a aplaudir.
- Isso é pra gente? - perguntou rindo.
- Sei lá. Mas os gritos de antes eram pra você. - disse e bateu no menino, que não entendeu nada - Eu falo que quero um relacionamento sincero e agora descubro que você tem dois namorados? Ah, tenha dó, !
saiu andando rindo e veio atrás dela, com um enorme sorriso bobo no rosto.
- bonitinha ficou com o bonitinho! Seguiu as palavras da tia ? - abraçou a amiga.
- Não! - ela sorriu e olhou para a amiga - Segui a sinceridade dos olhos dele e o meu coração!
- Ah, que coisa meiga! - abraçou a garota que lhe beijou a bochecha.
- Mas obrigada por tudo também! - sorriu e retribuiu o sorriso.
- Vai lá com o seu boy. Eu vou dançar um pouco. - assentiu com a cabeça e foi até e os garotos.
estava dançando super animada quando começou a tocar a música que mais gostava: 'In the dark', ela sem perceber se afastou de seus amigos e continuou dandçando de olhos fechados. Quando estava bem perto da garota alguém o empurrou e ele acabou esbarrando nela.
- Desculpa. - disse e sorriu após o susto que tomou.
- sem problemas! - ela disse e segurou a mão do rapaz - Vem, dança comigo!
'When it seems
Like the world around you's breaking
And it feels
Like there's no one else around you
And it's quiet
There's a silence in the darkness
And it sounds
Like the carnival is over'
- AI, EU AMO ESSA MÚSICA! - disse para o garoto.
- percebo pela sua animação. - ele sorriu.
- Eu sempre imagino uma coisa quando essa música começa a tocar. - disse e começou a rir - Bobagem minha!
- Mas o que você imagina?
- A música tocando, aí começa a chover. - Ela sorri e começa a garoar.
- Como você fez isso? - disse assustado.
- Ei, eu não fiz nada! Só te contei como eu gostaria que acontecesse. - ela riu e quando começou a chover mais forte olhou pro céu e abriu a boca.
- Mas o que mais aconteceria?
'As you walk
In the crowded empty spaces
And you stare
At the emptiness around you'
- Bom, eu estaria na chuva, junto com as pessoas que eu gosto, mas estaria... Ah, , esquece isso!
- FALA! - gritou e ela começou a rir.
- EU NÃO QUERO FALAR E PONTO FINAL! - ela começou a pular e balançar o braço de .
- Tô falando sério! - olhou nos olhos de , que parou de pular no mesmo instante - Eu quero te ajudar a realizar o sonho!
- Ok, eu estaria com as pessoas que eu mais amo nesse mundo e estaria dançando com o meu amor. - ela sorri e virou o rosto, tentando disfarçar que ficou sem graça.
- Ah sim. - engoliu em seco, não esperava que fosse isso.
'You wanna go
To the city and the bright lights
Get away
From the sinners that surround you'
- Eu sabia que essa ia ser a sua reação. - Ela sorriu amarelo e uma lágrima escorreu pelo seu rosto, se misturando com a chiva.
- Eu, não vai chorar, né?
- É porque eu sinto com se isso realmente fosse acontecer agora, sabe? Mas é besteira minha, afinal, não dá e...
ia terminar de falar, mas um garoto esbarrou nela e a empurrou, fazendo seu corpo ficar junto ao de .
- ... - ia falar algo, mas pediu silêncio e foi se aproximando do garoto. Dessa vez, ele sabia que era errado.
- , eu acho que te... - ela não terminou a frase porque se afastou dela.
- Não, , não termine a frase. Você sabe que está bêbada e não está agindo como agiria normalmente. Eu não quero que você faça nenhuma besteira.
Ele deu as costas á garota e seguiu em direção ao seu carro. não sabia mais o que dizer, apenas se sentou na areia e seguiu com os olhos. De dentro de seu carro ele olhou pra trás e trminou o que ia dizer:
- Não posso deixar isso acontecer, por mais que eu ache que te ame...
'Cuz I will be there
And you will be there
We'll find each other in the dark'
Capítulo 6 – Um sorvete nunca foi tão amargo!
viu dar partida no carro e ir embora. Quando ela caiu na real de que tudo realmente aconteceu, deu um berro, deitou na areia e começou a chorar.
, quando escutou o grito, olhou pro lado e pensou que algo realmente ruim havia acontecido com sua amiga. Foi então até ela.
- , você está bem? - ela perguntou, ajudando a amiga a se sentar.
- EU QUASE FIZ UMA BURRADA! - se levantou e ficou ao lado da amiga. Quando se lembrou de tudo que aconteceu de novo, ela tampou a boca com as mãos e começou a chorar - Eu quase desci ao nível do James!
- Como assim? - abraçou a amiga.
- EU QUASE FIQUEI COM O... - olhou para os lados e sussurrou - .
- DE NOVO? - gritou, chamando a tenção dos garotos pra elas.
- NÃO GRITA! - se levantou e fez o mesmo - É. De novo.
- Mas como? – disse olhando para a garota.
- Não sei! Algo mais forte me fez... Dude, eu não acredito como eu quase fiz aquilo, DUDE! – se assustava com ela mesma.
- Calma, você não tem culpa! Você estava bêbada e não tava agindo como normalmente. – disse.
- Mesmo assim. Cara, como eu sou estúpida, burra, idiota! – disse puxando o cabelo.
- Você vai ficar careca. – disse segurando as mãos da garota.
- Melhor assim, todo mundo ia me achar feia e eu morreria virgem, sozinha, infeliz e com meu único filho de 40 anos adotado que seria infeliz e acreditaria que padrinhos mágicos existem. – disse com os olhos marejados.
- Cala a boca! Vem, vamos pra casa do . – disse.
- Eu quero ir pra minha casa – falou.
- Oras! Pare de ser mimada e vamos! Você sabe que se sua mãe ver você chegar assim não vai gostar nadinha. – disse, fazendo concordar
- Chata. – revirou os olhos e saiu andando até os garotos.
- ME ESPERA! – saiu correndo atrás de .
- Como a gente vai embora? – ouviu dizer quando chegou perto dos garotos.
- Sei lá, a gente veio com o e ele foi embora assim, do nada. – disse, abraçando quando ela chegou perto dele.
- Vamos pegar um táxi. – disse.
- Não! Eu ligo pro rapidinho e a gente vai embora num instante, ele não deve estar longe e... – ia terminar de falar, mas o cortou.
- VAMOS PEGAR UM TÁXI! – gritou e saiu andando.
- Eu hein! Essa versão bêbada dela, às vezes não é legal. – disse o que fez rir.
- Ela não teve um fim de noite muito bom, então não discorde dela. – disse, e todos seguiram .
não conseguia achar nenhum táxi. Além do horário, ela mal conseguia prestar atenção na rua. Quando ela viu um táxi, saiu correndo para dar o sinal, mas um carro preto parou na sua frente.
- CARALHO! QUER ME MATAR? – gritou batendo no capô do carro.
- Não faria isso nem se me pagassem. – disse colocando a cabeça pra fora – Chama o resto eu levo vocês pra casa.
- T-tá. – engoliu seco. Não esperava ver o garoto de novo, pelo menos não naquela noite, ou melhor, naquela madrugada – EI! O TÁ AQUI!
- Ah tá, né! – também surpresa foi até o carro.
foi na frente com , enquanto , e foram atrás, e foi no colo de .
O silêncio pairava no carro, ninguém se atrevia a falar, pois perceberam o clima, onde apenas , e sabiam o que era.
Quando chegou à casa de todos desceram, mas voltou pro carro, o que fez a olhar confusa.
- O que foi, gatinha? – perguntou chegando perto da garota.
- Por favor, me leva daqui. Eu não quero ficar aqui, me deixa ir pra sua casa, por favor! – ia retrucar mas quando viu o estado da amiga, que estava ao máximo se segurando para não começar a soluçar de tanta vontade de chorar, resolveu fazer a vontade de . O que elas não perceberam foi que notou como a garota estava.
- , a gente se vê amanhã, ok? – deu um selinho no rapaz e voltou pro carro.
Mas uma vez um caminho silencioso. até tentou alegrar o ambiente ligando o rádio, mas estava tocando 'No Air', o que fez ficar com os olhos marejados.
Quando chegaram à casa de , desceu rapidamente, dando um tchau baixinho para , e sorriu de lado para o garoto que não fez questão alguma de se mostrar feliz.
abriu a porta lentamente e encontrou sua mãe dormindo no sofá. Com o barulho da porta ela acordou e ia brigar com a garota, mas quando viu o estado de , resolveu apenas as levar até o quarto.
- Não importa o que seja não deixe que nada te abale. Tudo há de se acertar. – A mãe de beijou a testa da garota, que sorriu.
- Até sua mãe está tentado me reconfortar por algo que nem eu mesma sei o que é. Eu não faço idéia de por que estou chorando. – voltou a chorar e se jogou na cama de .
- Ei, , calma! O álcool também tá fazendo efeito ainda, por isso você ta chorando mais, gatinha. – se sentou do lado da amiga e começou a mexer em seu cabelo – Vamos, desabafe!
- Eu desabafaria. Se soubesse ao menos o porquê de eu chorar tanto. – apoiou sua cabeça no colo de e fechou os olhos fazendo com que algumas lágrimas caíssem.
- Você é muito emo, garotinha! – fez dar um pequeno sorriso – O que você sente pelo James?
- Eu acho que eu o amo. – disse mexendo no seu próprio cabelo.
- E o que você sente pelo ? – perguntou.
- EU NÃO SEI! – gritou, o que fez a amiga rir – Desculpa!
- Tudo bem. Mas vamos mudar a pergunta, quem você escolheria para passar o resto da sua vida?
- Johnny Deep, ou quem sabe Jared Padalecki ou o Jensen Ackles... – disse e riu da resposta.
- Tô falando sério! – falou.
- Essa coisa de futuro é algo que eu não quero mexer muito. – disse – Mas cara, eu acho que eu posso estar sendo meio precipitada em relação ao , mas eu sinto ciúmes dele, ok?
- Ah! Ciúmes é uma outra coisa, nenê. Eu sentia ciúmes do Fred, oras! Eu também já senti ciúmes de você com o Ed! – disse e riu.
- Sério? – ela perguntou.
- É, mas isso não vem ao caso. – disse tentando mudar de assunto.
- Se quiser... Ah, você nem pode querer, você tá com o . – disse rindo.
- E eu prefiro mil vezes estar com quem eu amo do que por quem eu sentia ciúmes. – as palavras de a acertaram em cheio, o que fez a garota pensar que tirara conclusões precipitada naquele dia. E que fora um alívio não ter dito que amava , afinal dizer que ama é muito perigoso, por ser um sentimento muito forte.
- EU TE AMO! – disse e foi desligar a luz – BOA NOITE!
- NÃO! EU QUERO VER GOSSIP GIRL! EU PERDI HOJE. – disse e a olhou.
- Liga aí a TV. Se eu não dormir eu também assisto com você.
- Beleza! – as duas foram se deitar.
- Amanhã tem aula! – se lembrou desse fato.
- Grande observação, gênio. – disse, tentando prestar atenção no seriado.
- Eita! Tá andando muito com o meu irmão. Mas não importa, eu tô sem roupa e por isso eu lembrei também, gênio. – disse.
- Eu te empresto alguma. – disse.
- Obrigada! – sorriu e voltou a ver o seriado.
Quando Gossip Girl terminou elas foram dormir. Quando acordaram ainda não era nem seis e meia, e a culpa de terem acordado tão cedo foi de um celular.
- Ai minha cabeça, cara! – acordou com a cara toda amassada e apanhou o seu celular – Quem late?
- Sua mãe, serve?
- Oi mã-mãe! Desculpa pela forma que eu atendi agora, é que você me acordou! – disse passando a outra mão no rosto.
- E você e seu irmão não me deixaram dormir direito! Posso saber onde você está?
- Eu to na casa da ! – disse como se fosse a coisa mais normal do mundo.
- E custava me avisar, moça? Você passou dos limites dessa vez. Ficou a tarde e a noite inteira fora de casa e não deu nenhum sinal de vida. Eu nunca fui de te deixar de castigo, sempre falei pro seu pai que não era a coisa certa se a fazer com você, que a gente tinha que te educar na base da conversa. Mas se você fizer algo desse tipo mais uma vez, você vai ficar de castigo, ouviu, mocinha? Pelo menos você não bebeu, seu irmão me atendeu com a maior voz de bêbado possível e ele dessa vez não me escapa! – engoliu seco e agradeceu a Deus por ela não ter percebido que também havia bebido.
- Dá um desconto pra ele, mãe! Ele só quis se divertir!
- Você fique quieta e não tente defender seu irmão. Você vai pra escola com a ?
- Vou, mãe!
- ENTÃO QUANDO ACABAREM AS AULAS, VOLTE PRA SUA CASA, ENTENDEU, DONA ?
- Entendi sim, senhora! – a menina respondeu.
- Acho bom. Agora vou desligar porque eu acabei acordando seu pai.
- Tchau, mãe! – desligou o celular e voltou pra cama.
- Quem era? – perguntou ainda com o travesseiro em cima da cabeça.
- Minha mãe. Acredita que me deu maior bronca? E meu irmão tá encrencado. Minha mãe é contra bebida antes dos 18 anos, depois eu acho que ela até me oferecia, fato. Meu irmão é mais fraco que eu pra bebida e ela percebeu que ele devia tá bêbado. Ai! Eu preciso de remédio!
- Trate com a Neusa. – disse e começou a rir, logo após entregou o Neosaldina para .
- Não saquei. – olhou para a garota e deu de ombros.
- Neusa, Neosaldina! Sabe? Poxa, o comercial! – tentou explicar, mas desistiu de fazer entender.
- Você é louca! – ela tomou o remédio e quando voltou a amiga já estava arrumando sua cama.
Depois de se arrumarem, tomarem café e fazerem hora assistindo TV, elas foram para escola. Para alegrar o dia se depara com e James ao mesmo tempo.
- Oi, . – disse sem graça, e quando James ia cumprimentá-la ela se afastou.
- Até quando isso vai acontecer? – James perguntou, mas e fingiram não ouvir.
- Dude, eu juro eu não trai sua amiga, ! – James disse puxando pelo braço.
- Então prova, otário! – disse se soltando da mão de James.
ficou viajando na maioria das aulas desenhando no caderno, coisa que ela sabia fazer muito bem. No entanto, na aula de matemática, percebeu que estava do seu lado. Ela sabia que sua amiga não sabia do que ocorreu no dia anterior, então deveria se mostrar o mais feliz possível.
- Então como eu estava falando com o Jason, vai ser essa, né? – perguntou e não entendeu.
- Essa o que? – perguntou.
- MÚSICA! Você não estava me ouvindo? – percebeu que sua amiga não estava bem.
- Claro que estava! Não vai ser essa música. – disse incerta.
- Mas foi você quem escolheu. – disse e arqueou uma sobrancelha.
- Onde eu estou com a cabeça? – deu uma risadinha forçada – É claro que será essa música!
- Vem cá, o que você tem, hein? – perguntou sentando no colo da amiga.
- Eu? Nada! – disse tentando desviar do olhar fixo de nela.
- Você não vai conseguir enganar uma das suas melhores amigas. Eu nem estava falando de música, e o Jason ta conversando com o lá do outro lado da sala. – piscou e deu um sorrisinho amarelo.
- Nem pra você eu consigo disfarçar. Mas esqueça, não é nada demais, logo, logo eu fico bem. Sabe como é, né? O que aconteceu com o James, né? – riu, mas logo uma lágrima caiu de seus olhos – Eu sinto falta dele, e muita. Eu queria entender o porquê dele ter feito aquilo.
- E se eu te falasse que ele não fez isso? – perguntou.
- E se eu te falasse que não acreditaria? – ela retrucou.
- Eu falaria que você estaria julgando sem saber, e mesmo com todas as provas sendo apontadas para ele, ainda acredito nele. Você sabe como aquelas garotas são, e elas influenciam muitas meninas que querem ser como elas quando 'crescerem'. – disse mas não mudou a opinião de .
- Só uma coisa... – ia falar mais foi cortada pelo sinal. Ela pegou seu material e olhou nos olhos de sua amiga – Se você tem tanta certeza de que ele não fez nada, de que aprontaram com ele e comigo, por que ele não faz alguma coisa pra demonstrar que ele é inocente? Por que ele não luta pelo amor que ele tanto diz ter por mim, me diz? Eu queria pelo menos que ele tentasse. Eu queria ver o remorso nos olhos dele, o desespero de estar sem mim. Pelo menos o amor que ele diz sentir e eu não consigo ver em momento algum, tanto em palavras como em ações. Ele está sendo uma pessoa fria para mim, ele já tentou várias vezes falar comigo, e eu sempre saí andando, mas dentre todas essa vezes ele já pensou em correr atrás?
saiu da sala deixando uma pensativa pra trás.
As duas próximas aulas eram de inglês e como a professora de Laboratório havia dito, todos ficariam arrumando as coisas do trabalho no pátio.
As amigas de sabiam que ela estava mal, mas não perderia a oportunidade de se mostrar feliz na frente de Mayara e de Emi. Ela estava sentada na mesa e James chegou perto.
- Adorei as suas botas – James disse e sorriu.
- Jura? Emillie tem uma super parecida! Só muda a cor. – disse sarcástica.
- Você vai começar com isso? – James disse.
- Não! Relaxa, querido, eu já terminei. – piscou e saiu do local, James olhou para as garotas e riu.
- James, espera! Eu quero falar com você. – disse puxando o garoto pra longe das meninas.
- O que foi? – James perguntou.
- Você ama a ?
- Claro. – James disse, mas não acreditou.
- Então por que não consigo acreditar em suas palavras, hein? Eu tô achando que isso tudo é encenação só porque a garota gosta de você, sabe? E eu acho isso totalmente ridículo, Bourne! Me diz por que quando ela sai de perto quando você tenta conversar com ela, por que você não vai atrás dela? Por que você não insiste, sei lá? A é a menina mais louca do mundo, você nunca sabe o que ela espera de você, por isso deve tentar de tudo, sabe? Se você realmente a AMA.
falou isso, que fez James ficar estático e saiu andando com na mesma direção em que foi, sendo seguidas por James. Chegando lá ele não viu mais as garotas, apenas viu mexendo em seu armário.
- , eu preciso falar... – James ia terminar de falar, mas fechou o armário com força.
- Você não cansa, dude? Você quer me fazer chorar ou algo do tipo? Se for, continue assim, só tentando falar comigo ou me fazendo de idiota. – disse e saiu andando.
Fran e Rachel que não estavam muito longe dali viram mais uma tentativa de Bourne.
- Até quando isso vai durar? – perguntou pra .
- Eu acho que daqui uma semana já tá tudo mais calmo, sabe? – disse.
- Eu espero – sorriu amarelo.
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Um mês depois...
- MEU, FALA COMIGO! – disse James seguindo a garota que apenas bufou e virou-se para ele.
- O que você ainda quer comigo, James? – disse se sentando numa cadeira no pátio – Já faz um mês que isso ocorreu e você ainda tenta falar comigo.
- Primeiro: eu ainda te amo, segundo: mesmo que você me ignore a gente ainda supostamente está 'namorando' já que você não terminou comigo, sendo assim, a gente fez um mês de namoro e terceiro: eu não consigo parar de pensar em você. – James disse olhando nos olhos da garota.
- Primeiro: não sei se devo acreditar, segundo: a gente fez um mês de 'namoro ausente', porque em abril eu não falava com você e terceiro: você só me fez sofrer, queria mais o que? – disse virando o rosto para o lado pra não chorar.
- Eu tô tentando te explicar a mais de um mês que eu não fiz isso! – James disse agachado perto da garota.
- Por favor, James, me deixa em paz! Tava na sua cara que você ficou com ela, e não tem nada nesse mundo que faria eu acreditar em você.
- Isso mostra a sua confiança em mim. – James disse frio o que fez engolir seco, será que ela estava errada de fazer isso com o garoto?
- Talvez se essa garotinha abrir a boca você possa acreditar no rapaz, não é, filha? – olha pra cima e vê Emi com uma mulher ao seu lado.
- Mãe! Eu não vou fazer isso. – disse Emillie de cabeça baixa.
- Você vai fazer sim. Quem manda querer ir atrás daquela sua amiguinha? Agora conte logo!
- Mas contar o que? – perguntou.
- Eu e a May sabotamos tudo pra você pensar que o James tinha realmente ficado comigo. Era pra ter dado certo, afinal ele nem tinha como te explicar, mas a minha mãe descobriu. Pronto. Feliz, mãe? – Emi bufou e saiu andando.
- Peço desculpas em nome da minha filha. Ela não era assim, não sei o que fiz de errado.
- Fique calma, senhora, ela há de melhorar. – James disse e sorriu.
- E enquanto ela não melhora, eu vou enterrar a minha cabeça e ver quão estúpida eu sou de não ter acreditado em você. – disse sem conseguir olhar pro garoto.
- , não é pra tanto. – James disse, mexendo na mão da garota – Eu te amo e entendo o que você pensou, eu no seu lugar pensaria o mesmo ou até pior.
- Não, James, não é assim que deve ser. Um relacionamento tem que ter acima de tudo fidelidade, respeito e confiança, e eu faltei com a última coisa. – disse.
- E eu faltei com a fidelidade também. Não devia as deixar usarem e abusarem de mim, veja no que deu. – James sorriu e deu um sorriso amarelo – Vamos fazer assim, eu deixo você pensar um pouco no que aconteceu e de tarde passo na sua casa. Mas agora ficarei o mais longe possível de você.
- Oras, não seja bobo...
- Não diga nada, apenas faça, por favor. – James deu um selinho na garota – Desculpa! Impulso!
- Tudo bem, vai lá, Jaiminho! Até de tarde! – sorriu
- Até, pequena! Estou esperando essa tarde mais do que o meu novo carro. – James disse.
- Bobo! Te amo! – disse baixinho e sorriu.
- sorrindo igual uma boba depois de um mês. , tire uma foto! – disse, e começou a rir.
- Cala a boca! – levantou e bateu na amiga.
- Mas vem cá, que felicidade toda é essa? – perguntou e contou toda história o que fez suas amigas darem um gritinho e a abraçarem.
- Eu não disse? Sempre acreditei que o James era inocente, sempre tive um pé atrás nessa história...
- , pára! – disse ao olhar a expressão de mudar.
- Mas o que? Ah entendi! Que foi, nanica? – perguntou.
- Esse é o problema, eu não acreditei nele. Mesmo assim ele vem com o maior sorriso do mundo me falando que lembra que a gente fez um mês e que me ama. E que não se importa porque me ama. E que vai ficar longe de mim pra me deixar pensar.
- Ele não é fofo? – sorriu.
- Eu não o mereço. – falou.
- Cala a boca! – bateu na cabeça da amiga que a olhou assustada – Não fala besteira! Os dois erraram em alguma coisa e pronto. Agora você vai pensar bem enquanto a gente faz a prova de Biologia e a tarde você fala com ele, ok?
- Claro, porque eu não tenho nada pra... Putaquepariu! – disse e se assustou.
- Que foi, menina? – perguntou.
- Hoje eu vou cuidar das crianças de novo! Que saco, só se ele for comigo... – sorriu.
- Pronto, resolvido. Mas você também não ia levar o Jason e a pra sua casa? – perguntou.
- AH É! A gente vai e vocês vão comigo se quiserem. Ou então a gente ensaia o que vocês não sabem e depois vocês vão embora, tudo bem, ? – perguntou.
- Sem problemas. Seu dever te chama! – disse e riu.
- Mas se der tempo vocês nem precisam ir junto. – sorriu.
- Tudo bem! – disse.
- Só vocês, viu! Amo todas vocês, suas vaquinhas. – abraçou todas as suas amigas.
- A gente também te ama. Agora, vamos! Vai dar o intervalo e a gente tem mais aula ainda, vamos pra sala porque cansei de ficar nesse pátio idiota. – abraçou e saiu andando.
- Ela nem espera a gente, percebe? – disse e concordou.
- Vamos, vai! – e seguiram as outras.
Quando elas chegaram à sala o sinal tocou para o intervalo.
- Ah, nem quero ir pro intervalo! – disse.
- Vamos logo! – e começaram a puxar a garota.
- CHATAS! SUAS VADIAS CHATAS! – gritava enquanto era arrastada.
Quando chegaram perto do pátio todos olhavam para gritando e sendo arrastada.
- VIU? AGORA EU TO CHAMANDO A ATENÇÃO DE TODOS, SUAS IDIOTAS! – sorriu para as pessoas e acenava – Oi, tudo bom?
- Chega, cara. Vocês foram longe demais. – disse ajudando a se soltar das mãos das amigas.
- Obrigada, . – se levantou e beijou o rosto da amiga.
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Última aula do dia, o que mais importava era a hora que o sinal ia bater, mas dessa vez havia uma surpresa para todos, ou para alguns.
- May, você sabia que a escola não vai dar a viagem de formatura pra gente? – Emi disse.
- Sério? Mas por que? – May perguntou.
- Sei lá, só sei que vai vir uma agência aqui falar com a gente. – Emi disse, enquanto prestava ateção em toda a conversa.
Quando ela foi contar pras amigas não demonstrou surpresa.
- Eu já sabia. Sei até pra onde a gente vai. E digo mais, suborne bem os pais, porque todo o dinheiro do mundo vale a pena pra essa viagem. – sorriu.
- E pra onde é? – perguntou .
- Não vou falar. Esperem, faltam alguns meses. – riu com a cara de .
- Você sabe como eu sou curiosa e vai me deixar assim? – perguntou e afirmou com a cabeça.
- Poxa, até eu tô curiosa. – disse.
- Né, eu também. Cara, agora eu quero ver como eu vou subornar meus pais. – disse.
- Eu já sei como. – sorriu – Mas como a eu também não vou falar.
- Ninguém mais aqui nesse grupo de amigas fala algo. Bela amizade, não? – disse e saiu de perto das meninas.
- Vai lá com o seu gatinho, mimada! – disse e lhe mostrou o dedo do meio.
- Vai com o seu também! – sorriu e piscou.
- Acho que eu vou atrás mesmo do ! Beijinho pra vocês. – mandou beijo pras garotas e foi atrás de que agora estava com os garotos.
- Relaxa, gatinha, não vou te deixar sozinha! – puxou a garota e se sentaram numa mesa no fundo – Tenho uma coisa pra te contar!
- O que, ? – sorriu.
- Fingirei que você não me chamou pelo nome inteiro. Mas então, eu acho que tô gostando de uma pessoa... – disse e escondeu o rosto com as mãos.
- Ah! Meu nenê tá gostando de alguém, mas de quem? – perguntou.
- Do...
- E aí, gente? – chegou perto das garotas junto com – Do que vocês estavam falando?
- Ah, vocês não sabem, a ...
- ACHOU UMA SORVETERIA! – gritou cortando a amiga.
- É, e como ela vai à minha casa hoje com o Jason, a gente vai na sorveteria. - sorriu e deu de ombros.
- Bela amiga, hein, ? Nem chama a gente também! – disse e ficou sem saber o que dizer.
- Não seja boba, . Você sabe que combinou de sair com o , e eu vou pra casa do Ed depois. – piscou pra , que sussurrou um obrigado para a amiga.
- Ai, tá bom. Mas depois pode ir levando a gente também na sorveteria, eu amo sorvete! – mandou um beijo para as garotas antes de ser puxada por .
- Você não me escapa, mocinha! Você vai me contar tudo. – disse se levantando pra sair da sala.
- Relaxa. E de qualquer forma, a gente vai numa sorveteria. – sorriu.
- Ok! Beijinhos! Tenho que ir, sabe como é, o James vai lá hoje. – mandou beijinhos e saiu correndo.
- nunca vai mudar... – riu e saiu da sala – Vem, Jason, a gente tem que alcançar a louca ali.
- Beleza. – Jason riu e saiu andando junto com .
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estava sentada na cadeira enquanto repassava um passo com Jason.
- , vou te matar! Pra que mudar a coreografia de última hora? – perguntou.
- Me deixa, oras! Eu quis, e você sabe que as outras preferiram. – piscou e começou a rir – ! Não é assim, presta atenção.
pegou na mão do garoto e colocou em volta da sua cintura.
- É assim! Você vai girar depois desse passo, e faz assim. – Quando ia demonstrar, ela ouviu batidas na porta – JAMES!
Quando ela abriu apenas viu uma caixa de papelão na sua frente.
- Quem é você? – perguntou na ponta dos pés tentando ver alguém.
- Sou eu, sua trouxa. – James riu, mas a garota fechou a cara – Ei, tô brincando! Vem cá, meu amor, eu tenho uma surpresa pra você.
- Ah! Não! Você me tratou mal, trouxa! – disse virando o rosto.
- Então estamos na mesma, você também me chamou de trouxa. – James deu um selinho na garota, e a mesma nunca imaginou que isso fosse acontecer – Desculpa! Mas então, abra a caixa e você verá. E não aceito devoluções, até porque ele tem que ser seu, é a sua cara.
Quando abriu a caixa deu de cara com um gatinho preto e olhos profundamente azuis e isso fez com que ela olhasse fixamente nos olhos do garoto.
- VOCÊ LEMBROU! – correu para abraçá-lo e tanto Jason como não entenderam nada.
- Lembrou do que? – perguntou .
- Bem, um dia, faz um bom tempo, eu fui na praia com ele e com meus pais. Aí a gente tava deitado na areia falando sobre o futuro e eu disse que no futuro eu queria ter ou um Bengal ou um American Short Hair, e ele se lembrou!
- Ah, que coisa meiga! – Jason disse imitando um gay.
- Bem, que nome você vai dar a ele? – disse pegando o gato no colo – Ah! Agora a gata da tem companhia. Ah, que coisa meiga!
- Já ta falando igual ao Jason, convivência demais, hein – disse brincando e Jason ficou sem graça – Eu não sei que nome dar a ele.
- Eu escolho então. – James disse e pegou o gato no colo – Estefragundo!
- Da onde você tirou isso? Que coisa feia! – disse – Você não concorda, gatinho?
O gato nem prestou atenção em que começou a acenava para o gatinho.
- Parece que o gato é contra você de todas as formas. Nem vê que você tá na frente dele. – disse Jason que começou a rir.
- Sem graça. Cala a boca, ele é só um pouco...
- No mundo da lua? – disse .
- Isso! Ah, já sei! – disse pegando o gato no colo que finalmente olhou para sua dona – Moony! (n/a: Moony = Aluado // Meu gato ia ter esse nome)
- Faz sentido! Aluado, no mundo da lua... Boa escolha! – riu – Bem! Agora que o James chegou vamos à sorveteria? Eu cansei de treinar seus passos!
- Chata! – deu um pedala em e saiu com Moony no seu colo.
- Você vai levar o gato? – perguntou James.
- Não vou, eu venho pegar ele aqui antes de ir pra casa do Ed. Não quero que minha mãe veja até eu estar aqui. Depois à noite vou num pub com os garotos, aí você pode passar lá no Ed pra me buscar? – disse colocando o gato pra dentro.
- Claro, mas então a gente voltou? – perguntou James receoso.
- Não como antes. Depois de tudo isso meio que abalou e você sabe que é verdade, por enquanto vamos só ficar, e conforme for indo a gente volta. – sorriu – Vai querer a aliança de volta?
- Não, fique com você assim vão saber que você ainda é minha. – James abraçou a garota e a beijou.
- Vai andando, casalzinho. A tem hora pra chegar no Ed. – disse empurrando os dois e Jason ia seguindo a garota.
Quando chegaram à sorveteria pegaram uma mesa perto da janela, e ficaram jogando papo fora enquanto o tempo passava, estava jogando canudinhos de chocolate em Jason que fazia o mesmo com ela, enquanto James toda hora sujava a bochecha e sempre reclamava com ele. Jason vendo James preparado para sujar a bochecha da garota de novo pegou o pote de sorvete de James e jogou na cara dele. Quando as garotas viram começaram a rir muito, e começaram a cantar músicas pro Jason como: 'o Jason é um bom companheiro!', entre outras. Mas quando olhou para trás, ela viu algo não muito agradável, estava com uma garota, e ele praticamente estava engolindo a menina. voltou a olhar pra mesa, e percebeu que a garota estava estranha, quando ia perguntar o tinha acontecido virou para Jason e o beijou.
ficou surpresa com a atitude da amiga até ver o porquê dela ter feito aquilo, e achou injusto o que fez.
- ! – puxa a garota e sai da mesa – Porque você fez isso?
- Você deu uma olhadinha pra trás? – perguntou sarcástica.
- Claro que eu vi. Mas nem por isso você pode já ir beijando o Jason do nada. – disse.
- Posso sim! A disse que ele tem uma suposta queda por mim! – sorriu e balançou a cabeça negativamente.
- Piorou! Agora você vai brincar com os sentimentos do garoto. – olhou para a garota que balançou os ombros – Desisto!
- Se você pensa que eu vou voltar com o depois disso, pode crer que eu não vou, eu vou ficar só com o Jason. – disse e se voltou para a garota.
- , você mesma disse para o que não queria nada sério. Você mesma saía e ficava com quem bem quisesse, e só porque ele tá com outra você dá chilique? Amiga, presta atenção, você tá sendo injusta com duas pessoas ao mesmo tempo. – falou.
- Mas, você sabe que eu tava começando a gostar dele e eu ia falar com ele hoje sobre isso. Agora, depois do que eu vi eu não quero mais nada com ele. Por isso eu nunca quis me apaixonar por ninguém. – disse por fim, e foi até a mesa para chamar o Jason – Vamos, eu tô um pouco cansada, aí você me faz companhia em casa.
- Pode ser. – Jason se despediu de James e de e se levantou.
- Nossa conversa não acaba aqui, . – disse.
- Que seja. – segurou na mão de Jason e quando passou ao lado de deu um tapa na cabeça dele – Idiota!
- Mas o que eu fiz? – disse e olhou pra que não estava com cara de poucas e boas.
Depois do ocorrido James e saíram do local e ela apenas acenou para .
- AINDA BEM QUE MEU IRMÃO NÃO TÁ DANDO PROBLEMAS! – disse.
- Pois é. E pelo que sei também não, e agora nem eu. – James piscou e sorriu.
- Só falta o e a . – disse.
- Hoje no pub tudo pode acontecer. – James disse.
- Eu só espero que não me dê dor de cabeça. – riu e James a abraçou.
- Não vai dar. Espere e verá. – James disse.
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Como estava atrasada, não teve tempo de pegar Moony para levar na casa de Ed. A tarde lá fora longa e chata, pois Elisa tinha algo contra , e Peter estava doente.
Mas quando deu seis da tarde, Gill chegou e pôde ir pra casa para se arrumar, pois aquele era dia de se divertir. Quando James a deixou na frente de casa, ela saiu correndo pois tinha que ver que roupa ia.
Escolheu uma meia calça cinza claro, seu vestido balonê cinza, sua bota preta e seu casaco de onça de veludo. Foi tomar um banho super rápido e se trocou.
Estava sentada esperando James buscá-la com Moony do seu lado.
- MOONY! ESQUECI DE TE DAR RAÇÃO. – se levantou e foi até a cozinha – Ainda bem que James é um bom menino e me trouxe depois sua ração e suas tigelinhas.
O gato não podia responder, mas recebia o miado dele como um sim, depois de colocar a comida do gato, James havia chegado.
- TÔ INDO! – gritou da cozinha, enquanto terminava de encher a outra tigelinha de água e escrevia um bilhete avisando que o gato era dela para sua mãe não o expulsar – Que pena! Queria tanto ver a reação da minha mãe quando ela te visse, bichano. Mas amanhã ela vai me falar alguma coisa, agora tenho que ir, bebê! Beijinhos!
Ao abrir a porta James a olhou dos pés a cabeça.
- É minha namorada ou ela foi abduzida e a trocaram por uma mulher? – James disse – Você tem 16 anos mesmo?
- Bobo! Eu tenho. – sorriu – Ah! Um minuto esqueci minha bolsa.
- Vai lá, tigresa. – James riu.
- A blusa é de oncinha! – bateu na cabeça do garoto – Vamos, já peguei minha bolsa!
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Quando chegaram ao pub, chamava atenção de muitos homens, o que fez James ficar com ciúmes. Ela ria da quando viu um rapaz que jurava conhecer em outro ponto do pub.
- Seu vestido tá muito curto. – James disse.
- Cala boca, ele não tá curto. Ele é assim e sempre foi. – sorriu e saiu andando até a mesa das suas amigas – OI!
- GATINHA! NOSSA! Tá uma gata mesmo, hein? – disse e riu.
- Você também tá. Todas vocês estão! – disse.
- Você não sabe o que o descobriu. – disse que já estava alegre.
- Deixaram ela beber? Mas ela é menor de idade. – disse e deu um tapa na cabeça da amiga.
- Ela trouxe da casa dela. – disse – E o que a quis dizer é que o descobriu que aqui tem karaokê.
- E sabe quem vai cantar lá? – disse .
- Quem? - Perguntou James que finalmente se sentou à mesa.
- O . – disse , só para fazer acordar.
- O QUE TEM EU? – Perguntou .
- Você vai cantar. – disse , e riu.
- Vou. Já estou lá! – disse sarcástico.
- O tá brincando. Quem vai cantar é a . – disse.
- Por que eu? Por que não podem ser os garotos? Afinal eles têm uma banda. – disse tentando tirar seu time de campo.
- Porque a gente vai os ver cantando por um bom tempo. – sorriu – E você é quase impossível, só ouço você cantando no nosso karaokê, e o último foi um desastre e você nem cantou.
- Não vou cantar. – disse, batendo a mão na mesa conforme a batida da música.
- QUEM QUER QUE A NOSSA GATINHA CANTE LEVANTE A MÃO! – gritou apontando para .
Todos na mesa delas e mais algumas pessoas que riam, ou que prestavam atenção nas garotas da mesa, também levantaram a mão.
- Vai lá agora, moça. – disse .
- Idiotas. Mas que música eu vou cantar? – perguntou .
- Na hora você vai saber. – disse, se levantou e empurrou a amiga até o karaokê.
Quando viu as músicas que tinham pra cantar uma a chamou atenção, porque aquela música tinha marcado muito sua vida.
- Moça, eu quero a música 54. – disse .
- Gosta do Jimmy Eat World? – A mulher perguntou.
- Vamos dizer que essa música marcou bastante minha vida. – sorriu.
- Eu sei disso, acabaram de me falar. Me pediram pra vir aqui e me certificar que você ia escolher essa música, hoje o destino é de vocês. – A mulher sorriu e antes que pudesse perguntar quem era a mulher ela saiu e a música começou a tocar. [n/a: Jimmy Eat World – May Angels Lead You In]
There's no one in town I know
you gave us someplace to go
I never said thank you for that
thought I might get one more chance
What would you think of me now?
so lucky
so strong
so proud
never said thank you for that
now I'll never have a chance
sorria ao cantar. Eram momentos tão bons que se passavam naquela época, porque simplesmente ele não voltava, ele a fazia ficar tão bem. Quando ela ia voltar a cantar, alguém começou a cantar no lugar dela.
If you were with me tonight
I'd sing to you just one more time
a song for a heart so big god wouldn't let it live
Quando ela olhou pro fundo do pub ela percebeu que aquele garoto que ela havia visto quando chegara no pub era o mesmo que marcara na sua mente, e que ela sempre lembrava quando ouvia essa música.?
- Você aqui? Mas como? – disse e o garoto sorriu.
- Na verdade eu nunca te deixei pequena.
Só o que não sabiam é que James não gostou nenhum pouco da volta do garoto.
Capítulo 7 – E todos os erros, todas as voltas, nada muda, nada mesmo!
sorria mais do que podia, nunca imaginou que o seu melhor amigo ia voltar pra sua vida.
- ASHTON, SEU VIADO! – saiu correndo na direção do garoto e o abraçou – Que saudades, eu pensei que nunca mais ia te ver!
- Eu também pensei. Mas meus pais se separaram e eu voltei com minha mãe.
- Nossa, quando você foi pra Los Angeles eu fiquei meio deslocada. Eu já não estava mais com o Ed, e perdi um dos meus melhores amigos.
- Mas eu voltei. Feliz? - Ashton sorriu.
- Muito!
- Que tal a gente sair pra comemorar a minha volta?
Quando ia responder James chegou ao seu lado e olhou nos olhos de Ashton.
- Oi, Ashton. - disse James.
- Fala, dude! Quanto tempo! - ele sorriu e apertou a mão de James.
- Do que vocês estavam falando?
- Eu ia chamar a pra sair, já que voltei. Se você o povo quiserem ir também, sem problemas.
James riu.
- Que tal deixar pra outro dia? - James sugeriu e o olhou com cara de pidona.
- Ah, amor, por favor! Faz tempo que eu não converso com o Ashton e...
- Coelhinha está triste porque está na mesma mesa que o Lobo Mal de hoje a tarde. O que comeu uma raposa no café. E o Lobo Mal não entende porque a coelhinha está daquele jeito. - James disse em código e entendeu - Você não vai deixá-los assim, vai?
- É, tem razão. Desculpa, Ashton, mas a gente pode deixar pra amanhã?
James fingiu tossir.
- Amanhã você vai pra casa da Gill e eu vou junto, lembra?
- Relaxa, . A gente se vê no final de semana, pode ser? - Ashton sorriu.
- Sem problemas. - ela sorriu de volta e James a puxou.
- Até algum dia, Ashton. - James acenou para o garoto, que respondeu com um aceno de cabeça.
Depois daquele dia, James foi com até sua casa e foi com eles.
Quando chegaram, os pais dos garotos não estavam em casa. foi até a cozinha e achou um bilhete dizendo que eles haviam saído para jantar.
- Eles merecem. - ela sorriu - Vem, vamos dormir que eu estou morrendo de sono.
- Boa noite, . - James disse.
- Boa noite pra vocês.
Dentro do quarto, James a abraçou.
- Eu estava morrendo de saudades de você.
- Ai que amor! Eu também estava com saudades de ti, Jaiminho! - olhou nos olhos do garoto e sorriu.
- Você não sentiu mais falta do que eu. - James sorriu e começou a beijar seguidamente o pescoço da garota - Senti falta do seu cheiro, da sua risada, do seu sorriso, da sua presença...
- Papo estranho o seu, hein? - a menina riu enquanto ele a empurrava contra o guarda-roupa - Papo de garoto que quer levar a namorada inocente pra cama.
- Não é uma má idéia. - James sorriu e pegou a garota no colo, a levando até a cama.
- Bobo! - riu - Ainda bem que você me trouxe até aqui, agora vamos dormir.
- Você não vai dormir.
James deitou por cima da garota e começou a beijá-la. No começo, deixou rolar, mas quando viu que não era o que queria naquele momento, naquela hora e daquele jeito, tentou pará-lo.
- Não, James. Eu não quero isso! - disse, tentando desviar dos beijos de James, que não parou.
Ela estava se sentindo desconfortável na situação que se encontrava e isso fez com que ela empurrasse o garoto com todas as suas forças.
- JAMES, EU NÃO QUERO! - ela gritou e se virou de costas para o garoto.
- Desculpa. - ele disse e se deitou ao lado da garota.
- Sai daqui! Hoje você dorme com o . - ela disse sem olhar para James, que saiu do quarto em silêncio.
Não precisou nem se explicar para .
- Carta fora do baralho essa, dude. Não adianta nem tentar, é ela quem decide. - riu e jogou um travesseiro no amigo - Boa noite pra você.
- Claro, ÓTIMA noite. - James respondeu, sarcástico.
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Na escola tudo estava bem e fingia que nada havia acontecido no dia anterior, porque na realidade, nada aconteceu mesmo. À tarde, foi para a casa de Gill cuidar das crianças e James foi junto. Os dois não sabiam que teriam uma surpresa.
- ASHTON! - gritou e pulou no colo do garoto, o abraçando - Que surpresa! Não sabia que estaria aqui!
- Nem eu. - Ashton sorriu - Eu estou de saída. Ed vai me levar até a escola pra eu rever o povo.
- Não se atreva a...
- Chegar perto das garotas, eu sei! - ele empurrou devagar para o seu lugar no sofá e se levantou - A gente já tá indo. Até outro dia!
- Até! - acenou.
- Até mais, dude. - Ashton disse para James, que apenas acenou a cabeça em resposta.
se levantou e foi ver onde os garotos estavam. Estavam dormindo. James chegou depois dela e a abraçou por trás.
- Estão dormindo?
- Sim, não parecem dois anjinhos? - sorriu.
- Claro. Então, o quarto ao lado tá desocupado. O que você acha de...
- Não, você não pode estar falando sério. - ela disse indignada e James não abriu a boca - Você me enoja, James! Não vou satisfazer o seu corpo enquanto não me sentir bem.
- Você não me ama. Por isso não quer transar comigo! - ele reclamou baixo, para não acordar as crianças.
- E AINDA DUVIDA DOS MEUS SENTIMENTOS? ÓTIMO! VOCÊ VAI SAIR POR AQUELA PORTA E FINGIR QUE EU NÃO EXISTO. E AMANHÃ EU PENSO SE VALE A PENA FALAR COM VOCÊ, SENHOR AMORESEXOANDAMJUNTOS. E O CINEMA DE HOJE, NEM APAREÇA. EU VOU COM OUTRA PESSOA, NEM QUE SEJA O ! - gritou e virou as costas para o garoto, sem nem se lembrar das crianças dormindo.
Com isso, depois de James sair da casa, Elisa se levantou da cama e começou a puxar a blusa de . Ela coçava os olhos, quase deixando seu ursinho cair.
- Aconteceu a mesma coisa que aconteceu com você e o Ed? Eu acordei com você gritando. - Elisa perguntou e sorriu torto. A menina não devia ter ouvido direito.
- Quase. Vamos voltar a dormir?
- Não dá. Tia , o Peter tá chorando.
- PETER! ME DESCULPA! - pegou o menino no colo tentou fazê-lo dormir de novo - Eu vou ser um desastre com os meus filhos.
- Se você for terminar assim com cada marido que tiver. - Elisa ficou emburrada de repente e se sentou em sua cama.
- Posso te fazer uma pergunta? - tentou se aproximar da garota mas ela dormiu antes. Ou fingiu que dormia.
- Sua irmã me odeia, Peter. Fato! - ela sorriu e viu que o garoto começou a dormir também - É, foi mais fácil do que eu imaginava.
- CHEGUEI!
Gill gritou, fazendo fechar os olhos, com medo de que a choradeira voltasse. Mas, ao invés de chorar, Peter abriu os olhos e começou a gritar pela mãe.
- Pior do que eu imaginava. GILL, SEU FILHO TE QUER! - gritou para Gill, que subia as escadas.
- Obrigada. Esse foi um dos seus menores turnos, hein moça? - Gill riu - Você ia ao cinema, certo?
- Aham.
- Aqui está o seu salário, para se divertir hoje. - Gill disse e sorriu em agradecimento - Vá se divertir com seu namorado. ah, só uma pergunta, por que saiu um rapaz correndo de casa?
- Esse mesmo. Era o namorado. - ela sorriu e se despediu da mulher e de Peter - Me divertir com ele? Ah Gill, você tá por fora. Bom, até outro dia. É só me chamar.
- Pode deixar.
estava saindo da casa quando seu celular tocou.
- Alô? - ela atendeu.
- , não vai dar pra ir ao shopping. Quando o Ashton foi à escola, ele encontrou o Zac e os dois resolveram lembrar os velhos tempos dos jogos contra as escolas. Eles costumavam jogar um contra o outro e hoje vai ter jogo. Eu não vou perder, tá afim? - disse.
- Lógico. Eu amava ver o Ashton jogando. Vai ser na nossa escola? - perguntou.
- Se você quer dizer a sua escola nova, sim. Bom, tenho que desligar, estou dirigindo.
- Ok, moça. Está certa. E onde você está?
- Uma rua atrás da rua da Gill. Eu vim te buscar, não ia deixar a minha pequena pegar um táxi. - riu.
- Ok. Vou desligar. Beijos!
desligou o celular e ficou esperando na frente da casa de Gill. Não demorou muito até ver o Range Rover de parar em sua frente. Quem vê o carro não imagina o quão pequeno é o ser que está dirigindo.
acena e entra no carro. O caminho demorou um pouco, mas não chegaram tarde. Não tinham muitas pessoas como antigamente, mas as pessoas que eram fãs estavam todas lá, junto com as que estavam por motivos amorosos, namorados, amantes e por aí vai, essas desculpas que combinavam perfeitamente com May.
fazia companhia para a menina, mas parecia estar no mundo da lua. Mais do que costumava viajar. May, cansada da garota silenciosa ao seu lado, mandou a menina atrás de Guilherme.
e se sentaram na terceira fileira. não tinha percebido, ou fingiu não perceber, James na última fileira, o que rendeu a May uma chance de tentar de novo acabar com o relacionamento dos dois.
O jogo ainda não tinha começado e as duas amigas ficaram conversando. Elas riam alto, e May achava que estavam só tentando chamar atenção. Quando Ashton chegou perto das garotas, ele as cumprimentou e se sentou ao lado de , a abraçando. James ia descer, mas May foi mais rápida e se sentou ao seu lado, o puxando de volta.
- Nada disso, Bourne. Deixa eles se divertirem. - May sorriu -Você não enxerga o que eu vejo.
- Eu agradeço a todos os dias por isso. - James sorriu e tentou se levantar de novo, mas May o puxou com mais força.
- Eu vejo como transborda testosterona. Vejo como ele quer. Ele quer, mas respeita, e por isso ele ainda arde de desejo por ela. - May sorriu enquanto falava isso no ouvido de James - Ele é o melhor homem. Pelo jeito, é daqueles que te leva as loucuras assim que você querer.
- May, cala essa sua boca! - Jame disse entre os dentes.
- Você não consegue imaginar como eu consigo? Eu vejo que você também quer, é isso que te deixa mais irritado.
- Você não sabe do que tá falando.
- Lógico que sei. Sei muito bem! Olha ele fazendo carinho no cabelo dela, enquanto ela encosta a cabeça em seu peito. - May disse - Ele aguenta mais do que devia.
- Cala a sua boca, Mayara!
- Você tem ciúmes. Tem ciúmes porque ele tem mais contato físico com ela do que você, não é? Que coisa feia! Você sabe que deveria ter mais que ele, por isso está quase explodindo.
- May, seu namorado tá subindo.
- Ele é lindo, não é? - ela passava as mãos nas pernas do garoto - Pena que esse aí não se segura muito. Porque nem eu consigo me segurar também. Logo, não o vejo ficar assim como você e como o garoto ali na frente.
- Ele tá subindo, May! - James apontou para Guilherme.
- Ele também está subindo. - May olhou pra baixo e deu uma piscadinha. Então subiu a mão até o rosto do garoto - Eu sei que você gosta. Você é o homem mais infiel do mundo, James. Faria de tudo comigo agora.
- Mentira.
- O seu amiguinho não mente. - May sorriu e se levantou - Melhor jogar sua blusa no seu colo.
James fechou as mãos tentando amenizar o ódio que sentia por May, por Ashton, por ele mesmo. Seguiu a dica de May e colocou sua blusa em seu colo.
O jogo ia começar e Ashton se despediu das meninas.
- Ele gosta de você. Sempre gostou. - disse - Ele já me disse isso uma vez, mas você já estava há dois meses com o Edward.
- Vai nessa. Um rapaz lindo como ele vai gostar de alguém como eu? Tapada, louca, idiota e chata? - gargalhou.
- O James gosta, o Edward gosta, o ... - viu que ia falar merda - ...queria estar aqui hoje mas não pôde.
- você não ia falar isso. Fale a verdade, .
Mas levantou e gritou:
- TOUCHDOWN!
Todo mundo olhou pra ela e ela riu.
- Tava só treinando.
sabia que não era verdade, mas preferiu deixar os pensamentos de lado e focalizar apenas no jogo.
Como ela já esperava, o time de Zac venceu. Era sempre assim. O melhor de tudo era que Ashton sempre saía rindo do campo, isso fazia com que viajasse com o garoto rindo em sua direção, todo suado.
Ela fitava o horizonte, nada ao redor existia, nesse momento, ficou presa em seus devaneios enquando gritava ao seu lado com Ashton, fingindo comemorar. nem percebeu, seus pensamentos estavam longe. Pensava em como tudo tinha acontecido rápido demais, em como tudo tinha sido rápido demais e nada escapava disso. A mudança, os problemas, o namoro, tudo, sem tirar nem pôr. O que a tirou de seus pensamentos foi a mão fria de James em seu ombro.
- Posso falar com você? - se assustou.
- Ainda não estou preparada, James. - sorriu e passou a mão pelo rosto do garoto - Até mais.
- Tudo bem. - James disse baixinho.
- SEGURA ESSA, ASHTON! - gritou pulando nas costas do garoto, que a segurou.
- Vamos para a casa. - ele disse a carregando com ao seu lado.
- Eu quero muito comer fondue de chocolate. - disse.
- Somos duas, amiga. - ria enquanto Ashton brincava com ela em suas costas.
- , vamos pro shopping, a gente pode comer algo parecido lá?
- Ah, eu nem quero. Tô com uma preguiça!
- Ah, você vai sim. - Ashton começou a balançar a garota.
- TÁ, ENTÃO EU VOU, NÉ? - gritou e bateu palmas - Mas amanhã!
- Se você diz... Amanhã sem falta depois da escola! - Ashton disse.
- Sem problemas, senhor!
- Bom garoto, Ashton! - alisou o menino.
- Não sou cachorro! - Ashton disse e começou a rir.
Essa foi a última imagem de que James viu naquele dia.
estava indo para casa junto com Ashton e até que Zac apareceu do nada do lado deles.
- Ashton, seu bicha! Ainda não ficou com a Evans? - Zac bateu no ombro do garoto e sorriu para que sorriu de volta, sem graça.
- Ela namora, Zac.
- Vocês conversam como se eu não estivesse aqui. - disse e Ashton riu.
- Desculpa, mas é que o Zac é idiota. - Ashton disse e Zac deu de ombros.
- A May te odeia sabia? - Zac disse pra , olhando pra cima.
- Eu sei, Zac. Eu sei. - ela riu.
- Aposto que ela tá acabando com o seu namoro. Desculpa, mas é que ela sempre consegue. - Zac sorriu e fechou a cara.
- Você tá de que lado? - ela perguntou.
- Do seu. O Guilherme fala tão bem de você. Eu já saí com o James, conheço o cara. Ele não é bom pra você, aviso de amigo. - Zac disse - Agora eu tenho que ir.
- Não ouça o que ele diz. - Ashton disse.
- É, . O Ashton tem razão. - confirmou.
ficou em silêncio. Pegou seu celular e ligou para Guilherme, avisando que ia até sua casa. Ela precisava conversar com alguém que não fosse tão próximo dela quanto os outros. Ashton seguiu caminho com e desviou sua rota para a casa de Guilherme. Chegando lá, mal o garoto abriu a porta ela já o abraçou.
- EU TÔ CONFUSA! - ela gritou.
- Calma, entra. O que aconteceu? - Gui perguntou, encaminhando a garota até o sofá.
- O James é confiável. Não sei, pelo menos quando a gente era amigo, ele era. ele sempre me protegia, sempre foi tão cuidadoso, carinhoso, legal, divertido... Agora ele tá tão monótono que eu preferia ser só amiga dele. - disse de uma vez e depois falou tão baixo que Guilherme quase não a escutou - Eu não gosto dele como namorado.
- Então por que tá com ele?
- Porque eu gosto dele. - ela respondeu abraçada a uma almofada.
- Gosta mesmo?
- NÃO FAZ ESSA PERGUNTA AGORA!
- Mas se você está tão em dúvida assim é melhor terminar, .
- Até que pra um garoto você dá uns conselhos legais. - riu.
- Mas é verdade. - Gui sorriu.
- Eu já pensei nisso uma vez. Mas as coisas que ele diz quando eu crio coragem pra terminar me derretem toda, aí eu não consigo terminar.
- Então seu coração ainda não está pronto para deixá-lo. – Guilherme disse e sorriu.
- Acho que é verdade... – disse e após isso ela abraçou o garoto - Obrigada por tudo.
- Me promete uma coisa? – Gui disse.
- Qualquer coisa – piscou.
- Amanhã esteja o mais feliz possível – Gui disse – Eu vou passar por você e quero ver sua felicidade.
- Sim, senhor. – ela sorriu e beijou o rosto do garoto – Me acompanha até a porta?
- Sim, senhora! – Gui disse a imitando – Até amanhã!
- Até.
Evy se despediu do garoto e partiu para sua casa a passos largos. Não sabia o porquê, mas odiava andar na rua quando estava escuro.
Sua noite foi tranqüila, mas antes de dormir pediu pela primeira vez para que fizesse a escolha certa, ou então a que pelo menos a fizesse feliz. Ao adormecer a garota pôde enfim esquecer por um tempo todos os seus problemas.
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No outro dia, acordou muito feliz. Se era assim que Guilherme queria, era assim que iria ser. Estava tão feliz que acabou se esquecendo da briga com James por alguns instantes.
Se vestiu para ir à escola. Resolveu vestir as calças jeans, uma blusa branca com um bolero azul por baixo e os seus tênis. já tinha se acostumado com os horários da garota e não se atrasava mais para chegar em sua casa. passou pela cozinha para se despedir e foi até . Quando entrou no carro, seu bom dia foi tão contagiante que teve de perguntar:
- Por que essa felicidade toda?
- POrque a gente nunca sabe o dia de amanhã. - piscou e sorriu - Coloca essa lata pra andar.
- Pelo menos eu tenho uma lata. POr que você gosta de filosofar só comigo?
- Eu nem nunca filosofei com você, foi só agora. - respondeu confusa.
- Sério? Ah, verdade!
- Agora vamos. - apertou a buzina.
- Louca! - riu do cara que apareceu na janela para reclamar.
Depois que ele deu a partida, ligou o rádio, e por incrível que pareça, cantou junto com todas as músicas que tocaram. trocava de estação e ela cantava a todas elas. Ele apenas ria com isso.
Ao chegarem na escola, viu James conversando com May e sua cara fechou.
- POr que ninguém pode ser feliz por um dia inteiro? Não queria vê-los. Principalmente juntos assim, conversando. - reclamou e a abraçou.
- O James é idiota, a gente já sabe disso. Se quiser se livrar dele, estou à disposição.
- Com você eu não posso. - piscou.
- Mas pode fingir.
- Cala a boca! - ela riu e saiu andando.
Estavam na primeira aula, quando a professora de inglês chegou e começou a passar os seguintes avisos:
- Antes de tudo, estamos entrando agora em junho e vocês terão duas semanas seguidas de provas, mais os simulados, que serão na outra semana. Então, o nosso trabalho vai ficar para o último dia de aula. Quem faltar, fica com zero e no dia a gente vai passar um vídeo pra vocês. Na volta das férias queremos uma relatório sobre esse vídeo.
- Brincadeira! - reclamou .
- É agora que eu me ferro. - sorriu.
- Eu sou péssimo em exatas. - disse .
- Nisso você tem ajuda. Minha irmã é ótima em exatas. Faz assim, ela vai me ajudar a estudar, voc~e pode vir também.
- A gente também quer! - disse, apontando para si e para .
- Vocês vão no domingo então, e o no sábado, junto comigo, pode ser? - perguntou.
- Fechado. Então só tem um problema. - disse .
- O que? - perguntou .
- A sabe disso tudo?
- Relaxa, ela vai saber de tudo agora. - sorriu - !
- QUE FOI? - a menina gritou do outro lado da sala.
- VOCÊ VAI ENSINAR EXATAS PRA MIM E PROS GAROTOS ESSE FINAL DE SEMANA, TÁ? OBRIGADO! - nem deixou a irmã responder, o que deixou a garota um pouco espantada.
- Tudo bem, né? Eu nem posso opinar. - disse para .
- E a gente? Você não vai ensinar?
- Peraí, eu não sou a professora. E eu tenho que estudar também. Eu também erro e tiro notas baixas, se vocês não lembram. - disse e gargalhou.
- Claro, porque a sempre tira notas baixas.
- Na verdade, , no semestre passado, ela veio com quatro notas vermelhas. - entregou.
riu.
- Viu, viu? Mas calma aí, eu não devia me orgulhar disso. CARA, EU TENHO QUE ESTUDAR! NÃO PODE ACONTECER DE NOVO!
- Calma, ! - disse.
- Senão a minha futura carreira promissora de arquiteta vai ser arruinada e eu vou falir, porque tirei várias notas baixas. Isso se eu passar e sair da escola! - ela não parava de falar desesperada.
deu um tapa no rosto da garota e disse:
- Chega, ok?
respirou fundo.
- Me desculpa.
- Por nada. - sorriu e se sentou.
- Sentem-se que a gente tem que pegar a matéria que vai cair na prova. - disse e todas se sentaram.
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Depois de uma manhã cansativa de muitas revisões, pegou seu material, passou por James no corredor e sorriu.
- Estou desculpado? - perguntou o garoto.
- Quase. - disse e acenou para se despedir do garoto.
Quando ela saiu, May chegou perto do garoto, que colocava os livros no armário.
- Você ainda não desistiu, May? - James perguntou, olhando apra a garota.
- Eu só me cansar quando decidir.
- Fale sozinha.
James fechou seu armário e saiu andando.
- EU NÃO VOU DESISTIR! - May gritou e puxou Emillie.
- É hora do plano infalível.
Emi a encarou asustada.
- Tem certeza?
- Absoluta. Agora, presta atenção.
May contou todos os detalhes do plano, olhando em volta de vez em quando para se certificar de que ninguém a estava escutando. Emillie entendeu tudo de primeira.
- Quando?
- Eu vou te avisar. - disse May.
As duas saíram rindo da escola, e pela segunda vez, a mesma pessoa tinha ouvido toda a conversa delas.
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Quando saiu da escola encontrou Ashton conversando com Guilherme e .
- ASHTON!
A menina gritou e o garoto se virou, procurando de onde vinha o grito. Ao encontrar a garota, acenou. estava indo até ele, mas no meio do caminho passou o braço pela cintura da garota, o que a assustou.
- Seu plano de fazer ciúmes no James tá dando certo. - ele sussurrou no ouvido da garota, que perdeu o ar por alguns instantes.
- Mas eu não tô...
- Relaxa, isso não é da minha conta. - ele fez sinal de positivo e continuou andando com a garota - Hoje a gente vai ensaiar na casa do . Tá afim de vir?
- CLARO! Meu sonho é ver vocês tocando. - disse e deu um beijo no rosto do garoto - Espere um segundo que eu vou falar com o Ashton e já volto.
Quando chegou perto de Ashton, ela cumprimentou todos em volta, até mesmo .
- Oi! - sorriu e sorriu de volta, sem graça.
- Está melhor? Depois que o Zac disse aquelas coisas sobre o James pra você, você não parecia nada bem.
- Estou sim. Falar com o Guilherme foi muito bom. - sussurrou com medo de que ouvisse e contasse pra May.
Guilherme sorriu para a garota e ela piscou pra ele.
- Relaxa, eu não vou contar pra May que você falou com o namorado dela.
sorriu sem graça.
- Desculpa por...
- Relaxa, . Eu faria a mesma coisa.
- Hoje tem ensaio da banda dos meus amigos. Querem ir?
- Eu não posso. Vou sair com mayara hoje. - Guilherme se despediu dos amigos - Quem sabe outro dia?
- Sem problemas. - sorriu - E os dois?
- Por mim, tudo bem. - Ashton disse.
- E como eu não aceito um não como resposta da senhorita, você vai. - sorriu, puxando - Vai ser divertido. Afinal, você não é como as suas amigas, certo?
- Sim. - sorriu torto e piscou pra ela.
- TEMOS MAIS DUAS PESSOAS. CABE? - gritou para .
- Cabem mais duas no carro do e uma aqui.
- Vocês então vão no carro do , e fazem companhia um pro outro. - sorriu - Eu vou contigo, !
- Acomode-se, senhorita.
acenou para Ashton e e se sentou no banco ao lado de .
- Boa tarde, . - disse e riu.
- A gente já se viu hoje.
- Estava falando com a inimiga? - arqueou uma sobrancelha.
- Ela é legal, gente. Não é como as outras.
- Não falei, amor? Ela é legal. eu sempre gostei mais dela do que das outras. - disse enlaçando a garota pela cintura.
- Ei, sai! Vai lá com ela. Que eu me lembre, o vai no carro dele, então tem lugar sobrando.
- Gente, o vai sozinho por que? - perguntou - Afinal eu sempre venho e volto com ele.
- Ele disse que tinha que passar em casa. - explicou.
- E por que o senhor não me disse que tinha mais um lugar no carro do , hein danado? Eu ia junto com eles.
- Por isso mesmo. Queria você aqui com a gente. - deu seu melhor sorriso e deu partida no carro.
- Mas você também tem algo contra a ? - perguntou.
- Não. - ele disse saindo em direção da casa de , por fim, sussurrou - Tenho contra outras pessoas.
- Fala mais alto, ! - disse e virou o rosto.
- Não queira morrer. - sussurrou no ouvido da garota.
- Com você falando assim eu vou acabar morrendo. - sorriu e deu um selinho no garoto.
- Ei, garota solteira no carro! Me respeitem! - protestou.
- Eu não tô solteira, mas... Ah, esquece! - não conseguia desvcrever seu relacionamento com James.
- O que foi, ? - perguntou.
- Pelo que eu conheço da sua irmã, ela não sabe dizer o que tem com o James. - disse e sorriu fraco.
- Vocês vão se acertar. - disse.
- Ai gatinha, tem tanto homem em volta de você melhor que ele... - voltou a falar.
- A é a única que ainda bota fé nesse relacionamento. - opinou - E claro, você, né maninha?
- VOCÊS SÃO MEUS AMIGOS? - gritou - PORQUE NÃO PARECE!
- Não chora, ! - disse, a olhando de escanteio - NÃO CHORA!
- CALA A BOCA, VOCÊ! - ela gritou.
- A gente não toca mais no assunto. - disse.
- Poxa, parece que vocês não entendem...
- Mas foi mancada sua gritar com o . - disse.
- Não me enche! - virou o rosto pra janela.
- Não queria que você chorasse. Afinal, não tem como eu te abraçar pra te consolar, e isso me mataria, não poder fazer nada pra te ajudar.
falou baixinho, mas o ouviu do mesmo jeito. Antes que ela pudesse responder ou dizer qualquer coisa, ele ligou o rádio e voltou o olhar para a rua.
Ao chegarem na casa de , desceu do carro e abraçou .
- Triste de novo? - perguntou e só confirmou com a cabeça - TPM?
Ela confirmou de novo com um aceno de cabeça e revirou os olhos. Todo mundo estava olhando para as duas e pediu para que todos entrassem e as deixassem ali.
- Quer que eu cante? - ela perguntou.
- Quero. - disse, segurando o choro.
pigarreou e começou a cantar a música de abertura de 'Friends', que fez algumas lágrimas escaparem pelo rosto de .
- Você lembra?
- Lembro sim. - sorriu.
- Antes mesmo da gente conhecer a . Eu, você e a dizíamos ser amigas para sempre...
- E encontrar os nossos três inseparáveis amigos. - completou a frase.
- Parece que aumentamos os nossos 'friends' pra quatro. Vamos, , anime-se!
- Ok, Phoebe.
deu um pedala em .
- Você ainda se lembra? - ela perguntou inconformada.
- POrque você era a mais lerda e avoada. E a mais tarada.
riu e saiu correndo com em seu encalço. Ao entrarem na casa de , todos estavam olhando para .
- Bom, ela melhorou. - disse - Já vão ensaiar?
- Almoço antes! - disse se sentando no sofá - Tô morrendo de fome.
- Novidade. - disse - E a sua mãe, já fez o almoço?
- Deixou pronta. É só esquentar e...
abriu a geladeira e olhou que sua mãe não havia feito nada, ao fechá-la, viu um recado falando que ela teve de sair ás pressas pra viajar por causa de um tio que estava mal de saúde e não pôde preparar nada, mas que ele podia fazer algo ou pedir comida pra vizinha.
- EU NÃO VOU PEDIR NADA PRA ESSA MÃO-DE-VACA CHATA!
- O que foi, ?
abraçou o garoto por trás depois de correr atrás de .
- Minha mãe não fez nada pra gente comer. E eu tô com fome. - ele disse, tentando não se embriagar com o perfume da garota.
- Ora, deixa disso, meu bobinho. Eu faço. - sorriu e beijou a ponta do nariz do garoto.
- Jura?
- Claro. Eu sou a melhor cozinheira entre as meninas, não sou, ?
, que estava vendo TV na sala com os meninos, afirmou com o polegar sem nem a menos saber do que estava falando.
- Então vai em frente. - sorriu e deixou a garota na cozinha.
Quando chegou na sala olhou pra ele e perguntou:
- O que a perguntou?
- Ela perguntou pra você se era a melhor cozinheira. Como você disse que sim, ela vai fazer nosso almoço.
- NÃO! ELA VAI MATAR A GENTE! - as garotas gritaram em uníssono.
- Calma. Ela cozinha tão mal assim? - perguntou.
- A ficou uma semana sem ver a gente porque além da intoxicação alimentar, ela passou muito mal. - disse e os garotos arregalaram os olhos.
- TIRA AQUELA GAROTA DA COZINHA AGORA! - gritou pra , que foi imediatamente pra cozinha.
- SAI! A GENTE NÃO QUER MORRER! - pegou a menina no colo e a tirou da cozinha.
- É melhor deixar a cozinhar. - disse.
- É, boa sorte, amiga! - deu um tapinha no ombro da amiga e sorriu - Você tem animais para alimentar. Nossa, o Moony! Será que a minha mãe deu comida pra ele?
- Lógico, né? - riu, e só então percebeu que ainda segurava no colo - Desculpa, amor!
- Tudo bem. - sorriu e deu um selinho no garoto.
Após o almoço dos garotos, todos foram até a garagem e sentaram aonde conseguiram, porque a garagem estava uma bagunça.
- Bom, já que vocês não conhecem nenhuma das nossas músicas, a gente vai fazer uns covers. - disse.
Os garotos começaram a tocar. Mr. Brightside, Dont Stop Me Now e por último Crazy Little Thing Called love.
Depois do mini-show, precisava ir embora, afinal, ainda tinha que estudar um pouco pra poder ajudar os garotos mais tarde. Se despediu de todos e saiu da casa de , até perceber que tinha vindo de carro e que sua casa era bem longe dali.
- ALGUÉM PODE ME LEVAR? - ela gritou da porta.
- O JÁ TÁ INDO! - gritou alguém de dentro.
Em menos de dois minutos, o garoto já estava ali com ela.
- Vamos?
- Sim, senhor! - ela sorriu.
No caminho, a conversa foi bem diferente. falava sobre como eles estudariam, que matérias ele preferia que ela começasse a explicar, enfim, várias coisas relacionadas. riu da cara de quando descobriu que iam começar por matemática, até seu celular tocar.
- Alô? - atendeu sorrindo.
instintivamente olhou para a garota, que não permaneceu com o sorriso por muito tempo. Lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.
- Não, mãe. Ela não... - ela chorava - Mas ela tá bem?
não podia fazer nada, afinal, não podia ouvir o outro lado da conversa. Ele dividia sua atenção com o trânsito e , e sempre que olhava para a garota, via que nada melhorara. levou as mãos ao rosto, tentando conter as lágrimas que escorriam.
- Vovó...
Ela não aguentava mais e começou a chorar desesperadamente. Como ela sempre dizia: ninguém nunca é feliz por um dia inteiro.
Capítulo 8 – Porque tudo construído com muito esforço, pode ser destruído com um simples toque
A mãe de disse para que ela não fosse ao hospital e ficasse em casa e contasse a que a sua avó tinha tido um infarto. Ela apenas respondeu com um 'tudo bem' bem fraquinho e desligou o celular.
- O que foi? - perguntou. apenas balançou a cabeça em negação. - Não quer falar sobre isso?
A menina manteve a cabeça baixa e acenou afirmando.
- Bom, chegamos a sua casa. - ele desligou o carro e desceu, ela não estava entendendo nada - Vou ficar aqui contigo até seus pais ou chegarem.
- Obrigada por tudo, . - sorriu para o menino e desceu do carro.
- Sou seu amigo. Sempre estarei contigo. - ele enlaçou a garota pela cintura e foram andando em direção a casa.
- Todos os homens deveriam sercomo meus amigos.
- Tarados, idiotas, festeiros e todos deveriam ter uma banda? Assim não ia ter a mínima graça. Como ficariam os contadores, atletas, empresários? - riu e apanhou de .
- Eu quis dizer legais, carinhosos e companheiros. Vocês mudam quando a palavra também muda. Quando passam de amigos pra namorados.
- Eu acho que essa frase foi feita pra uma pessoa chamada Bourne, certo?
sorriu fraco em resposta:
- Não quero pensar nele hoje. Se apenas a minha avó chegar em casa viva e forte como sempre eu já fico muito feliz. ela sempre me ajudou em tudo, sabe? Não sei o que será de mim sem ela. - sorriu e abriu a porta de casa - Entre!
- Relaxa. Sua mãe disse que eça está melhorando, certo? Então logo logo ela vai estar te enchendo de beijos e reclamando que você está muito magra. - ele sorriu e se sentou no sofá - Vem, vamos assistir algum filme.
- Nada disso, são oito horas. Vai começar Friends. - pegou correndo o controle da mão do garoto e colocou na Warner.
- Você não se cansa desse seriado, não? - ele arqueou o sobrancelha - Eu sei, é legal e tal. Mas...
- Se você soubesse quantos motivos eu tenho para vê-lo para sempre... - ela piscou e se acomodou no sofá.
Depois de alguns minutos, ela começou a chorar. Ela sabia bem o motivo e também. Ele abraçou a garota e após alguns minutos de silêncio ela deitou em seu colo, tentando voltar sua atenção ao seriado.
acabou dormindo e lembrou de que ela tinha que avisar . Ele pegou o celular da garota na mesinha de centro cuidadosamente e ligou para o amigo. não conseguiu nem responder, simplesmente desligou o celular e o ouviu dizer ao fundo que estava indo pra casa. Em alguns minutos, não só o garoto, mas todos estavam chegando à casa dos . Quando entraram, pediu silêncio, mostrando a garota dormindo em seu colo. entrou abraçada com , que se encontrava em estado de choque.
o Infarto era normal na idade da avó dos garotos, mas ela sempre foi uma mulher muito forte e isso sempre confortava os garotos. Essa notícia foi um baque violento pra eles. só acenou para todos e subiu para o quarto com a seu encalço.
Com os murmúrios na sala, acabou acordando e quando olhou pra cima se deparou com o semblante preocupado de e seus amigos. Se levantou e olhou para o colo do garoto, que parecia úmido. Ela devia ter chorado tentando dormir. Ela murmurou desculpas para , que a abraçou.
- O melhor agora é que você solte tudo o que sente. Não guarde. - ele afagava o cabelo da garota, que se segurava para não voltar a chorar.
- Obrigada por ter ficado aqui comigo esse tempo todo. - sorriu e secou algumas das lágrimas que enchiam seus olhos - Mas não pense que por isso vou ser boazinha amanhã te ajudando a estudar! - ela riu fraco e riu junto para situação não ficar estranha.
- Eu nunca pediria isso. - ele se levantou e beijou a testa da garota - O melhor a fazer agora é dormir.
- Mas eu não quero ficar sozinha. - disse, quase que num sussurro.
- Não pense nem por um segundo que eu te dexaria assim hoje. A fica aqui com você e a . - Harry sorriu, olhando para as garotas que concordaram.
- E o Ashton e a ?
- Eles já foram. Mas te mandaram energia positiva. - disse.
- Ah, entendo. - abraçou as próprias pernas.
- Promete ao menos tentar melhorar essa carinha amanhã? - disse e olhou nos olhos do garoto. Um choque percorreu toda a sua espinha. Não tinha como falar não para aquele rosto preocupado, pra aqueles olhos percorrendo todo o seu rosto - Não quero te ver assim. Dói muito!
Ela se assustou com as palavras do garoto. Ele tentou consertar, mas foi mais rápida.
- Como quando eu fiquei chorando por causa do . - ela deu um selinho no garoto - Ele odiava me ver triste, não é, ?
- Claro. - ele sorriu, agradecido.
- Entendo. - não estava totalmente convencida, mas o sono estava a matando - Acho que vou dormir.
- Tudo bem, a gente já está indo. - sorriu e acenou para a garota.
- Melhoras, viu? - disse abraçando a garota.
- Amanhã eu venho te buscar com uma supresa. - disse a abraçando também.
- Quero só ver! - piscou.
- Vamos dormir agora? - perguntou e assentiu.
As três entraram em silêncio no quarto da garota. As amigas não sabiam o que dizer pra , e ela mesma não estava tão boa pra conversas no momento. Então foram direto dormir.
Mas não dormiu. Ficou olhando para o teto, tudo acontecendo tão rápido a confundia. Ela não gostava disso, gostava de quando tudo andava devagar e de quando ela conseguia formular tudo em sua cabeça, sem confusão. Mas desde o começo de seu namoro as coisas ficaram completamente confusas. Na verdade, as confusão começou quando ela mudou de escola. começou a pensar seriamente se esse era mesmo o melhor caminho para si. Ao perceber que não ia mesmo conseguir dormir, se levantou e foi para a cozinha. Ia fazer um chocolate quente e ver um pouco de TV, mas ao passar pela sala viu o irmão sentado olhando pro nada. Ia passar direto e voltar depois, mas ao ouvir um soluço a garota voltou.
- ? - ela chamou e o garoto escondeu o rosto.
- Sai daqui, ! - disse com a voz abafada pelas mãos.
- Ai, , seu bobo! Vem cá. - ela se sentou ao lado do garoto e o abraçou.
- , é impossível! Não caiu a ficha, sabe? É a vovó, ! - disse abraçando a menina com força.
- Calma, . A mamãe disse que ela tá bem. A senhora nunca mentiria pra gente. Você vai ver, daqui a alguns dias a vovó vai estar aqui com a gente falando sobre sua namorada e sobre meu ex-namorado. - ela sorriu.
- Coitada da ... - riu - Mas, espera aí, ex-namorado?
- Sim, o Ed. A vovó ainda não me ouviu falar do James, mas até onde eu sei, você já foi falar da com ela. - piscou e o garoto sorriu.
- Irmã idiota. Obrigado, viu? - deu um beijo na bochecha da irmã - Vou ligar a TV, não consigo dormir tão cedo.
- Eu vou fazer um chocolate quente pra gente. - ela se levantou e foi para a cozinha.
sabia que estava tão mal quanto , mas ver o irmão assim fez seu coração bater apertado. Não podia demonstrar fraqueza naquela hora, tinha que passar força para o garoto, então ela percebeu o que sentia. Ao lembrar do garoto, sorriu. Terminou de fazer o chocolate quente e foi até a sala. Tomaram o chocolate assistindo um desenho qualquer do Cartoon Network.
Mais ou menos uma hora depois, apareceu na ponta da escada com a cara amassada.
- ! Eu acordei e não te vi do meu lado. O que você tá fazendo aqui?? - depois que seus olhos acostumaram a baixa iluminação da televisão a garota enxergou e se aproximou deles - E ?
- A gente não tava conseguindo dormir. - disse, e murmurou baixinho que o garoto estava chorando, o suficiente para que ele não pudesse ouvir e entendeu.
- Vamos, meu amor. Vou ficar acordada até você dormir, agora. - deu um selinho no garoto e o ajudou a se levantar.
- Boa noite, . - ele se despediu da irmã.
- Vai lá, . Vê se dorme.
- Boa noite, gatinha. - disse e mandou um beijo para a garota.
Quando os dois subiram se deitou no sofá e adormeceu vendo Bob Esponja. Quando acordou, viu que ninguém tinha acordado ainda, então subiu silenciosamente até seu quarto para pegar sua roupa e se trocar. Quando foi entrar no banheiro, acordou.
- Eu reparei que você não dormiu aqui mas tava com muito sono pra ir te chamar.
- Relaxa. Vocês vão comigo e com o ?
- Não, a gente vai com o . Eu não...
- Eu sei, . Tudo bem, pode voltar a dormir. - sorriu e entrou no banheiro pra se trocar.
Depois que se trocou, ficou esperando na sala. Achando estranho ele estar atrasado pela primeira vez. Ele nunca se atrasava, só no começo. Passaram-se mais dez minutos e já estava acordado, murmurou bom dia para o garoto e a campainha tocou.
- Até que enfim! - e quando ela abriu a porta deu de cara com uma caixa de bombons, só conseguindo ver o cabelo do garoto - , o que...
- Vim te alegrar! - quando ele entregou a caixa de bombons para a menina ela viu o nariz de palhaço e começou a rir - Bom, eu consegui!
- Ai, você é muito fofo, ! - pegou a caixa de bombons e entrou para pegar a mochila - Vamos?
- DUDE, O QUE É ISSO? - disse apontando para o nariz de e rindo muito.
- Que bom! Você alegrou meu irmão também! - ela sorriu - Obrigada! Vamos.
Os dois saíram e deixaram às gargalhadas no sofá.
- Posso tirar o nariz agora? - negou - Por quê?
- Porque sua missão é me alegrar e você vai até a escola sssim. - ela sorriu e beijou o rosto do garoto - Preparado?
- Tudo para alegrar minha amiga. - deu de ombros e deu partida no carro.
Ao chegar na escola, algumas pessoas que estavam na frente riram de . O garoto não parecia se importar, mas nunca deixaria que os outros se divertissem às custas de seu amigo, principalmente quando ele estava fazendo isso por ela. Quando ela ia abrir a porta ele a segurou.
- Um momento. - saiu do carro e foi até o lado dela abrindo a porta.
- Olha, um cavalheiro! - quando ela ia sair, ele virou de costas.
- Pula. - disse, se abaixando um pouco.
- Você não está falando sério. - disse, mas ao perceber que era realmente sério a garota pulou nas costas dele.
ajeitou a menina nas costas para que ela não caísse e quando viu que estava segura, saiu andando. Quando passaram pelas pessoas que riram de , mostrou a língua.
- VOCÊS ESTÃO É COM INVEJA, PORQUE ELE FAZ ISSO POR MIM E VOCÊS NÃO TÊM QUEM O FAÇA POR VOCÊS! - ela riu e continuou seu trajeto em cima de , literalmente - , eu sou gorda. Não tá pesando?
- Se você fosse gorda, o mundo já teria afundado aqui. - ele disse sarcástico e puxou sua orelha - EU, VOCÊ QUER CAIR?
- Desculpa. - ela riu - Aonde vamos?
- Pra sala. O sinal já vai tocar.
- Não vamos esperar os outros?
- Eu agüento risadas dos desconhecidos, agora deles não. Eles vão me zoar pro resto da vida. - falou e concordou rindo e olhando pra trás.
- Então corra pra sala, porque o acabou de estacionar. E parece que o já tinha chegado e nós não vimos, e ele está chegando perto.
saiu correndo ao ouvir isso. achou estranho, mas decidiu esperar os outros.
- Você viu aqueles dois correndo? - perguntou pra que tinha acabado de chegar.
- O mais engraçado foi ver a de cavalinho nele. - riu.
- Não, o mais engraçado foi o nariz de palhaço hoje de manhã. - riu e ficou olhando para o garoto.
- Ainda é de manhã, amor. - ela riu e ele fechou a cara.
- Você entendeu. - ele disse e assentiu.
Quando todo mundo entrou nas salas, já estava sem nariz de palhaço e se sentou comportada ao seu lado.
Paul começou a aula e quase dormiu. O professor percebeu o estado da garota e quando fez uma pergunta a ela, ela não conseguiu responder, o que gerou algumas risadinhas. Mas ela pouco se importava, só queria saber notícias de sua avó.
Quando terminou o dia, saiu correndo da sala de aula e ficou na frente da escola esperando os garotos pra estudar. Quando eles apareceram, ela se despediu de , porque ia embora com .
Ao chegarem em casa, a garota foi direto para a cozinha. Sua mãe ia ficar com sua avó no hospital e não voltaria até a noite. foi tomar banho e seguiu a garota.
- Vamos ver. Você vai querer que eu cozinhe? - ela perguntou e a olhou.
- Você cozinha que nem a ? - perguntou e riu.
- Não, eu sou um pouco melhor.
Ele deu de ombros.
- Desde que eu não morra.
ficou em silêncio. percebeu que ela lembrara de sua avó ao ouvir falar de morte.
- Ei, lembre-se de que ela já está melhor. - ele disse e ela apenas assentiu.
- Agora vou fazer o melhor almoço da sua vida. - ela virou-se para o garoto sorrindo e ele se sentou parar esperar.
fez o almoço e pela primeira vez o que cozinhou deu certo. Quando voltou, se assustou. Todos se sentaram a mesa para comer.
- Vai envenenar a gente? - perguntou e riu sarcástica.
- Só você. O que você acha?
O menino deu de ombros.
- Estava vindo pra cá e vi a Killa jogada no chão. Desde quando você reviveu a sua girafa? - perguntou e ficou estática, havia se esquecido desse detalhe - Ah é, a Killa é assunto proibido! E o Jelly?
- , cala a boca! - disse entre os dentes e piscou.
- Você quer saber o que Killa e Jelly significam? - perguntou pra .
Ele ria, e chutou as partes íntimas do irmão debaixo da mesa. tentou conter a cara de dor e mostrou o dedo do meio para a irmã, que respondeu com um beijinho.
- O que aconteceu? - perguntou .
- Nada demais. - sorriu - Terminaram? POrque eu já terminei e vou tomar banho.
- Pode ir. A gente arruma aqui se for preciso. - respondeu e agradeceu.
- Até... - ela passou por e beijou a testa do garoto - daqui a pouco.
Ela passou pelo irmão e também lhe deu um beijinho na testa e riu debocahdamente, o que fez o garoto a segurar pelo pulso com força, fazendo-a cair em seu colo.
- Tem volta, garota. - ele disse áspero.
- Sem problemas. Devia fazer essas coisas com a minha amiga. Ela ia gostar. - piscou e se levantou, correndo para o banheiro. - NÃO ESQUECE DE DAR COMIDA PRO MOONIE!
- MAS O GATO É SEU! - gritou de volta.
- VOCÊ QUER REALMENTE QUE EU DESÇA AGORA? NUA? - disse entrando no banheiro e ligando o chuveiro, tentando fazer com que desistisse.
- QUERO! - riu e soltou um palavrão.
- EU JÁ TÔ LAVANDO O CABELO, ! TENHA DÓ!
- SEU GATO VAI MORRER DE FOME!
Por alguns segundos, o silêncio aconteceu, até que desceu estressada, enrolada na toalha e com o cabelo pingando.
- VIRA A CARA! - apontou para , que a obedeceu.
Ela entrou na cozinha e foi pro jardim chamar Moony. Quando achou que já podia abrir os olhos, a garota voltou e ele ruborizou. Exatamente o que ele não queria que acontecesse. Então, virou a cara.
- O ficou vermelho! - começou a rir muito.
Nessa hora, estava com o pote de comida na mão e sem pensar duas vezes bateu ele na cabeça do irmão.
- Ai!
- Não liga pra ele, . É um bobo! - ela sorriu. Depois do sacrifício de botar comida pro gato sem deixar a toalha cair, ela voltou ao banheiro - Podem voltar a comer.
estava sem ação e ainda passava a mão na cabeça.
- Aquela idiota bateu com força. - reclamou, mas logo começou a rir, deixando o amigo confuso - Mas foi engraçado, você todo vermelho!
- Você quer aumentar esse galo aí na sua cabeça? - disse se levantando e mirando o prato na cabeça de .
- Eu, calma! Eu só tava brincando, dude! - disse, abraçando o amigo.
Depois disso, os dois foram para a sala de estar. desceu, já vestida e com alguns cadernos e livros que colocou na mesinha de centro. Quando se sentou e olhou pra mesa, soltou um palavrão.
- , eu esqueci um livro lá em cima. Pega pra mim? - negou - Por favor, eu acabei de descer!
- Tá, eu subo. - ele bufou e se levantou - Me deve uma.
- Besta! - sussurrou para o irmão não ouvir.
|Então foi aqui que tudo aconteceu muito rápido, apesar de ter visto tudo em câmera lenta.
Quando olhou para o lado, viu seu gato em cima da poltrona de seu pai.
- MOONY! VOCÊ SABE QUE NÃO PODE! NA POLTRONA DO PAPAI NÃO PODE! - ela foi pegar o gato, mas ele pulou.
revirou os olhos e saiu correndo atrás de Moonie, que foi parar em cima da mesa de centro.
- MOONY, MEUS CADERNOS!
quis tentar ajuda, mas quando chegou perto da mesinha de centro gritou seu nome.
- Ele não te conhece ainda. Pode te machucar ou rasgar meus cadernos. Não faça nada, . Só fica quieto aí!
Ele ficou sentado e quando foi pular para pegar o gato, ela se desequilibrou no sapato de e acabou caindo em cima de .
Ao perceber a situação, ela tentou se levantar, mas o gato aproveitou a deixa, pulando em cima da cabeça da menina, o que fez a garota encostar o rosto no de , que acabou causando um selinho não intencional. Que foi considerado longo pelo casal.
Assim que se separaram, , na ponta da escada, descalço, olhava estático para os dois no chão da sala.
- Não é o que você está pensando, . - tentou se defender, sem graça.
- Eu sei que não vi o que aconteceu desde o começo, mas foi tão engraçado. - ele riu.
se sentou e ainda sem graça começou a explicar os exercícios para os dois. A facilidade que a garota tinha para explicar era incrível e os dois entenderam tudo facilmente. Quando ela foi repetir um exercício para o telefone tocou e foi atender. ele estava sem nenhuma expressão no rosto e isso matava a menina por dentro. Quando ele desligou o telefone foi direto para a cozinha. o seguiu com os olhos até ouvir alguém chamar seu nome bem baixinho. Olhou para o lado e viu . Sorriu fraco.
olhava para a garota tentando explicar algo que ela não conseguia e nem sabia ao que era. Ele ia dizer para ela ir atrás do irmão até perceber uma lágrima caindo de sesus olhos, molhando a folha do caderno. O garoto levantou seu rosto cuidadosamente, e ela lhe sorriu fraco novamente.
- O quer me matar, né? Sai daqui sem dizer nada. É notícia boa ou ruim? - ela disse com cara de choro. Não queria chorar, não naquele momento - É horrível, . Ela é a pessoa mais forte da família. Foi sempre ela que me deu conselhos, nunca era a minha mãe. Então estar sem ela é como...
não conseguiu terminar. Seu rosto foi tomado de lágrimas. a abraçou e se levantou junto com a garota, indo em direção a cozinha. Lá, a olhou e sorriu. A menina fechou a cara e vançou no garoto:
- VOCÊ TEM MERDA NA CABEÇA? - ela gritava com o irmão - VOCÊ NÃO SABE COMO EU FICO PREOCUPADA! VOCÊ É MUITO IDIOTA! VOCÊ É IMBECIL! NÃO SABE COMO FALAR AS COISAS PRA MIM? FALA NA CARA, É BEM MELHOR!
gritava enquanto o irmão a segurava pelos braços, até que as lágrimas voltaram a reinar em seu rosto e ela perdeu novamente a fala.
- Ela está melhor, . ELA ESTÁ MELHOR!
- Ai ! Eu senti tanto medo!
abraçou e sentiu que estava sobrando. Aquele era um momento de família. Silenciosamente, ele saiu do local deixando apenas um bilhete no caderno, ainda úmido de lágrimas da menina, avisando. Ele sorriu, feliz pelos dois, e saiu da casa.
Os irmãos ficaram abraçados por um tempo até se lembrarem de . Mas ao se soltarem, perceberam que o garoto não estava mais ali. Quando chegaram na sala viram os eguinte recado no caderno de : "Eu sei o quanto isso é familiar e decidi deixá-los a sós. Queria ter tirado uma foto de vocês se abraçando, não é todo dia que se vê os dois se dando bem. Mas enfim, eu fico feliz pela melhora da avó de vocês. Amanhã eu volto com os garotos para a senhorita terminar de me explicar a matéria. Apesar de que o que você já me disse me esclareceu muita coisa. Desculpa pelo ocorrido aquela hora na sala. Vou indo, senão vocês vão dar falta de mim e eu nem tive tempo de ir. Fui. .'
sorriu e passou o caderno para o irmão, que riu.
- O é um bom rapaz. Não é a toa que é meu amigo. - ele disse se sentando ao lado da menina.
- Jura que não vai mais abrir a boca pra falar da Killa e do Jelly? - ela perguntou e fez sinal de positivo com o polegar - Obrigada!
- Quê isso! Agora volte a me explicar esses símbolos estranhos. - disse e riu.
Mal voltaram a estudar e o telefone tocou de novo, avisando que o pai dos garotos ia buscá-los em casa para verem a avó. Agora ela tinha sido transferida da UTI para um quarto e algumas semanas depois teria alta.
Quando chegaram, sentiu o medo percorrer seu corpo, puxou a camisa do pai e sussurrou baixinho.
- Eu não vou!
- Por que não?
- POrque eu não consigo. - ela disse e o senhor deu uma batidinha no ombro da menina.
- Claro que vai. Só o amor que você sente pela sua avó vai fazer você seguir até o quarto dela.
A menina assentiu. Ao chegarem, e entraram e não sabiam o que fazer ao olharem para o rosto da senhora deitada na cama. Não conseguiam imaginá-la da forma que estava. As lembranças eram só de finais de semana em sua casa, ou então de dias e dias conversando, rindo e ouvindo suas histórias. quase deixou uma lágrima escapar, mas jurou que seria forte.
- Meu pequeno, como vai a ?
- Vai bem. Você nem a conheceu. - respondeu tímido e a avó riu.
- Se quiser chamá-la agora, eu adoraria conhecê-la. Mesmo nesse estado. - sorriu e olhou para seu pai, que assentiu.
- Um minuto, vovó. Vou ligar pra ela. - saiu quase correndo do quarto.
apensar fitava a avó a sua frente, que sorri para a garota.
- E você? Não vai dizer anda? - ela perguntou, retirando a menina de seus devaneios.
sorriu e negou - Um de cada vez, a começar pelo .
- Sempre querendo que as coisas fossem devagar demais. Para guardar cda momento.
sorriu com o comentário da avó:
- Foi assim que a senhora me ensinou. - ela piscou.
Alguns minutos depois, entrou com uma tímida ao seu lado. O primeiro encontro em família dos dois era em um hospital.
ainda estava confusa com o garoto, os dois se chamavam de namorados, mas ele nunca pedira. Às vezes ela preferia assim, vendo o estado de sua amiga, .
Ao entrar no quarto, ela acenou de leve para e olhou para a senhora a sua frente.
- Boa tarde, sou . - ela chegou perto da avó de e alisou sua mão - Você é muito bonita.
- Não diga isso, menina. Se você visse as minhas fotos antigas, veria como eu, Úrsula, já fui muito bonita.
- Eu imagino. - ela sorriu e também.
- Ela não é linda, vovó? - disse e a avó concordou.
- Digo, de passagem, que foi a melhor namorada que o senhor escolheu. Só não passa da minha . Sabe como é, amor de vó!
- Eu concordo totalmente, dona Úrsula.
- Um dia vai ter de experimentar dos seus biscoitos. - disse.
- Se eu não os fazer, fará. Ela não te contou que aprendeu a fazer? - olhou para a avó quando ela disse isso.
- Mas vovó...
- Não diga nada, pequena. è a mais pura verdade. - a avó riu e assentiu.
- É por isso que hoje ela fez um bom almoço. Anda se encontrando secretamente com a vovó. - riu e também.
- Acho que agora é a vez de . Afinal, eu já sou uma senhora idosa e estou ficando cansada.
- Vó, não quer descansar e eu volto outro dia?
- Bobagem. eu nunc afaria isso com você, pequena!
- A está certa, dona Úrsula. Melhor a senhora descansar. Se quiser, ficamos aqui e ela fala contigo depois. - disse o pai de e a senhora teve de concordar.
deu um beijo na testa da avó de despedida e só acenou tímida de novo. Quando ia passar pela porta, sentiu uma vontade imensa de falar com sua avó.
- Pai? Acho que a vovó está certa. é injustiça ela falar com o e não falar comigo.
- , escute. a sua avó...
- Está esperando você para uma conversa. Volte aqui, oras. Não seja rabugento e deixe a menina conversar comigo! - a avó disse e o pai da menina saiu e a deixou ali com a vó - VAmos, me conte, querida!
- Eu tô namorando, vó. Quer dizer, eu não sei se posso chamar de namoro. Ele já me machucou tanto que eu tenho medo de me machucar mais. no começo, tudo foi tão bonito. Mas sabe quando você acha que ele era mais carinhoso quando era seu amigo? Então, eu não se se ele é o garoto certo pra mim. - ela disse sentada em uma cadeira ao lado do leito.
- Seu coração lhe dirá o que é melhor para você. E eu tenho certeza que você ainda vai descobrir o amor, minha pequena. E você vai notar quando for veradeiro. - ela disse com um pouco de dificuldade.
- Acho melhor a senhora descansar. Depois temos todo tempo do mundo apra nos falarmos. - disse, mas Úrsula negou.
- Você sabe como sua avó é teimosa. Vamos lá, continue falando.
- Então, eu espero que eu ache o meu amor, vovó! - a menina sorriu.
- Promete que quando achá-lo, vai contar primeiro pra mim? - a senhora perguntou.
A garota se levantou da cadeira e se sentou na ponta do leito da avó.
- Com certeza! - e sorriu, abraçando a avó de leve para não mexer em nenhum fio - E como eu vou saber quem é ele?
A avó soutou uma lágrima e sussurrou:
- Não se preocupe querida, eu saberei.
percebeu que as mãos de sua avó deslizaram de suas costas e ouviu o pior barulho de sua vida, o ruído dizendo o que ela nunca queria que acontecesse.
Ela saiu do quarto o mais rápido possível, não acreditando no que presenciara.
- A vovó morreu. - suas palavras despencaram pesadas e a garota desmaiou, causando o desespero de todos.
Quando a menina acordou, viu que não estava no hospital e sim no seu quarto, olhou para o lado e viu no seu relógio, era quase hora de ir pra escola. Lembrou que após o desmaio, ela havia chegado a casa e tombado na cama sem ao menos falar nada com ninguém. A garota se levantou se arrumou contra a própria vontade e desceu.
Ao saber que nesse dia não seria ainda o enterro da sua avó, decidiu ir à escola, pois assim pelo menos poderia se desvencilhar dos seus pensamentos.
Em sua cabeça ela era culpada; não devia ter feito sua avó cansar tanto, devia ter saído àquela hora, e a culpa de tudo aquilo era os problemas, as dúvidas que se passavam em sua cabeça. Mas dessa vez ela tinha uma única certeza, com o James agora ou era sim ou era não, ele estava definitivamente acabando com a sua vida.
Por incrível que pareça chegara cedo, e ele já sabia do ocorrido por , ele abraçou a garota mais forte do que nunca e murmurou um ‘Meus pêsames’ baixinho, a garota voltara a chorar e a abraçava.
- Você sabe que tem motivos o bastante pra perder a prova de hoje e faltar na escola! – disse e assentiu enquanto escondia o rosto com as mãos.
- Eu posso, mas eu não quero... Eu quero me ocupar um pouco, para tirar pensamentos da minha cabeça – disse seguindo em direção do carro. – Mas se eu precisar ir embora eu te aviso.
- Estarei a sua disposição – sorriu.
O dia na escola fora triste, os amigos não sabiam o que dizer para e , mas ao mesmo tempo tentavam fazer de tudo para alegrá-los.
No intervalo James fora falar com para dar os pêsames a ela, e a garota agradeceu e disse friamente: ‘Se você quer continuar, terá que parar de falar com as meninas, eu digo a Emillie e a Mayara’.
Ele assentiu, e saíra andando.
Depois do intervalo, fez a prova calmamente e fora a primeira a acabar, o que fez seus pensamentos voltarem a sua culpa de ter matado a avó. Quando acabou sua prova ele foi entregar para o professor e pediu para falar com , o professor concordou e foi até ela.
- Eu quero tentar te animar eu não quero te ver assim – disse baixinho e virou o rosto. – , olha pra mim!
- Não, , você não entende – disse.
- O que eu não entendo? – perguntou e se virou bruscamente para o rapaz.
- Eu a matei, eu devia ter a deixado descansar, mas eu fui egoísta o bastante para não deixar, e isso fez com que ela... – não conseguia pronunciar a palavra.
- Você não tem culpa, . Todos têm a sua hora, todos têm o seu objetivo, sua meta de vida... Ela terminou a dela, e você sabe muito melhor que eu, que ela era feliz, pelo que me disse só de chegar perto dela, ela se sentiu mais feliz, mais alegre – disse e vendo que a garota não ia falar nada prosseguiu. – Se ela conseguia passa isso para os outros, imagine para ela mesma, antes de amar a alguém você deve amar a si mesmo, e pelo que me parece sua avó era assim.
- , eu não queria perdê-la – se jogou nos braços do rapaz e o mesmo foi com ela até a mesa do professor pedindo para sair, ao saírem ele voltou a falar.
- Você não a perdeu, ela sempre vai estar com você, , onde quer que você esteja, ela sempre foi a sua conselheira, certo? Sempre nos seus momentos de dúvida, ela estará lá – disse e voltou a chorar, os dois se sentaram no corredor.
- É tão difícil – disse relutante ao choro e afagava o cabelo da garota.
- Você é forte, você vai conseguir prosseguir, ela quer que você sorria, depois de tudo que ela fez e disse pra você ela quer que você coloque em prática – disse e por um momento apenas soluçava, dos seus olhos não saiam lágrimas. Pelos pensamentos dela, elas deviam ter secado.
- Promete ficar do meu lado hoje até acabarem as aulas? – perguntou e assentiu.
- Nem que for pra gente se grudar – sorriu fraco e o sinal tocou. – Vamos pra última aula do dia?
- Vamos – suspirou e entrou na sala apenas para pegar o seu material e seguir para a próxima sala
Estavam na aula de geografia, quando May cutuca Emillie avisando do plano e a menina o colocou em prática, sabia que teria prova de Geografia no outro dia, logo pediu a James o livro emprestado.
Quando ela pegou, May chegou perto do rapaz e o olhou.
- James, me ajuda a estudar? – May perguntou e ele negou. – Por que não?
- Porque eu prometi a que não ia falar com você, vocês sabem disso – ele respondeu e May bufou.
- Se você não me ajudar, conto pra minha mãe e com certeza isso vai cair nos ouvidos da sua mãe, acho que não vai ser legal pra você ser culpado de uma nota baixa minha – May disse e James riu.
- Só uma? – James perguntou e voltou a olhar para lousa.
- Então? – May perguntou abraçando o braço do rapaz.
- Duas horas de estudo e não se fala mais nisso – James disse e May beijou a sua bochecha. viu, mas sinceramente não se importava, queria ver até onde James chegaria.
May olhou para Emi e piscou, Emillie não podia esquecer o plano, nada podia dar errado. Foi o sinal bater e May rapidamente se levantou e puxou James com ela sem que ele ao menos pudesse se despedir de sua ‘namorada’.
arrumava seu material calmamente, pois não estava a fim de chegar a sua casa tão cedo. Quando estava saindo Emi a parou.
- O James esqueceu o livro dele comigo, e como tem prova amanhã é bom entregar pra ele, como ele não anda mais falando muito comigo sem ser na sua frente, você pode entregar pra mim? – Emi disse e arqueou uma sobrancelha.
- Claro, melhor assim – sorriu, pegou o livro e saiu andando.
- Você não sabe como é bem melhor assim – Emi deu um sorrisinho e saiu da sala.
andava em direção a saída pra ver se conseguia ver James ainda, mas nada feito. Ele já havia ido embora. Quando estava saindo para ir embora vira entrando no carro.
- ESPERA! – Gritou o que fez o garoto olhar pra trás, quando chegou perto do carro ela o olhou. – Me dá uma carona para outro lugar?
- Claro pra onde? – perguntou , enquanto a garota entrava no carro.
- Uma rua atrás da minha, exatamente na casa do James – disse.
- Pra quê? Vai se juntar com ele e a falsa da May? – disse.
- Não sabia que você não gostava dela – disse.
- Bem, antigamente pra eu gostava porque podia a usar como um brinquedo, agora tanto faz como fez – sorriu e ligou o carro.
- Igual à garota que você ficou ontem? – disse e subitamente abaixou a cabeça – ficou mal com isso, ela não dá o braço a torcer, mas ficou.
- Por que, afinal? Ela também não ficava com outros, esse era o trato – disse e colocou a mão em cima da do garoto.
- Mas você já parou pra pensar que ela também tem sentimentos, mas até agora não queria demonstrar? Sabe, a partir do momento que você se envolve comigo e com as minhas amigas, você tem que estar preparado... A gente é meio instável, eu principalmente, posso estar feliz agora, e cinco segundos depois eu quero arrancar sua cabeça – riu e apoiou seus pés em cima do porta-luvas.
O comentário fez com que se assustasse, e percebeu.
- Calma! Eu não sou assim ao pé da letra, é só uma forma de você entender que a no fundo, bem lá no fundo amaria ter um namorado, mas ainda não tem a capacidade de se abrir e contar isso pra gente – disse sorriu.
- Por mais que doa, nela, ou até em mim, não sei... Se eu ficar com a Resee, vai fazer com que ela dê mais valor as pessoas, só espero que ela não demore pra entender isso – disse. – Porque a Resee é bonita, mas, dude, quando ela quer ela é chata. Gosto dela de boca fechada, ou junto com a minha.
- Ai, , só você pra me fazer rir – disse e abraçou o garoto. – Sempre seremos bons amigos.
- Claro que seremos se você não me fizer bater o carro – disse tentando prestar atenção na rua. – Pronto, chegamos! Quer que eu vá contigo?
- Lógico que sim! Sozinha eu vou matar a May com as minhas unhas, rasgando a pele dela e a fazendo sangrar até... – ia terminar de falar, mas o rosto de o condenava. – Falei algo errado?
- Imagina! Você só parecia uma possuída. Vamos lá! Cante uma música alegre – disse.
- Que tal, Never too late? – disse e riu. [n/a: Do Three Days Grace]
- Super feliz. Da próxima vez eu venho só de preto e a gente canta Carrie Underwood – disse e abraçou a garota. - Vamos entrar? – perguntou.
- Um segundo, me deixa achar a chave da porta – disse. – Pronto, vamos!
foi o caminho inteiro cantarolando a música que ela tinha dito a , enquanto fingia ser a Carrie - o que fazia rir em meio a algumas caretas de .
Quando eles entraram perceberam que os dois não estavam na sala, então só poderiam estar em outro lugar. engolira seco, e a olhou.
- Não pense nada. Você não sabe. Afinal, James seja uma pessoa que goste de estudar no quarto – disse.
- Claro, e eu sou o bozo! – subia as escadas, e quando chegou ao andar de cima, vira a porta entreaberta. Ao chegar perto, antes mesmo de fazer qualquer barulho, ela vira algo que realmente não queria ver, sua primeira reação fora ficar estática. – É, e eu realmente sou o Bozo.
deu passos para trás totalmente silenciosos enquanto lágrimas caiam de seus olhos. não sabia o que falar, pois além daquela cena horrível, não tinha expressão alguma em seu rosto, suas lágrimas apenas escorriam pelo rosto, mas nem por isso o mesmo se movia. ficou olhando para o nada por um bom momento até que um sorriso brotou de seu rosto; achara estranho, então eles começaram a conversar em sussurros.
- Nada mais me passa pela cabeça senão que ele é ridículo, e eu fui imbecil de dar uma segunda chance a ele, como eu pude ser idiota? – disse baixo enquanto ouvia gritos de prazer de dentro do quarto. – Veja, ela gosta, a piranha gosta.
- eu não sei o que dizer pra você – disse.
- Não diga nada, não sinta pena de mim, sinta pena daquele imbecil, daquela... – não terminou a frase, sua vontade era de gritar e soltar tudo que sentia em cima de Bourne. – Filme tudo, TU-DO, se você deixar faltar algo eu te mato.
-Mas...
- Mas nada, filma tudo, eu já volto – entregou seu celular pra e pegou o do garoto para fazer uma ligação. – Se você quer um escândalo May, você terá.
Quando subiu, ela olhou para que filmava tudo.
- Quanto tempo? – perguntou baixinho pra não sair no vídeo. – Pode desligar já.
- Dois minutos – respondeu e desligou o vídeo.
- Vão fazer o tantra, ela não sai de cima dele até eu chegar – sorriu sarcástica. – Agora é minha entrada nessa ridícula novela mexicana, e eu faço um grande esforço pra que tudo que eu fale caia na consciência desse filho da puta.
- Eu fico aqui? – disse e negou.
- Você faz parte do show, afinal, você não vai deixar sua amiguinha sozinha nessa, vai? – fez bico e sorriu.
- Esse veado me paga – disse.
suspirou fortemente antes de entrar e gritar o mais alto que podia.
- JAMES BOURNE, COMO VOCÊ PÔDE? DEPOIS DA SEGUNDA CHANCE QUE EU TE DEI, DA NOSSA AMIZADE, DE TUDO QUE EU FIZ POR TI, O QUE VOCÊ MAIS QUERIA ERA UMA MULHER PRA COMER? – disse e James se assustou enquanto May sorria. – SE VOCÊ QUERIA TANTO ISSO, TERMINASSE COMIGO. CARALHO, EU TIVE TUDO PRA TE CHIFRAR E NÃO FIZ ISSO, POR QUÊ? PORQUE EU ZELAVA, ACIMA DE TUDO, A NOSSA AMIZADE. QUERIA ALGUÉM PRA VOCÊ COMER? EU TE AJUDAVA ATÉ COM UMA PROSTITUTA, MAS COM A MAY? É DESCER BEM O NÍVEL.
- O que você disse? – May falou e chegou perto da garota.
- Se vista! Você está suja, nojenta, e não digo apenas de sujeira exterior, pelo que eu vejo desse seu corpo nojento – segurou no queixo da garota e a olhou nos olhos. – Você não queria escândalo, pensa que eu sou idiota? Eu estava sacando o que você estava tramando, entende?
- Eu não tramei nada, garota. Eu vim aqui estudar, mas ele quis vir pra cá e isso aconteceu – May disse triste – Eu disse que nunca faria isso com você, mas ele quis.
- E como você gosta de dar, você aceitou? – disse. – Bom saber, mas você ganha mais dinheiro se prostituindo, dica.
- É mentira, ela que ficou se jogando em cima de mim.
- E você também, sem desculpas decentes, hein, Bourne? Não tem essa não; ela se ofereceu e você quis, ponto pra você. Ainda bem que acima de tudo eu respeitei o meu corpo – disse e voltou ao lado de .
- Nunca pensei que você fosse assim, Bourne – disse. – Eu não tenho palavras pra falar pra você, porque acima de tudo minha vontade é de cuspir na tua cara, de tão baixo, tão nojento, tão idiota que você foi de trocar essa menina linda que está ao meu lado, por essa aí.
- Essa aí? Essa aqui pelo menos não é chifruda, sabe, ? Eu pelo menos não sou idiota – May disse e Gui entrou no quarto e viu a cena toda. Então, o garoto explodiu palavras em cima de May.
- VOCÊ É IDIOTA, MAY! VOCÊ É UMA PIRANHA, UMA PUTA, LITERALMENTE! MINHA VONTADE É DAR UM TAPA NESSA SUA CARA, PRA VOCÊ APRENDER QUE COM O SENTIMENTO DOS OUTROS NÃO SE BRINCA. PENSOU QUE IA ME TER PRA SEMPRE ENQUANTO VOCÊ CONSEGUIA ACABAR COM O RELACIONAMENTO DOS OUTROS? ESQUECEU QUE ACIMA DE TUDO VOCÊ TAMBÉM TINHA UM RELACIONAMENTO? VOCÊ AO MENOS PENSOU QUE A TIFF TAVA DANDO BOLA PRA MIM? VOCÊ SABIA DISSO E FALOU QUE NUNCA IA ME TRAIR E QUE NÃO ERA PRA EU FAZER O MESMO, POIS BEM, FIQUEI COM VOCÊ FORÇADO, PORQUE EU JÁ NÃO GOSTAVA DE VOCÊ E JÁ PREFERIA A TIFF. AGORA VOCÊ ME DÁ NOJO, VOCÊ NÃO TEM CLASSE COMO BEM QUER DIZER NA ESCOLA, VOCÊ É MUITO IDIOTA, MAY, VOCÊ NÃO TÁ POR CIMA – Gui disse enquanto avançava na cama pra tentar bater na garota.
- NÃO, GUILHERME, NÃO FAZ ISSO! – disse puxando Gui com a ajuda de . – Tudo o que eu queria que acontecesse aqui, deu certo.
- Você que o chamou? – May disse.
- Pois é, não é só você que sabe fazer planos, e fazê-los darem certo – piscou e puxou Gui.
- E eu pensava que tinha uma boa namorada – Gui disse e triste falou.
- O pior sou eu, que pensava que acima de tudo eu tinha um amigo – fechou a porta, e depois daquilo James não sabia o que fazer.
Capítulo 9 – Everything she does is like me
saiu correndo da casa de James, ignorando qualquer chamada tanto de Guilherme como de , ao chegar a sua casa subiu as escadas correndo, não estava a fim de ver ninguém, trancou a porta do seu quarto e ligou o rádio muito alto enquanto ouvia Keith Urban.
Deitou na sua cama enquanto as lágrimas que tentava reprimir no dia inteiro se soltaram naquele momento. Primeiro a morte de sua avó e depois a traição do seu ex-namorado, se é que ele poderia ser chamado de namorado. Ela mexia no celular sem nem ao menos saber o que estava fazendo, até que o mesmo começa a tocar, não atendeu de imediato, mas quando viu que a pessoa que estava ligando não ia desistir resolveu atender, ao ouvir a voz dele do outro lado se sentiu reconfortada.
- ? – disse , pois a menina não respondia.
- Oi, – disse sem conseguir esconder sua voz de choro.
- Eu sinto muito pelo ocorrido, mas eu não quero que você fique de cama repensando em tudo que vocês passaram você sabe que ele nunca mereceu, então que tal ao invés de lembrar você esquecer um pouco? – disse , e notou que havia sinceridade nas palavras dele.
- Como esquecer, ? Não dá para esquecer – do outro lado da linha deixou sua voz falhar por um momento.
- Que tal uma boate? – falou e soltou uma gargalhada.
- eu tenho dezesseis anos, eu vou enganar onde com essa minha cara de menina? – perguntou.
- O Ashton deu a idéia, falou com a e a gente combinou de fazer você sair daí, a gente já tem as identidades falsas, meu pai sabe, e ele vai levar a gente e depois a gente volta de alguma forma – disse .
- Porque seu pai vai levar? – perguntou confusa afinal, a maioria já tinha carteira de motorista, e três dos mesmos tinham carro.
- Vai viajar depois, então vai direto com o carro – falou. – Logo vou começar a pegar carona com um dos garotos também.
- Tudo bem, mas então eu não vou! – disse.
- Você vai ou por bem ou por mal – disse.
- Quem disse? – desafiou.
- está na frente do seu quarto, quando você sair ele vai fazer você ir – sorriu e pensou em pular a janela – Não pense em pular a janela como pensou aquele dia. , e estão aí.
- E a e o ? – Perguntou .
- Nosso carro está aqui na frente da sua casa – disse com dificuldade.
achou estranho a respiração pesada do garoto.
- o que você... – parou de falar ao olhar pela janela, realmente todos estavam onde ele disse, e estava tentando subir, mas foi em vão.
- Como você conseguiu? – perguntou ainda no celular.
- Anos de prática – riu.
- Queria conversar com você ai, talvez você concordasse – falou e olhou para cima acenando para a garota.
- Eu vou. Vocês fizeram esse esforço todo pra vir me chamar que não tem como negar, um minuto vou me trocar, mas afinal pra que boate nos vamos? – disse baixo para sua mãe não ouvir.
- The Zoo – disse e sorriu.
- Tenho que me arrumar então – disse .
- Vai lá, a gente espera – disse.
fechou a janela e foi tomar um banho, o banho a relaxou tanto que ela demorara mais que o necessário. Ao sair enrolada na toalha escolheu calmamente sua roupa, enquanto mexia em seu cabelo.
Jogou um vestido frente único preto que tinha paetês dos lados na cama, e depois foi até o quarto da sua mãe pegar uma sandália preta. Quando voltou viu que eram quase nove horas. Apressou-se; seus pais não a deixariam sair tão tarde e agora ela realmente queria ir. Se trocou rapidamente e acabou nem secando o cabelo.
Ao abrir a porta puxou , que estava sentando no chão, rapidamente, e desceu correndo.
- Tchau, mãe! Vou sair com os garotos, não tenho previsão de voltar, qualquer coisa eu durmo na ou na – disse mandando beijinhos e pegando o seu sobretudo.
- Juízo, filha – disse a mãe da garota preocupada com o estado de espírito da filha.
- Pode deixar. Tchau, pai! – gritou para seu pai ouvir da cozinha – Fui!
puxara e fechou a porta.
- E aí? – disse. – Isso porque estava triste.
- Como disse: “nada como uma boate pra esquecer” – sorriu e quando olhou pra ele a estava analisando. – Então né...
- Não sabia que você tinha uma pinta na perna – disse baixinho, mas ouviu e corou.
- Ela é menor que uma formiga, daquelas pequeninas... Como você conseguiu enxergar? – perguntou assustada.
- Seu vestido curto não me deixa parar de olhar pra suas pernas – falou e sorriu.
- Ele já bebeu? – perguntou abraçando . – Porque se a resposta for não eu to com medo dele.
- Relaxa! Os garotos apostaram hoje, e o ta meio alegre – disse.
- Entendo – olhou de lado para o garoto e voltou a andar. – Onde está o carro?
- Ali – apontou.
- Vai caber todo mundo? – perguntou – Não era mais fácil ter vindo com mais um carro.
- Essa foi uma das apostas de hoje, eles apostaram que conseguiriam ir pra lá sem mais de um carro – sorriu.
- Seis atrás e dois na frente – gritou .
Ao entrarem ficou no colo de , no de e no de , enquanto e foram na frente dividindo o banco.
-Eu não respiro – disse .
-Cala a boca, eu to com um gordo em cima de mim – disse .
- Pai, vamos! – disse.
Depois de alguns minutos, eles estavam perto do local, o pai de estacionou no final da rua para que eles saíssem sem ninguém perceber, todos saíram do carro com alívio, mas ao verem o segurança na porta todos amarelaram. Um olhava para o outro até que cansou dessa situação.
- Eu vou gente – disse. – Vocês já fizeram muito por mim, eu mostro primeiro a identidade, se quiser mostro a de vocês também.
- Mas e se der errado? – perguntou .
- Eu me viro, sei inventar história – disse. – Aprendi com a minha mãe.
- Por falar em mãe... e se ele quiser ligar pros nossos pais? – perguntou .
- Eu posso dar meu celular, mas duvido que ele ache. Não coloco pai e mãe no celular, coloco o nome deles – sorriu.
- Mas eles vão querer e é capaz de chamar a polícia – disse .
- Vocês são pessimistas – disse e nisso foi até o carro do pai dele de novo.
- Essa parte ta tudo resolvido – sorriu.
- Resolvido? – disse desconfiada.
- Aham. Confie em mim – piscou para a garota.
- Vamos, então? – disse e todos começaram a andar, mas antes que ela pudesse fazer qualquer movimento a puxou de volta. – Que foi?
- Coloca no seu celular o número do celular do meu pai e escreva pai, se eles caso quiserem, você diz que meu pai é um empresário importante, porque ele é, e diz que ele sabe que a gente tá aqui, porque ele sabe, logo eles vão quebrar a cara – disse.
- Tudo bem – sorriu.
Entraram na fila e depois de alguns minutos quando estava na frente o segurança olhou para eles e pediu a identidade de cada um, então entregou todas as carteirinhas e o segurança a olhou com um sorriso malicioso.
- Vocês entram – ele disse apontando para as garotas – eles não.
- Por quê? – arqueou uma sobrancelha.
- Porque pra eles têm um preço maior – o homem respondeu e riu.
- Tenha dó, depois de tudo o que eu passei ainda vou escutar essa – disse. – Eu vou entrar com eles, sem eles sem chance. E se você me impedir, bem eu tenho minhas fontes.
- Olha o seu tamanho, pirralha. Eu escolho quem entra e quem não entra aqui – o segurança disse sério. – Vocês podem, eles não, se não vai entrar, por favor, dê passagem para os outros.
ia retrucar mais Ashton apareceu na porta do estabelecimento.
- Ei, cara, que foi? – Ashton disse para o segurança que o olhou. – Eles estão comigo.
- Ah, então pode entrar – o segurança sem graça abriu passagem para eles, ao passar fez sinal de ‘loser’ para o segurança, o mesmo piscou para ela, e viu.
- Dude, que nojo! – disse sendo puxada pelo rapaz.
- Acho bom você ter nojo dele – disse com a mão na cintura dela.
- Bem vindos! – Ashton disse – Esse é o meu paraíso particular, diga-se de passagem, eu sempre gostei de vir aqui!
- É legal – disse.
- Façam o que quiser, a noite é de vocês – Ashton falou e todos assentiram. - E ninguém pode reclamar, porque vocês estão com o papai aqui – Ashton disse e passou por ele dando um tapinha no ombro do mesmo.
- Convencido! – riu, e a abraçou por trás.
- O que vamos fazer? – sussurrou no ouvido da garota, a mesma suspirou, pois a voz do garoto ainda a fazia perder as palavras, para conseguir responder.
- Eu vou voltar a respirar, e você? – ela disse e o garoto riu.
- Eu vou fazer você perder a respiração – o garoto a virou de frente para ele e a beijou no ritmo da música. levou a garota até a parede; o mesmo percorreu um caminho até o pescoço da menina, dando leves mordidas, enquanto a garota bagunçava o cabelo dele.
Quando ele ia voltar para boca dela, se afastou.
- Mais tarde... quem sabe? – mordeu o lábio inferior do garoto e piscou, ao dar as costas pra ele, a garota apertou sua bunda e foi até o bar.
sorriu nervoso e passou a mão pelos cabelos, e logo após foi atrás da garota.
- Quero dançar – disse .
- Vamos? – perguntou pra menina, e ela sorriu. As duas saíram em disparada pra pista, enquanto e foram ao encalço delas e fora para o bar junto com .
ia começar a dançar, mas ao ver uma mulher ao lado de ela decidiu ir até o bar, passou por ele e sorriu.
- Um martini – ela disse, o barman a olhou desconfiado e a garota bufou. - Estou com o Ashton!
- Ah, sendo assim! – o barman entregou o martini pra ela, e a mesma agradeceu.
Enquanto bebia viu a mulher falando com e então ela foi bebendo cada vez mais, até estar meio fora de si.
Quando voltou, viu que a mulher chegava perto demais de . sentiu uma enorme vontade de matá-la lentamente para vê-la sofrer, mas então teve uma brilhante idéia, ou nem tão brilhante.
- Ei! – gritou para o barman, no meio da mulher e de , quando o barman se virou pra ela, a garota o puxou pela camiseta e o beijou, deixando um estático ao seu lado, ao terminar o beijo ela sorriu. – Vim agradecer!
- Ah, sim... – o barman saiu com um sorriso no rosto enquanto o de havia sumido, quando a mulher ia voltar a falar com ele, ele ficou de costas para a mesma.
sorriu vitoriosa e voltou pra pista, algumas pessoas haviam visto o que ela fez então alguns olhares pairavam sobre ela, mas ela não se importava.
A garota começou a dançar junto com , fazendo a mesma se livrar dos braços de . Esse então ficou olhando as duas dançarem.
- A fim de fazer o querer te comer com os olhos? – sussurrou no ouvido de e essa gargalhou.
virou para e piscou, começou a dançar junto com a amiga, enquanto ficou admirando junto com . Então puxou a amiga pelo cós da calça dela com força fazendo com que rapidamente visse de relance a calcinha da menina, começou a rir. piscou para e soltou .
No ritmo da música passava a mão no cabelo, ou então ia subindo seu vestido devagar, deixando alguns a sua volta loucos.
por sua vez queria mais era deixar apenas o seu louco, ela virara de costas para o garoto e dançava passando a mão pelo seu corpo todo, depois ela foi indo até o garoto devagar, ao chegar perto dele, ainda de costas, enlaçou o pescoço dele com seu braço, e passou seu braço pela cintura dela. cantava baixinho, a música que estava tocando, enquanto subia e descia pelo corpo do garoto, o deixando louco.
, nesse momento já havia perdido a noção de sentido e sem querer esbarrou em um rapaz, o mesmo a olhou e sorriu.
- Desculpe – ela murmurou.
- Depois desse show todo aqui, eu que lhe devo desculpas pelo que passou pela minha cabeça – o rapaz riu e ficou sem graça, mas o álcool não a fez agir por esse lado.
- Então você gosta de shows? – disse chegando perto dele.
- Por quê? Vai fazer mais um? – o rapaz chegou perto dela, e ela riu.
- Sinto que vai ficar te devendo – Ashton apareceu do nada a puxando.
- Que foi? – perguntou nervosa.
- Você não ia ficar com ele – Ashton disse, até perceber que o que fez foi estupidez.
- Por que não? Afinal estou solteira, tenho o direito de fazer o que eu quiser – disse e Ashton ficou sem o que dizer.
- Ah, é que... Ah! Ta, volta lá, então – Ashton cruzou os braços, e não entendera.
- Que foi? – chegou perto do garoto, e começou a mexer no cabelo do mesmo.
- Você me enlouquece – Ashton disse e não teve como não deixar de sorrir.
- Está mudando de assunto – disse e Ashton virou o rosto.
- Acho melhor mudar – Ashton disse e o olhou.
- Que tal não falar? – perguntou e Ashton pensou nessa opção, sabia que ela não estava agindo por si só, mas sabia também que fora disso ele não teria chances, logo...
- Prefiro ainda mais – antes que pudesse falar mais alguma coisa ele a beijou.
passara seus braços pelo pescoço do garoto, e esse a enlaçou pela cintura. Diferente de qualquer beijo apaixonado que já havia experimentado; esse era com vontade, com paixão, como se ele tivesse que sugar tudo o que existia na garota, mas gostava da voracidade do rapaz, e isso a fez querer cada vez mais do beijo dele. O rapaz sentia a necessidade da garota, mas decidiu não adiantar em nada, então parou o beijo, deixando a menina confusa.
- Chato! – disse, se soltando dos braços dele.
- , eu só estou te respeitando. Porque senão eu não respondia por mim – Ashton a abraçou por trás, dando vários beijos no pescoço da menina.
Essa olhava para baixo, quando foi levantar a cabeça para falar com Ashton seus olhos encontraram o de , e uma sensação de ódio por si mesma invadiu seu corpo, e como um choque ela teve que se separar de Ashton. Ao olhar de novo para vira o mesmo sorrindo, então o chamou com a mão, o mesmo saiu do bar e foi até a garota.
- Sim? – perguntou e a mesma o enlaçou pela cintura.
- Quero que você dance comigo – disse e gargalhou.
- Você sabe que nunca dá certo – disse e deu de ombros.
- Eu sei – sorriu.
- E porque continua com isso? – perguntou e a garota colou o seu rosto no dele, encostando um nariz no outro. sorriu e, com a boca a cinco centímetros da boca do garoto, ela respondeu.
- Porque eu gosto de fazer isso com você – sorriu e deu dois passos para trás, antes mesmo que dissesse algo foi se afastando do rapaz, ainda segurando a mão do mesmo. Quando ia soltá-la, ela foi puxada pelo mesmo, então essa revirou os olhos e apenas sussurrou no ouvido dele.
- Não! Com você sem beijos – se voltou para ele e piscou. – E não fique com ninguém.
se desvencilhou dos braços do rapaz e saiu andando, enquanto ficara pensando nas palavras da menina, até se tocar do que ela havia dito.
- Ei! – gritou e foi até a garota a abraçando por trás. – Por que não posso ficar com outras?
- Elas não te darão o mesmo efeito que eu te daria essa noite – disse incrédula de que essas palavras saíram da sua boca.
- Mas você ficou com outros – disse.
- Não sei se seu efeito é melhor – riu e antes que ele pudesse falar, ou fazer mais alguma coisa, ela saiu do local, indo para o banheiro, onde nunca poderia segui-la, ou poderia, mas não ia.
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estava sentada numa mesa com ao seu lado, este mexia o seu cabelo.
- Eu te amo – disse e abriu um largo sorriso pela declaração espontânea de .
- Eu também te amo, Flof – disse e a olhou confuso.
- Flof? – perguntou e gargalhou.
- Você me lembra meu gato – disse e a olhou com um sorriso malicioso.
- Seu gato te atacava? – perguntou e não entendeu a pergunta, ou fingira não entender e respondeu calmamente para o rapaz.
- Não, por quê?
- Porque eu ataco – foi chegando lentamente até a menina, que o olhava fixamente. Então o rapaz atacou a garota e começou a fazer cócegas nela essa ria sem parar.
- Pára, , eu te peço que pare – disse e parou.
- , eu também quero muito te pedir uma coisa que... – ia falar, mas o parou.
- O que for, vamos dar tempo ao tempo – disse e a olhou confuso. – Não quero que ocorra com a gente o que ocorreu com ela e o James.
- Nunca, , nunca – disse e deu um selinho na menina. – Mas eu te respeito.
sorriu em agradecimento.
e estava no bar até que viram algo assustador: May estava na boate, e ainda por cima beijando o mesmo carinha que havia beijado.
- Ela não tem noção do senso do ridículo que ela está fazendo? – perguntou e negou.
- Ela simplesmente gosta, , você sempre soube disso – respondeu.
- Ela já roubou tantos namorados meus que eu nem ligo mais – disse e arqueou a sobrancelha.
- E se ela me roubasse? – perguntou e o olhou assustada.
- PRESTA ATENÇÃO! SE ELA TE ROUBASSE ELA ERA UMA GALINHA MORTA, EU IA MATÁ-LA. E VOCÊ TAMBÉM, SENHORZINHO DE UMA FIGA, POR ME TROCAR POR UMA, POR UMA... – entendeu o que o rapaz queria e começou a bater nele – VIADO, VOCÊ QUERIA UMA CRISE DE CIÚMES.
saiu do bar e a seguiu.
- EI, ESPERA! – disse e o olhou parando por um momento ainda de costas. - Você não entende que é você que me enlouquece? – sussurrou no ouvido da garota, e arrepiou.
- Você também me enlouquece – disse baixinho.
- Como? – perguntou, mesmo ela falando baixo o rapaz tinha ouvido, mas queria ouvir de novo.
- Você também me enlouquece – disse no ouvido do rapaz, virando a cabeça pro lado.
- Que bom. Eu só não faço nada com você por respeito e porque quero fazer algo antes.
- O quê? – perguntou e negou.
- No começo das férias você vai saber – disse e a puxou para irem junto com e .
- AH, NÃO! VOCÊ SABE QUE EU SOU CURIOSA E VOU FICAR MORRENDO DE CURIOSIDADE ATÉ LÁ – gritava ao lado do rapaz que ria.
- Eu sei, e é legal fazer isso com você – sorriu e mostrou a língua.
Depois de um tempo todos estavam na mesma mesa, rindo se divertindo, falando besteira... Enfim, um grupo de amigos unidos que queriam se divertir por uma noite, mas bem como sempre todas as coisas boas acabam rápido, e a noite havia acabado.
Todos foram para casa e desistiu de dormir na casa de suas amigas. Decidiu ir para sua casa, não estava com pique e muito menos , de ficar em outra casa se não fosse a sua.
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fora acordada por , este estava deitado ao seu lado, não entendera, ao abrir os olhos tudo rodava, e uma enorme dor de cabeça parecia surgir. então se levanta e pega o remédio e a água, a garota na mesma hora tomou o remédio. Depois de alguns minutos ela se sentou na cama, e enquanto passou a mão no rosto, perguntou:
- Que horas são? – diz e com um meio sorriso respondeu:
- Oito horas. Você tem que se trocar, o enterro ia ser ontem, mas só liberaram o corpo hoje – ao ouvir as palavras de , sua mente deu uma reviravolta e tudo que ela tentara esquecer ontem volta à tona. Então a mesma se jogou automaticamente de volta pra cama. – Vamos, . A mamãe precisa da gente, eu preciso de você.
sabia que acima de tudo seu irmão não estava preparado para aquilo! Ela por mais sensível, mais emotiva que fosse, sempre fora mais forte que ele, e sempre o ajudou a passar por essas barreiras.
- Já está trocado? – perguntou sem abrir os olhos.
- Estou, todo mundo está só falta você – respondeu e se levantou num só pulo, senão desistiria.
- Tudo bem, fique aí mesmo, só vou me arrumar – passou pelo guarda roupa e pegou a primeira roupa preta que achou, entrou no banheiro e rapidamente se trocou. Num suspiro ao olhar para o espelho disse para si mesma: - Bela maneira de começar um sábado.
Abriu a porta e se deparou com olhando um porta-retrato que ela sempre colocava ao lado da cama.
- Lembra desse dia? – perguntou e afirmou – Você, a vovó e eu no jardim da casa dela, jogando água um no outro.
- Dona Úrsula sempre fora alegre e divertida e sempre alto-astral – disse e sorriu.
- Você se engasgou quando eu mandei o jato da mangueira pra sua boca – riu fraquinho e o acompanhou.
- Você ainda me deve isso – piscou, e foi até ele estendendo a mão para o garoto levantar. Ela passou a mão pela cintura de e saiu andando para encontrar seus pais na sala. – E a noite, ficamos vendo as estrelas.
- Molhados, não se esqueça – disse e riu.
- Com certeza, nunca vi mamãe tão brava como naquele dia – disse.
Ao chegarem à sala, o pai dos garotos os abraçou e assim todos foram para o enterro.
Como qualquer outro enterro, muitas pessoas choraram, algumas não demonstravam sentimentos por ainda estarem em choque. como sempre não conseguia chegar perto do caixão, e sempre ao lado dele, nunca deixaria seu irmão sozinho, por causa do trauma de infância do menino.
Ao término do enterro, todos saíram em silêncio. O dia todo, ficou com seu irmão no quarto dele, em total silêncio. De vez em quando eles falavam algo, mas sempre em memória da avó.
A noite chegara rápido e agradecera, quando seu irmão dormiu. saiu do quarto dele sem fazer barulho e foi pro seu, o que foi em vão ficar sozinha naquele dia era a pior coisa. Ela só queria sua avó de volta, um abraço. A imagem da senhora no hospital marcava , e mesmo sabendo que a culpa não era dela, ela sempre acharia que fora.
Depois desse fim de semana, na segunda-feira quando acordou, ele fora direto para o quarto dos pais, ao abrir a porta vira os dois se arrumando. Ele seguiu até sua mãe em silêncio, a mulher achou estranho o comportamento do filho. Quando estava perto o bastante de sua mãe, ele a abraçou com todas as forças deixando as lágrimas caírem.
- Mãe, eu não quero ir pra escola – disse e sua mãe disse que sim.
- Tudo bem, filho. Calma, calma... – sua mãe afagava seu cabelo, enquanto o prendia num abraço apertado.
fora com sua mãe até o seu quarto, esta deu um beijo na testa do menino antes de sair e depois foram em direção ao quarto de .
- Filha, o seu irmão não está bem, e eu estava pensando se você não podia ficar hoje aqui com ele e... – a mulher parou de falar ao ver sua filha chorando abraçada com o travesseiro.
- Ai, meu amor, você também! Olha, eu sei que você sente muito a falta da sua avó, e que faz pouco tempo – sua mãe disse enquanto sentava perto da garota. – Mas temos que entender que ela foi para um lugar melhor.
- Eu sei... – respondeu - quase não saindo algum som da sua boca.
- Se você não quiser ir para escola, tudo bem. O também não vai, ele está muito mal.
- Por que nós, mulheres, da nossa família somos mais fortes? – perguntou e sua mãe sorriu.
- Porque a Dona Úrsula nos ensinou muito bem.
- Pois é – sorriu ao lembrar de sua vó, mas mesmo assim fora um sorriso apagado. – Mãe, eu vou para a escola, mas só para a fazer a prova, tudo bem?
- Por que eu estou vendo nos seus olhos que o problema não é só a morte da sua avó?
- Eu e o James acabamos tudo e dessa vez é sem volta mãe, para sempre – deitou no colo de sua mãe que a olhava fixamente. – Ele me traiu mãe.
- Ai, ! Não fique assim, ele não te merece e...
- Mãe, não tente – riu e deu um tapinha no ombro da sua mãe. – Eu simplesmente não quero ver a cara dele, eu só quero terminar esse mês e fazer as provas.
- Posso fazer isso por você. Eu ligo na diretoria, tudo bem?
- Você é um anjo, mãe – beijou a testa de sua mãe e se levantou.
E assim foi passando quase o mês, por três semanas ia apenas para a escola para fazer as provas. Ela achava um exagero, mas a sua vontade de rever todo mundo era muito maior, principalmente porque um dia depois do ocorrido, seus amigos estavam muito bonzinhos por causa da morte de sua avó, o que era bom, mas o resto só sabia do lado negro do ocorrido, a traição, e bem, essa era a parte chata, pois para não foi legal ficar ouvindo coisas e muito menos para Guilherme, mas este começou a ficar com Tiff calando o povo, e não queria repetir esse ato, ia ficar longe disso por um tempo.
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Era o penúltimo dia de aula, e o que ocorreu de diferente fora o grito de independência de Guilherme na aula de John.
- PÁRA DE FICAR ASSIM, VOCÊ SABE QUE ELE É UM IDIOTA E... – Guilherme ia continuar a falar, mas bateu na mesa com força, este depois deu de ombros e voltou – E NÃO TE MERECE PORQUE VOCÊ É UMA GAROTA MARAVILHOSA E AMIGA E... – bateu de novo na mesa, e Gui riu – SE VOCÊ TÁ COM TANTA RAIVA, GRITA, GRITA!
- AHHHHHHHHHHHH! GUILHERME, EU QUERO TERMINAR A PROVA E SAIR DAQUI, EU NÃO QUERO FICAR AQUI, EU NÃO QUERO OLHAR PRA NINGUÉM DAQUI. ESSA ESCOLA JÁ ME ESTRESSOU. AS MENINAS, NÃO TODAS, A MAY, A EMI, SÃO PESSOAS QUE NÃO TÊM UMA BOA EDUCAÇÃO E EU ODEIO GENTE DE BAIXO NÍVEL QUE GANHA A VIDA ACABANDO COM A DOS OUTROS. POR MAIS QUE EU ODIASSE AS MENINAS DA OUTRA ESCOLA, EU ME DAVA BEM COM ELAS PRA PELO MENOS EU TER UMA VIDA SOCIAL. AQUI É IMPOSSÍVEL! SEMPRE HÁ UMA DISPUTA PELO POTE, CARA. E EU CANSEI DISSO – havia se levantado para poder estar à altura de Guilherme, mesmo que fosse impossível, e logo após sentou na cadeira, pegando na caneta com força e terminando a prova, passou por Guilherme entregou sua prova, foi pegar sua bolsa e na hora de sair sussurrou para Guilherme – Mas amanhã é um novo dia.
Gui a olhou sair e esta piscou para ele.
- Esta é a – Gui falou para si mesmo e voltou a fazer a prova.
ficou vendo desenho o dia inteiro com o seu gato em cima dela, até que seu irmão chegou a casa, pois este há muito tempo já havia voltado a ir para escola, diferente da irmã.
- Vamos almoçar e eu tenho uma surpresa para você – disse todo sorridente, o que era um ponto positivo para . Seu irmão fora o mais difícil de superar a perda da avó.
Após o almoço, foi até seu quarto retirar o pijama, era rotina chegava da escola e colocava o pijama. Fora até a janela, e mesmo que bem fraco, alguns raios de sol batiam em sua janela. Fazia tempo que não restava atenção nas pequenas coisas existentes no mundo.
Decidiu colocar um short, uma regata branca e seu inseparável all star preto. Pegou o seu enorme blusão roxo, cujo , sua amiga brasileira, disse que era o único que prestava, pois lembrava um rapper, caso estivesse ventando.
a esperava já do lado de fora; a menina escreveu um recado e colocou na geladeira, para seus pais saberem que eles haviam saído.
- Pra onde você vai me levar? – perguntou e seu irmão a abraçou pelo pescoço. [n/a: possível?].
- Você vai gostar, acredite – disse. – Por mais que esteja ventando um pouco, esse solzinho já ajuda...
- Ajuda a... – queria saber o que ele ia fazer.
- A não pegar um resfriado – respondeu e saiu andando junto com que o olhava com uma cara de ponto de interrogação.
Depois de algum tempo caminhando, ela começou a reconhecer a rua, as casas, aquele caminho era familiar para ela desde que ela tinha quatro anos, pelo menos a partir dessa dia, ela gravara o caminho.
- ... – ia falar, mas pediu silêncio, pegou uma chave no bolso da calça e abriu a porta. – Porque você tinha a chave?
- Você também tinha, eu perdi a minha e roubei a sua – sussurrou e revirou os olhos. – Vamos, entre!
- Parece que estamos roubando a casa – disse sarcástica.
Olhar para aquela casa de novo, ver as coisas exatamente nos mesmos lugares, todas as lembranças de sua infância voltavam a sua mente, e o sorriso era inevitável.
O que tirou de seus pensamentos? Bem...
- DOUGIE, SEU VIADO! – disse em meio a água que era jogada na garota, ria segurando a mangueira e mirando bem na barriga da garota, esta entendeu a verdadeira intenção de – EU NÃO RESPIRO!
Quando desligou a mangueira, preocupado com sua irmã, a mesma gritou e saiu correndo pulando em cima dele e pegando a mangueira.
- SUA VEZ – deu um sorriso maléfico e ligou a mangueira, jogando água no rosto dele.
A tarde inteira os dois ficaram assim, voltando à infância, mas sem fazer uma coisa, entrar na casa da avó deles. Eles não conseguiam imaginar o lado de dentro sem aquela senhora brigando com eles por estarem molhados, e cheios de lama, mas que ao mesmo tempo dava as idéias de brincar para eles.
De noite, os dois, ainda molhados, ficaram lado a lado no jardim, olhando para o céu.
- Você lembra alguma história da vovó, ? – perguntou e ele riu.
- Eu sempre dormia nas melhores partes das histórias, e você? – disse e riu.
- Eu só lembro a do Joe – apontou para o anão de jardim.
- Essa até eu lembro. Você chorou tanto quando a vovó contou, nunca acreditei que aquela senhora seria capaz de assustar a própria neta – riu e o abraçou, ainda fixando o seu olhar no anão.
- Mas, cara, dá muito medo, olha como ele olha fixamente pra você – a olhou e quando mirou seus olhos no anão percebeu que o que sua irmã dizia era verdade. Alguns minutos de silêncio e eles começaram a ouvir passos, não deu nem um segundo e os dois já haviam saído da casa.
- EU FALEI! FOI O ANÃO! ELE ANDOU UM POUCO – disse enquanto se apoiava em seus joelhos.
- Cala a boca, ele não andou – ainda tentava recuperar a sua respiração por completo. – Vem! Vamos pra casa, já está tarde mesmo.
Depois de uma caminhada até em casa, seus pais já estavam em casa e todos foram jantar. Quando estavam indo para o seu quarto, ficar um pouco no computador ou ver TV, seu telefone tocou.
- Late! – disse e riu.
- Oi, né? – respondeu.
- Fala logo, – riu.
- Ok, amanhã você vai pra escola? – perguntou ainda com um fio de esperança, pois dentre todos esses dias cada menina ligava pra , para fazê-la se sentir melhor, jogar conversa fora, e tentar fazê-la ir para escola, mas não com o intuito de apenas fazer as provas, e sim de ver TODAS as aulas.
- Você já sabe a resposta, – disse e suspirou.
- Só pra te lembrar amanhã é a apresentação da dança; afinal, amanhã é o último dia de aula – havia se esquecido desse detalhe, bateu na sua testa e então ficou em silêncio por alguns instantes pensando na sua decisão.
- É hora de colocar seus ensinamentos em prática, dona Úrsula – sussurrou.
- QUE VOCÊ DISSE? – gritou assustando a garota do outro lado da linha.
- EU VOU, EU VOU – disse e gritou – PÁRA DE GRITAR!
- Ai, tá! – disse – Vou ligar pras meninas avisando, e mais uma coisa não fique brava, eu e a as meninas já escolhemos as roupas da dança de amanhã, e a gente ainda acha que era melhor a primeira música.
- Mas, , ninguém conhece a música, e... – ficou se lembrando da coreografia da primeira música,e ao se lembrar da letra encaixou perfeitamente em algo que precisava fazer – Como quiser, espero que vocês lembrem a dança da outra música.
- Jura? – disse. – Você tá legal hoje, o que aconteceu?
- Percebi que devo seguir minha vida, e não pará-la – disse.
- Isso aí, é assim quem a minha gatinha diz – falou e sorriu.
- Como é a roupa? – perguntou.
- Ah! É só se inspirar nas meninas mesmo do grupo – disse.
- Beleza! Tenho que desligar agora – se despediu de , e após desligar digitara outro número no telefone. – Alô, ?
- Quem é? – O garoto perguntou com voz de sono, olhou para o relógio e achou incrível o garoto já estar dormindo às dez da noite.
- – respondeu.
- A que devo a honra da ligação? – mudou o tom de voz, para um tom mais divertido.
- Amanhã eu vou para escola e... – Não dera tempo de falar, pois o garoto começou a falar.
- ALELUIA! JÁ TAVA NA HORA, NÉ? – gritou e murmurou algo como: “Ta igual a ”.
- E está na hora de usar aquilo – disse e não entendeu. – O vídeo.
- Ah, sim, eu já passei faz tempo pra um CD, tava pensando em vender e...
- , não! Apenas leve o CD, eu dou um jeito amanhã – disse. – Não se esqueça que amanhã você vem me buscar, na mesma hora. Beijos.
Nem dera tempo de se despedir e a garota já havia desligado.
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Ao chegar à escola, todo mundo se surpreendeu, pelo menos quem a conhecia, pois a garota realmente havia sumido da escola. Esta quando vira no final do corredor saiu correndo e pulou nas costas do garoto.
- E aí, rapaz? Como vai? – instantaneamente segurou nas pernas da menina, para ela não cair.
- Você veio para o dia inteiro? – perguntou e desceu das costas do menino, para conseguir olhá-lo.
- Vamos dizer que hoje será um dia interessante – piscou, e ao bater o sinal da primeira aula ela se despediu de indo para sua sala.
Após o intervalo, a professora de inglês chamou todos para irem à sala de vídeo, onde eram sempre feitos os trabalhos com todos os alunos, e ficou feliz ao saber que depois da apresentação, Paul ia mostrar um vídeo sobre a vida humana, e então nem precisariam sair na última aula.
Depois que todos se arrumaram nas carteiras, os grupos começaram a se apresentar, um por um.
estava sentada com suas amigas no fundo, enquanto os garotos falavam sobre como o rock foi criado, como as pessoas se vestiam, agiam e afins. Quando eles começaram a tocar On My Own, do The Used, ao ver tocando e os garotos também, tinha que concordar a voz de Ddannny era um pecado, apesar de tudo que havia acontecido, por mais que estava triste ela tinha uma única certeza no mundo inteiro: ela tinha os melhores amigos do mundo.
Quando foi a vez do seu grupo se apresentar, May se levantou e disse que queria ir primeiro, mas a professora não havia deixado. riu e a olhou nos olhos.
- Veja e aprenda, Mayara – disse, antes de começar a falar sobre o pop.
Após terem terminado o enorme discurso sobre o pop, que Mayara nem entendeu o porquê de ter que prestar atenção, as garotas ligaram o rádio e piscou para Mayara. [n/a: Fica mais legal ouvindo a música junto. Girlicious - Like Me]
Na introdução todas apenas dançavam, olhava para Mayara e sorria.
Ao começar a música, quem começava cantando era ; a mesma se posicionou a frente e começou a cantar.
[:]
Look at me; I know I'm fly (know I'm fly)
Look at me; you wanna be fly like I
I'm the truth and the truth don't lie
[:]
Gimme 10 feet chick
[:]
Now add another 5
[:]
If I had a stiff one, you'd be all on that
[:]
I'm on fire
[:]
I put hot on the map
Cause I'll be the one that you wanna be like (oh oh oh oh)
Yeah, you wanna be like me
[:]
Everything she do is like me (Ay)
From her head to her feet like me (Ay)
[Girls:]
She tryin' to talk like me, tryin' to walk like me, tryin' to get all the boys in the club like me
[:]
Everything she be is like me (Ay)
Tryin' to imitate me (Ay)
[Girls:]
She tryin' to move like me, tryin' to act like me, tryin' to get on the floor and shake her ass like me
[:]
Look at me; you know I'm hot (know I'm hot)
Look at me; bet you wish you