nota da autora: Dudeees o/, desculpem pelo começo da fic ser um tanto longo e monótono para algumas leitoras, mas é necessário para a história ter sense. Portanto, leiam ‘til the very end (:

All, All And All To Save Us
escrita e idealizada por Kessy, scriptada por Kessy, sonhada por Kessy, sofrida por Kessy ¬¬ (quantas aulas de Química eu perdi fazendo essa coisa aeuauehauheuaheuh),e pequeníssimas participações exteriores. (: -

CAPÍTULO UM
04/11/07
- Alô?! - disse , com sua habitual “simpatia” ao atender telefonemas.
- Com quem eu falo? - do outro lado da linha havia uma voz masculina firme, segura.
- . E o senhor, quem é?
- Me chamo Edgard Schnietzinger, senhorita. Sou cientista, e é exatamente sobre meu trabalho que quero lhe falar. - continuou Edgard, indo direto ao assunto. - Na verdade gostaria de lhe fazer uma proposta.
- Ah... Mas, como o senhor conseguiu este número? Eu o conheço do algum lugar? - perguntou a garota um tanto desconfiada.
- Oh, esqueci de mencionar que sou professor em Oxford. Como a senhorita é uma aluna de lá, econtrei seu telefone na... Secretaria. - disse ele, parecendo estar desconcertado com a pergunta.
- Hum... Claro, claro. Emfim, qual é a proposta?
- Bom, é a seguinte: gostaria de convidá-la para participar da minha pesquisa sobre o comportamento humano em grupo. A pesquisa será feita na Mansão Blinkranked, a partir do dia 08/11, mas ainda não tenho data de término.
- Mansão Blinkranked? Não seria aquela na zona zul daqui de Londres? - perguntou a garota, deslumbrada com a classe do lugar onde seria realizada a pesquisa.
- Sim, esta mesma. Mas ainda tem mais. Gostaria que confidasse mais três amigas suas; à sua preferência. Estarei pagando, a cada participante da pesquisa, 600 libras.
- Bem... - disse ela. - Isso tudo é tão repentino... O senhor poderia me dar um tempo para pensar, e depois lhe dar a resposta?
- Claro! - ele estava empolgado - O meu número é esse: 3894 - 8131. Quando se decidir e convidar suas amigas, por favor retorne a ligação.
- Está bem senhor... Como se chama mesmo?!
- Vitorino. Edgard Schnietzinger.
- Isso, Schnietzinger. A propósito, mais pessoas participarão da pesquisa? - Conforme meu esperado, mais 4 rapazes.
- Aw... ótimo.
- Bom... Até breve, então.
- Até. - despediu-se.
Ela colocou o telefone no gancho e sentou-se em sua cama, olhando para a parede cheia de pôsteres do McFLY, sua banda favorita. Aliás, dizer que era a favorita é pouco; era seu vício, e ela se orgulhava disso.

tinha 18 anos recém-completados e cursava o primeiro ano de Jornalismo em Oxford. Morava em um apartamento em Londres com suas três melhores amigas: , e , todas as três compartilhavam do mesmo vício que : McFLY. Você pode imaginar uma vida melhor do que essa que tinha? (eu não, particularmente. ^^)

A dúvida que estava em sua cabeça agora era: será que eu aceito essa proposta? Não seria arriscado demais, se meter numa pesquisa de alguém que não conhecia? Talvez não; talvez fosse divertido passar alguns dias na mansão mais misteriosa e luxuosa de Londres com suas melhores amigas sendo analisadas em seu “comportamento humano em grupo”. E o melhor de tudo: recebendo, cada uma, 600 libras por isso! Ela falou consigo mesma:
- Não posso perder essa chance!

E desceu correndo as escadas, com direção à sala para falar sobre a proposta com as outras garotas.

XXXXX

- 600 LIBRAS ESTERLINAS??? - exclamou . Ela estava extremamente excitada com a perspectiva de ganhar 600 libras para “não fazer nada”, como a cética havia dito.
- Muito bom, não é? - Bom demais. Tanto, a ponto de não ser tão confiável, . - disse .
- Ora, não seja tonta, . Vamos lá girls, pode ser muito divertido! - também estava animada com a pesquisa.
- Então, posso confirmar para o profº Schnietzinger que nós iremos? Ah, esqueci de mencionar, parece que mais 4 rapazes vão participar da pesquisa!
- 4 rapazes? Lógico que pode confirmar então!! - concordou , radiante - Girls, eu vou colocar o Wonderland para a gente ouvir.
- Bom, acho que não temos nada a perder... Liga logo, então.
- Nada mesmo, Lisa! - queria muito 600 libras. =D

XXXXX

CAPÍTULO DOIS
07/11/07
- Ei dudes, calem essas matracas, porque o telefone tá tocando! - gritou, enquanto e se concentravam em gritar mantras e fazer montinho em ao mesmo tempo.
- Residência dos McGuys. - ele disse com imponência ao atender o telefone, fazendo seus amigos rirem.
- Boa Noite. Quem fala?
- Aqui é . E aí?
- Edgard Schnietzinger, da pesquisa... Comportamento humano em grupo... Está lembrado?
- Claro! Como poderia me esquecer... 600 libras, hã! - respondeu com um tom de tô-achando-imporessionante-essa-grana na voz.
- Exato. Estou ligando para saber se vocês confirmam ou não sua participação na minha pesquisa, pois esperei esperei a ligação ontem mas não recebi nada.
- Ah, me desculpe! É que deixamos a responsabilidade da ligação na mão do nosso lesado amigo ), e aparentemente ele se esqueceu.
Nisso, gritou: “Porque tudo é culpa minha?!”. disse: “HÁ! Isso merece mais um montinho!”, e os dois se jogaram em cima de .
- Mas, pode confirmar; nós iremos com toda certeza. Afinal, Fletch nos deu uma boa folga. Não há motivos para recusar.
- Perfeito! Bem, a pesquisa começará no dia 08/11, no caso, amanhã. Peço que todos vocês estejam lá às 19:00. Sabe onde fica a mansão, não é? - Sim, não se preocupe. Nos veremos lá. - e desligou.
- Dude, quando iremos à mansão, então? - perguntou.
- Amanhã.
- Vai alguma garota ou só a gente mesmo?
- Não sei... Mas espero que vá. Vai ser um tédio só a gente lá.

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CAPÍTULO TRÊS
08/11/07
¤ DING, DONG ¤

tocou a campainha da mansão, enquanto os outros três conversavam alegremente sobre seu último show. Logo, um homem alto, loiro e bem vestido abriu a porta, e todos voltaram sua atenção à ele.
- Edgard Schnietzinger? - perguntou .
- Eu mesmo, prazer em conhecê-los pessoalmente. - disse ele, cumprimentando cada um deles. - Vamos entrar rapazes. A Maggie, minha assistente, irá indicar à vocês onde ficam os quartos de cada um de vocês.

Nisso, os garotos entraram e Schnietzinger fechou a porta. Uma bela moça de cabelos negros e olhos verdes apareceu, fazendo barulho com seu salto agulha. Os garotos babaram, se é que você me entende. A bela moça entregou um mini-mapa da casa aos garotos e indicou a cada um seus quartos.

Os garotos ficaram impressionados; os quartos eram realmente grandes e muito bonitos. foi logo arrumando num canto do quarto; Danny e Tom foram vasculhar os banheiros das suítes. , com um sorriso no rosto, pulou na cama.

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(segundo, xD) ¤ DING, DONG ¤
Agora, foi a vez de tocar a campainha da bela mansão. Elas não precisaram esperar nada para serem atendidas; logo o professor abriu a porta, cumprimentou-as e avisou que o jantar seria servido às 20:00.

Maggie foi recebida pelas meninas com comentários silenciosos como “ai, que baranga”, ou “aposto que ela tem um caso com o professor!”. Ela as direcionou à seus quartos, ordenou à um empregado que levasse as bagagens delas para cima e sumiu nos corredores.

Quando estava indo para seu quarto, ficou analisando a mansão. Era realmente linda, muito bem decorada e mobiliada. Possuía vários quadros, espelhos e afins nos corredores. Mas, de repente ela reparou numa porta de metal no lado esquerdo do corredor por onde seguia. “Que estranho, é a única de metal por aqui...”, ela pensou.
- Finalmente cheguei! - falou consigo mesma, e abriu a porta. - WOW! Que quarto IN-CRE-DI-BLE!

E realmente era. Qua cama enorme havia lá! E que belos móveis! Mas, havia uma coisa estranha lá; duas malas de viagem e um baixo encostados num canto. Mas ela ignorou o fato e foi ao banheiro da suíte. Quando ela pôs a mão no trinco, ela sentiu uma outra força do outro lado, e a porta foi aberta. Que surpresa incrível!

Era ele, OH MY GOSH. “Só posso estar louca... Tinha ecstasy naquele café, é isso.”, ela pensou. Mas, não poderia ser outro cara. Era , todo molhado e apenas de toalha, repetindo, TO-A-LHA, ali, na frente dela!
- Hã... Oi?! - ele disse, meio sem jeito.
- Oi!... Bom... Uau! Você! Pensei que esse quarto fosse meu... - disse ela, tentando conter a emoção de ter seu maior ídolo em sua frente.
- Até agora há pouco eu também tinha essa certeza... Quero dizer,... Não que era seu, e sim meu... - ele estava, com certeza, desconcertado.
- Sim, eu entendi o que você quis dizer. - ela disse, com um sorrisinho no rosto, quando o que ela mais queria era pular em cima dele. - Bom, ainda não me apresentei. Sou . - e apertou a mão dele.
- .
- É, eu sei. - ela disse, e olhou fixamente nos olhos do garoto. Que olhos lindos! Azuis como safiras...

Ele estava deslumbrado com a beleza da garota. Ela tinha um sorriso cativante. Mas, o que ela estaria fazendo em seu quarto?
- Melhor eu sair para que você se vista; o jantar será servido em vinte minutos. Lá poderemos esclarecer esse mal entendido.
- Ah, então você também está na pesquisa?
- Sim. Eu e mais três amigas minhas.
- Que coincidência. Há mais três amigos meus aqui também. - disse ele, se sentando em uma poltrona revestida de veludo cor de vinho.
- Hã? O , o e o também estão aqui??????
- Sim. =D
- My Gosh... Minhas amigas vão surtar! São tantas emoções... [:
Nisso, ela saiu porta afora. Ele a ficou adimirando enquanto saía, e disse para si mesmo:
- Dude, que garota!

XXXXX

O jantar foi servido da forma mais pontual possível; característica esta que nunca seria atribuída à e , pois chegaram atrasados... Na mesa, estava todos muito animados. O professor e Maggie, com a pesquisa; os garotos com a presença das garotas (e que garotas!), e elas por estarem ali, com seus ídolos!

Quando a sobremesa foi servida, disse:
- Professor, há uma coisa que estamos estranhando. Nós somos em oito pessoas; quatro garotas e quatro garotos. O senhor nos distribuiu em quatro quartos, uma garota e um garoto em cada!
- E o mais estranho é que só há uma cama de casal em cada quarto. - completou.
sorriu timidamente; eles haviam ficado no mesmo quarto.
- Ué, vocês não gostaram disso? Eu tô achando o máximo... AI! - disse , que levou um “pedala” de .
- Calma pessoal, - disse o professor - faz parte da pesquisa.
- Isso significa que teremos mesmo que dormir na mesma cama? - perguntou .
- Sim, todavida. - o professor confirmou.
- Pra mim, não será incômodo algum. - disse , lançando um olhar desafiador para .
- Pois pra mim, tampouco. -ela disse, olhando fixamente para o garoto, que estava com um sorriso maroto nos lábios.
- Huhuhu! Parece que temos um desafio lançado subconscientemente aqui, meus caros! - disse, batendo palminhas.
- Vejo que estão correspondendo de forma positiva à esse teste! - o professor disse, empolgado.

XXXXX

CAPÍTULO QUATRO
O jantar terminou às 21:10, e o professor encaminhou todos para a sala de estar.

- Bem, quero agora dar à todos alguns avisos prévios e orientações para o bom prosseguimento da nossa pesquisa. - elem começou, e todos já estavam sentados nos confortáveis sofás de que a sala dispunha. - Os dias que passaremos aquim serão comuns,; ou seja, quero que todos hajam normalmente, correspondendo aos “estímulos ambientes”, se é que me entendem. - e sorriu. - Há algumas restrições. Nada de telefones celulares, queridos. Eles já foram confiscados, não sei se notaram. Vocês não poderão comer fora dos horários fixos para refeições; não poderão sair portão afora, apenas poderão circular nos comínios internos, e poderão usar a piscina - disse, seguido de um “UHU!” geral dos presentes - e a sala de jogos. Não poderão conversar com os empregados da casa, E, a mais importante restrição: Nunca entrem por aquela porta de metal que fica ao lado esquerdo do corredor do andar superior, é um cômodo extremamente restrito. Qaulquer dúvida que tenham, perguntem à Maggie. Estão dispensados, tenham uma boa noite. - e seguiu para seu quarto, que ficva no térreo.

Enquando iam para seus quartos, aproximou-se de e disse, baixinho:
- Amiga, eu não acredito que eu vou dormir na mesma cama que o ! Acho que eu vou surtar!
- Há, eu já tô surtando por ver o e os outros garotos, imagina dividir a cama com ele!
- A é uma que já tá toda íntima do ... Nem parece a séria que a gente conhece.
- E você reparou que o tá lambendo o chão onde a pisa? Tô verde, amiga! Bom, tô entrando então. Boa noite, . Aproveite. - e deu uma piscadela.
- Aproveite você também. Boa noite. - e, assim como os outros, entrou no quarto.

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CAPÍTULO CINCO

- . - ele disse.
- .

Lá estavam os dois parados, se encarando. não queria dormir na mesma cama que um garoto, e ele não queria ficar num saco de dormir.
- Bom, já tenho a solução.
- E qual seria? - ele perguntou.
- Sem o professor descobrir, você troca de quarto com a e vai dormir com o ! - concluiu ela.
- Eu não vou dormir com um macho!
- Eu, tampouco... - e fez uma carinha do tipo criança-pedindo-doce.
- Ah, ok! Não resisto à essa carinha de anjo...
- Obrigada, lindo! - ela foi saltitante até ele e lhe deu um abraço.
- Mas só hoje, ok? - disse ele, sorrindo para ela.
- Tá bem...
- Então, vamos ao quarto deles para ver se eles aceitam trocar de quarto conosco, né.

E saíram do quarto. O corredor estava escuro, mas havia uma luz que saía de uma pequena fresta entre o chão e aquela porta de metal. e se entreolharam, mas ignoraram o fato e seguiram para o quarto onde e estavam. Bateram na porta, mas não tiveram resposta. Então abriu a porta devagar, e eles viram uma cena um tanto estranha: o abajour estava aceso. Eles estavam adormecidos na cama, e descansava sua cabeça no peito de . olhou para e sorriu.. Ele disse:
- Aparentemente eles estão se entendendo muito bem. - sorriu e pôs uma mãe na orelha.
- É. Acho que vamos ter que trocar de quarto com outra pessoa. - ele fechou a porta.

Continuaram seguindo pelo corredor e chegaram no quarto de e . Havia música lá; e alta, por sinal (contando com o fato de todos os quartos possuírem abafador de som). Bateram na porta, e logo veio abrir.
- Ah, entrem! está tocando e cantando pra eu ouvir. - disse ela, animada.
- E aí dude! That Girl?
- É... Há pouco eu estava tocando Too Close To Comfort. - respondeu .
- Hum, legal... Vamos então, ? A gente só veio pra saber como vocês estavam mesmo...
- “” ?! Que formalidade, ! Chama ela de mesmo. - disse , dando uma piscadela para ele.
- Ahm... Vamos então, ? - disse ele, oferecendo seu braço para ela enganchar nele, como um cavalheiro faria à uma dama.
- Claro! ^^ - e saíram.
- Fala sério, a gente não poderia cortar o clima deles, né? - disse a .
- No way!

Agora, sua última opção eram e . Esses, que estavam sentados conversando, aceitaram numa boa a troca, sob o aviso de :
- Mas é só dessa vez gente. Amanhã a gente dorme lá, nem que eu tenha que ficar naquele saco de dormir!

Os garotos ficaram um tanto decepcionados, mas fingiram não ligar. Elas? Elas queriam ficar perto deles, mas tinham de preservar sua reputação.

XXXXX

CAPÍTULO SEIS
09/11/07

Café da manhã às 10:00. Estavam todos, menos e , na mesa conversando e comendo.
- Mas, mesmo sendo um tanto inconveniente às vezes, amamos o assédio das fãs. - disse . - Passa a manteiga, querida?
- Claro honey. - disse ela, passando para ele o que o garoto havia pedido.
- Hey, ! Nós somos fãs, gatchênho! - disse , rindo.
- Fãs? Fãs é pouco! Suas músicas e vocês são nosso combustível, nosso consolo pras horas tristes, nossa alegria! - disparou sem perceber, ficando vermelha logo em seguida.
- Sério? - perguntou , estático.
- Totalmente. - disse .
- Que lindas... Dudes, acho que isso não tá acontecendo. Que fãs perfeitas são essas que apareceram para nós! - disse maravilhado, fazendo as garotas rirem.
- Tem razão dude. Perfeitas. - concordou .
- Ah, e vocês têm que nos fazer um showzinho particular, não se esqueçam!- lembrou .
- Opa, strip tease! - perguntou um empolgado e assanhado .
- Bom, a gente estava falando de música, mas já que vocês insistem... - disse , rindo. - Ah, acabou o leite. Vou à cozinha buscar, já volto. - e saiu, com direção à cozinha.

Chegou lá, abriu a porta e se impressionou. Era uma cozinha enorme, com umas três geladeiras, enormes armários e muitos eletrodomésticos, alguns que ela nem conhecia. Olhou para todas aquelas geladeiras e não sabia onde pegar o leite. Então, entrou na cozinha um dos empregados da casa (- nota da autora - bem ajeitadinho por sinal, viu gente? xD), e estava com um crachá na camisa escrito “”. Ela sabia que não deveria falar com empregados, mas estava com preguiça de procurar.

- Ham... Você sabe onde eu encontro leite por aqui, ? - perguntou ela.
Ele olhou pra ela meio surpreso, e respondeu:
- Na segunda geladeira, senhorita...?
- .
- . - repetiu ele, olhando-a fixamente.

Ela, então, pegou a jarra com leite e saiu. Chegando na sala de refeições, viu que e já estavam na mesa.
- Ahá! Tá aí o casal vinte (- nota da autora - uuuii meu Deus que gíria velha klabok kessy q), finalmente! - disse ela, deixando a amiga vermelha.
- Ai que discreta você né querida? - disse .
- Ah não se preocupe , não tem problema que todos saibam que estamos nos dando bem... - disse , sorrindo para ela.
- Peraê gente; será que dava pra explicar essa história de “casal” que a gente tá boiando aqui? - disse .

O professor e Maggie ficaram interessados; ele cutucou sua assistente, e ela rapidamente sacou, não se sabe de onde, uma caderneta e uma caneta, pronta para fazer anotações.

-, você ainda não contou a eles sobre a cena romântica que presenciamos ontem à noite? - perguntou ela.
- Ah... Me esqueci... - disse ele, e mostrou a língua.
- Hunft, ok seu esquecido. - disse ela, mostrando a língua também. - Bom gente, é que ontem quando eu e estávamos passeando nos quartos De vocês, vimos os dois muito próximos e tal... Dormindo num super clima. - disse ela, dando uma piscadela aos dois, fazendo-os sorrir.
- Ora, ora, ora, que lindo então! - disse.
- Nem pra nos contar, né dude? - disse.
abria a boca para responder, quando disse, conclusiva:
- Calma gente, calma. Nossa estadia por aqui só está começando.

Maggie havia anotado bastante.

XXXXX

O dia correu normalmente, todos se divertiram muito. O professor quase não deu o ar de sua graça durante o dia todo; já Maggie estava por todos os cantos, sempre anotando. Eles assistira à um filmes de terror, com certas garotas como e entrando em pânico a todo momento. Mas cada uma tinha alguém para abraçar na hora do susto; a e a . As outras duas estavam tranqüilas. e assistiam com atenção, mas riam na maioria das cenas assustadoras ( - nota da autora – af q). estava em silêncio; só prestava atenção em , que dormia com a cabeça recostada em seu colo.

. Lembra-se dele? Pois é. se encontrou com ele mais algumas vezes, e ele foi muito simpático com ela. Houve um momento em que ela estava indo ao seu quarto, e, quando passou pela porta de metal, viu que ela estava entreaberta e foi espiar. Lá dentro estavam e o professor, e este último estava dando coordenadas a sobre alguma coisa. Mas ela ignorou isso e seguiu para seu quarto.

XXXXX

CAPÍTULO SEIS
Ainda 09/11/07, 20:20 PM
- Anda logo aê! Tô fechando a porta já, dudes! - apressou .

O jantar há pouco tinha terminado, e eles (Tom, Dougie, Harry e Danny) estavam entrando numa sala onde havia um ofurô, várias plantas, som e quadros.
- Aê... Essa água deve estar muito boa... - disse , entrando no ofurô.

Mal eles entraram, uma música começou a tocar na sala. Beat It - Micheal Jackson (- nota da autora - hááááá!! UCAP Mtv Parte 4 oe -n).
- Wow... Aqui é tudo meio mágico, hein?! - disse , fazendo uma discreta dancinha dentro do ofurô, e sendo imitado por . (- nota da autora - noooossa essa fala foi muito beesha! @_@)
- Harry, conta logo. O que, exatamente, rolou entre você e a ontem? - indagou .
- É! Conta dude... Porque só o e a sabem das coisas? - exclamou .
- Hey!... - já ia se manifestar.
- Calma gente. Sei que o vocês querem ouvir é que eu “catei” a garota e tals... Mais vou explicar uma coisa pra vocês. Eu realmente gosto dela... Não a desrespeitaria! Foi um beijo, só...
- Mas dude, você só conhece ela há um dia! - disse , sentindo a seriedade do sentimento do amigo. - Tem certeza de que tu gosta mesmo dela?
- Tenho. Isso é o mais estranho de tudo... - respondeu ele.
- Eu entendo o que você sente. Eu também sinto isso... Com relação à , eu quero dizer. Me sinto muito tonto quando tô perto dela... Fico indefeso, sem armas. - disse .
- E ela parece ser a melhor existente no mundo... A mais linda e inteligente, certo? - perguntou , olhando para cada um dos três pausadamente.
- Certo! - confirmou.
- É, a me deixa assim. - concluiu vagamente.
- Wow dudes... Vocês viraram uns tontos apaixonados. - disse .
- Há, olha só quem fala hein?! “ querida!” - disse , imitanto a voz do amigo na última frase.
- Éééé dude, nem vem que a gente sabe que você paga um pau pra aquela garota! - acusou .
- Hunf, vocês me conhecem bem; não dá pra enganar! - disse , rindo.
- É, mas você não toma atitude seu lesado... - deixou pairar.
- Quando eu tiver a chance, né... Se o parar de viadagem de querer trocar de quarto com a pra dormir com o macho aqui! - disse e jogou água em .
- Isso foi idéia da ! Ela quis “preservar a reputação dela”... Aff, sabem né, coisa de garota.
- Estranho, porque a minha garota não pediu nada parecido com trocar de quarto... Eu entreti ela com música e acabei ficando no saco de dormir. - disse .
- A minha, menos ainda! - disse um satisfeito .
- Sorte a de vocês... A minha não teria saído do quarto se não fosse esse cara aí! - reclamou.
- Mas foi só a noite passada; essa noite ela não vai me fazer sair do quarto, e eu não vou deixar que ela saia. Nem que eu tenha que ficar no saco de dormir, mesmo!
- Falando nas garotas, o que elas estão fazendo? - perguntou .
- Não sei dude... Só sei que elas nunca vão saber dessa nossa conversa... - disse , rindo e afundando na água.
Mal sabiam eles que havia escutado tudo por trás da porta.

XXXXX

CAPÍTULO SETE
10/11/07 23:56 PM

- Então é isso, amigas. Eu ouvi tu-di-nho com esses tímpanos viciados em McFLY. - finalizou .

Estavam as quatro garotas no quarto de , estáticas e ao mesmo tempo empolgadas com tudo o que havia contado.
- Ai... Nem acredito que o tenha dito isso de mim. AW!
- E o ? Que fofo! Ele tá gostando mesmo de mim então... - suspirou .
- Então, o tá de quatro por você, ! - animou.
- Hamm... E o Sr. assumiu!! - disse.
- , . Sua curiosidade nos ajudou desta vez... Háháhá!
- Ajudou?
- Lógico! - disse .- E eu tenho uma idéia... - e deu AQUELE sorriso, de quem tem malícia na idéia.
- Aw dude, o sorriso. Odeio esse sorriso. Qual é o plano agora, sra. Fria e Calculista? - perguntou .
- Bom, é o seguinte. Já que isso aqui tá meio monótono mesmo, vamos balançar um pouco a cabeça dos nossos McGuys. Lembram que, no jantar, o professor anunciou que ele iria preparar a sala de festas para a gente ter uma festinha?
- Sim. - resposta unânime.
- Então... Vamos jogar em cima deles aquela coisa que chamam de sex appeal.
- Reformule. - pediu .
- Aff... Ok, sua lesada. A gente vai fazer de tudo para deixá-los cada vez mais caídos por nós, e vamos aproveitar essa festa pra isso. Entendeu mané? ¬¬
- Ahhhnn... - entendeu. xD
- Ótimo! - disse . - Já tô até vendo a cara do quando me vir naquele meu tomara-que-caia preto... Há!
- É isso aê , esse é o raciocínio. - disse .
- Bom, eu tô indo pro quarto, que o deve estar querendo desligar as luzes. - disse , piscando para as garotas e saiu.
- Bem, tô indo também. Vamos ?
- Vamos, . Boa noite, .
- Boa noite garotas.

XXXXX

10/11/07 01:07 am
- Tem certeza que não se importa em ficar no saco de dormir?
- Não ligo, . Sério. É melhor do que dormir com macho!
- Tá bem, você que decide.

Nisso, eles se deitaram e bateu palmas para o sensor desligar as luzes. [ - nota da autora- eu acho máJico essa coisa de luz que apaga com palminhas *-*]

XXXXX

CAPÍTULO OITO
10/11/07 03:48 am
“Vou agarrar rápido, pra ela não poder escapar, mas com cuidado...”, pensou ao abrir a porta do quarto de e . “Não acredito que o Schnietzinger me convenceu a fazer isso.” Aproximou-se passo a passo da garota, que dormia tranquilamente, passando por cima de . PÁ! Agarrou-a e a beijou à força.
- SAAAAI! SEU TARADO, DESGRAÇADO, ENERGÚMINO!!!!! [ - nota da autora - né Kim? ahuehuehuhe e] - começou a gritar e dar tapas em , acordando .
- ÔÔÔÔ CAAARAA!! SAI FOORA, DUDE!! - levantou, furioso, e deu um enorme soco no , deixando o cara desacordado. Apenas para garantir, que ele não iria mais incomodar, chutou direto no estômago dele. Deixou-o desacordado. [ - nota da autora- mas que força hein, garoto? xD ksoaksoaksokaosokaoks]
- Goosh... Que que a gente faz com ele agora?
- Joga pela janela, uai! - disse , animado.
- Pela janela? ARE YOU CRAZY??? A gente tá no segundo andar, ele vai morrer se a gente jogar ele!!!
- Melhor assim. - já estava arrastando o rapaz pelas pernas, e não deu outra alternativa à .
- Quer saber, tu tem razão. Odeio gente tarada. [¬¬] - nisso, o jogaram. Olharam pela janela e viram uma cena horrenda: estatelado no chão e uma roda de sangue em torno de sua cabeça.
- Menos um desgraçado. Quem ele pensa que é pra chegar do nada, no meio da madrugada, no meu quarto e agarrar a garota dos outros?? - deixou escapar, ficando vermelha logo em seguida.
- Ahm... Garota de quem? - indagou, mas já sabia a resposta.
- Aw, você sabe. Sabe que eu gosto de você. - disse ele, que desistiu de se controlar e deixou a emoção tomar conta; aproximou-se dela, enlaçou sua cintura em seu braço e puxou-a para perto dele, muito perto.
- ... - e a beijou.

O beijo que começou suave foi se intensificando, tornando-se um verdadeiro beijo apaixonado; mas o interrompeu, pondo uma mãe no peito do garoto e outra em seu rosto, carinhosamente.
- , eu...
- Você o quê...? Não gosta de mim? - perguntou ele, amargurado. [ - nota da autora - que inoceeeente *-* ksoaksoakoskaoskoaks]
- Não é isso... - disse ela, dando um selinho no garoto. - É que tem muito mais de onde veio esse beijo, mas espera pra amanhã. Na festa, eu e as garotas temos uma surpresinha pra vocês...
- Uuu. Surpresinhas *-*.
- Isso aê. Agora, vem aqui meu herói assassino, deite aqui porque eu estou com frio e preciso de alguém pra me esquentar. - disse ela, já sentada na cama e indicando à ele o lugar ao seu lado para ele se deitar, e foi o que ele fez.

CAPÍTULO NOVE
10/11/07 19:42

-Ah! Se vocês soubessem, garotas, o quanto eu vou provocar o hoje... HÁ!
- Wow , libertou a sem-vergonha que há em você? - riu .
- É que a paixão deixa a gente assim, meio anormal. - respondeu .

Estavam todas reunidas no quarto de se arrumando para a festa. , vestia um tomara-que-caia preto, um scarpin também preto e os cabelos soltos. , com uma legging preta, uma bata branca, um sapato preto e os cabelos presos num alto rabo-de-cavalo. , com ua mini-saia jeans, uma blusa estampada branca e dourada e uma bota plataforma. , por sua vez estava deslumbrante. Vestia um vestido frente-única vermelhor, uma sandália prata salto agulha e os cabelos presos em um coque desfiado.
- Bom, é hora de arrasar, garotas! - disse , olhando no relógio que havia na parede. 20:00 horas. Então saíram do quarto com direção à festa.

XXXXX

Caramba, dudes! Acho que vamos ter uma noite agitada, hein... - disse , quando viu as garotas descendo as escadas e indo ao encontro deles no saguão.
- Wow! , você está deslumbrante! - disse Harry quando elas chegaram.
- Estão todas maravilhosas, hein! - disse , segurando a mão de e ela deu uma voltinha para ele.
- Vocês também estão lindos! Esporte fino cai muito bem em vocês. - disse .
- Concordo plenamente. Bem, vamos indo? Uma festa particular nos aguarda. - disse .
E foram todos para a sala de festas.

XXXXX

A sala estava incrível; parecia arrumada para muita gente, não apenas oito jovens. “Schnietzinger está mesmo querendo impressionar.”, pesou . Havia uma pista de dança giratória, vários globos de espelhos e luzes, um DJ dentro de uma cabine de vidro (obviamente para evitar contato com os convidados), sofás e pufes coloridos, mesas com comes e bebes.
- Quer beber algo, querida? - perguntou à .
- Quero sim. Só cerveja, obrigada. - disse ela, sentando num pufe rosa.
E foi buscar. e estavam sentados num sofá e pareciam estar rindo de alguma piada. e dançavam ao som de Tainted Love, do Marilyn Manson (- nota da autora - sim, essa do M. M. dá pra dançar, tá? xP). e estavam na mesa de aperitivos comento e rindo.
- Hum, a coisa começou a esquentar por ali... - disse , apontando e , que pareciam um só, enlaçados num beijo intenso.
- É, e aqui ai esquentar e vai ser agora! - disse , puxando o garoto para a pista de dança.
Quando chegaram à pista, o DJ colocou pra rolar Wind It Up, da Gwen Stefani. começou a dançar e , mais ousado, virou a garota de costas para ele, com seus braços abraçou-a por trás e pegou as mãos dela, dançando.

“... and the boys, all look,
but no, they can’t touch
but the girls, want to know
why boys like us, so much...”

Provocante. Estavam, os dois, provocando-se. Queriam cada vez mais.

“They like the way we dance...”

Ela ia de um lado para o outro, conduzindo-o. “Ela quer me deixar louco...”

“They like the way we work!”

Ela segurava as mãos dele e passava-as por toda a sua barriga. “É, e ela conseguiu me enlouquecer.”
não podia se controlar mais; virou-a rapidamente para que ficasse de frente à ele e a beijou; beijou com desejo, como se pudesse libertar por sua boca toda a paixão que havia dentro dele, todo o carinho que sentia sentia por aquela por aquela garota.
Frio. Muito frio. De repente, todos os casaia, que se beijavam, estavam envoltos num frio muito grande, cortante. tremia muito nos braços de . O beijo foi interrompido, e ela dsse à ele:
- Vamos lá em cima buscar blusas, está impossível ficar sem. Você está gelado como uma pedra!
Todos, sem exceção, subiram, mas tiveram uma surpresa: todos os armários estavam vazios.
- Onde estão nossas roupas???!!! - gritou , a esmo.
- Sinceramente, não faço a mínima... Mas acho melhor procurarmos na lavanderia lá fora. - disse a todos, e saíram com direção à lavanderia.
Porta afora, pensaram que iriam congelar. O frio lá era ainda mais intenso.
- Corram, senão vamos congelar!
Nada. Não haviam roupas lá.
- Voltamos para dentro então né...
E seguiram até a porta. Mais surpresa: a porta estava trancada. Aliás, todas as formas de acesso para o interior da mansão estavam trancadas.
- Merda! E agora, vamos morrer de frio aqui fora? É isso? - exclamou , abraçando .
- Temos que encontrar um lugar coberto e menos vulnerável para ficarmos esperando algum sinal de vida de dentro da mansão.
- A churrasqueira da piscina! Lá é coberto, então podemos ficar nas espreguiçadeiras... - disse .
- Ótimo, vamos pra lá esperar. - concluiu .

XXXXX

CAPÍTULO 10 11/11/07 00:23 - Pô dude... Até que horas a gente vai ficar aqui?! – indagou , irritado.
- Não faço idéia. Estamos aqui há horas, e nada. Nenhuma luz, nenhuma porta aberta, parece que todo mundo morreu aí dentro e esqueceram de nos convidar pro velório! - respondeu .

Havia horas, estavam os oito sentados em espreguiçadeiras à volta da piscina que há noite era uma área totalmente coberta. Não conseguiram sinal algum de dentro da casa; teriam de ficar esperando.

O frio estava intenso. E quem sofria mais com isso eram as garotas, que vestiam roupas menos protetoras. Estavam todas abraçadas a seus respectivos “pares”, tentando se esquentar. Claro que, mesmo estando nessa situação, elas sentiam alegria em estar ali junto de seus McGuys favoritos; era um sonho realizado, apesar das circunstâncias.
- Sabe , por mais que eu esteja morrendo de frio, eu estou gostando de estar aqui. Com você, minhas amigas, seus amigos. Pra mim está sendo um prazer conviver com vocês. - disse , que olhou para e sorriu.
- É mesmo? Sabe que eu também. Há tempos que eu e os caras não temos férias assim, agitadas. E com garotas assim, nunca! - concluiu ele, e fez um gesto amplo com os braços que logo o prejudicou; eles se desequilibraram na espreguiçadeira e ela caiu na piscina, levando os dois juntos.

A água estava congelante, e a piscina era incrivelmente funda, coisa que não pareceu quando estava dia e eles estavam se divertindo lá. Para o azar deles, os outros seis não perceberam de imediato a queda; quando perceberam, já era tarde. Os dois já estavam no meio da piscina redonda funda e extensa. Quando viu os dois afundados na piscina, soltou um berro agudo, assustador. viu o motivo do grito e se apavorou, sendo seguida por . Os garotos logo se organizaram para resgatá-los:
- Vai dude, rápido! Você, que nada melhor que qualquer um aqui, vai lá, pega eles, nada até a borda, e a gente puxa vocês! RÁPIDO! - disse à , que era o mais veloz e habilidoso dos 4 rapazes.

Rapidamente, deu um belo mergulho na piscina e nadou até o meio, onde estava o casal. Chegando lá, puxou para a superfície, e por sorte esse ainda estava consciente e nadou sozinho até a borda. Mas estava inconsciente. soltou um berro quando viu a garota, pálida e com os lábios roxos, desmaiada. Levou-a à borda, e quando foi levantá-la, foi interrompido por um desesperado, que gritava sem parar pela garota, e que a colocou numa espreguiçadeira.
- !! ACORDA GAROTA!!!!! Meu Deus, me ajuda! Ela não pode morrer por minha culpa!!! - gritava ele.
- Ahh , cala a boca. Ela não vai morrer. Tu tem que fazer um boca-a-boca nela, uai! - disse .
- Ah é?!
- Claro dude! Faz logo! - apressou .
- Ok. - disse , e fez o que havia sugerido.
acordou com um suspiro gutural, como se não respirasse havia séculos. Cuspiu toda a água que havia engolido, e deixou-se cair inerte aos braços de .
- Amiga, você está bem?? - perguntou , preocupada.
- Eu acho que sim...
- Vamos levar ela do lado da churrasqueira, e vamos tentar acender um fogo ali, sei lá, porque se ela ficar assim... Dude, ela vai morrer de hipotermia! - disse , preocupado.
- Claro, claro. Vamos.
E a levaram até lá. Estavam todos assustados com a situação, então comentou:
- Meeu... O que é que está acontecendo com a gente? Eu quero dizer, onde nos enfiamos?!
- Não sei, mas quando eu descobrir, alguém será responsabilizado.
- Nossa , e o que você vai fazer?
- Não sei se você percebeu , mas por causa dessa palhaçada eu podia ter morrido afogada!
- Ah cara, não exagera! Foi só um pouquinho de água!!
- UM POUQUINHO DE ÁGUA, ???? UM POUQUINHO?? Experimenta então, delícia!
- Ei, ! Calma aí!
- , você não ta vendo que esse povo ta tratando isso como brincadeira? Vocês estão todos alienados mesmo, não enxergam que estamos sob a ação de alguma loucura, pra nos deixar sob pressão?!
estava mesmo exaltada, porém parecia ser a única que enxergava com um pouco de racionalidade em meio a tantas perguntas sem respostas.
- Oopa gente. Tenho certeza de que logo tudo vai se resolver. Ok? Não adianta ficar estressados nem nada. – disse, tentando acalmar.
- Ótimo. Enfim, eu acho melhor a gente fazer alguma coisa, tipo um jogo. – Sugeriu .

Resolveram jogar o jogo da verdade, e assim passaram meia hora no frio. Enquanto jogavam, percebeu uma nuvem de fumaça no céu, vindo do bosque, porém não alarmou nada para não causar mais estresse.

O sol já começava a nascer. Alguns dormiam, outros apenas esperavam.
A espera realmente deu resultado.

6:29 AM e Schnietzinger finalmente pareceu lembrar da existência deles, surgindo do meio da enorme bosque que servia de quintal para a mansão. Estava todo cheio de fuligem, e aparentava estar suado e cansado. Mesmo assim, entusiasmado.
- OLÁÁ GAROTOS! O que fazem por aqui tão cedo?
e , que estavam acordados, foram os primeiros a notar a aparição do professor.
- O que fazemos por aqui? Essa é uma pergunta que nós devíamos fazer ao senhor, professor. De repente a mansão ficou congelante. Fomos pegar casacos, e adivinhe só! Nossas roupas haviam SUMIDO! – disse . Os outros que dormiam antes, agora estavam bem acordados.
- Então viemos procurar aqui fora pelas roupas, e aí não conseguimos mais entrar. – disse.
- Como pode nos explicar isso, senhor? – acrescentou.
Já estavam todos de pé, nada amigáveis, em torno das espreguiçadeiras; juntos como um grupo que se protegia mutuamente. Claramente, Schnietzinger era como o inimigo do bando. Quando é que isso tinha se tornado um jogo?
- Ah, claro! Bem, baixamos a temperatura interna da mansão para se igualar a de fora, que como perceberam, é muito baixa. – Disse ele, sendo seguido de exclamações de “lógico, e percebemos da pior forma possível”. – Foi para ver rua reação, como um grupo, ao frio. Se iriam se proteger.
Indignados, todos.
- E as roupas? Explica isso também? – Zombou .
- Obviamente, minha cara. Peguei todas as suas roupas e queimei no bosque.
- O QUÊ?! O SENHOR NÃO TEM O DIREITO DE FAZER ISSO! – gritou.
- Como diabos o senhor diz simplesmente que botou fogo em nossos pertences? – não estava acreditando, ou não queria acreditar.
- Está passando dos limites, Schnietzinger. – não tinha ânimo para gritar mais. Sua paciência estava esgotando.
- Calma meus queridos, tudo vai ser pago depois do fim da pesquisa. Isto foi para ver como as pessoas sobrevivem em grupo sem se importar com a aparência refletida no vestuário. Quanto aos banhos, não se preocupem. Há roupões suficiente para todos esperarem suas roupas secarem logo após dos banhos diários.
Aparentemente, loucura era uma coisa normal nesta pesquisa. Não havia nada de cabível nisso, mas, afinal, ele estava pagando. Ou não?
- Chega de balela. Vai nos levar pra dentro ou pretende nos deixar aqui pra sempre? – lembrou.
- Ah sim, sim. Vamos todos tomar café, Maggie nos espera!

Enquanto todos iam em direção à porta de trás da cozinha, e foram os últimos, seguidos por Schnietzinger. Ele esperou a maioria ir e parou os dois.
- Esperem um minuto, quero saber uma coisa. Têm visto , um dos nossos empregados?
- Ahm... Não senhor. Porque? – respondeu com outra pergunta.
- Encontramos ele morto, logo em baixo da sacada do quarto de vocês. Sabem algo sobre?
- Não, com certeza não. – disse.
Entreolharam-se.
- Melhor assim. – E apressou o passo para chegar mais a frente. Interrogatório encerrado.
Quando se comete um crime, é melhor não deixar rastros, crianças.

XXXXX - to be continued -