
Prólogo
ON.
’s Pov
’s Pov
Pov’s
Acabamos de comer e fomos para a casa de . No caminho, não parava de me beijar, e não parava de olhar.
’s Pov
Nunca imaginei que iria viajar para Londres sozinha, sem família. Só eu e minha melhor amiga. E o mais engraçado disso tudo é que eu não conheço minha melhor amiga, assim, teoricamente não. Mas a gente já é amigas há 2 anos, quando ela ainda tinha 13 anos e eu 16. Boas épocas, e agora como presente de 15 anos ela havia ganhado uma viagem e eu com 18 ganhei a viagem para poder fazer faculdade. Sim, muito bom.
Nossa nem me apresentei, meu nome é , mas pode me chamar de e minha melhor amiga se chama , ou pode chamá-la de , é como eu a chamo.
’s Pov
Mano, como assim? Eu e a , em LONDRES? Ai meu Deus, em Londres só tem gato. E eu vou com a , eu só a conheço pela internet e ela é minha amiga há 2 anos, eu nunca a vi na minha vida.
Eu tinha 13 anos, e ela 16, nós nos conhecemos graças a uma banda, a NOSSA banda, McFLY, que por sinal é de Londres. Ótimo, muito bom, vamos dar a louca lá. Hoje, como presente de 15, vou ganhar uma viajem sozinha para Londres, sozinha digo, sem mãe, sem pai, sem irmã, sem ninguém, só eu e . Ok, corrigindo, eu, e LONDRES.
Tanta felicidade que nem me apresentei. Meu nome é , mas por alguma razão me chamam de . Minha melhor amiga é a , , e podem chamá-la de .
Capítulo 01.
’s Pov
Dia 20, grande dia. Dia de arrumar a mala. Ok, só viajarei amanhã.
Estou sem nada pra fazer, vou entrar no msn, quero ver como a está .
diz: , MEU AMOR
diz: OOOOOI , MEU ANJINHO.
diz: AMANHÃ! AMANHÃ! AMANHÃ!
diz: Sim, amanhã! *-*
diz: a gente se encontra no aeroporto, uma hora antes do vôo?
diz: sim eu vou de Goiânia e quando chegar no aeroporto de Sampa eu quero você lá mês esperando, a gente vai ficar só 1 hora em Sampa esperando o nosso vôo para LONDRES *--*
diz: Tá bom, não vou te esquecer lá.
diz: Eu sei, sou inesquecível.
diz: Nem se acha, né?
diz: Eu não me acho, eu sou. Amor, agora eu tenho que ir, minha querida mamãe tá me chamando e ainda tenho que arrumar minhas malas.
diz: Tá bom, amor. Beijos, te amo e até amanhã.
’s Pov
Minha mãe me gritava da cozinha há um bom tempo e eu respondi que estava com a no computador, mas acho que ela não ouviu, sabe como é, né?!
- Oi, mãe. – falei quando cheguei à cozinha.
- Estou te chamando há meia hora para você vir jantar. – ela falou e eu sorri.
- Mãe, eu respondi que estava falando com a .
- Então tá filha, me desculpe, eu acho que é a idade chegando. – ela fez uma careta e eu ri.
- Também pensei a mesma coisa. – falei e ela me olhou no mesmo momento.
- Me respeita menina. – ela disse brava e eu ri.
- Sabe que te amo, né mãe? – falei e o olho dela encheu de lágrimas.
- Vou ficar com saudades de você. – ela falou e me abraçou.
- Ah não mãe, a gente já conversou sobre isso, sem choro, se não eu choro também. – fiz bico e ela riu.
- Tá bom. – ela me deu um beijo na bochecha e foi terminar de colocar a mesa.
Sai do computador, tomei banho, escovei os dentes, me vesti, liguei o som na maior altura possível, tranquei o quarto e voltei a arrumar a mala.
Terminei de arrumar a bendita mala e me sentei na beira da cama. Fiquei pensando na minha mãe, no meu pai, no meu irmão, nos meus amigos, quantas pessoas eu ia deixar, quanta saudade eu ia sentir. Um ano inteiro longe de pessoas que eu mais amo na vida. Uma lágrima escapou no meu rosto. E em menos de um minuto, um rio de lágrimas invadia meu rosto sem que eu percebesse.
Logo pensei em Londres e em . Um sorriso imenso invadiu meu rosto, fazendo a tristeza se afastar rapidamente.
Fui ao banheiro, lavei meu rosto e gritei minha mãe.
- MÃÃÃNHÊÊÊ!
- Ai menina, para de gritar!
- DESCULPAA! NÃO GRITO MAIS. – ouvi risadas altas.
- Tá certo. – mamãe falou ainda rindo.
- Mãe, eu quero comer alguma coisa. – falei descendo as escadas.
- Eu fiz lasanha, você quer?
- Huum... Lasanha, queeero. – falei pulando de alegria e minha mãe deu uma risada. Sentei-me à mesa e ela terminou de colocá-la.
- Filha, você sabe que eu vou sentir muito a sua falta, não sabe? – ela falou num tom meio tristonho.
- Own mamãe, não chora se não vou chorar também, mais do que já chorei lá em cima. Ok? – falei colocando o último pedaço de lasanha que restava no meu prato.
- Tudo bem, querida. – mamãe falou dando um sorriso sincero. – Tenho certeza que você vai ser muito feliz lá, com a e suas novas amigas, mas crie juízo, certo?
- Certo mamãe, vou ter juízo, relaxa. A gente já conversou sobre isso, né?! – falei querendo demonstrar impaciência.
- Já! Já! Só estava reforçando, calma. – ela falou, fazendo um biquinho fofo que só ela sabe fazer e que eu ia sentir muita falta mesmo. Olhei para o meu relógio, e marcava 22:00 horas e o meu vôo para Sampa sairia 8:00 horas.
- Mãe, vou dormir, amanhã me chama as 6:00 horas, ok? Quero me arrumar rápido, e ir correndo paro Aeroporto.
- Tá certo filha, te chamo às 6:00 horas. Te amo, muito.
Dei um beijo na bochecha dela e subi as escadas. Entrei no quarto, tirei a mala de cima da cama, tranquei a porta, tirei a roupa, tomei outro banho, escovei os dentes, coloquei uma camisola, e me deitei na cama.
Deu 22:44 horas e eu não conseguia dormir, revirava de um lado para o outro. Deu 22:50 e finalmente o sono estava chegando. Não sei que hora era quando eu finalmente consegui dormir, mas devia ser 23:00 h
Capítulo 02.
Claridade, droga de claridade. Gritos da minha mãe.
- , acorda, já são 6:10 – Levantei na hora que ela falou que era 6:10 horas, se eu me atrasasse 1 minuto pra esse vôo eu não me perdoaria nunca.
Me levantei, fui para o banheiro, fiz minha higiene matinal e tomei um banho rápido. 6:20 horas comecei a me vestir com um jeans, um all star vermelho e uma blusa branca básica dentro do meu moletom de zebrinha. 6:25 desci as escadas correndo, comi uma maçã, uma fatia de pão com manteiga, uma xícara de leite com café. 6:35 estava correndo para fora de casa com minhas malas super carregadas. Tomara que eu não tenha me esquecido de nada, pensei. Entrei no carro. Minha mãe falava coisas que eu nem queria ouvir, estava tão ansiosa, tão feliz e tão triste ao mesmo tempo, que nada entrava na minha cabeça, eu estava surda e muda. Chegamos ao Aeroporto 7 horas em ponto, eu desci com minha mãe e em menos de um minuto estávamos na sala de embarque.
Eu e minha mãe nos despedimos, e foi o papo de sempre “Eu te amo – vou sentir saudades – tenha juízo – etc, etc.”
Fiquei uma hora e meia esperando a porra do meu vôo, EU me esforço para não atrasar enquanto esses bando de filho da puta chega a hora que quer. Ok, me revoltei um pouquinho só – ou não.
Finalmente, 8:35 horas o avião chegou, fizeram o que tinham que fazer e 8:38 nós já estávamos a caminho de Sampa. 3 horas de vôo, em menos de uma hora eu dormi.
’s Pov
Nossa, eu estava tão animada para conhecer logo a .
Conhecer tipo, pessoalmente. A viagem não foi tão longa assim em menos de uma hora eu já havia chegado no aeroporto de Sampa, a gente ia ficar uma hora em Sampa e depois íamos pegar o avião para Londres.
Eu Estava tão feliz, ia realizar meu sonho de ir para a cidade que eu tanto sonhava em ir com minha amiga, era tudo de bom.
Cheguei ao aeroporto e vi uma menina brigando com o rapaz que trabalhava no aeroporto e reconheci aquele cabelo. Espera, eu acho que é a !
- ! – eu gritei e ela olhou para trás, sim era ela.
- ! - ela gritou e veio na minha direção correndo e me abraçou.
- Oi sua preta, eu nem cheguei e você já está arrumando briga? – eu ri.
- Preta não, tá? Eu estava preocupada porque o seu avião já havia pousado e você nada de aparecer, ai perguntei para aquele cara se tinha acontecido algo, juro, fui super educada, mas ele foi super grosso comigo. – ela fez um bico e eu ri mais ainda.
- Me desculpa amiga, é que meu fone caiu em baixo do banco e eu não conseguia pegar, e também, quando peguei eu fiquei um bom tempo para sair. – sorri para ela.
- Ah claro, e depois não quer que eu fique preocupada, já estava até pensado que alguém havia te raptado. - ela riu.
- Não, ainda não. – ri junto com ela.
- Descobri que tem um shopping aqui perto, vamos lá enquanto não dá o tempo do nosso vôo? – ela sorriu.
- Claro, vamos às compras. – eu a puxei em direção a saída do aeroporto.
’s Pov
Mano, to ficando doida. To louca para ver a , mas esse homem só diz que não sabe de nada, que não pode fazer nada se a minha amiga não saiu ainda. Tipo, eu estoou super preocupada com a e esse viado não me fala nada produtivo. Cinco minutos de briga, estresse e preocupação eu escuto um grito histérico:
- ! – eu tinha certeza, era ela. Era . Tive um troço, quase cai dura com o grito dela. Mas sai correndo em direção a ela e pulei em cima dela.
- ! – fiz uma cara brilhante.
- Oi sua preta, eu nem cheguei e você já ta arrumando briga? – ela falou rindo.
- Preta não, tá? Eu estava preocupada porque o seu avião já havia pousado e você nada de aparecer, ai perguntei para aquele cara se tinha acontecido algo, juro, fui super educada, mas ele foi super grosso comigo. - eu fiz um bico e ela riu mais ainda.
- Me desculpa amiga, é que meu fone caiu em baixo do banco e eu não conseguia pegar, e também, quando peguei eu fiquei um bom tempo para sair. – ela falou com um sorriso sincero no rosto.
- Ah, claro, e depois não quer que eu fique preocupada, já estava até pensado que alguém havia te raptado. – eu falei sorrindo.
- Descobri que tem um shopping aqui perto, vamos lá enquanto não dá o tempo do nosso vôo? – eu falei sorrindo.
- Claro, vamos às compras. – ela falou me puxando pra saída do Aeroporto.
Capítulo 03
Saímos do aeroporto e como nenhuma de nós duas éramos de São Paulo, resolvemos perguntar aonde era o Shopping.
- Oi moço, você pode nós informar aonde é o shopping mais próximo? – eu perguntei para um taxista que estava na porta do aeroporto.
- É daqui umas cinco ruas para frente. – o taxista falou.
- Obrigada. – eu e falamos juntas e saímos para o rumo que ele falou.
- Ai, nem acredito que eu estou aqui com você, . – eu falei para ela.
- Também não, eu nem acreditava quando a gente falou há três anos que a gente estaria aqui. – Ela falou olhando para mim.
- É, eu também não. – falei e ri.
- Olha, acho que chegamos. – ela falou apontando para o lado oposto de onde estávamos, havia um shopping grande escrito Osasco Plaza, entramos e fomos olhando para todas as lojas que passavam por nós. comprou um vestido lindo e eu comprei uma calça e uma bolsa, depois fomos lanchar, eu comi no Burger King e a no Mc Donald’s.
Depois saímos quase que correndo, porque faltavam exatamente 10 minutos para nosso vôo.
Chegamos ao aeroporto faltando 5 minutos para o nosso vôo decolar, fizemos o procedimento todo e depois entramos no avião, eram três cadeiras, então eu fui na janela e foi no corredor. É, não havia ninguém ainda sentado na cadeira do meio.
- Eu acho que não vai sentar ninguém aqui. – falou olhando para as pessoas que sentavam em seus assentos.
- Tomara, porque assim não fica tão apertado. – eu falei colocando minha bolsa no banco vago.
- Licença, eu acho que esse e meu banco. – eu e olhamos para a pessoa que estava falando isso e AI MEU DEUS. Eu acho que eu morri e fui para o céu e tem um anjo falando comigo.
- Pode sentar. – falou, quase babando também.
’s Pov
Meu Deus, que homem é esse? É impressão minha ou esse ar condicionado não ta prestando? Ok , para de babar.
- , não consigo acreditar que eu esto com você, sério mesmo. – eu falei pra quebrar o silêncio que estava entre nós três. Eu, e o gostoso desconhecido.
- Nem eu amiga. – ela falou meio sem graça, como eu.
- , não é? – o desconhecido resolveu se manifestar. Espera, ele tava mesmo falando comigo? Não , imagina, ele estava falando com Jesus Cristo.
- Erm... É, é sim. – eu falei gaguejando, droga.
- Então, quer trocar de lugar comigo para conversar com a sua amiga? – Para tudo, era só isso? Urgh.
- Claro que sim, obrigada! – falei sorrindo, não muito sincera, mas continuei falando enquanto trocava de lugar com ele. – Então, como é o seu nome mesmo?
- , prazer. – ele falou educadamente, dando um sorriso sincero.
- Ah, então, essa é a minha amiga , mas pode chamar ela de . E eu, como já sabe, sou , mas pode me chamar de .
- Ok.
- Então , você é de São Paulo mesmo? Ou não? – Vez de se manifestar na conversa. Já estava na hora mesmo.
- Ah, eu moro em Londres, mas nasci em São Paulo, meus pais e irmãos moram ai. E vocês garotas?
- Eu sou de Goiânia. – falou e logo depois continuou. – Eu vim para Sampa para pegar o avião para Londres, eu e a vamos passar um ano lá.
- E você. ? – ele me perguntou.
- Eu sou do Ceará, a gente se conheceu pela internet.
- Hum. – ele falou e continuou olhando para mim com um olhar intenso. E eu acho que a está adorando isso, pude escutar o risinho baixo e malvado dela.
- Eu acho que vou dormir. - falou e logo depois falou baixo, mas consegui escutar – Acho que to sobrando aqui.
Dei um beliscão nela, que a fez soltar um “Ai”.
Cinco minutos de silêncio e eu já pude escutar a respiração da ficar mais pesada.
Eu e ficamos em silêncio por uns 5 minutos, até que eu senti sua mão brincando com a minha.
- Você é linda, sabia? – ele falou perto do meu ouvido e eu arrepiei, chegando à nuca, onde depositou um beijo. Ah, coé? Só por que é gostoso, tem olhos verdes e é gentil ele acha que pode faze o que quiser comigo? Ok, ele pode. Um fogo de repente me encheu, por que ele tinha que ter dado aquele beijo? Por quê? Por quê? Por quê? Ai meu Deus. Mais que involuntariamente, sem eu perceber eu falei:
- Banheiro, agora. – pude perceber um sorriso malicioso dele e, sim, eu fiquei com vergonha, mas eu precisava e não podia ser na frente de todo mundo.
Eu fui na frente, dois minutos depois ele chegou. O banheiro era muito pequeno, por isso, nossos corpos ficaram muito colados e eu pude sentir a sua respiração ofegante. O beijo não começou nada lento, foi um beijo com desejo, muito desejo. O beijo durou um bom tempo, e eu pude sentir o volume. E ele queria mais coisa, ele colocou a mão dentro da minha blusa, eu acho que não queria aquilo, mas eu deixei, até que eu senti que ele estava abrindo meu sutiã e ai eu me liguei, nós estávamos em um avião e não em um motel ou coisa parecida.
- , espera. – eu falei tentando retomar o fôlego. – A gente está no avião, para, né?
- Ok. – ele falou meio com a voz entediada e fez bico.
- Ah, não faz bico vai. – dei um beijinho do bico dele.
- Tá, vamos voltar.
A gente voltou e ficou um bom tempo conversando besteiras. Eu descobri que ele tinha 22 anos enquanto eu tinha 15. Mas isso é só um detalhe.
’s Pov
Eu acordei um tempo depois com uma pessoa sentando na poltrona ao lado e eu me assustei.
- Nossa, parece que eu nem dormi. – eu olhei para que estava toda despenteada e estava do mesmo jeito, esses dois estavam aprontando, estava suando e deu um sorrisinho sem graça e falou que ia ao banheiro, só concordou com a cabeça e continuo sentada.
- Eu peguei o . – falou dando um sorriso que quase rasgou a cara.
- Eu sabia pelo seu cabelo. – apontei para seu cabelo e por sua blusa levantada. Eu ri, porque na mesma hora ela abaixou a blusa e riu.
- Ain, ele beija muito bem e é MUITO gato. – quase pulou da poltrona e eu ri.
- Tá bom menina, calma, ele está voltando fingi que nada aconteceu, se não ele vai se achar demais, são 11 horas de vôo, tem muito tempo para vocês se pegarem. – eu ri e ela olhou para mim séria.
- Nossa , aquele esmalte rosa seu é divino, depois você me empresta? – eu não agüentei e comecei a rir. - Do que está rindo, lesada? – ela fez uma cara de desespero para mim e eu ri mais ainda.
- Você está bem, ? – me perguntou e eu não conseguia parar de rir.
- Está tudo bem , é só que eu me lembrei de quando eu passei esse esmalte que a me pediu no meu irmão mais velho. – eu inventei uma desculpa na hora e olhei para a que estava com um olhar “ainda-bem-que-você-inventou-uma-desculpa” e sentou do nosso lado.
Capítulo 04
Eu tava quase matando a , mas ao mesmo tempo estava me controlando para não rir. Ainda bem que ela inventou logo uma desculpa. Ficamos em silêncio enquanto ficava rindo, e eu sabia bem do que era. Já , tadinho, achava que era por causa de um irmão que nem tinha.
Conversamos umas 2 horas seguidas - e até que se passaram rápido. não calava a boca e eu ria o tempo inteiro. olhava para mim de cinco em cinco segundos. Nossa, já tinha passado sete horas de vôo e nem parecia. Tenho que confessar que a conversa estava boa, mas eu tinha mais o que fazer do que APENAS conversar com o . Nossa, a bem que podia dormir, né? Não que eu não goste de conversar com a minha melhor amiga, claro que não é isso, não pensem errado. Meus pensamentos foram interrompidos com um lindo bocejo de . olhou para mim e eu olhei para ele, ele piscou pra mim e eu mordi meu lábio inferior, percebeu e eu pude ouvir uma risada baixa dela.
- Erm... Vou dormir gente, estou caindo de sono e eu não tenho nada para fazer.
- Tá bom amiga, bons sonhos. – falei para ela.
já estava dormindo e eu já estava esperando no banheiro.
- AAAAH, demorou, hein. – falei assim que ele entrou e fiz bico.
- Own, desculpa minha princesa, vem cá vem. – ele falou, também fazendo biquinho. E eu, claro, atendi o seu pedido.
O beijo começou calmo. Nossos lábios se colaram e ele pediu licença para a língua, eu cedi, nossas línguas brincavam em uma sintonia incrível e em questão de segundos o beijo foi se intensificando e ficando bem profundo. colocou uma das mãos dentro de minha blusa, e a outra estava no meu peito, seus cabelos àquela altura já estavam totalmente bagunçados por conta do estrago que eu havia feito. rapidamente arrancou a blusa de mim, e desceu os beijos fazendo-me arrepiar. No meu pescoço deixara marcas de chupões, mordidas e beijos, fazendo com que eu soltasse gemidos baixos. Nada que uma boa blusa de gola alta não resolvesse. Mas ai, eu parei para pensar, eu havia acabado de conhecer o cara, só tinha ficado uma vez com ele e ele já queria avançar o sinal? Ah não, querido, agora não.
- Erm... , acho melhor... Erm... A gente parar por aqui, ok? – falei meio sem graça e pude notar uma cara de “WTF?” dele.
- Ué, mas você não está gostando?
- Não baby, não é isso, é que... A gente ta em um avião e...
- Ah , o lugar não importa.
- Mas é que...
- Ah não , sem mais nem menos. – ele falou um pouco bravo e... Espera ai, não estou entendendo, ele vai me abusar sexualmente? Não que isso fosse uma má idéia, mas não, qual é? Ele tem que me respeitar.
- Não , para, ok? – tentei colocar o máximo de firmeza em minha voz, mas foi em vão.
- Não, , você VAI ser minha. – ele falou intensificando o “vai”.
- Eu vou sim, mas agora NÃO, me solta agora. - isso ai menina, coloca firmeza nessa voz.
Ele ficou em silêncio e apenas assentiu com a cabeça. Ai garota, arrasando os caras. Eu catei minha blusa, vesti e saí do banheiro indo em direção a minha poltrona.
Fiquei pensando em como tudo tinha acontecido tão rápido com e que eu estava ali do lado de , que por sinal era super preguiçosa. Mais uns cinco minutos perdida em meus pensamentos e apaguei ali mesmo.
’s Pov
Sonhei com o chegando, me apresentando um amigo bem gatinho e ele estava piscando para mim, foi um sonho muito bom, mas quando fui dar uns pegas nele acordei com me chamando.
- , quer comer alguma coisa? – perguntou e havia uma mulher parada com um carrinho com algumas bolachas e sucos, algo assim, então só não mandei ir para puta que pariu, porque a mulher estava lá esperando eu decidir.
- Quero sim! – peguei uma bolacha e um suco de maracujá, se bem que odeio comer bolacha de doce e tomar suco, porque ficava sem gosto, mas tudo bem.
Fomos o resto da viagem toda conversando, a e o dando aquelas olhadas nada discretas e eu de vela.
- Senhores passageiros, peço que coloquem o cinto, já estamos pousando em Londres. – A aeromoça fanha falou no alto-falante e eu coloquei meu cinto, assim como todo mundo. Passou menos de 5 minutos e o avião já havia pousado, eu e pegamos nossas coisas e saímos, veio atrás da gente.
- E ai meninas, vocês vão para onde agora? – falou quando já estávamos saindo do aeroporto.
- Nós vamos para a casa da prima da , ela vai nos buscar. – falou antes de mim.
- Ah sim, vocês não querem ir lá para casa depois não? – perguntou.
- Acho melhor nã... – eu ia falar que tínhamos que desarrumar as malas e também não sabia se minha prima ia deixar a gente sair assim com um menino que conhecemos na viagem, mas apertou minha mão bem na hora.
- Sim, nós adoraríamos. – ela falou e eu olhei para ela.
- Então me passem o endereço de vocês que eu passo lá para pegar vocês. – ele falou e eu peguei o papel que tinha anotado o endereço que minha prima havia me passado e ele saiu dando um selinho em e um beijo no meu rosto.
- Você anda danada em Tarada. – eu ri e ela me mandou o dedo do meio.
Encontramos com a minha prima que, como sempre, chegou atrasada.
’s Pov
Chegando à casa da prima da , Lays, cumprimentei todos e fui correndo para o quarto, arrastando junto. Queria chegar logo na casa de .
- , essa vai ser a minha cama, ok? – falei para apontando para a cama do lado esquerdo do nosso quarto.
- Tá bom, amiga. – ela falou.
- Ai Deus, estou doida para ir logo para a casa do . – falei, rindo do “” e super animada.
- Ah menina, calma. Estou morrendo de fome, a gente vai passar na Starbucks. Certo? – falou, passando a mão na barriga.
- Ah é, eu também estou morrendo de fome. – falei repetindo o gesto de e rindo.
- Para de imitar, imitona. – ela falou jogando o travesseiro no meu rosto, quase morri de rir.
Rapidamente nós arrumamos as nossas coisas e saímos para a Starbucks, que era na esquina da casa da prima da . Eu estava com uma skinny jeans, uma blusa branca básica e o meu all star vermelho. estava com um vestido branco e uma sandália rosa claro, muito linda. Ela estava linda, e eu um trapo.
Comemos e conversamos. 20:00 horas, pegamos um táxi para a casa do , porque não sabíamos andar em Londres, nós já estávamos chegando na casa de . Chegamos e tocamos a campainha.
Nossa que casa enorme e linda.
- Oi, linda. – falou me dando um selinho. – Oi, . Esse aqui é o meu irmão, . – ele apresentou a , e sim, ele era lindo e eu pude ver os olhos dela brilhando de alegria. Espera ai, esse era o do McFLY, como assim o era irmão do ? Fingi que nem conhecia ele – , essa é , melhor amiga da , que eu te falei.
- Oi, . – ele falou dando dois beijos na bochecha dela. Pude ver que ela corou na hora. Own, que lindo.
- Vamos subir , quero te mostrar o resto da casa. – falou, dando uma piscadinha maliciosa para mim. E eu não resisti.
- Vamos sim. – Ele saiu me arrastando, fui obrigada a deixar lá sozinha com , mas eu tenho certeza que ela não iria achar ruim. Muito menos, eu.
Capítulo 05.
’s Pov
Subimos para o quarto de .
Nossa, era imenso.
- É lindo, e imenso. – eu falei com os olhos brilhando.
- Lindo como você, e imenso como o meu amor. - juro, juro mesmo que me eu vontade de rir. Mas eu me controlei. Não falei nada. Apenas o beijei. Um Beijo nada calmo, super intenso e cheio de desejo.
Coloquei minhas pernas em volta do seu quadril, e ele me levou até a cama. Rapidamente tirou minha blusa. Tadinha, agora ela devia estar sozinha no chão do quarto, então, para fazê-la companhia, mandei a do . Nossa, que abdômen era aquele, passei minha mão por todo aquele abdômen perfeito e másculo. É impressão minha, ou depois disso ficou mais quente? Enfim. Arranquei a calça dele, tudo isso, sem quebrar o beijo, que ficava cada vez mais intenso. Com o mesmo pensamento que eu, eu acho, ele também arrancou minha calça para fazer companhia à dele. Ele estava em cima de mim, mas rapidamente nossas posições se inverteram. Fui pra cima dele, desci os beijos, dando leves chupões por onde passava, podia ouvir gemidos dele e isso me incentivava ainda mais. Cheguei onde eu queria: BOXER. Arranquei sua boxer em um tempo recorde. Com uma das mãos, eu alisava e arranhava levemente sua coxa, com outra fazia movimentos lentos em seu membro rígido, o lambi todo de baixo para cima, colocando mais pressão na sua glande, ouvi um grito abafado de chamando pelo meu nome. E isso me incentivou ainda mais.
- Não pare, por... favor. – ele falou entre gemidos, pude perceber que ele agarrava os lençóis. - Eu to chegando lá... – ele quis dizer que estava chegando ao Clímax. Mas eu não liguei, deixei que o líquido branco descesse pela minha garganta.
’s Pov
Nossa, era maravilhosa, ela era a melhor de todas as mulheres, ela me fazia ir as nuvens. Cada vez me surpreendia mais com ela, nunca nenhuma mulher tinha me deixado no clímax como ela. Ela era simplesmente perfeita, em todos os sentidos. Depois de fazer o que tinha feito, era minha vez.
A virei para baixo de mim e fui descendo os beijos como ela e dando leves chupões. Percebi que a cada chupão ela se contorcia e se arrepiava como eu. Cheguei onde eu queria e arranquei sua calcinha rapidamente. Abri suas pernas, beijei sua virilha, fui subindo. não parava de gemer um segundo e pude escutar gritos também. Minhas mãos seguravam suas pernas, para facilitar o meu trabalho. A penetrei, chupei e lambi. Até que chegasse ao seu clímax.
’s Pov
Nossa, quase me deixa louca. Penetrou, chupou e lambeu. Nossa, ele era perfeito. Não estava mais agüentando, eu precisava ter ele dentro de mim, precisa mesmo, e rápido.
- , eu preciso... de você... AGORA. – eu gritei entre gemidos. Pude perceber uma risada vitoriosa de .
- Implora só mais um pouquinho, meu amor.
- OTÁVIO, AGORA, PORRA. - eu gritei e em menos de dois segundos ele já estava com a camisinha vestida. A primeira investida foi forte e fez com que eu soltasse um grito. Ele entrou inteiro dentro de mim. Uma pontada de dor percorreu meu corpo, mas logo me veio o prazer. E assim foi. Ele entrava e saia de dentro de mim me fazendo delirar. Cheguei ao meu ponto máximo e gozamos juntos. caiu ao meu lado exausto.
- Nossa, isso foi... Perfeito. – ele falou com a respiração ofegante. – VOCÊ foi perfeita. - corrigiu enfatizando o “você”.
- Você também baby, mas agora eu preciso dormir, você acabou comigo. – falei também com a respiração ofegante e ri.
- Então deita aqui, meu anjo. – ele falou apontando para seu abdômen definido e eu deitei, porque não sou nada boba. Fiquei brincando com a mão de uns 20 minutos, e depois dormi.
Capítulo 06.
’s Pov
Depois que e subiram, eu e ficamos conversando e ouvimos uns barulhos que prefiro não comentar. Como o do Mcfly era irmão do ? Eu nem sabia que o tinha um irmão. E como a pode me deixar sozinha com o meu McGuy favorito?
- Então, vocês moram sozinhos? – perguntei quando um silêncio constrangedor se instalou ali.
- Sim, a gente alugou essa casa ano passado, quando nossos pais foram morar em Bolton. – ele falou e eu olhei para o chão, eu estava com muita vergonha, quem diria que o podia ter um irmão tão lindo.
- Hum, , vocês vão ficar quanto tempo? – ele perguntou ficando vermelho.
- Ah, estamos pensando em um ano, mas ainda não sabemos se vamos ficar mais que isso. – eu falei estralando os dedos, estava muito nervosa.
- Está com fome? Porque eu estou. – ele falou sorrindo, mas que sorriso lindo.
- Sim, estou com muita fome. – ele levantou, me ajudando a levantar também e fomos para a cozinha.
- O que você quer comer? – ele perguntou e eu dei de ombros.
- Não sei, o que tem ai? – eu tava na casa deles, eu não sabia o que tinha, né? E nem sou vidente... Ainda.
- Tem Missi que nojo, tem pão de ontem e cerveja. – ele falou abrindo todos os armários.
- Nossa, vocês precisam fazer umas compras. De vez em quando é bom. – eu comentei abrindo os outros armários para ver se não achava algo perdido ali.
- Não, a gente precisa de mulheres, isso sim. – ele falou normal, como se estivesse falando do seu cabelo e eu ri – Do que está rindo?
- Nada não. – falei ainda rindo.
- Ei, não ri, é verdade, agora que o saiu da seca eu também tenho que sair, além de eu ser mais velho, eu que tinha que ter desencalhado primeiro. – ele falou chegando mais perto de mim e eu fiquei tensa, eu nem conheci direito e ele já estava assim. Quando ele chegou bem perto de mim, minhas pernas já estavam bambas e minha respiração estava pesada,
- Hum, acho que encontrei pipoca. – peguei o pacote de pipoca que tinha achado antes que se aproximasse e sai de perto dele, encostando-me na bancada da cozinha e passou a mão pela sua nuca nervoso.
- Tá bom, vou preparar. – ele disse e eu sorri para ele nervosa, ele tinha feito meu coração disparar, fiquei até com medo que ele ouvisse, mas ele só sorriu, pegou a pipoca da minha mão e foi em direção ao microondas.
Acordei de calcinha e sutiã em cima de . Mas para que sol essa hora? Revirei os olhos e com um pouco de dificuldade eu sai de cima dele, eu precisava lavar o rosto e tomar um banho. Sim, eu estava fedendo. Eu ri dos meus pensamentos e me tranquei no banheiro.
- ? Meu amor? – ouvi a voz de vinda da porta.
- Oi, , estou tomando banho. – respondi.
- Abre a porta, . Quero tomar banho com você. – Ele falou, e eu pude perceber uma voz maliciosa.
- Tá, espera ai. – Falei me enrolando na toalha.
- Bom dia, meu amor. – ele falou e me deu um selinho. – Tira a toalha, está com vergonha de mim?
- Não, só quero tomar banho, vem comigo? – perguntei e sorri para ele.
Ele me puxou para dentro do Box e eu fui. Ele me beijava arduamente, eu o empurrei.
- Agora não, . – dei um selinho e voltei ao meu banho, agora ele me olhava, mas não de uma forma maliciosa e sim como uma forma carinhosa. Terminei o banho e me lembrei de . Porra, a caralho, deve ter rolado MUITA coisa com o irmão gostoso do , ai meu Deus, que menino gato.
- , estou morrendo de fome. – falei enquanto descia as escadas.
- Já eu te levo na StarBucks pra gente comer. Ok?
- Você não tem comida em casa, meu amor?
- Não, nem eu nem o sabemos cozinhar e eu acho que não tem quase nada aqui.
- Hmmm, vou ver. – Desci os outros degraus e... PERAÊ! Essa é a e o dormindo juntinhos com uma vasilha de pipoca? Own, que fofo.
- Ei, ei, acordem ai! – falou, cortando meu raciocínio. Eu virei para ele com um olhar fuzilante e ele me olhou com cara de “Que foi?”
- Bom dia para você também né, . – falou ainda com a voz meio rouca do sono.
- Eu vou ver se tem alguma coisa na cozinha. – quando ia me virando em direção à cozinha, a voz de me impede.
- Nem adianta, não tem nada, só tinha uma pipoca e eu peguei. O jeito é ir à StarBucks mesmo. – ela falou olhando para os dois e rindo.
- Então vamos. – falou pegando a chave do carro dele.
Capítulo 07.
Chegamos da StarBucks, eu e já estávamos pensando em ir para casa, mas os meninos não queriam deixar. Estava doida para contar para ela o que havia acontecido, e eu queria saber o que tinha acontecido entre ela e o , que até agora não se beijaram em público.
- , vem aqui. – a arrastei para o banheiro.
- O que foi ? – ela falou meio preocupada.
- AAH, eu estou ficando louca, me conta TUDO o que aconteceu. – eu falei, e na mesma hora ela riu.
- Eu... Não fiz nada . – ela falava chorando de rir. – Quanto a você, eu não sei, né? – ela fez uma cara meio pervertida, nossa que tarada. Agora ela queria saber minhas aventuras amorosas? Então tá, ela que saiba!
- Aconteceram MUITAS coisas, e nossa... Ele é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. – eu falei, superempolgada.
- Meu Deus, ... Mas já? – ela falou meio indignada.
- COMO ASSIM, JÁ? – falei rindo, e continuei – Ele me queria, eu queria ele... Então. – falei dando pulinhos.
- Você é muito tarada. Eu e o , só conversamos sobre a banda dele e ele quer que a gente veja o ensaio.
- ELE TEM UMA BANDA? Você mentiu sobre conhecer a banda dele? – eu gritei, depois parei para pensar.
- Claro que não, pensei que já tinha percebido . Olha para o , não te lembra ninguém? – ela me perguntou séria e eu fiz que não com a cabeça – , esse nome não te lembra nada? – quando ela me falou fiquei séria e comecei a rir depois.
- Está doida? Você acha que eu não reconheceria o cara da minha banda favorita?
- Acho. Quando você está muito interessada em subir para o quarto para transar com um cara gostoso... – ela falou rindo
- Vamos lá ver se é verdade. – falei e a gente voltou para perto dos meninos, eu soltei um grito por perceber que era o mesmo, mas eu já tinha percebido isso, só tinha me esquecido
- Que foi amor? – perguntou.
’s POV
- Só porque ela percebeu que o seu irmão é o do McFly. – eu falei rindo.
- Não me fala que você é uma fã louca e que vai me trocar pelo meu irmão!? – falou.
- Claro que não amor, ele é gato, mas você é mais. – abraçou e começou a rir.
- Desculpa, mas você só pode estar cega, eu sou mais gato. – comentou rindo.
- Ele se acha o mais gostoso. – disse e eu comecei a rir.
- Não fique calada , dê sua opinião. – tinha que me meter no meio mesmo.
- Os dois são lindos! – eu falei com um sorriso sem graça.
- Ela prefere você . – Nota mental: quando chegar em casa matar .
- Pois é, né, a conversa está muito boa, mas a gente tem que ir. – dei um sorriso desesperado e me despedi dos meninos,
- É, a estraga prazeres já apareceu, então vamos indo. – sorriu para os meninos e se despediu de e deu em um beijo apaixonado e me seguiu para fora da casa dos meninos.
Pegamos um táxi para ir para casa da minha prima e eu ainda estava com sono. Quando chegamos à casa da minha prima a cumprimentei e fui para meu quarto, peguei uma roupa confortável e fui tomar um banho enquanto lanchava com minha prima, tomei meu banho e fui dormir, porque desde que cheguei de viagem não tinha dormido direito, eu sei que eu dormir bastante dentro do avião e no colo do , mas é que eu amo dormir. Já a não dormiu nada no avião e ainda tava animada. Ela era ligada na tomada, certeza.
Acordei com a me gritando.
- ! – abriu a cortina e me deu vontade de voar nela e bater até a morte, mas eu sou uma ótima amiga.
- Que foi? – sou calma.
- O que ir tomar café da manhã aqui perto e está passando aqui. – ela quase rasgou a boca com o sorriso que deu.
- E o que eu tenho a ver com isso? – Eu lancei meu olhar mortal para ela. Que foi? Eu sou muito perigosa.
- Primeiro: você é minha amiga. E segundo: um garoto chamado pediu para te chamar. – quando ela fechou a boca eu sorri.
- Ah, não sei se quero ir. – falei dando um sorrisinho fechado.
- Para de fazer cú doce , eu sei que você está louca para levantar dessa cama e dançar igual a Beyonce de felicidade, então vai se arrumar logo. – falou e eu tive que rir.
Levantei-me correndo e fui direto para o banheiro, mas antes tive que cair na porta do banheiro, porque mais desastrada que eu, só duas de mim.
Pov’s
Nossa, estava morta, e não, eu não acreditava meeeesmo que ela tinha caído no banheiro. Meu Deus, a é muito lerda mesmo. e , enfim tinham chegado e eu estava morrendo de fome. Sim, eu como MUITO.
- Vamos ? Os meninos chegaram.
- Vamos. – falou bocejando.
- Deixa de ser morta. – sussurrei para ela e saímos de casa.
- Oi meu amor. - falei dando um beijo em .
- Oi meu amor. – ele falou me abraçando.
- Hei casalzinho apaixonado, eu sei que está bom ai, mas eu estou com fome. – Meu Deus, que voz era aquela, uma voz rouca e reconhecível. NÃO! NÃO! Não era !
- AAAAAAAAAAAH – soltei o grito mais alto que pude, me virando para ele. – Santo Deus, ? – eu sempre quis ter esse sobrenome , , ! Quase pulo em cima dele. Mas não, meu namorado estava no meio, mas espera ai, ainda não é meu namorado! Soltei um sorrisinho meio pervertido. Mas os meus pensamentos foram interrompidos por um riso alto de .
- Nossa, não sabia que você ia ter essa reação.
- Desculpem. – sim, eu estava envergonhada. Outch!
- Que isso, já fizeram pior. Mas é sério, vamos? Estou com muita fome.
- Claro, vamos. – aquilo tudo parecia um sonho para mim, não podia ser real, eu comendo com , na mesma mesa. Tenso, muito tenso.
- , depois daqui a gente vai ensaiar, e e também vão estar lá, vocês querem ir? – falou.
- A gente vai sim, né ? – Olhei para .
- Claro. - falou dando um sorrisinho.
Nota da beta: Peço perdão pela demora em atualizar, parte dela foi minha culpa D:
Deixei passar alguma coisa? E-mail ou twitter.
AnnieB.