“And I Love Her”
Escrito por Fêh Poynter e Mary Jones
Betado por Pinki
Capítulo 1
e moravam em Londres há 6 meses. Depois de tanta espera, foram ao show do McFLY, aquelas bandas tão amadas pelas meninas. Depois de muitos gritos, choros e risadas, acabou o show. MAS, elas tinham passes VIP’s!
_ OMG, eu não acredito! – disse
_ , a gente ta na sala de instrumentos! – disse
_ É, estamos! Mas eu ainda não to acreditando.
_ Nem eu!
_ Pitch me, is this real? - revelou o espírito Dork que havia nela
_ Ta bom... Você pediu! - beliscou a bunda de
_ Aiiiiii! Por que logo a bunda?? - disse, massageando o local beliscado e fazendo bico
_ , olha aquilo!!! - apontava para os instrumentos dos meninos, que estavam em um cantinho da sala.
_ AH MEU DEUS! É O BAIXO DO DOUGIE! AHHH! EU QUERO ESSE BAIXO! - havia saído do normal ao ver o baixo brilhante de Dougie
_ Calma, é só um baixo. – sacudia a amiga, tentando acalmá-la e trazê-la ao normal, sem sucesso.
_ Não! É o baixo rosa... Brilhante... Do DOUGIE! – seus olhos brilhavam ao falar o nome do menino.
_ Iiih! Olha a guitarra do Danny! - agarrou a guitarra de Danny e acariciava o baixo de Dougie, deslumbrada.Enquanto isso, os meninos ouviam tudo da sala ao lado.
_ Dude, ela vai atacar o meu baixo. – disse Dougie tristonho.
_ E se ela quebrar a minha guitarra? – disse Danny inconformado.
_ Elas não são vândalas não! – disse Tom
_ Espero! – foi a vez de Harry falar algo Na sala onde as meninas estavam, e se empolgaram e começaram a tocar e cantar ‘Five Colours in Her Hair’. dando uma de Jones e de Poynter._ Elas tocam muito! – Danny estava abismado
_ E cantam muito! – Harry estava que nem Danny
_ Vamos lá, falar com elas. – disse Tom empolgado
_ Não, espera mais um pouco. – disse Dougie
Na sala de instrumentos ...
_ Bateria! – saiu correndo feliz a caminho da bateria de Harry
_ Outra música? – sugeriu
_ Pode ser, afinal, não tem nada pra fazer mesmo.
_ Já é então. Obviously?
_ Okay.
Na sala ao lado ... _ Se ela estragar a minha bateria, eu juro que vou matá-la. – disse Harry.
_ Nossa, como você é delicado. – disse Tom irônico.
_ Já me disseram isso.
_ Era de se esperar, né ...
_ Shhh... Cala a boca! – Danny mandou.
_ É pó, eu quero escutar! – disse Dougie Após terminar a música ...
_ Legal! Agora eu quero ver o estado da minha bateria. – disse Harry, um pouco nervoso.
_ Qual é? Ela tocou direitinho. Não estragou a sua bateria. – disse Tom.
_ Harry, do que você ta reclamando? Você ouviu o ataque por causa do meu baixo? – disse Dougie, incrédulo.
_ E quem não ouviu?? – Harry zombou.
_ Vamos lá falar com elas. – Tom sugeriu.
_ Vai você na frente. – disse Danny.
_ Dude, elas não são canibais!
_ Por via das dúvidas ... você vai na frente, se estiver tudo bem, você nos chama.
_ Ai, como eu sofro. Na sala de instrumentos, estava perdida na guitarra de Danny e tocava uma música inventada na hora no baixo de Dougie, quando Tom entrou.
_ Oi! – disse Tom sorridente, deixando a uni-cova à mostra.
_ Covinhaaaaaaaaa! – correu para apertar a bochecha de Tom.
_ Aaaai! – Tom gritou.
correu para ajudá-lo, pois estava caído no chão, e estava em cima dele, apertando suas bochechas. puxou , e Tom se levantou, massageando as bochechas e fazendo uma expressão de dor.
_ Desculpa! – disse envergonhada.
_ Oi! – disse Tom para .
_ Tom! – a garota correu para abraçá-lo.
_ Dudes, podem vir. – disse Tom para os meninos que ainda estavam na sala ao lado.
Logo depois disso, apareceram 3 cabeças na porta, depois de checarem que estava tudo bem, que não havia acontecido nada com Tom, e principalmente com seus instrumentos, entraram. _ Baixinho do meu coração, que susto, achei que você tinha morrido por causa do ataque da cova. – disse Dougie brincalhão.
_ Pooxa... Eu não apertei tanto! – disse baixinho, para que só a amiga escutasse.
_ Imagina! – disse em tom irônico.
_ Foi tão forte assim? – perguntou assustada.
_ Não sei. Pergunta pra bochecha vermelha quase roxa dele.
_ Hum, . Não precisa ser tão má.
_ Você que perguntou, ué.
_ Ta legal então. Não falo mais nada! Os meninos pareciam não terem percebido a presença das garotas, e ainda conversavam sobre o ataque da cova.
_ Deixa de ser exagerado, Dougie! – disse Danny.
_ Alôô! Temos visitas aqui! – disse Harry, após perceber as meninas.
_ Ah é! Oi pra vocês! – disse Danny, olhando para e parando o olhar em , que fazia o mesmo. Ficaram assim por algum tempo.
_ E aí meninas? – disse Dougie, olhando para , que sorria abobalhada
_ Eu não preciso apresentá-los né?! – perguntou Tom
_ Não. – respondeu
_ Boys, essas são ... – Tom fazia uma cara engraçada ao tenta lembrar os nomes que não haviam sido mencionados antes, mas ele não lembrava disso. rolava no chão de tanto rir. Enquanto todos a olhavam assustados. dava pequenos chutes na amiga, pra ela que levantasse.
_ ! - gritou irritada; os meninos se assustaram mais ainda, entendeu o que a amiga quis dizer e levantou rapidamente, se ajeitando.
_ Meu nome é e ela é a... – dizia a menina, mas foi interrompida pelos meninos.
_ ! – disseram os McGuys ao mesmo tempo
_ Isso! – disse
_ Dude, meu nome fica mais bonito quando são eles que falam! – disse , com os olhos brilhando e sorrindo bobamente.
_ Prazer! – disse Harry sorridente.
_ O prazer é meu! – disse .
_ Ah, mas me chamem de , é formal demais!
_ Beleza então! – disse Danny.
_ E me chamem de !
_ Sim, senhorita! – disse Dougie. Ficaram um tempo em silêncio, e com essa situação, já estava tendo um ataque de risos, pois não agüenta silêncio.
_ Ela bebe? – indagou Harry.
_ Só um pouco. É que toda vez que todo mundo ficam em silêncio, ela começa a rir. Eu convivo tantos anos com isso – falava apontando para . – e até hoje não entendo. – respondeu .
_ Ta explicado então. – disse Tom.
_ O que vocês estavam fazendo antes da gente chegar? – perguntou Danny.
_ N-na-nada... – gaguejou .
_ Não precisa mentir, a gente ouviu tudo. – disse Dougie.
_ Ouviram é? – perguntou assustada.
_ Sim! – respondeu Danny.
_ Ai que vergonha! – tampou o rosto.
_ Ah, mas desculpem se a gente começou a tocar sem vocês deixarem. – disse .
_ É mesmo! Mas a gente não resistiu! – completou .
_ Ah, não foi nada! – disse Tom.
_ Eu só desculpo porque gostei de vocês, porque ninguém pega no meu bebê. – disse Dougie, sorriu ao ouvir isso, ficando bem corada em seguida.
_ Vocês tocam muito bem! – disse Danny, ficou mais corada.
_ Ah! Que nada! – disse , balançando a mão no ar.
_ Cala a boca ! – deu uma cotovelada na amiga.
_ É verdade! – disse Tom, fazendo ficar que nem um pimentão.
_ Dude, pára! Ela ta com vergonha! – defendeu Dougie, apontando para .
_ Ta bom, parei. – disse Tom.
_ Obrigada! – agradeceu a Dougie, sorrindo, sendo correspondida pelo mesmo.
_ Eu tava aqui pensando com os meus botões: a gente ta precisando de algumas pessoas pra tocar instrumentos em certas músicas. O que vocês tocam? – perguntou Harry.
_ Eu faço uns efeitos, toco violão, guitarra, bateria e baixo. – disse .
_ Eu toco baixo, violão, guitarra, bateria, piano e sei algumas coisinhas de violino. – disse .
_ A gente fala com o Fletch sobre vocês. Vocês topam? Vão ter que viajar em turnê com a gente. – disse Harry.
_ É claro que eu vou! – alegrou-se .
_ Claro que eu também aceito! – disse , entusiasmada.
_ O Fletch e o Neil com certeza vão querer ver vocês tocando, então vocês me dão o telefone de vocês que a gente liga. – disse Tom.
_ Ok! – concordou , escrevendo os telefones num papel e entregando os meninos.
_ Vocês são britânicas mesmo? – perguntou Dougie desconfiado.
_ É... Vocês têm um sotaque diferente. – completou Danny.
_ Americanas? – perguntou Harry
_ Não, não. Somos brasileiras. – respondeu .
_ Mas nos mudamos pra cá há 6 meses. – completou .
_ Hum... Interessante. – disse Danny, com pose de filósofo, olhando para .
_ Percebe-se que a fama das brasileiras é verdadeira. – disse Dougie, olhando para .
_ Pode crer! – concordou Danny, ainda olhando para .
_ O papo ta bom, mas ta na hora de irmos embora. – disse , tentando disfarçar a vergonha.
_ É verdade ... – concordou a amiga.
_ A gente liga pra vocês. – disse Dougie.
_ Ok! Bye! Adorei conhecer vocês! – despediu-se .
_ Me too! Bye! – seguiu a amiga.
_ Bye! – disseram os McGuys em coro.
Capítulo 2
Fletch e Neil aceitaram assistir a uma pequena apresentação das meninas, para ver como elas tocavam. Dougie ligou para para combinarem de se encontrar.
_ Alô? – perguntou ela.
_ ? – perguntou Dougie.
_ Sou eu sim.
_ Tudo bem?
_ Tudo. Quem ta falando?
_ Dougie.
_ D-do-ou-gi-ie?
_ Que foi?
_ Você é o Dougie mesmo?
_ Sou.
_ Dougie Poynter?
_ Sou.
_ Dougie Lee Poynter?
_ Sou.
_ E como eu vou saber que você não está mentindo?
_ Não sei ...
_ Canta então.
_ Oh yes, wait a minute Mr. Postman, wait, waaaait Mr. Postman! Oh Mr. Postman look and see. If there’s a letter in this bag for me... Preciso continuar? – ficou estática. - ? – ela não respondia. - , ta aí?
_ Estoooou. – respondeu saindo de transe.
_ Dude, eu canto tão mal assim?
_ Não! Não mesmo! Definitivamente não!
_ É que você ficou calada de repente.
_ Não foi nada não, esquece!
_ Então, nós contamos sobre vocês pro Fletch e pro Neil e eles querem ver vocês tocando.
_ SÉRIO? AHHHHHHHHHHHHHHHH!
_ Hoje, daqui a 2 horas.
_ Daqui a 2 horas? Como assim? Eu não treinei nada!
_ Ah, relaxa! Vocês mandam bem.
_ Espero que eles achem o mesmo.
_ Vão achar.
_ Aonde vamos nos encontrar?
_ Se vocês quiserem, a gente pode passar aí.
_ Ahhh obrigada! Eu te agradeço muito.
Eles continuaram falando, ela deu o endereço pra ele, e entrou no quarto.
_ Com quem você tava falando? – perguntou .
_ Com o Dougie!
_ OMG! ELE TE LIGOU??
_ É... Ligou!
_ O que ele queria?
_ Daqui a 2 horas eles vão passar aqui pra levar a gente pra conhecer o Fletch e o Neil.
_ Uhul!
_ Nós vamos tocar pra ele.
_ Daqui a 2 horas? Não dá tempooooo!
_ Dá sim! Se arruma em 30 minutos. O resto do tempo nós vamos ficar ensaiando.
_ Ta ok.
Elas haviam se arrumado e estavam ensaiando um pouco, quando escutaram a campainha tocar.
_ , devem ser os meninos. – disse
_ Pode deixar que eu atenda. – ela chegou até a porta e a abriu.
_ Olá meninos!
_ Oii! – disseram em coro
_ E aí? Estão prontas?? -dougie pergunta
_ Aham, só vou chamar a -disse
_ Okay!
_ !!!!!!
_ Ai... Num é pra deixar nos deixar surdos, não. - disse Harry
_ Pronto! Vamos? - disse já se juntando a eles.
_ Okay! - disse Tom
Eles entraram no carro e seguiram rumo a gravadora deles, não demorou muito e já estavam lá.
Subiram e foram para a sala onde se encontrava Neil e Fletcher. Antes de entrarem, eles pararam pra ver se tava tudo okay com as meninas.
_ E ai? nervosas? - Danny perguntou.
_ Não imagina... É claro que estamos! - disse já impaciente.
_ Calma!! Vocês conseguem! São muito boas!! - Tom falou.
_ Espero! - disse
_ Vamos, é agora- disse Dougie
_ Ta! - disse
Eles entraram na sala e os cumprimentaram.As meninas foram para as suas posições e tocaram All about you, Friday Night, Five Colours in Her Hair e Not Alone.
_ Okay meninas vocês já estão liberadas. A gente vai fazer uma reunião e mais tarde os meninos ligam pra dizer se vocês vão ou não tocar na turnê.
_ Okay, Vamos esperar! - disseElas saíram da sala e seguiram rumo a rua.
_ E ai, ? Você acha que eles gostaram de nós??
_ Eu não sei, . Essa parada de ligar pra gente, nunca dá certo. É que nem entrevista de emprego lá no Brasil: Falam que vão ligar com a maior cara de “você com certeza conseguiu” e não ligam ou ligam e falam que não serve!
_ Nossa, ... Você nem é pessimista...
_ Só sou realista. Olha, o ônibus! Vamos!Elas foram pra casa e não largava o telefone. A noite chegou rapidamente.Trim, trim
_ Alô?
_ Oi, . Aqui é o Dougie.
_ Oi. Tudo bem?
_ Tudo, você sabe o motivo de eu ter ligado pra você?
_ Sim
_ Então... Eu tenho que te dar uma notícia, né?
_ Fala logo!
_ Então... É que... Vocês foram contratadas!!!
_ AI MEU DEUS!!!!!!!!! - largou o telefone.
_ , A GENTE FOI CONTRATADA!!
_ AI NÃO ACREDITO!!!!!!
As duas começaram a pular e dançar.
_ Alô, alguém ai?
_ ...
_ Acho que caiu. - deu de ombros e desligou.
Capítulo 3
As meninas falaram com seus pais, que adoraram a idéia. Três semanas se passaram e todos estavam muito próximos. Haviam virado amigos de verdade. Ensaiaram bastante. Dougie ligou para Fernanda e marcaram de todos se encontrarem no shopping para curtirem um cinema.
Todos chegaram na hora marcada. Foram direto para o cinema ver A Bruxa de Blair 3. e só concordaram porque, se sentissem medo, segurariam em Danny e Dougie.
_ Vamos correr porque o filme já começou! – disse Dougie
_ Boooora! – animou-se .
Sentaram assim: Tom, Harry, Danny, , Dougie e . , de vez em quando, agarrava Dougie só para irritar , mas estava mais interessada em Danny. Em um desses agarrões que deu em Danny, aconteceu o primeiro beijo entre os dois. Um beijo doce, mas intenso, afinal, os dois queriam aquilo há muito tempo.
_ Desculpa, eu não queria fazer isso! – disse .
_ Eu é que tenho que me desculpar, mas eu queria isso faz tempo! – disse Danny.
_ É... Eu também! – se beijaram o filme todo, nem prestaram atenção nele.
Acabou o filme e foram comer. Mas quando estavam na fila do McDonald’s, Dougie disse para , que queria falar com ela a sós. Todos haviam terminado de comer.
_ Pessoal, eu vou ali comprar um CD e já volto. – disse Dougie.
_ Tá. A gente vai ficar por aqui. – disse Harry.
_ , vem comigo? – pediu Dougie.
_ Ta bom. Pessoal, a gente se encontra aqui mesmo? – perguntou .
_ Falou! Vê se vocês não demoram muito, hein! – zombou .
_ E não façam besteira! – completou Danny.
_ Dude, quantas mentes poluídas! – disse .
Eles foram andando. Já estavam longe da vista dos amigos. foi surpreendida por um beijo de Dougie. Um beijo lento e muito carinhoso. Naquele momento eles pensaram em nada, apenas em aproveitar o beijo.
_ Eu queria te dizer que apesar de nos conhecermos a pouco tempo, você me fez sentir uma coisa inexplicável, forte, que eu nunca senti por ninguém. , eu te amo.
_ Dougie, é difícil dizer isso, mas eu to confusa com tudo o que ta acontecendo. Foi tudo muito rápido, eu preciso de um tempo pra pensar.
_ Eu te dou o tempo que você quiser, eu só quero que você saiba que eu te amo, e vou esperar o tempo que for, se for pra ficar com você. E também nunca vou deixar ninguém te magoar, eu sempre vou estar com você.
_ Eu gosto muito de você. Muito mesmo. E independentemente do que acontecer, eu quero nada acabe com a nossa amizade. Você é extremamente importante pra mim. Então, amigos?
_ Sempre!
Capítulo 4
Passaram-se dois meses. e Danny estavam ficando, mas não tinham compromisso nenhum. e Dougie já eram melhores amigos, mas com a revelação de Dougie, ficaram mais próximos ainda, apesar de ele querer outra coisa.
Numa sexta-feira à noite, estavam na casa dos meninos, uma bagunça só. De repente o telefone tocou, então Dougie atendeu.
_ Tenho uma notíciaaaaa! – gritou Dougie, atraindo a atenção de todos.
_ Conta, conta, conta! – Tom estava animado.
_ Fletch ligou pra falar sobre a turnê. Vocês não sabem com quem!!!
_ Fala logo e pára com o suspense! – Harry ficou nervoso.
_ Com o... E o...
_ Já ta assustando! Quer que eu te bata? – perguntou Tom.
_ Ta bom, eu falo. Dois dos nossos shows terão participação de MCR e Drake Bell.
_ AI MEU DEUS, EU VOU INFARTAR! EU VOU CONHECER O MCR E O GERARD! – pulava pela casa.
_ Não é pra tanto! – disse Danny.
_ O QUÊ? Você que acha! Porque vai ser muito bom!
_ Com certeza! EU VOU CONHECER O MEU DRAKE! – acompanhava a amiga.
_ Seu nada! Já vi tudo! – disse Dougie.
_ , eu tenho que falar contigo. – disse Danny.
_ Ta bom. – eles foram para o quarto de Danny.
_ , nós já estamos ficando faz dois meses e isso só me fez ter mais certeza que eu te amo. E cada dia a mais com você, só me faz te amar e te admirar mais. Era pra eu fazer isso só de noite, mas – ele se ajoelhou, pegou uma caixinha de veludo preta e a abriu – você quer namorar comigo?
_ Eu aceito.
_ Eu te amo... Muito.
_ Eu também.
_ Por que você não fala a frase direito?
_ Eu também te amo. – eles se beijaram e foram para a sala contar a novidade. Todos ficaram muito felizes pelos dois.
Capítulo 5
Dougie e Danny foram conversar. Dougie estava terrivelmente abatido, Danny estava
o oposto total.
_ Dude, eu não agüento mais! – disse Dougie.
_ O quê?
_ Essa situação!!! A ) ta nem aí pra mim.
_ Não fala assim. Ela gosta muito de você.
_ Não do jeito que eu gosto dela. Eu nunca gostei tanto de alguém
desse jeito.
_ Sinceramente, dá pra perceber...
_ Eu tive coragem de dizer pra ela que eu a amo.
_ NOSSA! Você ta realmente apaixonado, hein?
_ É...
_ Olha, eu vou dar um jeito nessa situação, mas... Eu não
posso fazer tudo, né!
_ Isso é que é o pior. – os dois voltaram para a sala. Dougie
se sentou no sofá, ao lado de ). Danny chamou para uma conversinha
no quarto.
_ Que foi? – preocupou-se ao ver a expressão triste de Dougie
_ Nada não. – ele respondeu, um pouco frio.
_ Fala logo. Eu te conheço, você não é assim.
_ É nada. – alterou um pouco o tom da voz.
_ Ahn... Ta bom. – disse cabisbaixa.
_ Ah, desculpa! Eu não queria falar assim. Eu tenho andado meio irritado
esses dias.
_ Percebe-se!
_ Um abraço?
_ Claro! – se abraçaram por um longo tempo.
Enquanto isso, no quarto...
_ O Dougie ta péssimo! – disse Danny, preocupado.
_ Por causa da )? – perguntou , também preocupada.
_ Aham. A gente tem que falar com ela.
_ Temos sim. Mas... Falar o quê?
_ Essa é a questão.
_ Há nada que a gente possa fazer. Ele disse a ela que a ama. Se ela
não quer, a gente pode fazer nada.
_ Mas a gente precisa! A gente a chama pra conversar e fala o que ele ta passando.
_ Não custa tentar, né? – os dois voltaram para a sala e
chamaram ) para conversar.
_ A gente pode falar contigo? – perguntou Danny.
_ A sós? – completou .
_ Claro! – foram para o quarto.
_ Aconteceu alguma coisa? – perguntou ).
_ O Dougie ta passando por uma fase muito difícil. – disse Danny.
_ Eu percebi que ele não ta muito bem. Isso ta relacionado ao fato dele
gostar de mim?
_ Totalmente! – concordou
_ Ele ta apaixonado por você e ele não agüenta mais esse lance
de melhores amigos.
_ Depois daquele dia que a gente se beijou e do que ele falou pra mim, eu percebi
que eu também não quero ser apenas a melhor amiga.
_ Você só é a melhor amiga porque você quer! –
disse Danny indignado.
_ Você gosta dele? – animou-se .
_ Muito!!! – respondeu ).
_ Mas em que sentido? – perguntou Danny.
_ No mesmo que o dele.
_ UhuLL! – festejaram Danny e .
_ Vai falar com ele! – incentivou a amiga.
_ Eu não sou boa nisso.
_ Nem ele. Viu? Vocês formam um casal perfeito! – disse Danny.
_ Tecnicamente, se os dois não são bons em falar o que sentem,
a relação fica meio complicada, não acha? – perguntou
).
_ Shhhh, não vem com esse papo de “tecnicamente”, não!
Vai logo falar com ele! – Danny empurrou até a sala.
_ Danny, deixa de ser abusado! – disse .
_ Dougie, a ) quer falar contigo! – gritou Danny.
_ Ai meu Deus! Olha onde eu fui amarrar o meu burro... – desesperou-se
).
_ Hã?? – Dougie não entendia nada.
_ Vamos pro quarto, preciso falar com você. – disse ).
_ Pro quarto? Uuuuuuuh! – brincava .
_ !
_ Eu já me acostumei!
Capítulo 6
No quarto...
_ Dougie, o Danny me contou o que ta acontecendo.
_ Contou? Ai que vergonha...
_ Dougie!
_ Olha, eu to completamente apaixonado por você. E eu não agüento
mais ter você como melhor amiga, mas você continua insistindo nisso.
_ Não é tão simples assim...
_ Claro que não é! Você tem noção do que eu
tenho passado todos esses dias?
_ Aquele dia no shopping, você me pegou desprevenida, de surpresa, foi
tudo muito rápido, e eu tava muito confusa.
_ Você já me disse isso.
_ Ah Dougie! Não é fácil pra você e nem pra mim.
Eu tenho medo.
_ Medo do que?
_ Dougie, você sempre foi o meu preferido. Desde quando eu era apenas
uma fã. Eu sempre fui apaixonada por você.
_ Sério?
_ Sério. Depois a gente se conheceu, viramos amigos e isso só
fez com que eu me apaixonasse mais ainda. Mas, Dougie, você é famoso.
_ E daí?
_ Daí que milhares de mulheres se jogam em você.
_ Mas, ). Eu não ligo pra elas. A que eu quero está exatamente
na minha frente.
_ Ai, Dougie! – ela se sentou na cama e colocou as mãos na testa.
Ele se ajoelhou de frente à ela.
_ , lembra que eu te disse que não ia deixar ninguém te magoar?
– ela afirmou com a cabeça. - Se eu vou te proteger, não
serei eu quem irá te magoar. , eu te amo. Demais!
_ Eu também te amo, Dougie! – ela o beijou.
_ Entããããããão, você aceita
namorar comigo? – ele perguntou, esperançoso.
_ Não.
_ Ah, então ta... – disse ele, desconsolado.
_ Eu tava brincando! É claro que eu quero!
_ Eba! – ele a abraçou e a beijou.
_ Vamos lá pra sala?
_ Sim, preciso apresentar a minha nova namorada.
_ Óóóóóh, que lindo! – ele apenas riu.
_ Vamos!
_ Ah, , tem certeza que você quer ir? Aqui é melhor!
_ Seu safado!
_ Ué, mas é a mais pura verdade.
_ Eu to começando a ficar com medo de você.
_ Por quê? Você acha que eu vou te atacar?
_ Não sei, né? Você é tarado!
_ Não precisa exagerar!
_ Ta bom! Vamos lá pra sala.
Continua...